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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Certa noite, um fenómeno natural súbito e inexplicável deixa um hotel completamente isolado e rodeado por uma cratera funda, o que não só resulta numa perda de liberdade de movimentos para os hóspedes (que não podem sair e têm de passar a ocupar posições específicas para não desequilibrarem um edifício em perigo de derrocada), mas também num convívio diário forçado entre pessoas de contextos e gerações muito diferentes que eventualmente nunca chegariam a conhecer-se. O sinistro – como virá a ser referida a catástrofe – é pressentido pela filha do Engenheiro responsável pela construção do hotel, uma pré-adolescente que perdeu a mãe em circunstâncias pouco claras dois anos antes; leitora voraz e de imaginação fértil, a Menina Sem Sorte Nenhuma crê que recebeu a mensagem do abalo e, cansada das namoradas do pai, resolve lançar-se numa aventura, pondo-se em contacto com a Guia Turística que se encontra sitiada no hotel. Narrativa polifónica que oferece várias perspetivas da mente e do comportamento humanos num momento de crise – criando tão depressa situações cómicas e absurdas como dolorosas e chocantes – Passagem Noturna, romance finalista do Prémio LeYa, evoca a insularidade e acompanha o destino das personagens ao longo de um período de sete dias que faz pensar no mito da Criação, mas parece caminhar para um desfecho de queda e escuridão. Será assim?
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Certa noite, um fenómeno natural súbito e inexplicável deixa um hotel completamente isolado e rodeado por uma cratera funda, o que não só resulta numa perda de liberdade de movimentos para os hóspedes (que não podem sair e têm de passar a ocupar posições específicas para não desequilibrarem um edifício em perigo de derrocada), mas também num convívio diário forçado entre pessoas de contextos e gerações muito diferentes que eventualmente nunca chegariam a conhecer-se. O sinistro – como virá a ser referida a catástrofe – é pressentido pela filha do Engenheiro responsável pela construção do hotel, uma pré-adolescente que perdeu a mãe em circunstâncias pouco claras dois anos antes; leitora voraz e de imaginação fértil, a Menina Sem Sorte Nenhuma crê que recebeu a mensagem do abalo e, cansada das namoradas do pai, resolve lançar-se numa aventura, pondo-se em contacto com a Guia Turística que se encontra sitiada no hotel. Narrativa polifónica que oferece várias perspetivas da mente e do comportamento humanos num momento de crise – criando tão depressa situações cómicas e absurdas como dolorosas e chocantes – Passagem Noturna, romance finalista do Prémio LeYa, evoca a insularidade e acompanha o destino das personagens ao longo de um período de sete dias que faz pensar no mito da Criação, mas parece caminhar para um desfecho de queda e escuridão. Será assim?
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Tão perturbador e intenso como um sonho profético, Não É um Rio é um romance magistral sobre masculinidade, culpa e desejo irreprimível, mas também sobre o amor entre amigos e o amor dos ilhéus pelo seu rio e tudo o que nele vive. Enero e o Negro vão à pesca com Tilo - o filho adolescente de Eusébio, o amigo que morreu -, regressando à ilha onde costumam ir há anos, apesar da memória de um terrível acidente ali ocorrido. Enquanto bebem, cozinham, falam e dançam, lutam com os fantasmas do passado e do presente, que se confundem no ânimo alterado pelo vinho e pelo torpor. Uma rede mistura realidade e sonho, factos e conjeturas, ilhéus, água, noite, fogo, peixes, bichos. Os três são intrusos, e este momento íntimo e peculiar coloca-os em desacordo com os habitantes - humanos e não humanos - deste universo natural rodeado de água e regido pelas suas próprias leis. Há perdas, mortes prematuras… Mas há também a vitalidade obstinada da natureza. Quando a floresta se começar a fechar sobre eles, e a violência parecer inevitável, será que outra tragédia está destinada a ocorrer? Humano, mas ao mesmo tempo animal e vegetal, este romance flui como um rio, uma longa conversa ou o afeto entre seres que se amam: mães, filhos, irmãos, amigos, amantes, afilhados. Com a sua prosa precisa e económica, e a sua extraordinária sensibilidade, Selva Almada mostra novamente porque é considerada uma das vozes mais originais da atual literatura latino-americana
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Tão perturbador e intenso como um sonho profético, Não É um Rio é um romance magistral sobre masculinidade, culpa e desejo irreprimível, mas também sobre o amor entre amigos e o amor dos ilhéus pelo seu rio e tudo o que nele vive. Enero e o Negro vão à pesca com Tilo - o filho adolescente de Eusébio, o amigo que morreu -, regressando à ilha onde costumam ir há anos, apesar da memória de um terrível acidente ali ocorrido. Enquanto bebem, cozinham, falam e dançam, lutam com os fantasmas do passado e do presente, que se confundem no ânimo alterado pelo vinho e pelo torpor. Uma rede mistura realidade e sonho, factos e conjeturas, ilhéus, água, noite, fogo, peixes, bichos. Os três são intrusos, e este momento íntimo e peculiar coloca-os em desacordo com os habitantes - humanos e não humanos - deste universo natural rodeado de água e regido pelas suas próprias leis. Há perdas, mortes prematuras… Mas há também a vitalidade obstinada da natureza. Quando a floresta se começar a fechar sobre eles, e a violência parecer inevitável, será que outra tragédia está destinada a ocorrer? Humano, mas ao mesmo tempo animal e vegetal, este romance flui como um rio, uma longa conversa ou o afeto entre seres que se amam: mães, filhos, irmãos, amigos, amantes, afilhados. Com a sua prosa precisa e económica, e a sua extraordinária sensibilidade, Selva Almada mostra novamente porque é considerada uma das vozes mais originais da atual literatura latino-americana
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Musa de Camões recua até ao século xvi, para a Lisboa de onde partiam as caravelas que descobriam o mundo e chegavam as especiarias que maravilhavam a Europa. No paço real vive a mais bela e rica princesa da cristandade, a Infanta D. Maria. Nas ruelas tortuosas aventura-se o mais talentoso poeta da época, Luís de Camões. Mas Lisboa não tem só encantos. A Infanta, invulgarmente culta e graciosa, retratada por pintores e cantada por poetas, vive asfixiada por uma corte que conspira para que ela não case nem leve o dote mais cobiçado da Europa. E Camões, invejado pelo talento único e odiado por maridos cujas mulheres cantou e encantou, é um desafortunado que até El Rei pretende exilar para longe. Um dia os seus olhares cruzam-se. Tão diferentes de nascimento e posição, as suas almas desencantadas parecem gémeas. Uma deseja atenção, a outra anseia por uma musa, ambas encontram o amor. Trazendo à vida uma época gloriosa e personagens fascinantes, Maria Helena Ventura conta-nos a história de um amor único e impossível, que aos olhos da lei era crime e aos da Inquisição era pecado.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
