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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Em "Este Vírus Que Nos Enlouquece", Bernard-Henri Lévy contesta os que querem aproveitar o coronavírus para arrasar o que a civilização ocidental tem de melhor. Contra os que pretendem ver no vírus uma mensagem, contra o alarmismo do apocalipse, contra os obcecados pelo decrescimento e contra outros defensores da penitência, Lévy contesta a ideia de que no recomeço, após a pandemia, "nada deve ser como antes". Pelo contrário, contra um mundo refém do medo, temos de voltar à confiança do aperto de mão, dos abraços e das viagens. Neste livro, o filósofo denuncia a tentativa visível de utilização da pandemia pelos usurários da morte e pelos tiranos da obediência, cujo objectivo é estrangularem a liberdade dos cidadãos a coberto da urgência sanitária e do delírio higienista. Estamos perante o que chama "O Primeiro Medo Mundial" e um vento de loucura assola o planeta: este livro recorre ao pensamento, à história e à filosofia para nos ajudar a encarar com racionalidade uma pandemia que não é a primeira, nem foi a mais mortífera que a humanidade até hoje conheceu. Um livro em defesa da vida em toda a sua plenitude, convivial, amorosa, política. Um livro em defesa das portas da liberdade que são aeroportos, viagens, cosmopolitismo e comércio.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Álvaro chega a Havana para cumprir o serviço militar, deixando para trás a frágil pacatez de Ciego de Ávila, pequena cidade de onde nunca sairá o avô Ernesto, inquieto mas dedicado seguidor de Fidel. Álvaro, o jovem músico, conhece Lia, a revolucionária. Entre Álvaro e Lia, como entre o passado da revolução cubana e o futuro de um país que ainda não encontrou o seu caminho, joga-se a decisão de ficar ou de partir. Cuba é hoje um país a olhar o céu à espera do grande furacão. Na longa demora da catástrofe, a vida suspende-se e revive-se o passado: quando éramos jovens, quando éramos prósperos, quando ainda acreditávamos na revolução, quando ainda não sabíamos que não éramos brancos, quando falávamos de coisas que não entendíamos, quando éramos cegos dentro da nossa caverna florida.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Álvaro chega a Havana para cumprir o serviço militar, deixando para trás a frágil pacatez de Ciego de Ávila, pequena cidade de onde nunca sairá o avô Ernesto, inquieto mas dedicado seguidor de Fidel. Álvaro, o jovem músico, conhece Lia, a revolucionária. Entre Álvaro e Lia, como entre o passado da revolução cubana e o futuro de um país que ainda não encontrou o seu caminho, joga-se a decisão de ficar ou de partir. Cuba é hoje um país a olhar o céu à espera do grande furacão. Na longa demora da catástrofe, a vida suspende-se e revive-se o passado: quando éramos jovens, quando éramos prósperos, quando ainda acreditávamos na revolução, quando ainda não sabíamos que não éramos brancos, quando falávamos de coisas que não entendíamos, quando éramos cegos dentro da nossa caverna florida.
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Edição: Ago 2009
Nº Páginas: 228
Sinopse:
A publicação deste segundo volume da obra de António Aleixo possibilita um estudo mais aprofundado do que de melhor o poeta nos deixou. Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O improvisador, quase analfabeto e de poucas letras, adquiriu e assimilou, ouvindo, essa cultura por forma singularmente séria e profunda, bastante para impressionar os que o lêem.
Nº Páginas: 228
Sinopse:
A publicação deste segundo volume da obra de António Aleixo possibilita um estudo mais aprofundado do que de melhor o poeta nos deixou. Ficam, deste modo, à disposição dos que queiram ou possam fazê-lo mais elementos para a compreensão de um pensamento, tão perfeito na forma como na originalidade do conteúdo, que foi sendo elaborado e expresso espontaneamente em quadras, com inspiração espevitada na convivência com pessoas de mais evoluída cultura, sobretudo nos últimos anos de vida. O improvisador, quase analfabeto e de poucas letras, adquiriu e assimilou, ouvindo, essa cultura por forma singularmente séria e profunda, bastante para impressionar os que o lêem.
