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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
O "grande contador da história da Rússia" (Financial Times). Nenhum país está tão dividido sobre o seu passado quanto a Rússia. Nenhum outro tem alterado a sua história tão frequentemente. O que os russos dizem dela, e como a reinventam ao longo do tempo, é um aspeto fundamental da sua memória, cultura e crenças. De forma a compreender o que o futuro da Rússia reserva - descortinar o que o regime de Putin significa para o seu povo e para o mundo - primeiro temos de compreender as ideias e significados dessa história. Em "A História da Rússia", Orlando Figes põe em evidência as vibrantes personagens que integram o riquíssimo passado daquele país, e o que elas fizeram que permanece determinante para que a atual maior nação do mundo faça sentido - da coroação de Ivan, o Terrível aos 16 anos numa catedral iluminada à luz das velas, à surpreendente prisão por parte de Catarina a Grande do marido no palácio dele, e ao fim trágico dos Romanov.
Sinopse:
O "grande contador da história da Rússia" (Financial Times). Nenhum país está tão dividido sobre o seu passado quanto a Rússia. Nenhum outro tem alterado a sua história tão frequentemente. O que os russos dizem dela, e como a reinventam ao longo do tempo, é um aspeto fundamental da sua memória, cultura e crenças. De forma a compreender o que o futuro da Rússia reserva - descortinar o que o regime de Putin significa para o seu povo e para o mundo - primeiro temos de compreender as ideias e significados dessa história. Em "A História da Rússia", Orlando Figes põe em evidência as vibrantes personagens que integram o riquíssimo passado daquele país, e o que elas fizeram que permanece determinante para que a atual maior nação do mundo faça sentido - da coroação de Ivan, o Terrível aos 16 anos numa catedral iluminada à luz das velas, à surpreendente prisão por parte de Catarina a Grande do marido no palácio dele, e ao fim trágico dos Romanov.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Uma jovem mulher organiza umas férias com a mãe no Japão, onde percorrem Tóquio, Osaka e Quioto: caminham pelos canais nas tardes de outono, esquivam-se de chuvas e vendavais, partilham refeições em pequenos cafés e restaurantes e visitam galerias para verem alguma da mais radical arte moderna. Enquanto isso, conversam: sobre tempo, horóscopos, roupas, objetos, família, distância e memória. Mas as incertezas abundam. Quem estará realmente a falar - apenas a filha? A mãe raramente fala, aparenta ser uma presença fantasmagórica que não parece estar de facto ali. E qual será a verdadeira razão desta viagem elíptica, ou mesmo espectral? Ao mesmo tempo reflexão e elegia, Frio Suficiente para Nevar questiona o facto de todos falarmos sequer uma língua comum, quais as dimensões que podem conter o amor e até que ponto poderemos afirmar conhecer deveras o mundo interior de outrem.
Sinopse:
Uma jovem mulher organiza umas férias com a mãe no Japão, onde percorrem Tóquio, Osaka e Quioto: caminham pelos canais nas tardes de outono, esquivam-se de chuvas e vendavais, partilham refeições em pequenos cafés e restaurantes e visitam galerias para verem alguma da mais radical arte moderna. Enquanto isso, conversam: sobre tempo, horóscopos, roupas, objetos, família, distância e memória. Mas as incertezas abundam. Quem estará realmente a falar - apenas a filha? A mãe raramente fala, aparenta ser uma presença fantasmagórica que não parece estar de facto ali. E qual será a verdadeira razão desta viagem elíptica, ou mesmo espectral? Ao mesmo tempo reflexão e elegia, Frio Suficiente para Nevar questiona o facto de todos falarmos sequer uma língua comum, quais as dimensões que podem conter o amor e até que ponto poderemos afirmar conhecer deveras o mundo interior de outrem.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Emmy e Saga-Lill conhecem-se desde a infância mas as suas vidas seguiram rumos muito diferentes. Emmy é uma jovem mãe, casada com Mats, um consultor de investimentos mais velho. Saga-Lill é uma antiga estudante de teologia que se sente sem rumo. Gusten Grippe, amigo das duas, cresceu num subúrbio rico onde decorre grande parte da história e onde, há anos, aconteceu um terrível crime. Mas, sob a superfície deste bairro elegante, esconde-se uma ferida antiga: uma brutal violação em grupo que teve lugar numa casa à beira do lago Kallsjön. Outrora o lar da abastada família Häggert, agora abriga apenas o único herdeiro, Nathan. Os quatro agressores eram filhos da comunidade, e o subúrbio pensa ter deixado o violento ataque para trás. Mas agora, Cosmo Brant, um dos quatro, voltou e quer fazer um filme sobre o crime: "Quem matou Bambi?".