A Musa de Camões recua até ao século xvi, para a Lisboa de onde partiam as caravelas que descobriam o mundo e chegavam as especiarias que maravilhavam a Europa. No paço real vive a mais bela e rica princesa da cristandade, a Infanta D. Maria. Nas ruelas tortuosas aventura-se o mais talentoso poeta da época, Luís de Camões. Mas Lisboa não tem só encantos. A Infanta, invulgarmente culta e graciosa, retratada por pintores e cantada por poetas, vive asfixiada por uma corte que conspira para que ela não case nem leve o dote mais cobiçado da Europa. E Camões, invejado pelo talento único e odiado por maridos cujas mulheres cantou e encantou, é um desafortunado que até El Rei pretende exilar para longe. Um dia os seus olhares cruzam-se. Tão diferentes de nascimento e posição, as suas almas desencantadas parecem gémeas. Uma deseja atenção, a outra anseia por uma musa, ambas encontram o amor. Trazendo à vida uma época gloriosa e personagens fascinantes, Maria Helena Ventura conta-nos a história de um amor único e impossível, que aos olhos da lei era crime e aos da Inquisição era pecado.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
As fronteiras internas da Europa raramente surgiram de forma natural. Na maioria dos casos, foram criadas acidentalmente ou por via da força. Neste livro, o historiador político Lewis Baston percorre a Europa, do oeste a leste, analisando como o mapa deste continente foi redesenhado ao longo dos últimos cem anos, com diferentes graus de sucesso. Para viajar até ao centro da história europeia, o autor leva-nos até às suas margens, dando vida aos relatos fascinantes e bizarros destas raias. Visitamos Baarle, a cidade dividida em trinta fragmentos pela fronteira entre os Países Baixos e a Bélgica, e paramos em Ostritz, a cidade da Alemanha de Leste onde os neonazis organizaram um festival de rock. Caminhamos pelas vielas rurais da Irlanda e desfrutamos do ambiente dos cafés de estilo vienense da cidade ucraniana de Chernivtsi. Através destas linhas divisórias, Lewis Baston explora o modo como os lugares e as pessoas ultrapassam as cicatrizes deixadas por limpezas étnicas e cercas de arame farpado, e procura um futuro europeu melhor - encontrando-o em lugares inesperados.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Em Os Grandes Erros da II Guerra Mundial, uma equipa de historiadores analisa as catastróficas decisões militares e políticas que determinaram o rumo dos acontecimentos nos anos 1939-1945. A II Guerra Mundial durou cerca de seis longos anos - algo que se ficou a dever não só à utilização de extraordinários recursos bélicos pelas duas alianças em combate, o que impossibilitava a destruição do inimigo numa única campanha, como também à estrepitosa galeria de erros cometidos por ambas as partes durante o conflito. Desconstruindo vários mitos que ainda hoje persistem e apresentando dados menos conhecidos, mas fundamentais, para a compreensão histórica da conflagração, Jean Lopez e Olivier Wieviorka oferecem-nos um panorama crítico das oportunidades perdidas que poderiam ter mudado o curso e a duração da guerra, bem como as principais razões que as motivaram - da falta de informação a essa perene subestimação das forças do adversário. Do armistício de 1940 aos desembarques no Norte de África, de Estalinegrado à estratégia naval japonesa, esta é uma análise clara de vinte decisões que resultaram em inúmeras perdas humanas e materiais.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Publicado originalmente em 1762, Do Contrato Social constitui um texto fundamental da filosofia política, representativo do pensamento moderno e da viragem em direção ao individualismo. Partindo da rejeição da ideia de que alguém tem um direito natural de exercer autoridade sobre outros, Jean-Jacques Rousseau propõe um pacto: um Estado soberano, assente na vontade do povo enquanto coletivo, que providenciaria, a todos os cidadãos, o garante da liberdade, da igualdade e da justiça a troco da alienação dos seus direitos naturais. São estas as premissas de uma teoria polémica, tida por muitos como uma declaração fundamental da democracia, que contribui para o ardor da Revolução Francesa e que incendiou o debate sobre como devemos governar-nos.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Publicado originalmente em 1762, Do Contrato Social constitui um texto fundamental da filosofia política, representativo do pensamento moderno e da viragem em direção ao individualismo. Partindo da rejeição da ideia de que alguém tem um direito natural de exercer autoridade sobre outros, Jean-Jacques Rousseau propõe um pacto: um Estado soberano, assente na vontade do povo enquanto coletivo, que providenciaria, a todos os cidadãos, o garante da liberdade, da igualdade e da justiça a troco da alienação dos seus direitos naturais. São estas as premissas de uma teoria polémica, tida por muitos como uma declaração fundamental da democracia, que contribui para o ardor da Revolução Francesa e que incendiou o debate sobre como devemos governar-nos.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Ser jornalista é contar a verdade. Amo a Rússia é a tentativa de Elena Kostyuchenko documentar o seu país através das experiências daqueles que são sistemática e brutalmente eliminados: raparigas das aldeias recrutadas para trabalho sexual, pessoas queer de províncias distantes, pacientes e médicos de uma maternidade ucraniana e repórteres como ela própria. Eis a Rússia tal como ela é, não como a imaginamos. O resultado é um retrato singular de uma nação, e de uma jovem mulher que recusa ser silenciada. Em março de 2022, como correspondente do último órgão da imprensa livre russa, Novaya Gazeta, Elena Kostyuchenko atravessou a fronteira da Ucrânia para fazer a cobertura da guerra. Tinha como missão garantir que os russos testemunhavam os horrores que Putin cometia em nome deles. Elena preparou as suas peças sabendo que, ao regressar a casa, seria provavelmente acusada e condenada a uma pena de prisão que podia ir até 15 anos. Porém, impulsionada pela convicção de que a maior forma de amor e patriotismo é a crítica, continua a escrever.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Filha de uma empregada de mesa da Hooters e de um ex-lutador profissional, Margo Millet sempre soube que teria de se desenvencilhar sozinha. Assim, decide inscrever-se na universidade, ainda que sem qualquer certeza acerca do futuro. O que certamente não estava nos seus planos era ter um caso com o professor de Literatura Inglesa e, ainda menos, que uma relação tão breve resultasse numa gravidez. Contra os conselhos de todos os que a rodeiam, Margo decide, ainda assim, não interromper a gravidez, tal é a sua vontade de encontrar um objetivo maior. Agora, com 20 anos, Margo vê-se com um filho nos braços, sem emprego e em vias de ser despejada. O futuro avizinha-se cada vez mais incerto, e Margo, a bem ou a mal, terá de encontrar uma solução - por mais controversa que seja. Extraordinariamente divertido, honesto e lúcido, Margo Tem Problemas de Dinheiro é uma história terna cuja heroína, recém-chegada à idade adulta, tudo terá de fazer para conseguir ter algum poder num mundo com pouco interesse em conceder-lho.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Filha de uma empregada de mesa da Hooters e de um ex-lutador profissional, Margo Millet sempre soube que teria de se desenvencilhar sozinha. Assim, decide inscrever-se na universidade, ainda que sem qualquer certeza acerca do futuro. O que certamente não estava nos seus planos era ter um caso com o professor de Literatura Inglesa e, ainda menos, que uma relação tão breve resultasse numa gravidez. Contra os conselhos de todos os que a rodeiam, Margo decide, ainda assim, não interromper a gravidez, tal é a sua vontade de encontrar um objetivo maior. Agora, com 20 anos, Margo vê-se com um filho nos braços, sem emprego e em vias de ser despejada. O futuro avizinha-se cada vez mais incerto, e Margo, a bem ou a mal, terá de encontrar uma solução - por mais controversa que seja. Extraordinariamente divertido, honesto e lúcido, Margo Tem Problemas de Dinheiro é uma história terna cuja heroína, recém-chegada à idade adulta, tudo terá de fazer para conseguir ter algum poder num mundo com pouco interesse em conceder-lho.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