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Edição: Jun 2014
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"O Amante" é o primeiro livro da trilogia "Este Homem", que narra a história do aristocrata Jesse Ward e de Ava O’Shea, uma jovem designer de interiores. Quando Ava é contratada para um trabalho no Manor, nunca pensou ir encontrar Jesse, um homem confiante, lindo de morrer e em busca de prazer sem limites. Ava tenta resistir, mas não consegue controlar o desejo irresistível que Jesse lhe desperta. Ela tem consciência que poderá vir a sofrer e, embora o instinto lhe diga para sair desta situação enquanto é tempo, ele não está disposto a deixá-la ir. Jesse está determinado a tê-la.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"O Amante" é o primeiro livro da trilogia "Este Homem", que narra a história do aristocrata Jesse Ward e de Ava O’Shea, uma jovem designer de interiores. Quando Ava é contratada para um trabalho no Manor, nunca pensou ir encontrar Jesse, um homem confiante, lindo de morrer e em busca de prazer sem limites. Ava tenta resistir, mas não consegue controlar o desejo irresistível que Jesse lhe desperta. Ela tem consciência que poderá vir a sofrer e, embora o instinto lhe diga para sair desta situação enquanto é tempo, ele não está disposto a deixá-la ir. Jesse está determinado a tê-la.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Whitehall, o secretário do Gabinete dá a conhecer a Giles Barrington a verdade sobre a sua esposa Karin. Será uma espia ou um peão de um jogo maior? Entretanto, Harry Clifton propõe-se escrever o seu magnum opus, enquanto Emma, que completa dez anos como presidente do Royal Infirmary de Bristol, recebe uma chamada inesperada de Margaret Thatcher a convidá-la para um cargo ministerial. Sebastian Clifton torna-se presidente do banco Farthings Kaufman, mas apenas depois de Hakim Bishara se demitir por motivos pessoais. Jessica, a talentosa filha de Sebastian e Samantha, é expulsa da Escola de Belas Artes, mas a tia Grace vem em seu auxílio. Lady Virginia está prestes a fugir do país para evitar os credores quando a duquesa de Hertford morre e surge uma nova oportunidade para ultrapassar os seus problemas.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Em Whitehall, o secretário do Gabinete dá a conhecer a Giles Barrington a verdade sobre a sua esposa Karin. Será uma espia ou um peão de um jogo maior? Entretanto, Harry Clifton propõe-se escrever o seu magnum opus, enquanto Emma, que completa dez anos como presidente do Royal Infirmary de Bristol, recebe uma chamada inesperada de Margaret Thatcher a convidá-la para um cargo ministerial. Sebastian Clifton torna-se presidente do banco Farthings Kaufman, mas apenas depois de Hakim Bishara se demitir por motivos pessoais. Jessica, a talentosa filha de Sebastian e Samantha, é expulsa da Escola de Belas Artes, mas a tia Grace vem em seu auxílio. Lady Virginia está prestes a fugir do país para evitar os credores quando a duquesa de Hertford morre e surge uma nova oportunidade para ultrapassar os seus problemas.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Uma viagem histórica pelos 365 dias do ano, em que se revisitam alguns dos eventos mais significativos de Portugal e do mundo.A execução de Inês de Castro por ordem de D. Afonso IV, pai de D. Pedro, foi um dos momentos mais marcantes da História de Portugal. A descoberta de quatro luas de Júpiter por Galileu e o estabelecimento da primeira ligação telefónica transatlântica, que reduziu a distância de Nova Iorque para Londres, são eventos determinantes na História Universal. O que têm em comum estes acontecimentos tão diferentes, separados por séculos? A data em que ocorreram: 7 de janeiro.Tem curiosidade em saber que episódios históricos fundamentais ocorreram nas datas especiais da sua vida?Com Este Dia na História poderá descobri-lo. Resultado de uma investigação cuidada do jornalista João Bonifácio, e escrito numa linguagem acessível, este livro mostra-lhe factos admiráveis ocorridos no mesmo dia e que juntam protagonistas tão diferentes como, por exemplo, Sophia de Mello Breyner, Charlie Chaplin, D. Afonso Henriques e Cristiano Ronaldo.Este Dia na História é a leitura perfeita para todos os dias do ano. "Este livro não ambiciona ser uma História de Portugal e do Mundo, embora queira, de forma leve, recuperar os eventos mais importantes do nosso passado. (…) Se muitas entradas são sobre a História de Portugal, outras referem-se ao mundo todo - e versam conquistas e descobertas, invenções e figuras determinantes. (…) Que vos entretenha e que vos elucide, que complexifique a ideia que tinham de Portugal e do mundo, e que vos divirta tanto quanto me divertiu pesquisá-lo em livros e jornais antigos - é o que espero que este livro faça."João Bonifácio
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Bandolim e Manhã, Estar em Casa é o mais recente livro de poesia de Adília Lopes, que completa esta trilogia de forte componente autobiográfica e acompanhada de fotos incluídas pela autora. Agora na sua segunda edição, revista e aumentada. Sou deste lugar como as árvores e as casas
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Depois de Bandolim e Manhã, Estar em Casa é o mais recente livro de poesia de Adília Lopes, que completa esta trilogia de forte componente autobiográfica e acompanhada de fotos incluídas pela autora. Agora na sua segunda edição, revista e aumentada. Sou deste lugar como as árvores e as casas
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Escrito em co-autoria pelo aclamado realizador Oliver Stone. De acordo com o Relógio do Juízo Final, um contador simbólico que reflete a perigosidade do mundo, mantido pelo Bulletin of the Atomic Scientists, nos últimos anos estivemos mais perto de um Armagedão nuclear do que durante toda a Guerra Fria. Vivemos tempos históricos e disso não restam dúvidas. Como se ergueu o impensável em que agora vivemos? A resposta poderá ser encontrada nas transformações a nível mundial que ocorreram entre os anos de 2012 e 2018, e que tiveram os Estados (des)Unidos da América como ator principal. Da autoria de Oliver Stone e Peter Kuznick, este livro relata-nos esse período da vida do país, com foco na sua política externa, nas relações com os diferentes países do Médio Oriente e nas tensões mais evidentes com a China, a Coreia do Norte e a Rússia. Relatando o fim da era Obama e a ascensão de Trump, esta obra traz-nos um melhor entendimento de como o populismo se tornou o cerne da atual vida política. Mesmo que muitas vezes sejam referidos factos que se podem confundir com ficção, este é um livro que nos relata a dura realidade que foi (e é) percorrer o caminho para o momento que agora se vive. "Andávamos às voltas, para a frente e para trás. E então apaixonámo-nos, OK? Não, a sério. Ele escreveu-me cartas muito bonitas, e são ótimas cartas. Apaixonámo-nos." - Declarações de Donald Trump em setembro de 2018, referindo-se ao líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un A continuação e conclusão do monumental trabalho iniciado pelo historiador e pelo cineasta, que resultou no livro "História Não Contada dos Estados Unidos", publicado pela Vogais, e num documentário com dez episódios.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Biografia romanceada de Lídia do Carmo Ferreira, poetisa e historiadora angolana, misteriosamente desaparecida em Luanda, em 1992, após o recomeço da guerra civil, transporta-nos desde o início do século até aos nossos dias através de um cenário violento e inquietante. Um jornalista (o narrador) tenta descobrir o que aconteceu a Lídia, reconstruindo o seu passado e recuperando a história proibida do movimento nacionalista angolano; pouco a pouco, enquanto a loucura se apropria do mundo, compreende que o destino de Lídia já não se distingue do seu.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Biografia romanceada de Lídia do Carmo Ferreira, poetisa e historiadora angolana, misteriosamente desaparecida em Luanda, em 1992, após o recomeço da guerra civil, transporta-nos desde o início do século até aos nossos dias através de um cenário violento e inquietante. Um jornalista (o narrador) tenta descobrir o que aconteceu a Lídia, reconstruindo o seu passado e recuperando a história proibida do movimento nacionalista angolano; pouco a pouco, enquanto a loucura se apropria do mundo, compreende que o destino de Lídia já não se distingue do seu.