Sinopse:
Emmy e Saga-Lill conhecem-se desde a infância mas as suas vidas seguiram rumos muito diferentes. Emmy é uma jovem mãe, casada com Mats, um consultor de investimentos mais velho. Saga-Lill é uma antiga estudante de teologia que se sente sem rumo. Gusten Grippe, amigo das duas, cresceu num subúrbio rico onde decorre grande parte da história e onde, há anos, aconteceu um terrível crime. Mas, sob a superfície deste bairro elegante, esconde-se uma ferida antiga: uma brutal violação em grupo que teve lugar numa casa à beira do lago Kallsjön. Outrora o lar da abastada família Häggert, agora abriga apenas o único herdeiro, Nathan. Os quatro agressores eram filhos da comunidade, e o subúrbio pensa ter deixado o violento ataque para trás. Mas agora, Cosmo Brant, um dos quatro, voltou e quer fazer um filme sobre o crime: "Quem matou Bambi?".
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Portugal pode ser pequeno no território, mas é enorme no génio popular, e os nomes das nossas vilas, lugares e aldeias são um bom reflexo dessa imaginação e criatividade. Basta um rápido olhar pelo mapa para perceber que há palavras que falam por si, dispensando explicações, mas existem outras verdadeiramente intrigantes e que não lembram ao diabo. De norte a sul, encontramos nomes de terras de todos os géneros- e proveniências. Alguns são tão sombrios que convidam os forasteiros a inverter o sentido da marcha à primeira oportunidade, outros são aparentados com lendas perdidas nos confins da memória, outros ainda derivam das características da própria terra ou da paisagem, e ainda há aqueles que são verdadeiramente infelizes, motivo de sarcasmo e anedotas, tornando-se um fardo para quem lá mora...
Sinopse:
Portugal pode ser pequeno no território, mas é enorme no génio popular, e os nomes das nossas vilas, lugares e aldeias são um bom reflexo dessa imaginação e criatividade. Basta um rápido olhar pelo mapa para perceber que há palavras que falam por si, dispensando explicações, mas existem outras verdadeiramente intrigantes e que não lembram ao diabo. De norte a sul, encontramos nomes de terras de todos os géneros- e proveniências. Alguns são tão sombrios que convidam os forasteiros a inverter o sentido da marcha à primeira oportunidade, outros são aparentados com lendas perdidas nos confins da memória, outros ainda derivam das características da própria terra ou da paisagem, e ainda há aqueles que são verdadeiramente infelizes, motivo de sarcasmo e anedotas, tornando-se um fardo para quem lá mora...
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Corbin College, não exatamente no norte do estado de Nova Iorque, inverno de 1959-1960: Ruben Blum, historiador judeu - mas não historiador de judeus - é designado para integrar um comité de seleção que vai analisar a candidatura de um académico israelita exilado, especializado na Inquisição da Península Ibérica. Quando Benzion Netanyahu - pai de Benjamin Netanyahu, que viria a ser primeiro-ministro de Israel - comparece a uma entrevista levando consigo a mulher e os três filhos, Blum recebe relutantemente em sua casa uns hóspedes cujo comportamento põe em causa o seu estilo de vida americano. Misturando ficção com não-ficção, o romance de ambiente universitário com a aula magistral, A Família Netanyahu é uma comédia desenfreadamente inventiva e irreverente de integração, identidade e política, que apresenta ideias e conflitos tão voláteis quanto a sua trama é segura. No apogeu do seu talento, Joshua Cohen dá-nos uma versão ficcionada de uma visita que realmente existiu, construindo a partir dela um romance histórico mordaz e linguisticamente exímio sobre as ambiguidades da experiência judaico-americana.