O turismo mudou a face das nossas cidades e foi um verdadeiro motor económico para vários países nos últimos anos. No entanto, teve efeitos indesejados e, hoje, o modelo de negócio promovido e praticado por este setor é obviamente insustentável. Neste livro, a jornalista Anna Pacheco explora as contradições entre o luxo que os hotéis de cinco estrelas vendem aos seus clientes e a realidade social, económica e laboral de quem neles trabalha. Um misto de trabalho de campo antropológico, crónica e ensaio, Estive Aqui e Lembrei-me de Nós é uma radiografia brilhante da relação entre turismo de luxo, exploração laboral e os sonhos da classe média sob a égide do capitalismo selvagem.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Quando decide pôr fim a um casamento de vinte e sete anos, Laura, uma prestigiada violinista, revisita os principais momentos da sua vida: em criança, o amor pelo violino, o único capaz de preencher os silêncios de uma infância solitária; na transição para a idade adulta, a busca por respostas - ou talvez a compreensão de como se formulam melhor as perguntas; e a certeza de que é na música, sempre na música, que verdadeiramente se encontra. No prolongamento da catarse, a chegada à maioridade, Álvaro e uma história de amor sem grandes sobressaltos, mas também sem grande entusiasmo; uma parceria apática em casa e na orquestra; e o início do fim: a digressão que faz sozinha pela Europa, a relação com Thomas, um clarinetista austríaco mais novo do que ela, e a tomada de consciência de que é sempre possível fazer voltar a vibrar uma corda que há muito se calou. Um romance intenso e emocionalmente poderoso, centrado na autodescoberta e no confronto com a dor do fim de um ciclo.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Quando decide pôr fim a um casamento de vinte e sete anos, Laura, uma prestigiada violinista, revisita os principais momentos da sua vida: em criança, o amor pelo violino, o único capaz de preencher os silêncios de uma infância solitária; na transição para a idade adulta, a busca por respostas - ou talvez a compreensão de como se formulam melhor as perguntas; e a certeza de que é na música, sempre na música, que verdadeiramente se encontra. No prolongamento da catarse, a chegada à maioridade, Álvaro e uma história de amor sem grandes sobressaltos, mas também sem grande entusiasmo; uma parceria apática em casa e na orquestra; e o início do fim: a digressão que faz sozinha pela Europa, a relação com Thomas, um clarinetista austríaco mais novo do que ela, e a tomada de consciência de que é sempre possível fazer voltar a vibrar uma corda que há muito se calou. Um romance intenso e emocionalmente poderoso, centrado na autodescoberta e no confronto com a dor do fim de um ciclo.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Ao viajar para Paris, Diana Wood reencontra alguém do seu passado, um homem que assombra as suas memórias e desperta a sua imaginação. Será que esta viagem a vai ajudar a reencontrar a mulher selvagem e sensual que outrora foi? Depois de anos a assistir ao desmoronar do seu casamento aparentemente estável, Diana e Oliver decidem separar-se. Mas enquanto Oliver embarca numa nova aventura profissional e numa aparente vida amorosa satisfatória, Diana janta uma taça de cereais, na sua cozinha vazia. Agora, Diana tem a sua liberdade - não era isso que ela queria? Quando surge o convite para viajar até Paris, Diana não pensa duas vezes e decide agarrar a oportunidade, para mais tarde perceber que Jasper, um homem sedutor e enigmático do seu passado, poderá lá estar também. Em tempos, Jasper aqueceu a sua vida, em todos os sentidos…, mas será que a sua luz fraca e quase extinta voltará a acender-se ao reencontrar Jasper na Cidade do Amor? Em Paris, Diana satisfaz todos os seus desejos - desde os culinários, aos artísticos, aos sensuais. Mas nenhuma viagem dura para sempre e, ao regressar a Dallas, Diana tem de enfrentar o que ainda sente por Oliver e decidir de uma vez por todas: é possível ser a mulher espontânea, criativa e cheia de vida que recentemente descobriu ser? O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA DIRTY DIANA, BASEADO NO PODCAST PROTAGONIZADO POR DEMI MOORE
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Ao viajar para Paris, Diana Wood reencontra alguém do seu passado, um homem que assombra as suas memórias e desperta a sua imaginação. Será que esta viagem a vai ajudar a reencontrar a mulher selvagem e sensual que outrora foi? Depois de anos a assistir ao desmoronar do seu casamento aparentemente estável, Diana e Oliver decidem separar-se. Mas enquanto Oliver embarca numa nova aventura profissional e numa aparente vida amorosa satisfatória, Diana janta uma taça de cereais, na sua cozinha vazia. Agora, Diana tem a sua liberdade - não era isso que ela queria? Quando surge o convite para viajar até Paris, Diana não pensa duas vezes e decide agarrar a oportunidade, para mais tarde perceber que Jasper, um homem sedutor e enigmático do seu passado, poderá lá estar também. Em tempos, Jasper aqueceu a sua vida, em todos os sentidos…, mas será que a sua luz fraca e quase extinta voltará a acender-se ao reencontrar Jasper na Cidade do Amor? Em Paris, Diana satisfaz todos os seus desejos - desde os culinários, aos artísticos, aos sensuais. Mas nenhuma viagem dura para sempre e, ao regressar a Dallas, Diana tem de enfrentar o que ainda sente por Oliver e decidir de uma vez por todas: é possível ser a mulher espontânea, criativa e cheia de vida que recentemente descobriu ser? O SEGUNDO VOLUME DA TRILOGIA DIRTY DIANA, BASEADO NO PODCAST PROTAGONIZADO POR DEMI MOORE
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
SPQR («o Senado e o Povo de Roma») é um novo olhar sobre a história da Roma Antiga, de uma das mais aclamadas classicistas do mundo. Neste livro, Mary Beard, professora da Universidade de Cambridge, explora não só a forma como Roma passou de uma aldeia insignificante no centro de Itália a uma potência que controlava territórios da Península Ibérica à Síria, como também a forma como os romanos se consideravam a si próprios e às suas conquistas, e por que razão continuam a ser importantes para nós e a influenciar o mundo no século XXI. Cobrindo mil anos de história, SPQR lança uma nova luz sobre os fundamentos da cultura romana, desde a escravatura à água potável, explorando temas como a democracia, a migração, a controvérsia religiosa, a mobilidade social e a complexa teia de relações sociais no contexto mais vasto do império. Oferece-nos, também, uma nova visão das vidas de grupos inteiros de pessoas omitidos na narrativa histórica durante séculos. Esta é uma história surpreendente, incontornável e definitiva da Roma Antiga.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Por detrás do que fomos, somos e seremos, estará sempre a busca pela água. Estará sempre a sede. A sede persegue-nos e impele-nos. Faz parte da nossa história e também do nosso ADN, da nossa memória e do nosso futuro. Empurrou os nossos antepassados para fora de África e fixou os seus descendentes junto dos rios caudalosos que restavam. É possível que nos tenha ajudado a inventar o pão, mas também nos fez conhecer a fome. Assistiu ao nascimento e à queda de civilizações. Levou-nos a olhar para o céu, a unir estrelas, a adorar deuses da chuva. Esta história começa no centro de Espanha, em La Mancha, um dos pontos menos chuvosos da Europa. Foi aí que, há milhares de anos, surgiu a primeira sociedade hidráulica deste continente, onde a escassez de água deu lugar a videiras, oliveiras e cereais. Em Sede, a jornalista e antropóloga Virginia Mendoza conta-nos uma história de sobrevivência, adaptação e evolução do ser humano, e relembra-nos os desafios que se prefiguram no nosso horizonte. Porque a sede une-nos, divide-nos e não deixará nunca de nos acompanhar, pois somos água em busca de água.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