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Edição: Set 2012
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa aos seus leitores com Estação Central, onde um dos poemas que o integram tem a seguinte epígrafe de Dietrich Bonhoeffer: "Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda". Compreende-se por isso que "[-] Deus sendo puro deixa-se consumir / com a paixão insultuosa / dos devassos". Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro. CREDO atribuído a Yossel Rakover Creio no sol, mesmo quando não o vejo Creio no amor, mesmo quando não o abraço Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Reconhecido unanimemente como um dos grandes poetas portugueses da atualidade, José Tolentino Mendonça regressa aos seus leitores com Estação Central, onde um dos poemas que o integram tem a seguinte epígrafe de Dietrich Bonhoeffer: "Deus é impotente e fraco no mundo, e somente assim está connosco e nos ajuda". Compreende-se por isso que "[-] Deus sendo puro deixa-se consumir / com a paixão insultuosa / dos devassos". Esta ambivalência entre a solidão da humanidade e o maravilhoso mistério que a acompanha perpassa as páginas deste livro. CREDO atribuído a Yossel Rakover Creio no sol, mesmo quando não o vejo Creio no amor, mesmo quando não o abraço Creio em Deus, mesmo quando Deus se cala
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A adorável Dabney Kimball Beech é uma lenda viva na ilha de Nantucket. Dabney estudou em Harvard e é uma profissional de sucesso. Mas o seu grande talento é outro: graças a um dom que muitos consideram místico, ela é a casamenteira perfeita. Quando duas pessoas são compatíveis, Dabney vê-as sob uma aura cor de rosa; quando não são, o tom que as envolve é um desolador esverdeado. Ela já juntou mais de quarenta casais. Apenas uma pessoa parece teimosamente imune à sua seta de Cupido: ela própria. Por mau carma ou piada cósmica, Dabney perdeu o seu grande amor: Clen Hughes, o belíssimo homem de olhos verdes que lhe partiu o coração e que agora, tantos anos depois, está de volta à ilha. A notícia deixa-a inquieta. A mera perspetiva de um reencontro é suficiente para lhe tirar o sono… e com razão. Clen vem virar o seu pequeno mundo do avesso, algo que é simultaneamente maravilhoso e terrível. Os deliciosos dias e noites que passam juntos não deixam antever a tempestade que se aproxima. No fim, Dabney terá de fazer novamente uso do seu dom… numa corrida contra o tempo.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
A adorável Dabney Kimball Beech é uma lenda viva na ilha de Nantucket. Dabney estudou em Harvard e é uma profissional de sucesso. Mas o seu grande talento é outro: graças a um dom que muitos consideram místico, ela é a casamenteira perfeita. Quando duas pessoas são compatíveis, Dabney vê-as sob uma aura cor de rosa; quando não são, o tom que as envolve é um desolador esverdeado. Ela já juntou mais de quarenta casais. Apenas uma pessoa parece teimosamente imune à sua seta de Cupido: ela própria. Por mau carma ou piada cósmica, Dabney perdeu o seu grande amor: Clen Hughes, o belíssimo homem de olhos verdes que lhe partiu o coração e que agora, tantos anos depois, está de volta à ilha. A notícia deixa-a inquieta. A mera perspetiva de um reencontro é suficiente para lhe tirar o sono… e com razão. Clen vem virar o seu pequeno mundo do avesso, algo que é simultaneamente maravilhoso e terrível. Os deliciosos dias e noites que passam juntos não deixam antever a tempestade que se aproxima. No fim, Dabney terá de fazer novamente uso do seu dom… numa corrida contra o tempo.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Que poderá acontecer a quem anseia desesperadamente ser rico e famoso e se dispõe a vender a alma para o conseguir? Ao início de uma noite de temporal, Rosário Toledo, uma famosa autora de romances, encontra-se num bar de hotel com um jornalista perverso e calculista, disposto a acertar contas com o seu passado. Na outra ponta da cidade, um assassino chamado Vicente Pedras poupa inesperadamente a vida a um polícia atormentado, criando-se entre ambos uma estranha empatia que os levará a eleger essa noite como a de todas as vinganças - vinganças que incluem, entre outras, o castigo exemplar de uma mulher que abandonou o mercenário há muitos anos. "Esta Noite não Aconteceu" é uma viagem ao interior sombrio de quatro personagens ao longo de doze horas, durante as quais assistiremos a uma espiral alucinante de encontros e desencontros, recordações e mentiras, abusos, recriminações, violência e sexo desenfreado; mas, à medida que a noite dá lugar à manhã, as máscaras cairão, uma por uma, mostrando que, afinal, nada é o que parece. Um romance empolgante e carregado de acção que nos surpreende da primeira à última página.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Que poderá acontecer a quem anseia desesperadamente ser rico e famoso e se dispõe a vender a alma para o conseguir? Ao início de uma noite de temporal, Rosário Toledo, uma famosa autora de romances, encontra-se num bar de hotel com um jornalista perverso e calculista, disposto a acertar contas com o seu passado. Na outra ponta da cidade, um assassino chamado Vicente Pedras poupa inesperadamente a vida a um polícia atormentado, criando-se entre ambos uma estranha empatia que os levará a eleger essa noite como a de todas as vinganças - vinganças que incluem, entre outras, o castigo exemplar de uma mulher que abandonou o mercenário há muitos anos. "Esta Noite não Aconteceu" é uma viagem ao interior sombrio de quatro personagens ao longo de doze horas, durante as quais assistiremos a uma espiral alucinante de encontros e desencontros, recordações e mentiras, abusos, recriminações, violência e sexo desenfreado; mas, à medida que a noite dá lugar à manhã, as máscaras cairão, uma por uma, mostrando que, afinal, nada é o que parece. Um romance empolgante e carregado de acção que nos surpreende da primeira à última página.