Sinopse:
Corbin College, não exatamente no norte do estado de Nova Iorque, inverno de 1959-1960: Ruben Blum, historiador judeu - mas não historiador de judeus - é designado para integrar um comité de seleção que vai analisar a candidatura de um académico israelita exilado, especializado na Inquisição da Península Ibérica. Quando Benzion Netanyahu - pai de Benjamin Netanyahu, que viria a ser primeiro-ministro de Israel - comparece a uma entrevista levando consigo a mulher e os três filhos, Blum recebe relutantemente em sua casa uns hóspedes cujo comportamento põe em causa o seu estilo de vida americano. Misturando ficção com não-ficção, o romance de ambiente universitário com a aula magistral, A Família Netanyahu é uma comédia desenfreadamente inventiva e irreverente de integração, identidade e política, que apresenta ideias e conflitos tão voláteis quanto a sua trama é segura. No apogeu do seu talento, Joshua Cohen dá-nos uma versão ficcionada de uma visita que realmente existiu, construindo a partir dela um romance histórico mordaz e linguisticamente exímio sobre as ambiguidades da experiência judaico-americana.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Alguém com a experiência do autor teria de passar em revista o que foi acontecendo ao longo de cinquenta anos no setor da saúde em Portugal, evidenciando o que se conseguiu no esforço reformador e o que ficou pelo caminho. O sistema de saúde português sofreu dois embates violentos na última dúzia de anos: o ajustamento financeiro por imposição externa e a crise da pandemia Covid-19. Não recuperou ainda a sua funcionalidade, revela cicatrizes que se perpetuam e encontra-se sob ataque, justo e injusto, de muitos setores. Este é um livro essencial para ajudar a entender os fatores do bloqueio e a procurar as suas portas de saída.
Sinopse:
Alguém com a experiência do autor teria de passar em revista o que foi acontecendo ao longo de cinquenta anos no setor da saúde em Portugal, evidenciando o que se conseguiu no esforço reformador e o que ficou pelo caminho. O sistema de saúde português sofreu dois embates violentos na última dúzia de anos: o ajustamento financeiro por imposição externa e a crise da pandemia Covid-19. Não recuperou ainda a sua funcionalidade, revela cicatrizes que se perpetuam e encontra-se sob ataque, justo e injusto, de muitos setores. Este é um livro essencial para ajudar a entender os fatores do bloqueio e a procurar as suas portas de saída.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
O mundo é um lugar cada vez mais estranho. Todos os dias ocorrem mudanças que não conseguimos compreender e que nos confrontam com uma ideia preocupante de regressão civilizacional. As notícias falam de guerras inaceitáveis e brutais, cisões no plano geoestratégico, ameaças à economia global, escassez de recursos energéticos, catástrofes naturais, destruição galopante do planeta e novas e perigosas doenças, consolidando o medo generalizado dos cidadãos e fazendo crescer a suspeita de que caminhamos a passos largos para o mergulho no abismo. Na origem deste cenário negro, feito de perigos reais que pervertem a noção de progresso e colocam em causa a nossa sobrevivência e o futuro das próximas gerações, encontramos uma longa sucessão de forças na sombra que, agora como no passado, desprezam o bem-estar da Humanidade e são movidas por ambições inconfessáveis. Neste livro empolgante, simultaneamente um despertar de consciências e um desafio aos céticos, Frederico Duarte Carvalho leva-nos uma viagem pela história a esses múltiplos poderes obscuros e às conspirações por eles orquestradas - as quais moldaram, irremediavelmente, a realidade hostil em que vivemos hoje. Com base numa investigação sólida e aprofundada, a que o autor se dedicou ao longo de três décadas enquanto jornalista, As Conspirações Que Mudaram o Mundo explora as intrincadas formas de atuação de sociedades secretas, lobbies políticos, famílias influentes e indústrias tão poderosas como a do armamento, convocando para esta narrativa fluida e apaixonante dezenas de figuras controversas - de Napoleão Bonaparte a Richard Nixon e George Bush Sr., passando por Adolf Hitler, Rudolf Hess ou Vladimir Putin - e célebres vítimas de conspirações, como os irmãos John e Robert Kennedy, Martin Luther King, o Papa João Paulo I, a princesa Diana Spencer e os governantes portugueses Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Um livro inquietante, esclarecedor e especialmente oportuno, numa altura em que a possibilidade de uma III Guerra Mundial, até há pouco tempo encarada como absurda, volta a pairar no horizonte.