Nº Páginas: 592
Sinopse:
A história da primeira força policial moderna através dos homicídios mais impressionantes que investigou. O nome Scotland Yard evoca de imediato as ruas enevoadas de Londres, crimes cometidos à luz de candeeiros desmaiados e assassinos perversos perseguidos por detectives cavalheiros. Criada em 1829, a Scotland Yard acabaria por se tornar a primeira organização policial moderna do mundo, ao promover a utilização da ciência forense (como as impressões digitais e a balística) e a técnica do perfil criminal. Com base em notícias de jornais da época, transcrições de julgamentos e relatos em primeira mão dos polícias no terreno, este livro reconstitui um conjunto de crimes sangrentos que não só ficaram célebres nos dois lados do Atlântico como mudaram decisivamente os métodos de investigação criminal.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
No final dos anos 1920, o bei Adil chega à cidade portuária de Batúmi, no mar Negro, para exercer funções de cônsul da Turquia. Na cidade, parte da recém-formada URSS, vive-se um ambiente sufocante de permanente vigilância, e o novo cônsul tem dificuldade em relacionar-se quer com a população local, hostil e faminta, cuja língua não compreende, quer com os outros diplomatas estrangeiros, que o tratam com sobranceria. Desmotivado com o seu trabalho e a incompreensível burocracia de Estado, o seu único interesse e fonte de obsessão é Sonia, a sua jovem secretária e intérprete, que pretende conquistar, mesmo desconfiando de que esta tem por missão espiá-lo. As Janelas Defronte é o aclamado romance russo de Georges Simenon. Publicado em 1933, quando a natureza do regime estalinista era ainda desconhecida no Ocidente, este famoso roman dur, sem preocupações ideológicas, consegue captar com precisão visionária a atmosfera de medo e repressão vivida nesse período.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
No final dos anos 1920, o bei Adil chega à cidade portuária de Batúmi, no mar Negro, para exercer funções de cônsul da Turquia. Na cidade, parte da recém-formada URSS, vive-se um ambiente sufocante de permanente vigilância, e o novo cônsul tem dificuldade em relacionar-se quer com a população local, hostil e faminta, cuja língua não compreende, quer com os outros diplomatas estrangeiros, que o tratam com sobranceria. Desmotivado com o seu trabalho e a incompreensível burocracia de Estado, o seu único interesse e fonte de obsessão é Sonia, a sua jovem secretária e intérprete, que pretende conquistar, mesmo desconfiando de que esta tem por missão espiá-lo. As Janelas Defronte é o aclamado romance russo de Georges Simenon. Publicado em 1933, quando a natureza do regime estalinista era ainda desconhecida no Ocidente, este famoso roman dur, sem preocupações ideológicas, consegue captar com precisão visionária a atmosfera de medo e repressão vivida nesse período.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma mulher bem-sucedida e independente vive no estrangeiro há mais de uma década, gere o seu próprio negócio e tem uma relação estável. Nada fazia prever o que a esperava, quando, de forma inesperada, a vida que considerava perfeita se desmorona: a sua relação termina de um dia para o outro e uma morte inesperada obriga-a a regressar à sua terra natal, Lisboa. Mal podia prever que ao regressar a Bruxelas, não iria sozinha. A sua companhia nesta viagem de regresso é a avó, uma figura fundamental na sua vida e com quem mantém uma ligação profunda e especial, e será agora responsável por cuidar dela. Sem alternativas, e apesar das críticas da família, a mulher de oitenta e cinco anos passa a viver com a neta. Uma convivência que, mais do que desafiar o estilo de vida de ambas, trará à tona segredos nunca revelados, mostrando-lhes a imperfeição dos heróis com quem cresceram. Este reencontro forçado fará com que ambas redescubram o verdadeiro sentido da vida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma mulher bem-sucedida e independente vive no estrangeiro há mais de uma década, gere o seu próprio negócio e tem uma relação estável. Nada fazia prever o que a esperava, quando, de forma inesperada, a vida que considerava perfeita se desmorona: a sua relação termina de um dia para o outro e uma morte inesperada obriga-a a regressar à sua terra natal, Lisboa. Mal podia prever que ao regressar a Bruxelas, não iria sozinha. A sua companhia nesta viagem de regresso é a avó, uma figura fundamental na sua vida e com quem mantém uma ligação profunda e especial, e será agora responsável por cuidar dela. Sem alternativas, e apesar das críticas da família, a mulher de oitenta e cinco anos passa a viver com a neta. Uma convivência que, mais do que desafiar o estilo de vida de ambas, trará à tona segredos nunca revelados, mostrando-lhes a imperfeição dos heróis com quem cresceram. Este reencontro forçado fará com que ambas redescubram o verdadeiro sentido da vida.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Nápoles e Lisboa. O fim da juventude e o começo da idade adulta. Uma mulher entre dois países e entre duas idades: assim é Ana, moderna nas liberdades do corpo e anacrónica no que lhe alimenta o espírito. Lavores de Ana, história de uma travessia, é também um divertimento: seduz o leitor com cenas entre amantes, passeios de motoreta no Verão meridional e vistas bucólicas para o Vesúvio; serve-se da mística da viagem, do louvor da feminilidade, da simplificação da liberdade; joga ardilosamente com a sobreposição dos nomes próprios de autora e narradora. E, contudo, sabemos que autora e narradora não coincidem, que o delírio amoroso esbarra em famílias conservadoras ou na falta de dinheiro, que as festas pagãs não bastam para calar sermões de padres ou comentários de vizinhas. E sabemos que a liberdade, para as mulheres, tem o tempo contado. Não sabemos, no entanto, quem é Ana. Auspiciosa estreia de Ana Cláudia Santos na ficção longa, Lavores de Ana equilibra-se magistralmente entre o clássico instantâneo e a condição volátil de um sonho inventado.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Nápoles e Lisboa. O fim da juventude e o começo da idade adulta. Uma mulher entre dois países e entre duas idades: assim é Ana, moderna nas liberdades do corpo e anacrónica no que lhe alimenta o espírito. Lavores de Ana, história de uma travessia, é também um divertimento: seduz o leitor com cenas entre amantes, passeios de motoreta no Verão meridional e vistas bucólicas para o Vesúvio; serve-se da mística da viagem, do louvor da feminilidade, da simplificação da liberdade; joga ardilosamente com a sobreposição dos nomes próprios de autora e narradora. E, contudo, sabemos que autora e narradora não coincidem, que o delírio amoroso esbarra em famílias conservadoras ou na falta de dinheiro, que as festas pagãs não bastam para calar sermões de padres ou comentários de vizinhas. E sabemos que a liberdade, para as mulheres, tem o tempo contado. Não sabemos, no entanto, quem é Ana. Auspiciosa estreia de Ana Cláudia Santos na ficção longa, Lavores de Ana equilibra-se magistralmente entre o clássico instantâneo e a condição volátil de um sonho inventado.