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Anos 80, anos 90. Um país, um continente, um mundo em transe. Entre Lisboa e Cambridge, Madeira e Grécia, vidas cruzam-se, corpos amam-se, numa sensualidade reencontrada. Num encontro fortuito, começa uma história de amor entre dois homens. Esta é a história de AH, de Afonso e de Manuel. Mas também de Ilena, de Simone ou de Sancha. Na sua aparente normalidade, escondem-se intrincadas e complexas histórias: todas as histórias começam por ser de amor antes de serem de perda. De onde nasce o grande romance das nossas vidas? E, depois, as memórias do nosso passado? Está Frio Lá Fora… é a história de como em cada um de nós habita um herói, uma heroína, um Ulisses em busca da sua Ítaca, uma Penélope a quem já não lhe basta esperar. A várias vozes, com várias tonalidades, numa narrativa intensa, intimista, Está Frio Lá Fora… é a vida dissecada, cirurgicamente, camada por camada: a expressão da livre sexualidade de cada um, a fina consciência do bem ou do mal, a crença na bondade intrínseca do ser humano. Enquanto alguém se lembrar de mim, não posso morrer.
Nº Páginas: 864
Sinopse:
Anos 80, anos 90. Um país, um continente, um mundo em transe. Entre Lisboa e Cambridge, Madeira e Grécia, vidas cruzam-se, corpos amam-se, numa sensualidade reencontrada. Num encontro fortuito, começa uma história de amor entre dois homens. Esta é a história de AH, de Afonso e de Manuel. Mas também de Ilena, de Simone ou de Sancha. Na sua aparente normalidade, escondem-se intrincadas e complexas histórias: todas as histórias começam por ser de amor antes de serem de perda. De onde nasce o grande romance das nossas vidas? E, depois, as memórias do nosso passado? Está Frio Lá Fora… é a história de como em cada um de nós habita um herói, uma heroína, um Ulisses em busca da sua Ítaca, uma Penélope a quem já não lhe basta esperar. A várias vozes, com várias tonalidades, numa narrativa intensa, intimista, Está Frio Lá Fora… é a vida dissecada, cirurgicamente, camada por camada: a expressão da livre sexualidade de cada um, a fina consciência do bem ou do mal, a crença na bondade intrínseca do ser humano. Enquanto alguém se lembrar de mim, não posso morrer.
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Edição: Mar 2022
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Este é o livro da subida de um rio. Uma mãe branca, com o seu filho negro, sobe o rio Atrato, na Colômbia. Vai levar o filho que criou à mãe negra biológica. Quererá a mãe negra reclamar agora a criança? É uma viagem, mas é também uma reflexão sobre a beleza e a dor da maternidade. O que é uma mãe? Uma mãe - diz-nos este romance - é uma coisa que dói. É ferida e cicatriz, é fingir que vences o medo. Na viagem, surgem os outros protagonistas da história: o rio, que abençoa e afoga; o sentimento profundo de pertença a uma paisagem; as relações de cumplicidade das mulheres; a violência terrível da selva colombiana; a dificuldade de se ser mulher e mãe num mundo cheio de perigos. Um fulgurante romance de estreia que cheira a verdade. Uma prosa comunicativa e um lirismo que criam uma atmosfera viciante. Esta Ferida Cheia de Peixes oferece-nos um mundo às vezes sonhador, por vezes muito realista, em que a ternura das imagens toca o leitor, abrindo-lhe feridas difíceis de sarar.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Este é o livro da subida de um rio. Uma mãe branca, com o seu filho negro, sobe o rio Atrato, na Colômbia. Vai levar o filho que criou à mãe negra biológica. Quererá a mãe negra reclamar agora a criança? É uma viagem, mas é também uma reflexão sobre a beleza e a dor da maternidade. O que é uma mãe? Uma mãe - diz-nos este romance - é uma coisa que dói. É ferida e cicatriz, é fingir que vences o medo. Na viagem, surgem os outros protagonistas da história: o rio, que abençoa e afoga; o sentimento profundo de pertença a uma paisagem; as relações de cumplicidade das mulheres; a violência terrível da selva colombiana; a dificuldade de se ser mulher e mãe num mundo cheio de perigos. Um fulgurante romance de estreia que cheira a verdade. Uma prosa comunicativa e um lirismo que criam uma atmosfera viciante. Esta Ferida Cheia de Peixes oferece-nos um mundo às vezes sonhador, por vezes muito realista, em que a ternura das imagens toca o leitor, abrindo-lhe feridas difíceis de sarar.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Anos 70. Rosa roda a aliança, sentindo na pele as indentações das letras gravadas do nome do marido, Carlos, que vai buscar à taberna todos os dias. Carrega-o, bêbado, para casa, prostrado num carrinho de mão, que empurra pela beira da estrada. Quando se fartar, há-de deixá-lo ali sozinho no Alentejo. Não quando deixar de o amar. Noémia não dá ponto sem nó nas costuras que faz com as amigas da paróquia. O marido, Armando, proporciona-lhe o sustento de que precisa e tem agrado em viver de aparências. A distância entre os dois aumenta com o tempo, isolando-os em mundos diferentes. Ela só se fartará desta monotonia quando perceber que tem capacidade de amar. A chegada muito improvável de um crocodilo vai mudar para sempre o amor que todos têm.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Anos 70. Rosa roda a aliança, sentindo na pele as indentações das letras gravadas do nome do marido, Carlos, que vai buscar à taberna todos os dias. Carrega-o, bêbado, para casa, prostrado num carrinho de mão, que empurra pela beira da estrada. Quando se fartar, há-de deixá-lo ali sozinho no Alentejo. Não quando deixar de o amar. Noémia não dá ponto sem nó nas costuras que faz com as amigas da paróquia. O marido, Armando, proporciona-lhe o sustento de que precisa e tem agrado em viver de aparências. A distância entre os dois aumenta com o tempo, isolando-os em mundos diferentes. Ela só se fartará desta monotonia quando perceber que tem capacidade de amar. A chegada muito improvável de um crocodilo vai mudar para sempre o amor que todos têm.