Sinopse:
O mundo é um lugar cada vez mais estranho. Todos os dias ocorrem mudanças que não conseguimos compreender e que nos confrontam com uma ideia preocupante de regressão civilizacional. As notícias falam de guerras inaceitáveis e brutais, cisões no plano geoestratégico, ameaças à economia global, escassez de recursos energéticos, catástrofes naturais, destruição galopante do planeta e novas e perigosas doenças, consolidando o medo generalizado dos cidadãos e fazendo crescer a suspeita de que caminhamos a passos largos para o mergulho no abismo. Na origem deste cenário negro, feito de perigos reais que pervertem a noção de progresso e colocam em causa a nossa sobrevivência e o futuro das próximas gerações, encontramos uma longa sucessão de forças na sombra que, agora como no passado, desprezam o bem-estar da Humanidade e são movidas por ambições inconfessáveis. Neste livro empolgante, simultaneamente um despertar de consciências e um desafio aos céticos, Frederico Duarte Carvalho leva-nos uma viagem pela história a esses múltiplos poderes obscuros e às conspirações por eles orquestradas - as quais moldaram, irremediavelmente, a realidade hostil em que vivemos hoje. Com base numa investigação sólida e aprofundada, a que o autor se dedicou ao longo de três décadas enquanto jornalista, As Conspirações Que Mudaram o Mundo explora as intrincadas formas de atuação de sociedades secretas, lobbies políticos, famílias influentes e indústrias tão poderosas como a do armamento, convocando para esta narrativa fluida e apaixonante dezenas de figuras controversas - de Napoleão Bonaparte a Richard Nixon e George Bush Sr., passando por Adolf Hitler, Rudolf Hess ou Vladimir Putin - e célebres vítimas de conspirações, como os irmãos John e Robert Kennedy, Martin Luther King, o Papa João Paulo I, a princesa Diana Spencer e os governantes portugueses Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa. Um livro inquietante, esclarecedor e especialmente oportuno, numa altura em que a possibilidade de uma III Guerra Mundial, até há pouco tempo encarada como absurda, volta a pairar no horizonte.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
A Crise dos Mísseis de Cuba foi o acontecimento mais perigoso da história, quando a humanidade se deparou com o iminente confronto nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética. Durante esses dias, o mundo poderia ter acabado. O historiador britânico Max Hastings conta com mestria e talento ímpares o que aconteceu a partir das perspetivas dos protagonistas - desde os líderes políticos e militares diretamente envolvidos, até aos camponeses cubanos e aos apologistas britânicos do desarmamento nuclear. Recorre a testemunhas oculares, arquivos, documentos e diários, gravações da Casa Branca, e à análise da intricada teia geopolítica gerada, para descrever o ambiente da Guerra Fria naquele início da década de 1960 protagonizada pela Cuba de Fidel Castro, pela Rússia de Nikita Khrushchev e pela América de Kennedy; depois, para retratar os angustiantes Treze Dias em que o Armagedão, mais que possível, foi provável. Hastings, o historiador inglês mais popular da atualidade, começou a investigação deste livro convencido de que ia contar a história da maior crise político-diplomática do passado século XX. Mas, refletindo sobre o desfecho destes acontecimentos dramáticos, revela como eles continuam a reverberar até aos nossos dias.