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Edição: Abr 2025
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A obra-prima do lendário escritor norueguês, uma história intensamente lírica sobre as angústias e paixões do fim da infância, a devoção à amizade e à memória. Numa paisagem fabulosa moldada pelo gelo, no coração do interminável outono norueguês, um vínculo especial emerge entre duas meninas de onze anos. Siss é popular, a líder entre os colegas da escola. Unn, recém-chegada à aldeia, é solitária, tímida e estranha, mas exerce um poder magnético sobre Siss. de carácter aparentemente oposto, atraem-se e perturbam-se, até à noite de sonho em que trocam segredos e selam um pacto, um laço tão inquebrável quanto inexplicável. No dia seguinte, envergonhada pela sua nova intimidade com Siss, Unn falta às aulas e afasta-se da aldeia para ir ver o fenómeno a que os colegas chamam palácio de gelo: uma cascata congelada transformada numa estrutura fantástica de paredes translúcidas, torres brilhantes, corredores labirínticos e câmaras secretas… e nunca mais é vista. O desaparecimento misterioso de Unn despedaça o mundo de Siss. Contra o tempo e o esquecimento, irá procurá-la e lutar para manter viva a memória da amiga que conheceu tão brevemente. Clássico intemporal da literatura escandinava, este é um romance sobre despertares emocionais, sobre sonhos e desejos, sobre perda e tristeza, onde a profunda compreensão da psique humana nos é transmitida numa linguagem poética e simbólica que está entre as realizações mais memoráveis da literatura moderna. Com O Palácio de Gelo, Vesaas tornou-se o primeiro escritor norueguês a receber o Prémio de Literatura do Conselho Nórdico, que destacou «o estilo sensível que transforma realidades interiores numa visão sublime da solidão humana e da busca por companhia».
Nº Páginas: 224
Sinopse:
A obra-prima do lendário escritor norueguês, uma história intensamente lírica sobre as angústias e paixões do fim da infância, a devoção à amizade e à memória. Numa paisagem fabulosa moldada pelo gelo, no coração do interminável outono norueguês, um vínculo especial emerge entre duas meninas de onze anos. Siss é popular, a líder entre os colegas da escola. Unn, recém-chegada à aldeia, é solitária, tímida e estranha, mas exerce um poder magnético sobre Siss. de carácter aparentemente oposto, atraem-se e perturbam-se, até à noite de sonho em que trocam segredos e selam um pacto, um laço tão inquebrável quanto inexplicável. No dia seguinte, envergonhada pela sua nova intimidade com Siss, Unn falta às aulas e afasta-se da aldeia para ir ver o fenómeno a que os colegas chamam palácio de gelo: uma cascata congelada transformada numa estrutura fantástica de paredes translúcidas, torres brilhantes, corredores labirínticos e câmaras secretas… e nunca mais é vista. O desaparecimento misterioso de Unn despedaça o mundo de Siss. Contra o tempo e o esquecimento, irá procurá-la e lutar para manter viva a memória da amiga que conheceu tão brevemente. Clássico intemporal da literatura escandinava, este é um romance sobre despertares emocionais, sobre sonhos e desejos, sobre perda e tristeza, onde a profunda compreensão da psique humana nos é transmitida numa linguagem poética e simbólica que está entre as realizações mais memoráveis da literatura moderna. Com O Palácio de Gelo, Vesaas tornou-se o primeiro escritor norueguês a receber o Prémio de Literatura do Conselho Nórdico, que destacou «o estilo sensível que transforma realidades interiores numa visão sublime da solidão humana e da busca por companhia».
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Durante a Ocupação, Frank Friedmaier, um jovem de dezanove anos, cínico, insolente e misógino, leva uma vida de ócio e delinquência. Vive com a mãe num apartamento que é também um bordel, com mesa farta e casa aquecida. Lá fora, a cidade está sob o jugo do frio e da miséria, da sordidez e da traição. Certo dia, decidido a desafiar o destino, Frank mata um homem pela primeira vez. A única testemunha será o vizinho Gerhardt Holst com cuja filha Frank estabelecerá uma estranha e obsessiva relação, que o acompanhará na sua inexorável descida ao abismo. Publicado em 1948, A Neve Estava Suja é o romance existencialista por excelência de Georges Simenon. Reflexão intemporal sobre a banalidade do mal e a possibilidade de redenção, eis um roman dur psicológico, negro, com uma atmosfera asfixiante.