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Embora deteste a filmografia do realizador e produtor que contrata os seus serviços, um escritor célebre por retratar nos seus romances a ruína moral dos anos do pós-guerra, aceita relutantemente a encomenda para escrever um guião cinematográfico sobre um caso real da Barcelona dos anos 40. Trata-se de um crime que teve lugar no cinema Delicias, em cuja sala de projeção foi assassinada uma prostituta, estrangulada com uma tira de película de filme enquanto o público assistia à estreia de Gilda. Durante o processo de pesquisa o escritor irá verificar como por vezes, na vida real, os crimes carecem de sentido e os seus protagonistas nem sempre são heróis ou anti-heróis, algo que, na ficção, nem todos parecem dispostos a tolerar. Neste magnífico romance, Juan Marsé, transmutado num escritor descrente e incapaz de se levar a sério, reflete sobre as armadilhas da memória e os limites da ficção, enquanto ajusta contas com aqueles que manipulam o nosso passado para gerar produtos de simples entretenimento, que pervertem a memória histórica e banalizam a dor e a miséria de toda uma geração.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Embora deteste a filmografia do realizador e produtor que contrata os seus serviços, um escritor célebre por retratar nos seus romances a ruína moral dos anos do pós-guerra, aceita relutantemente a encomenda para escrever um guião cinematográfico sobre um caso real da Barcelona dos anos 40. Trata-se de um crime que teve lugar no cinema Delicias, em cuja sala de projeção foi assassinada uma prostituta, estrangulada com uma tira de película de filme enquanto o público assistia à estreia de Gilda. Durante o processo de pesquisa o escritor irá verificar como por vezes, na vida real, os crimes carecem de sentido e os seus protagonistas nem sempre são heróis ou anti-heróis, algo que, na ficção, nem todos parecem dispostos a tolerar. Neste magnífico romance, Juan Marsé, transmutado num escritor descrente e incapaz de se levar a sério, reflete sobre as armadilhas da memória e os limites da ficção, enquanto ajusta contas com aqueles que manipulam o nosso passado para gerar produtos de simples entretenimento, que pervertem a memória histórica e banalizam a dor e a miséria de toda uma geração.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
Nº Páginas: 296
Sinopse:
"Na verdade, é a "liberdade" que está em questão nesta obra. É a liberdade que se opõe ao absolutismo, mas também quando, na polémica sobre a Instrução Pública, os liberais mais coerentes pretendem criar (sem o conseguir) um novo edifício, baseado na cidadania, para substituir o do hierarquizado "Antigo Regime". É a liberdade que está em causa quando, em nome da "ordem" e perante a guerrilha liberal, outra vez saída do Porto, o absolutismo miguelista castiga, com o apoio da libertinagem de rua, os alegados estudantes radicais e "criminosos" (defensores, a seu modo, da liberdade), com uma execução exemplar. E é, enfim, também a liberdade, mas a liberdade económica - ideia utilizada por liberais, mas também por antiliberais - que se propõe em favor do desenvolvimento, mas também indiciadora da luta pelos interesses privados. "Liberdade" é, pois, uma palavra nobre, polissémica e ambígua. É nessa múltipla significação que o liberalismo, seu defensor contra a monarquia absoluta, a usa e dela abusa para fins privados. Essa palavra, "liberdade", é, pois, o que analisei neste discurso histórico, sempre cheio de interrogações. Será um conceito sempre a rever, no período que abordamos e nos dias que correm." "Da Introdução" "Na linha da obra que ora tenho a honra de apresentar urge estudar, investigar, mas também desenvolver a ação pedagógica, no sentido da melhor historiografia, sem tentações "presentistas". É o devir que constitui a História. Daí a importância do conhecimento e da perspetiva crítica. Eis a matéria-prima de que se faz este livro, sobre sementes perenes de modernidade." "Do Prefácio de Guilherme d’Oliveira Martins"
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
O que são, afinal, a esquerda e a direita políticas? Trata-se de conceitos estanques, flutuantes, ou relativos? Quando foi que começámos a usar estes termos para designar enquadramentos políticos? Esquerda e direita: Guia histórico para o século XXI é um ensaio historiográfico, político e filosófico no qual Rui Tavares responde a estas questões e explica por que razão a terminologia "esquerda / direita" não só continua a ser relevante, como poderá fazer hoje mais sentido do que nunca.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Seis nomes sem biografia, encontrados no virar de uma página, são como seis cadáveres desconhecidos. Objetos de curiosidade mórbida e de indignação momentânea, que depressa acabam esquecidos. A 25 de Abril de 1974, cinco portugueses, quatro civis e um funcionário da PIDE, morreram na rua António Maria Cardoso; no dia seguinte, um agente da PSP foi assassinado no Largo de Camões. Fala-nos de João Guilherme de Rego Arruda, José James Harteley Barneto, Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Giesteira, António Lage e Manuel Cândido Martins Costa. "Esquecidos em Abril" é uma investigação jornalística que dá corpo à memória dos mortos do golpe de Estado, pela primeira vez em 45 anos, expondo o mito da Revolução sem Sangue, que habita grande parte da consciência coletiva nacional. Nem todo o encarnado do "dia inicial inteiro e limpo" pertenceu aos cravos nos canos das espingardas.