Sinopse:
A Crise dos Mísseis de Cuba foi o acontecimento mais perigoso da história, quando a humanidade se deparou com o iminente confronto nuclear entre os Estados Unidos e a União Soviética. Durante esses dias, o mundo poderia ter acabado. O historiador britânico Max Hastings conta com mestria e talento ímpares o que aconteceu a partir das perspetivas dos protagonistas - desde os líderes políticos e militares diretamente envolvidos, até aos camponeses cubanos e aos apologistas britânicos do desarmamento nuclear. Recorre a testemunhas oculares, arquivos, documentos e diários, gravações da Casa Branca, e à análise da intricada teia geopolítica gerada, para descrever o ambiente da Guerra Fria naquele início da década de 1960 protagonizada pela Cuba de Fidel Castro, pela Rússia de Nikita Khrushchev e pela América de Kennedy; depois, para retratar os angustiantes Treze Dias em que o Armagedão, mais que possível, foi provável. Hastings, o historiador inglês mais popular da atualidade, começou a investigação deste livro convencido de que ia contar a história da maior crise político-diplomática do passado século XX. Mas, refletindo sobre o desfecho destes acontecimentos dramáticos, revela como eles continuam a reverberar até aos nossos dias.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Um ladrão calmo, uma menina com um machado, uma vaca vermelha, um vento com a exata duração de vinte e um dias, o misterioso homem silencioso, a escritora chinesa com poemas inéditos, um panda zangado e uma mulher que anuncia uma radical mudança na sua cozinha. O último conto, que dá título ao livro, resultou numa curta-metragem escrita e realizada pelo autor. Partindo de lugares ou situações mundanas (ou não), estas páginas revelam, também, a paixão de um autor que observa, retém e (nos) devolve com minúcia alguns detalhes menos óbvios do vasto comportamento humano.
Sinopse:
Um ladrão calmo, uma menina com um machado, uma vaca vermelha, um vento com a exata duração de vinte e um dias, o misterioso homem silencioso, a escritora chinesa com poemas inéditos, um panda zangado e uma mulher que anuncia uma radical mudança na sua cozinha. O último conto, que dá título ao livro, resultou numa curta-metragem escrita e realizada pelo autor. Partindo de lugares ou situações mundanas (ou não), estas páginas revelam, também, a paixão de um autor que observa, retém e (nos) devolve com minúcia alguns detalhes menos óbvios do vasto comportamento humano.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"Diplomacia em Tempo de Troika" conta factos e episódios até agora desconhecidos e por si vividos directamente, e tece comentários e análises de grande alcance e pertinência acerca da acção diplomática então desenvolvida junto da sociedade e das autoridades alemãs. Um depoimento que se reveste de "uma muito invulgar importância histórica" e que é "um contributo precioso para a História Diplomática de Portugal no século XXI", este livro conta ainda com um muito relevante prefácio de Pedro Passos Coelho.
Sinopse:
"Diplomacia em Tempo de Troika" conta factos e episódios até agora desconhecidos e por si vividos directamente, e tece comentários e análises de grande alcance e pertinência acerca da acção diplomática então desenvolvida junto da sociedade e das autoridades alemãs. Um depoimento que se reveste de "uma muito invulgar importância histórica" e que é "um contributo precioso para a História Diplomática de Portugal no século XXI", este livro conta ainda com um muito relevante prefácio de Pedro Passos Coelho.
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Edição: Outubro 2022
Sinopse:
Num domingo de manhã como tantos outros, Sergio e Giovanna esperam os seus melhores amigos, que convidaram para almoçar. Estão a tratar dos últimos preparativos quando uma desconhecida aparece à sua porta, pedindo para ver a casa. Ela explica que viveu lá há muitos anos com a irmã e que veio de Istambul de propósito para revisitar a casa. O seu nome é Elsa Corti e traz na mala um maço de cartas envelhecidas endereçadas a sua irmã Adele, que nunca foram abertas e escondem um segredo terrível. Quem é aquela estranha mulher? Que mistério se esconde para lá da janela da cozinha através da qual continua a olhar? E que mentiras estão ocultas por detrás da amizade de Sergio, Giovanna e os seus convidados? Através de capítulos alternados, ficamos a conhecer a vida das duas irmãs - e a cisão que as separou há cinco décadas. As cartas não lidas de Elsa são alternadas com as memórias atuais de Adele. Apenas no final nos é revelado como as duas irmãs, em tempos apaixonadas pelo mesmo homem, reagiram de maneira muito diferente a um trauma idêntico.