Nº Páginas: 260
Sinopse:
Durante a Ocupação, Frank Friedmaier, um jovem de dezanove anos, cínico, insolente e misógino, leva uma vida de ócio e delinquência. Vive com a mãe num apartamento que é também um bordel, com mesa farta e casa aquecida. Lá fora, a cidade está sob o jugo do frio e da miséria, da sordidez e da traição. Certo dia, decidido a desafiar o destino, Frank mata um homem pela primeira vez. A única testemunha será o vizinho Gerhardt Holst com cuja filha Frank estabelecerá uma estranha e obsessiva relação, que o acompanhará na sua inexorável descida ao abismo. Publicado em 1948, A Neve Estava Suja é o romance existencialista por excelência de Georges Simenon. Reflexão intemporal sobre a banalidade do mal e a possibilidade de redenção, eis um roman dur psicológico, negro, com uma atmosfera asfixiante.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Thea tem um segredo. Consegue saber quanto tempo alguém tem de vida com um simples toque. Além disso, é capaz de transferir tempo de vida de uma pessoa para outra, algo que descobre da pior maneira, numa noite em que Ruth, a sua melhor amiga, sofre um grave traumatismo craniano. Sem pensar duas vezes, Thea escolhe salvá-la. Depois disso, nada voltará a ser igual. Thea apercebe-se de que tem uma espécie de poder divino e decide usar as suas capacidades apenas para o bem, recorrendo à criação do seu próprio código de ética para a ajudar a determinar quem deverá ser merecedor. Mas quando embarca na missão de castigar as pessoas más para poder recompensar as boas, constata que as coisas não são assim tão simples. Afinal, como pode ela saber quem merece realmente morrer? Antes que o tempo que conseguiu dar a Ruth se esgote, Thea terá de perceber se as suas regras são tão justas como inicialmente lhe pareceram e confrontar-se com os dilemas morais que lhe vão surgindo pelo caminho.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Thea tem um segredo. Consegue saber quanto tempo alguém tem de vida com um simples toque. Além disso, é capaz de transferir tempo de vida de uma pessoa para outra, algo que descobre da pior maneira, numa noite em que Ruth, a sua melhor amiga, sofre um grave traumatismo craniano. Sem pensar duas vezes, Thea escolhe salvá-la. Depois disso, nada voltará a ser igual. Thea apercebe-se de que tem uma espécie de poder divino e decide usar as suas capacidades apenas para o bem, recorrendo à criação do seu próprio código de ética para a ajudar a determinar quem deverá ser merecedor. Mas quando embarca na missão de castigar as pessoas más para poder recompensar as boas, constata que as coisas não são assim tão simples. Afinal, como pode ela saber quem merece realmente morrer? Antes que o tempo que conseguiu dar a Ruth se esgote, Thea terá de perceber se as suas regras são tão justas como inicialmente lhe pareceram e confrontar-se com os dilemas morais que lhe vão surgindo pelo caminho.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os territórios ambíguos da realidade humana, nas suas manifestações mais belas mas também mais perturbadoras, como a culpa que nasce da dor e traz um sopro de vida e a justifica, são o húmus do novo livro de contos da consagrada escritora argentina Samanta Schweblin. Situadas no limbo entre o real e o onírico, o reconhecível e o estranho, estas seis narrativas abrem-se, sem certezas nem seguranças, ao encanto do extraordinário, aos assombros do quotidiano, criando tensão e avidez em quem as lê.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Os territórios ambíguos da realidade humana, nas suas manifestações mais belas mas também mais perturbadoras, como a culpa que nasce da dor e traz um sopro de vida e a justifica, são o húmus do novo livro de contos da consagrada escritora argentina Samanta Schweblin. Situadas no limbo entre o real e o onírico, o reconhecível e o estranho, estas seis narrativas abrem-se, sem certezas nem seguranças, ao encanto do extraordinário, aos assombros do quotidiano, criando tensão e avidez em quem as lê.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Naquele Dia, Griselda acordou com uma dor de cabeça insuportável e não se conseguiu levantar da cama. Teve de ser Flavia, a filha de seis anos, a lembrá-la de que tinha de ir para a escola. A mãe levou-a a custo e, já em casa - quiçá compensando a frustração de na adolescência a terem proibido de pintar -, sentou-se ao espelho e maquilhou-se exageradamente, enquanto os filhos pequenos brincavam por ali. Mas a dor persistiu e, quando abriu a porta para dizer ao marido que não se estava a sentir bem, Claudio despachou-a encolhendo os ombros (detestava vê-la com a cara esborratada). Não sabia, quando voltou para casa, a surpresa avassaladora que o esperava. Griselda e Claudio, argentinos fugidos da ditadura e exilados em França, eram porteiros de uma escola onde a autora deste livro, sua conterrânea, chegou a visitá-los quando era criança; e foi com a recordação da sua incredulidade perante os factos acontecidos naquele dia que, mais de trinta anos depois, resolveu contar esta história improvável e entrevistar todos os implicados: Griselda, Claudio, Flavia, a professora, até a advogada... E é pelas vozes de todas essas pessoas que saberemos como uma mulher que passou por tantos contratempos e desgostos desde a infância se tornou um monstro naquele dia e, ainda assim, uma mãe amorosa nas palavras da filha. Baseado numa história verdadeira acontecida nos anos oitenta, este é o relato incrível das causas e consequências de um ato inominável e da forma como por vezes basta uma palavra para desviar alguém do seu destino.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Naquele Dia, Griselda acordou com uma dor de cabeça insuportável e não se conseguiu levantar da cama. Teve de ser Flavia, a filha de seis anos, a lembrá-la de que tinha de ir para a escola. A mãe levou-a a custo e, já em casa - quiçá compensando a frustração de na adolescência a terem proibido de pintar -, sentou-se ao espelho e maquilhou-se exageradamente, enquanto os filhos pequenos brincavam por ali. Mas a dor persistiu e, quando abriu a porta para dizer ao marido que não se estava a sentir bem, Claudio despachou-a encolhendo os ombros (detestava vê-la com a cara esborratada). Não sabia, quando voltou para casa, a surpresa avassaladora que o esperava. Griselda e Claudio, argentinos fugidos da ditadura e exilados em França, eram porteiros de uma escola onde a autora deste livro, sua conterrânea, chegou a visitá-los quando era criança; e foi com a recordação da sua incredulidade perante os factos acontecidos naquele dia que, mais de trinta anos depois, resolveu contar esta história improvável e entrevistar todos os implicados: Griselda, Claudio, Flavia, a professora, até a advogada... E é pelas vozes de todas essas pessoas que saberemos como uma mulher que passou por tantos contratempos e desgostos desde a infância se tornou um monstro naquele dia e, ainda assim, uma mãe amorosa nas palavras da filha. Baseado numa história verdadeira acontecida nos anos oitenta, este é o relato incrível das causas e consequências de um ato inominável e da forma como por vezes basta uma palavra para desviar alguém do seu destino.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em Para Sempre, um dos mais emblemáticos e notáveis livros de Vergílio Ferreira, um homem já sem destino para cumprir medita sobre o seu passado e o seu futuro. Está no final de uma vida, entrando no seu epílogo, no regresso a uma casa vazia onde passou parte da sua infância, povoada de fantasmas que evocam os momentos-chave da sua existência. Recheado de memórias que reconstroem o passado e de antevisões acerca do futuro, Paulo - a personagem principal - enfrenta a derradeira tentativa de explicação e de busca de um sentido para a vida. A marcar o livro, para lá desse trânsito entre a infância e a idade adulta, entre o passado e o presente, Para Sempre é um dos exemplos mais marcantes da singularidade da obra de Vergílio Ferreira, com a sua fusão de narrativa, lirismo e ensaio. E um dos livros mais influentes na ficção portuguesa contemporânea. Prémio PEN Clube 1984 Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários 1984 Prémio Literário do Município de Lisboa 1983