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Edição: Ago 2018
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Espião na Primeira Pessoa é, num primeiro plano, a observação pelo narrador de um homem de idade, um vizinho do outro lado da rua. O velho enigmático que observa será, afinal, ele próprio, num tempo perto do fim - e que desse presente aprisionado parte em digressões pela memória, mas também pelo espaço e pelo tempo remanescentes. O registo não é realista - é por vezes surreal -, o fluxo da consciência corre livre e anarquicamente, e a identidade é móvel ou constantemente transmutável (o narrador é quem vê, mas também é o outro, o objeto do escrutínio). Mesmo assim, o resultado é muito lúcido: o homem que olha de perto os passos (ainda que mentais), as sensações e reflexões que antecedem o fim do seu caminho. Sam Shepard trabalhou neste livro até poucos dias antes da sua morte, em julho de 2017, provocada por uma esclerose lateral amiotrófica. Já perto do fim, ditava com esforço e as suas duas irmãs transcreviam. O trabalho final de edição e revisão do livro foi feito com a ajuda de Patti Smith, antiga amante e amiga de mais de 40 anos.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Espião na Primeira Pessoa é, num primeiro plano, a observação pelo narrador de um homem de idade, um vizinho do outro lado da rua. O velho enigmático que observa será, afinal, ele próprio, num tempo perto do fim - e que desse presente aprisionado parte em digressões pela memória, mas também pelo espaço e pelo tempo remanescentes. O registo não é realista - é por vezes surreal -, o fluxo da consciência corre livre e anarquicamente, e a identidade é móvel ou constantemente transmutável (o narrador é quem vê, mas também é o outro, o objeto do escrutínio). Mesmo assim, o resultado é muito lúcido: o homem que olha de perto os passos (ainda que mentais), as sensações e reflexões que antecedem o fim do seu caminho. Sam Shepard trabalhou neste livro até poucos dias antes da sua morte, em julho de 2017, provocada por uma esclerose lateral amiotrófica. Já perto do fim, ditava com esforço e as suas duas irmãs transcreviam. O trabalho final de edição e revisão do livro foi feito com a ajuda de Patti Smith, antiga amante e amiga de mais de 40 anos.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 248
Sinopse:
NOVO LIVRO DA MELHOR ESCRITORA DE VIAGENS DA ACTUALIDADE na colecção de Carlos Vaz Marques. Apaixonado e encantador, Espanha é um excelente companheiro de viagem: pelas pessoas, pela história e pelo carácter do país.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
NOVO LIVRO DA MELHOR ESCRITORA DE VIAGENS DA ACTUALIDADE na colecção de Carlos Vaz Marques. Apaixonado e encantador, Espanha é um excelente companheiro de viagem: pelas pessoas, pela história e pelo carácter do país.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Escutando o rumor da vida, como o próprio título o diz, é uma tentativa de visão global do mundo em que vivemos, mas inteiramente diferente das obras convencionais realistas e naturalistas. Bem pelo contrário aqui reinam a excentricidade, a loucura, o humor e até o absurdo tornado real, desde a conversão do belo tenebroso Olímpio, no herói da generosidade e do amor, à excentricidade erótica de Teresa Cordovil, aos presságios da criança que antevê o futuro, à múltipla natureza do jovem cineasta Francisco de Medeiros, que é um dos pilares da acção. Esta variedade de criaturas excêntricas e até contraditórias desagua no absurdo de um acto justiceiro, que põe em causa muita da tessitura moral e lógica da obra. Já na novela Solidões em Brasa pode parecer mais natural a inquietação de Vítor Córdova, que procura no amor e no sexo, na viagem e nos seus pequenos delírios um sentido para a vida, que afinal não encontra, bem como Maria Lucília Rodrigues, pintora que acaba por se suicidar, desesperando de achar a harmonia, a verdade que perseguiu.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Escutando o rumor da vida, como o próprio título o diz, é uma tentativa de visão global do mundo em que vivemos, mas inteiramente diferente das obras convencionais realistas e naturalistas. Bem pelo contrário aqui reinam a excentricidade, a loucura, o humor e até o absurdo tornado real, desde a conversão do belo tenebroso Olímpio, no herói da generosidade e do amor, à excentricidade erótica de Teresa Cordovil, aos presságios da criança que antevê o futuro, à múltipla natureza do jovem cineasta Francisco de Medeiros, que é um dos pilares da acção. Esta variedade de criaturas excêntricas e até contraditórias desagua no absurdo de um acto justiceiro, que põe em causa muita da tessitura moral e lógica da obra. Já na novela Solidões em Brasa pode parecer mais natural a inquietação de Vítor Córdova, que procura no amor e no sexo, na viagem e nos seus pequenos delírios um sentido para a vida, que afinal não encontra, bem como Maria Lucília Rodrigues, pintora que acaba por se suicidar, desesperando de achar a harmonia, a verdade que perseguiu.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O mais recente livro de poesia de Ana Luísa Amaral é um empolgante volume onde se reflecte sobre a literatura e sobre as inquietações do nosso tempo e do nosso quotidiano, e onde surge, com grande fulgor, um diálogo polifónico com Fernando Pessoa e o seu drama em gente. Porque "O lume que as sustenta, / a estas vozes, / é mais de dentro, e eu não o sei dizer".