Sinopse:
Num domingo de manhã como tantos outros, Sergio e Giovanna esperam os seus melhores amigos, que convidaram para almoçar. Estão a tratar dos últimos preparativos quando uma desconhecida aparece à sua porta, pedindo para ver a casa. Ela explica que viveu lá há muitos anos com a irmã e que veio de Istambul de propósito para revisitar a casa. O seu nome é Elsa Corti e traz na mala um maço de cartas envelhecidas endereçadas a sua irmã Adele, que nunca foram abertas e escondem um segredo terrível. Quem é aquela estranha mulher? Que mistério se esconde para lá da janela da cozinha através da qual continua a olhar? E que mentiras estão ocultas por detrás da amizade de Sergio, Giovanna e os seus convidados? Através de capítulos alternados, ficamos a conhecer a vida das duas irmãs - e a cisão que as separou há cinco décadas. As cartas não lidas de Elsa são alternadas com as memórias atuais de Adele. Apenas no final nos é revelado como as duas irmãs, em tempos apaixonadas pelo mesmo homem, reagiram de maneira muito diferente a um trauma idêntico.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
10 de maio de 1940. O dia em que Churchill é nomeado primeiro-ministro, Adolf Hitler invade os Países Baixos e a Bélgica. Ao longo do ano seguinte, a Alemanha nazi bombardeia Inglaterra com uma intensidade inédita. Acossado, o "Velho Leão" tenta preservar, a todo o custo, o moral do seu povo… e convencer o presidente Roosevelt de que é do interesse dos Estados Unidos entrar na guerra. Se durante este período a vida pública de Churchill é simplesmente caótica, a sua vida privada não está melhor. Ele e Clementine, a sua mulher, confrontam-se com uma filha rebelde que não aceita a autoridade deles, e o filho, Randolph, debate-se com o adultério da mulher. A partir de numerosos documentos inéditos - dos diários íntimos dos protagonistas a documentos confidenciais recentemente desclassificados - Erik Larson devolve à política a sua dignidade, fazendo-nos viver ao lado de Churchill num ano absolutamente excecional. Seja no 10 de Downing Street ou na sua residência privada, este homem de recursos inesgotáveis, e sempre surpreendente, dará provas de liderança fora do comum, que lhe permitirá manter todo um país - e a sua uma família - unidos.
Sinopse:
10 de maio de 1940. O dia em que Churchill é nomeado primeiro-ministro, Adolf Hitler invade os Países Baixos e a Bélgica. Ao longo do ano seguinte, a Alemanha nazi bombardeia Inglaterra com uma intensidade inédita. Acossado, o "Velho Leão" tenta preservar, a todo o custo, o moral do seu povo… e convencer o presidente Roosevelt de que é do interesse dos Estados Unidos entrar na guerra. Se durante este período a vida pública de Churchill é simplesmente caótica, a sua vida privada não está melhor. Ele e Clementine, a sua mulher, confrontam-se com uma filha rebelde que não aceita a autoridade deles, e o filho, Randolph, debate-se com o adultério da mulher. A partir de numerosos documentos inéditos - dos diários íntimos dos protagonistas a documentos confidenciais recentemente desclassificados - Erik Larson devolve à política a sua dignidade, fazendo-nos viver ao lado de Churchill num ano absolutamente excecional. Seja no 10 de Downing Street ou na sua residência privada, este homem de recursos inesgotáveis, e sempre surpreendente, dará provas de liderança fora do comum, que lhe permitirá manter todo um país - e a sua uma família - unidos.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
Um brasileiro torna-viagem mandou construir um palacete à Junqueira, em Lisboa, em 1889, para nele instalar a numerosa prole que não cessou também de aumentar fora de casa. O edifício - abandonado pelos anos 1950 e ocupado na sequência da revolução de abril de 1974 - está hoje transformado num condomínio de luxo onde moram Pedro e Júlia, um jovem casal de economistas. É pela voz de Júlia - curiosa sobre o passado da casa -, mas também da sua cunhada Sofia, do namorado desta e de outros narradores, que vamos conhecendo não só as histórias das próprias personagens, mas também as que elas vão gradualmente descobrindo: a do republicano José Anastácio, o primeiro proprietário do palacete; e a do pai de Pedro e de Sofia, maoista em tempos da Revolução de 1974 e empresário de sucesso muitos anos depois. Inteligente, divertido e cheio de surpresas, este romance - finalista do Prémio LeYa em 2021 - toma as décadas anteriores à implantação da República, os anos da Revolução de Abril e os tempos atuais como contexto e cenário, para nos oferecer um retrato breve e irónico de algumas elites portuguesas, desde finais do século XIX até aos nossos dias.