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Em Para Sempre, um dos mais emblemáticos e notáveis livros de Vergílio Ferreira, um homem já sem destino para cumprir medita sobre o seu passado e o seu futuro. Está no final de uma vida, entrando no seu epílogo, no regresso a uma casa vazia onde passou parte da sua infância, povoada de fantasmas que evocam os momentos-chave da sua existência. Recheado de memórias que reconstroem o passado e de antevisões acerca do futuro, Paulo - a personagem principal - enfrenta a derradeira tentativa de explicação e de busca de um sentido para a vida. A marcar o livro, para lá desse trânsito entre a infância e a idade adulta, entre o passado e o presente, Para Sempre é um dos exemplos mais marcantes da singularidade da obra de Vergílio Ferreira, com a sua fusão de narrativa, lirismo e ensaio. E um dos livros mais influentes na ficção portuguesa contemporânea. Prémio PEN Clube 1984 Prémio da Associação Internacional de Críticos Literários 1984 Prémio Literário do Município de Lisboa 1983
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma parteira recebe meninas para fazer abortos, um sargento que se acha coronel persegue macaquinhos no parque, um passador leva meninos a salto para lá da fronteira; a meio caminho, um desastre na berma duma estrada; um rapaz em movimento que não sai do mesmo lugar; e há ainda uma nau catrineta que se afundou além-mar. Entretanto, noutra dimensão, a história acompanha Silvina: um corpo defunto numa cadeira de baloiço, cujos odores se misturam nos sumidouros da cidade, entre flores e balões, confundindo dois cães. Passaram vinte e cinco anos do seu casamento com António, o narrador e protagonista que embala a tristeza da viuvez enquanto cuida as feridas de um corpo morto - ele é uma voz sumida, perdendo-se num labirinto de palavras. Mas é também a voz dos mortos que murmuram debaixo do chão da sua casa. Romance que abala os fundamentos da narrativa clássica, Morramos ao menos no porto é um fogo que alastra até consumir todas as suas personagens. E que revela Francisco Mota Saraiva como uma voz poderosa na nossa literatura.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Uma parteira recebe meninas para fazer abortos, um sargento que se acha coronel persegue macaquinhos no parque, um passador leva meninos a salto para lá da fronteira; a meio caminho, um desastre na berma duma estrada; um rapaz em movimento que não sai do mesmo lugar; e há ainda uma nau catrineta que se afundou além-mar. Entretanto, noutra dimensão, a história acompanha Silvina: um corpo defunto numa cadeira de baloiço, cujos odores se misturam nos sumidouros da cidade, entre flores e balões, confundindo dois cães. Passaram vinte e cinco anos do seu casamento com António, o narrador e protagonista que embala a tristeza da viuvez enquanto cuida as feridas de um corpo morto - ele é uma voz sumida, perdendo-se num labirinto de palavras. Mas é também a voz dos mortos que murmuram debaixo do chão da sua casa. Romance que abala os fundamentos da narrativa clássica, Morramos ao menos no porto é um fogo que alastra até consumir todas as suas personagens. E que revela Francisco Mota Saraiva como uma voz poderosa na nossa literatura.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O neoliberalismo instalou-se nas nossas vidas como se fosse algo natural. Geralmente temos dificuldade em defini-lo e em perceber o mal que nos pode trazer. Este livro vem mudar isso. Que somos nós? Éramos cidadãos, mas, hoje, parece que fomos reduzidos a consumidores. Da década de 1930 para cá, a ideia de que é a competição que nos define como espécie foi sendo adotada e alimentada por elites, determinadas em preservar as suas fortunas e o seu poder. Think tanks, corporações, os media, as universidades e os políticos tornaram-se a força motriz para difundir e cristalizar uma ideologia que nos esvazia enquanto pessoas, que exclui direitos e promove o neoliberalismo como doutrina que regula, secreta e silenciosamente, a nossa existência. Mas o que é o neoliberalismo? Por que razão estamos subjugados a ele? George Monbiot e Peter Hutchison traçam a história do nascimento e da ascensão do neoliberalismo, mostrando-nos como tem sido o agregador de muitas e cada vez mais terríveis crises, das alterações climáticas aos crashs financeiros, passando pela degradação dos serviços públicos e pela pobreza que afeta milhões de pessoas desde tenra idade - tudo enquanto parece fazer-nos crer que nada disto se interrelaciona. Porém, como este livro revela, a doutrina invisível tem exacerbado os maiores problemas mundiais das últimas décadas, subordinando a democracia ao poder do dinheiro. Ligando o neoliberalismo ao fascismo e desvendando o que se esconde por detrás das teorias populistas da conspiração, este livro abre um novo caminho social e político, baseado numa democracia verdadeiramente participativa.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Na história que dá título a este tão aguardado livro de contos de Cláudia Andrade, o assombro e a alegria do milagre da ressurreição dão lugar ao desapontamento e ao incómodo de um ato de ilusionismo inoportuno, capaz de transformar uma ausência já consumada, quiçá desejada, na presença de um corpo limpo, ultraterreno, imune às marcas da vulgaridade humana. Uma vez mais, a fragilidade do ser humano, as suas contradições e defeitos, a sujidade e as pulsões de vida, e o seu contraponto com uma ausência idealizada, «única forma de amor verdadeiro», continuam a ser o território de eleição desta extraordinária autora, que com ironia mordaz, numa prosa ágil e sem igual na literatura portuguesa, apresenta ao leitor um cortejo de personagens nas mais trágicas e absurdas peripécias da vida.
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Na história que dá título a este tão aguardado livro de contos de Cláudia Andrade, o assombro e a alegria do milagre da ressurreição dão lugar ao desapontamento e ao incómodo de um ato de ilusionismo inoportuno, capaz de transformar uma ausência já consumada, quiçá desejada, na presença de um corpo limpo, ultraterreno, imune às marcas da vulgaridade humana. Uma vez mais, a fragilidade do ser humano, as suas contradições e defeitos, a sujidade e as pulsões de vida, e o seu contraponto com uma ausência idealizada, «única forma de amor verdadeiro», continuam a ser o território de eleição desta extraordinária autora, que com ironia mordaz, numa prosa ágil e sem igual na literatura portuguesa, apresenta ao leitor um cortejo de personagens nas mais trágicas e absurdas peripécias da vida.