Nº Páginas: 72
Sinopse:
O mais recente livro de poesia de Ana Luísa Amaral é um empolgante volume onde se reflecte sobre a literatura e sobre as inquietações do nosso tempo e do nosso quotidiano, e onde surge, com grande fulgor, um diálogo polifónico com Fernando Pessoa e o seu drama em gente. Porque "O lume que as sustenta, / a estas vozes, / é mais de dentro, e eu não o sei dizer".
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 440
Sinopse:
"É possível, senhor, que para se castigar qualquer delinquente, posto que notoriamente o seja, e para se condenar alguém em quatro ou seis mil réis, não podem as justiças e não costuma Vossa Alteza dar sentença, nem tomar resolução, sem ouvir ou sem citar as partes ambas; e agora se castigam tantos milhares de pessoas na perda da honra, da pátria, dos ofícios e da fazenda, sem os ouvir, e sem lhes mandar que respondam? Sirva-se Vossa Alteza de considerar que quando se procede contra partes não ouvidas, ainda que se pronuncie o que é justiça, sempre se procede sem justiça." Padre António Vieira
Nº Páginas: 440
Sinopse:
"É possível, senhor, que para se castigar qualquer delinquente, posto que notoriamente o seja, e para se condenar alguém em quatro ou seis mil réis, não podem as justiças e não costuma Vossa Alteza dar sentença, nem tomar resolução, sem ouvir ou sem citar as partes ambas; e agora se castigam tantos milhares de pessoas na perda da honra, da pátria, dos ofícios e da fazenda, sem os ouvir, e sem lhes mandar que respondam? Sirva-se Vossa Alteza de considerar que quando se procede contra partes não ouvidas, ainda que se pronuncie o que é justiça, sempre se procede sem justiça." Padre António Vieira
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"São pois os ditos índios aqueles que, vivendo livres e senhores naturais das suas terras, foram arrancados delas por suma violência e tirania, e trazidos em ferros com a crueldade que o mundo sabe, morrendo natural e violentamente muitos nos caminhos de muitas léguas [...], onde os moradores delas [...] ou os vendiam, ou se serviam e servem deles como escravos. Esta é a injustiça, esta a miséria, este o estado presente, e isto o que são os índios de São Paulo. O que não são, sem embargo de tudo isto, é que não são escravos, nem ainda vassalos. [...] Assim o não deixa de ser o índio, posto que forçado e cativo, como membro que é do corpo e cabeça política da sua nação, importando igualmente para a soberania da liberdade tanto a coroa de penas como a de ouro, e tanto o arco como o cetro." Padre António Vieira
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"São pois os ditos índios aqueles que, vivendo livres e senhores naturais das suas terras, foram arrancados delas por suma violência e tirania, e trazidos em ferros com a crueldade que o mundo sabe, morrendo natural e violentamente muitos nos caminhos de muitas léguas [...], onde os moradores delas [...] ou os vendiam, ou se serviam e servem deles como escravos. Esta é a injustiça, esta a miséria, este o estado presente, e isto o que são os índios de São Paulo. O que não são, sem embargo de tudo isto, é que não são escravos, nem ainda vassalos. [...] Assim o não deixa de ser o índio, posto que forçado e cativo, como membro que é do corpo e cabeça política da sua nação, importando igualmente para a soberania da liberdade tanto a coroa de penas como a de ouro, e tanto o arco como o cetro." Padre António Vieira
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1974 com o título "Escrita da Terra e Outros Epitáfios", numa edição muito restrita e de pouca circulação, este livro só se tornou conhecido do grande público em 1977, altura em que foi lançada a segunda edição, aumentada com inéditos. De lá para cá as edições seguintes foram sendo depuradas e transformadas pelo poeta, e enriquecidas com novos poemas, tendo o livro estabilizado com o título com que agora se publica. Como nos diz José Bento, magistralmente, "[…] estes poemas são uma busca de despojamento, uma insistência num ostinato rigore localizado e inserto por vezes no quotidiano, num espaço e num tempo que, brotando da infância, irrompe até um presente errante, para o qual o poeta, para no-lo revelar por inteiro, encontra sempre uma palavra única que prende, fere, ilumina, transfigura." O prefácio da presente edição está a cargo de Paula Morão, que nos diz que os "poemas de "Escrita da Terra · Homenagens e Outros Epitáfios" formam um todo orgânico, entre si e na obra de Eugénio. Na verdade, cada texto é celebração e monumento, pulsão vital posta diante do leitor."
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1974 com o título "Escrita da Terra e Outros Epitáfios", numa edição muito restrita e de pouca circulação, este livro só se tornou conhecido do grande público em 1977, altura em que foi lançada a segunda edição, aumentada com inéditos. De lá para cá as edições seguintes foram sendo depuradas e transformadas pelo poeta, e enriquecidas com novos poemas, tendo o livro estabilizado com o título com que agora se publica. Como nos diz José Bento, magistralmente, "[…] estes poemas são uma busca de despojamento, uma insistência num ostinato rigore localizado e inserto por vezes no quotidiano, num espaço e num tempo que, brotando da infância, irrompe até um presente errante, para o qual o poeta, para no-lo revelar por inteiro, encontra sempre uma palavra única que prende, fere, ilumina, transfigura." O prefácio da presente edição está a cargo de Paula Morão, que nos diz que os "poemas de "Escrita da Terra · Homenagens e Outros Epitáfios" formam um todo orgânico, entre si e na obra de Eugénio. Na verdade, cada texto é celebração e monumento, pulsão vital posta diante do leitor."