Sinopse:
Um brasileiro torna-viagem mandou construir um palacete à Junqueira, em Lisboa, em 1889, para nele instalar a numerosa prole que não cessou também de aumentar fora de casa. O edifício - abandonado pelos anos 1950 e ocupado na sequência da revolução de abril de 1974 - está hoje transformado num condomínio de luxo onde moram Pedro e Júlia, um jovem casal de economistas. É pela voz de Júlia - curiosa sobre o passado da casa -, mas também da sua cunhada Sofia, do namorado desta e de outros narradores, que vamos conhecendo não só as histórias das próprias personagens, mas também as que elas vão gradualmente descobrindo: a do republicano José Anastácio, o primeiro proprietário do palacete; e a do pai de Pedro e de Sofia, maoista em tempos da Revolução de 1974 e empresário de sucesso muitos anos depois. Inteligente, divertido e cheio de surpresas, este romance - finalista do Prémio LeYa em 2021 - toma as décadas anteriores à implantação da República, os anos da Revolução de Abril e os tempos atuais como contexto e cenário, para nos oferecer um retrato breve e irónico de algumas elites portuguesas, desde finais do século XIX até aos nossos dias.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
O snob caracterizado neste livro é alguém pobre ou rico, de condição social elevada - ou que assim se considera -, pertencente à alta sociedade e com raízes na nobreza, a quem qualquer outra forma de estar pode causar reserva, enfado ou desdém, e cujos hábitos, predilecções, comportamento e léxico se constituem por um conjunto de regras e códigos vitalícios muito exclusivos, imediatamente reconhecidos pelos pares, que podem abespinhar outras «tribos» pela presunção de excelência. Em Portugal, como em todo o mundo, o grupo é fechado, sóbrio e discreto, situando-se nos antípodas, por exemplo, do jet set, de que em regra se demarca, horrorizado pelo espalhafato da sua conduta, a vulgaridade do seu gosto e o alarde dos seus bens. Para caracterizar o exemplar português, a escritora Rita Ferro, criada nos mesmos ambientes e sempre provocadora, oferece-nos agora um retrato cirúrgico de como fala e se comporta um verdadeiro snob, sob a forma de um dicionário, ilustrado por Sérgio Condeço, revelando os segredos e mistérios de um tipo de vida que sobrevive, quase incólume, a toda a modernidade.
Sinopse:
O snob caracterizado neste livro é alguém pobre ou rico, de condição social elevada - ou que assim se considera -, pertencente à alta sociedade e com raízes na nobreza, a quem qualquer outra forma de estar pode causar reserva, enfado ou desdém, e cujos hábitos, predilecções, comportamento e léxico se constituem por um conjunto de regras e códigos vitalícios muito exclusivos, imediatamente reconhecidos pelos pares, que podem abespinhar outras «tribos» pela presunção de excelência. Em Portugal, como em todo o mundo, o grupo é fechado, sóbrio e discreto, situando-se nos antípodas, por exemplo, do jet set, de que em regra se demarca, horrorizado pelo espalhafato da sua conduta, a vulgaridade do seu gosto e o alarde dos seus bens. Para caracterizar o exemplar português, a escritora Rita Ferro, criada nos mesmos ambientes e sempre provocadora, oferece-nos agora um retrato cirúrgico de como fala e se comporta um verdadeiro snob, sob a forma de um dicionário, ilustrado por Sérgio Condeço, revelando os segredos e mistérios de um tipo de vida que sobrevive, quase incólume, a toda a modernidade.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
O mundo moderno é construído sobre matérias-primas - desde o combustível que alimenta os nossos carros até aos metais que permitem fazer as baterias dos nossos smartphones. Raramente paramos para pensar de onde é que eles vêm. Mas devíamos. Em "O Mundo à Venda", Javier Blas e Jack Farchy, dois jornalistas de renome levantam o véu sobre os cantos menos escrutinados da economia do mundo: o trabalho de negociantes de matérias-primas bilionários que compram, acumulam e vendem os recursos do planeta. É a história de como um grupo de homens de negócios aventureiros se tornou uma ferramenta indispensável nos mercados globais: permitindo uma enorme expansão no comércio internacional, e ligando países ricos em recursos - independentemente de serem corruptos ou estarem envoltos em guerras - com os centros financeiros de mundo. E é a história de como alguns comerciantes adquiriram poder político incalculável, mesmo debaixo do nariz de entidades reguladoras e de políticos - ajudando Saddam Hussein a vender o seu petróleo; alimentando o exército rebelde líbio durante a Primavera Árabe; e levando dinheiro ao Kremlin de Vladimir Putin, apesar das sanções ocidentais. O resultado é uma viagem esclarecedora através das fronteiras mais selvagens da economia global, assim como um guia revelador de como o capitalismo realmente funciona.