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Há uma pequena ilha, no Mar Interior de Seto, que tem a forma de uma hélice e não tem mais de cento e cinquenta habitantes. Ali mesmo, na pequena estação de correios de Awashima, encontram-se todas as cartas enviadas para um destinatário inalcançável: um amor perdido mas ainda presente, o brinquedo preferido da infância, o lagarto a quem uma criança roubou a cauda, o primeiro beijo há muito esperado. Como mensagens numa garrafa, são palavras deixadas à deriva que não esperam por uma resposta. Risa, uma jovem professora universitária, viaja até à ilha e oferece-se para catalogar as centenas de cartas que chegaram à estação de correios nos últimos anos. O trabalho que a espera é de monta, tão minucioso como peneirar o oceano, mas Risa fá-lo por um motivo maior: o seu pai é carteiro e toda a vida trabalhou com dedicação e tenacidade para que não se perdesse uma única carta. A verdade, porém, é que Risa nutre a esperança de que, entre aqueles milhares de palavras de amor, arrependimento, gratidão, culpa e alegria, algumas lhe sejam dirigidas a ela, e que a ajudem a encontrar as respostas que desesperadamente procura. Laura Imai Messina tem uma capacidade especial, poética e intensa de captar a magia oculta do mundo e de a contar. Cada uma das suas histórias é uma viagem que nos leva para longe, para o mais íntimo dos nossos pensamentos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Há uma pequena ilha, no Mar Interior de Seto, que tem a forma de uma hélice e não tem mais de cento e cinquenta habitantes. Ali mesmo, na pequena estação de correios de Awashima, encontram-se todas as cartas enviadas para um destinatário inalcançável: um amor perdido mas ainda presente, o brinquedo preferido da infância, o lagarto a quem uma criança roubou a cauda, o primeiro beijo há muito esperado. Como mensagens numa garrafa, são palavras deixadas à deriva que não esperam por uma resposta. Risa, uma jovem professora universitária, viaja até à ilha e oferece-se para catalogar as centenas de cartas que chegaram à estação de correios nos últimos anos. O trabalho que a espera é de monta, tão minucioso como peneirar o oceano, mas Risa fá-lo por um motivo maior: o seu pai é carteiro e toda a vida trabalhou com dedicação e tenacidade para que não se perdesse uma única carta. A verdade, porém, é que Risa nutre a esperança de que, entre aqueles milhares de palavras de amor, arrependimento, gratidão, culpa e alegria, algumas lhe sejam dirigidas a ela, e que a ajudem a encontrar as respostas que desesperadamente procura. Laura Imai Messina tem uma capacidade especial, poética e intensa de captar a magia oculta do mundo e de a contar. Cada uma das suas histórias é uma viagem que nos leva para longe, para o mais íntimo dos nossos pensamentos.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época em que tanto se fala de inteligência artificial, impõe-se uma questão prévia: mas o que é a inteligência? O conceito tem sido objeto de definições e interpretações diversas - tantas quantos os especialistas que sobre ela se debruçaram. Neste livro, o prestigiado neurologista Alexandre Castro Caldas dá a conhecer a evolução do conceito ao longo dos séculos e apresenta a inteligência como uma capacidade não exclusiva dos seres humanos, mas própria dos seres vivos em geral, ainda que com expressões diferentes de espécie para espécie. Nesse sentido, serão as máquinas capazes de produzir e manifestar inteligência? Existirá, de facto, inteligência artificial? Ou o ambicioso projeto surgido nos anos 60 do século passado, que pretendia copiar a mente humana, limitar-se-á a simular grosseiramente o que é próprio dos seres vivos? Cruzando os conhecimentos de várias disciplinas, da biologia à antropologia, passando pela filosofia, Castro Caldas centra-se no conceito de inteligência vital, para procurar compreender o conceito do momento, a inteligência artificial, que compara a uma flor de plástico, na medida em que esta poderá ser bela, mas nunca sublime. «Uma eloquente caminhada ao longo da História do conhecimento. (…) Alexandre Castro Caldas deixa escancarada a porta para o debate. Para o debate necessário. Alexandre Castro Caldas ajuda-nos aqui a caminhar na busca de respostas. Das respostas que nos cabe, a nós, leitores e cidadãos, construir, e não das respostas encontradas já feitas e prontas a servir. Por isso, a urgência desta leitura.» Álvaro Laborinho Lúcio
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Numa narrativa absolutamente envolvente, Nada mais ilusório fala das histórias que contamos, do papel da literatura e da linha subtil que separa a realidade da ficção. Num comboio noturno, Alicia viaja entre Londres e Edimburgo na companhia de dois desconhecidos – o escritor Terence Milton e o seu amigo Bou. Neste encontro fortuito, a conversa leva-os a desvendarem momentos do seu passado. Terence é autor de um romance inspirado na ambígua relação que manteve com um jovem. O sucesso do livro traz pesadas consequências, pairando sobre o escritor a acusação de traição a um amigo, cuja vida terá exposto sem pudor. Alicia partilha as suas próprias memórias enquanto se vê presa àquela história, ansiando saber o que realmente aconteceu. Naquele pequeno espaço partilhado cabem vários mundos, e histórias passadas em Nova Iorque, Londres, Madrid e na ilha de Socotra, no Iémen, aproximam três personagens em torno de traições, perdas e culpa.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Numa narrativa absolutamente envolvente, Nada mais ilusório fala das histórias que contamos, do papel da literatura e da linha subtil que separa a realidade da ficção. Num comboio noturno, Alicia viaja entre Londres e Edimburgo na companhia de dois desconhecidos – o escritor Terence Milton e o seu amigo Bou. Neste encontro fortuito, a conversa leva-os a desvendarem momentos do seu passado. Terence é autor de um romance inspirado na ambígua relação que manteve com um jovem. O sucesso do livro traz pesadas consequências, pairando sobre o escritor a acusação de traição a um amigo, cuja vida terá exposto sem pudor. Alicia partilha as suas próprias memórias enquanto se vê presa àquela história, ansiando saber o que realmente aconteceu. Naquele pequeno espaço partilhado cabem vários mundos, e histórias passadas em Nova Iorque, Londres, Madrid e na ilha de Socotra, no Iémen, aproximam três personagens em torno de traições, perdas e culpa.
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Ambientado na década ausente entre os dois emblemáticos romances protagonizados por George Smiley, O Espião que Saiu do Frio e A Toupeira, este é um extraordinário e empolgante regresso ao mundo do mestre da espionagem John le Carré, escrito por Nick Harkaway, filho do autor e romancista aclamado. Corre a primavera de 1963 e George Smiley deixou o Circus. Com os destroços da guerra de espionagem do Ocidente contra os soviéticos espalhados por toda a Europa, Smiley está apenas concentrado numa vida mais tranquila. E, efetivamente, com o casamento mais estável do que nunca, correm rumores em Whitehall - não confirmados e algo escandalosos - de que é capaz de estar quase feliz. Mas o Controlo tem outros planos. Um agente russo desertou nas circunstâncias mais invulgares e o homem que o mandaram matar em Londres está desaparecido. Smiley aceita com relutância desempenhar uma única e simples tarefa, a de entrevistar Susanna, uma imigrante húngara empregada do homem desaparecido, e farejar uma pista. Mas, na sua ausência, as sombras de Moscovo foram-se alongando. Smiley não tardará a ver-se embrenhado num perigoso mistério que definirá as batalhas futuras e atingirá o coração do seu maior inimigo...
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Ambientado na década ausente entre os dois emblemáticos romances protagonizados por George Smiley, O Espião que Saiu do Frio e A Toupeira, este é um extraordinário e empolgante regresso ao mundo do mestre da espionagem John le Carré, escrito por Nick Harkaway, filho do autor e romancista aclamado. Corre a primavera de 1963 e George Smiley deixou o Circus. Com os destroços da guerra de espionagem do Ocidente contra os soviéticos espalhados por toda a Europa, Smiley está apenas concentrado numa vida mais tranquila. E, efetivamente, com o casamento mais estável do que nunca, correm rumores em Whitehall - não confirmados e algo escandalosos - de que é capaz de estar quase feliz. Mas o Controlo tem outros planos. Um agente russo desertou nas circunstâncias mais invulgares e o homem que o mandaram matar em Londres está desaparecido. Smiley aceita com relutância desempenhar uma única e simples tarefa, a de entrevistar Susanna, uma imigrante húngara empregada do homem desaparecido, e farejar uma pista. Mas, na sua ausência, as sombras de Moscovo foram-se alongando. Smiley não tardará a ver-se embrenhado num perigoso mistério que definirá as batalhas futuras e atingirá o coração do seu maior inimigo...
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