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Que sabemos nós sobre a história da escravatura dos africanos? E sobre o envolvimento de Portugal nessa história? Este livro constrói-se à volta de 24 questões e respectivas respostas, que irão permitir ao leitor ver que a história da escravatura é muito menos linear do que parece à primeira vista, que é mais surpreendente do que lhe fizeram crer e que não se dá bem com apressadas e vesgas culpabilizações.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Recém-promovido, o inspetor William Warwick vai ser transferido para uma unidade de elite no combate ao tráfico de droga. O seu primeiro caso: investigar um notório traficante do sul de Londres conhecido como Víbora. Mas enquanto William e a sua equipa fecham o cerco à volta de uma rede criminosa diferente de todas as que já encontraram, também se deparam com um velho inimigo, Miles Faulkner. Será necessária toda a astúcia de William para conceber uma maneira de levar os dois homens à justiça; uma armadilha que ninguém espera, escondidos à vista de todos...
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Recém-promovido, o inspetor William Warwick vai ser transferido para uma unidade de elite no combate ao tráfico de droga. O seu primeiro caso: investigar um notório traficante do sul de Londres conhecido como Víbora. Mas enquanto William e a sua equipa fecham o cerco à volta de uma rede criminosa diferente de todas as que já encontraram, também se deparam com um velho inimigo, Miles Faulkner. Será necessária toda a astúcia de William para conceber uma maneira de levar os dois homens à justiça; uma armadilha que ninguém espera, escondidos à vista de todos...
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 464
Sinopse:
No mundo glamoroso dos talk-shows, as estrelas mais brilhantes escondem os segredos mais negros. Desenrolando-se no glamoroso mundo da televisão, "Escândalos Privados" conta-nos a história de Deanna Reynolds, a apresentadora de um pequeno talk-show em ascensão. Bonita, sincera e muito profissional, Deanna decide então partir para Nova Iorque, determinada em tornar-se a melhor dentro do género. Mas isto fá-la atravessar-se no caminho da sua antiga mentora, Angela Perkins, a actual rainha da televisão e uma mulher perigosa de desafiar. Angela não hesita em roubar convidados, fazer chantagem e até atravessar os limites do bom jornalismo para combater a crescente popularidade de Deanna. E o romance desta com o famoso e encantador repórter Finn Riley, por quem Angela sempre teve uma paixão, só aumenta a tensão. Mas a prova de que as coisas podem sempre piorar é o aparecimento de um fã obcecado, que deseja Deanna só para si, e que começa a matar todos aqueles que se aproximam dela…
Nº Páginas: 464
Sinopse:
No mundo glamoroso dos talk-shows, as estrelas mais brilhantes escondem os segredos mais negros. Desenrolando-se no glamoroso mundo da televisão, "Escândalos Privados" conta-nos a história de Deanna Reynolds, a apresentadora de um pequeno talk-show em ascensão. Bonita, sincera e muito profissional, Deanna decide então partir para Nova Iorque, determinada em tornar-se a melhor dentro do género. Mas isto fá-la atravessar-se no caminho da sua antiga mentora, Angela Perkins, a actual rainha da televisão e uma mulher perigosa de desafiar. Angela não hesita em roubar convidados, fazer chantagem e até atravessar os limites do bom jornalismo para combater a crescente popularidade de Deanna. E o romance desta com o famoso e encantador repórter Finn Riley, por quem Angela sempre teve uma paixão, só aumenta a tensão. Mas a prova de que as coisas podem sempre piorar é o aparecimento de um fã obcecado, que deseja Deanna só para si, e que começa a matar todos aqueles que se aproximam dela…
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Rute Madeira e a sua irmã Filipa conheceram, na adolescência, Tomás Arruda durante umas inesquecíveis férias de Verão em Pedras d’el Rei. As memórias dessas férias perdurariam mesmo depois de Tomás rumar a Londres e se ter transformado num famoso actor de cinema. Quando o realizador Ian Holden vem a Sintra rodar um filme que tem Tomás Arruda como protagonista, Rute Madeira, agora a gerir os negócios da família, decide organizar um jantar de boas-vindas à equipa de filmagem. Um acontecimento social de impacto com uma lista de convidados ilustres e mediáticos e amplamente coberto pela comunicação social. Um jantar perfeito para gente perfeita: jovens, ricos, famosos e felizes. Aparentemente. Por detrás do esplendor e do glamour, pairam ódios e frustrações difíceis de superar. Conseguirá Rute sobreviver a um doloroso segredo das sombras do seu passado? Poderão Tomás e Filipa reprimir a atracção que os une? "És o Meu Segredo" traz-nos a densidade emocional a que Tiago Rebelo já nos habituou. A vida das personagens, marcada por impasses, encantos e desenganos, apela às insondáveis questões do amor e aos misteriosos enredos da mente. Um romance psicológico que nos prende de início e nos confirma que a vida vale a pena ser vivida apesar das pedras que surgem pelo caminho.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Rute Madeira e a sua irmã Filipa conheceram, na adolescência, Tomás Arruda durante umas inesquecíveis férias de Verão em Pedras d’el Rei. As memórias dessas férias perdurariam mesmo depois de Tomás rumar a Londres e se ter transformado num famoso actor de cinema. Quando o realizador Ian Holden vem a Sintra rodar um filme que tem Tomás Arruda como protagonista, Rute Madeira, agora a gerir os negócios da família, decide organizar um jantar de boas-vindas à equipa de filmagem. Um acontecimento social de impacto com uma lista de convidados ilustres e mediáticos e amplamente coberto pela comunicação social. Um jantar perfeito para gente perfeita: jovens, ricos, famosos e felizes. Aparentemente. Por detrás do esplendor e do glamour, pairam ódios e frustrações difíceis de superar. Conseguirá Rute sobreviver a um doloroso segredo das sombras do seu passado? Poderão Tomás e Filipa reprimir a atracção que os une? "És o Meu Segredo" traz-nos a densidade emocional a que Tiago Rebelo já nos habituou. A vida das personagens, marcada por impasses, encantos e desenganos, apela às insondáveis questões do amor e aos misteriosos enredos da mente. Um romance psicológico que nos prende de início e nos confirma que a vida vale a pena ser vivida apesar das pedras que surgem pelo caminho.
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