Sinopse:
O mundo moderno é construído sobre matérias-primas - desde o combustível que alimenta os nossos carros até aos metais que permitem fazer as baterias dos nossos smartphones. Raramente paramos para pensar de onde é que eles vêm. Mas devíamos. Em "O Mundo à Venda", Javier Blas e Jack Farchy, dois jornalistas de renome levantam o véu sobre os cantos menos escrutinados da economia do mundo: o trabalho de negociantes de matérias-primas bilionários que compram, acumulam e vendem os recursos do planeta. É a história de como um grupo de homens de negócios aventureiros se tornou uma ferramenta indispensável nos mercados globais: permitindo uma enorme expansão no comércio internacional, e ligando países ricos em recursos - independentemente de serem corruptos ou estarem envoltos em guerras - com os centros financeiros de mundo. E é a história de como alguns comerciantes adquiriram poder político incalculável, mesmo debaixo do nariz de entidades reguladoras e de políticos - ajudando Saddam Hussein a vender o seu petróleo; alimentando o exército rebelde líbio durante a Primavera Árabe; e levando dinheiro ao Kremlin de Vladimir Putin, apesar das sanções ocidentais. O resultado é uma viagem esclarecedora através das fronteiras mais selvagens da economia global, assim como um guia revelador de como o capitalismo realmente funciona.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
Claudia tem nove anos e é filha única. A sua vida gira à volta da mãe homónima, já que o pai - com idade para ser seu avô - passa os dias no supermercado que gere com a irmã, casada às escondidas com um tipo muito mais novo. Quando, porém, uma centelha de aventura parece disparar entre este rapaz e a jovem mãe de Claudia, a crise familiar instala-se abruptamente e mergulha a Claudia adulta numa depressão profunda, durante a qual se mete na cama a ler revistas, comentando com a filha como as mortes de Grace Kelly e Natalie Wood não podem ter sido senão suicídios. E, quanto mais a pequena Claudia precisa de esperança, mais a mãe lhe cria temores que a empurram para o abismo, donde nem as bonecas regressam. Tomando como cenário um mundo em que as mulheres não conseguem escapar a casamentos impostos e prisões domésticas, esta é a história inquietante de como uma criança assume as revelações da mãe e os silêncios do pai para construir o seu próprio mundo, sem saber que, apesar de continuarem todos juntos, a família já ruiu há uma eternidade. Depois do sucesso internacional de A Cadela, publicado nesta mesma coleção, a escritora colombiana Pilar Quintana consolida com Os Abismos - vencedor do Prémio Alfaguara de Romance de 2021 - o lugar de destaque que conquistou nas letras hispano-americanas.
Sinopse:
Claudia tem nove anos e é filha única. A sua vida gira à volta da mãe homónima, já que o pai - com idade para ser seu avô - passa os dias no supermercado que gere com a irmã, casada às escondidas com um tipo muito mais novo. Quando, porém, uma centelha de aventura parece disparar entre este rapaz e a jovem mãe de Claudia, a crise familiar instala-se abruptamente e mergulha a Claudia adulta numa depressão profunda, durante a qual se mete na cama a ler revistas, comentando com a filha como as mortes de Grace Kelly e Natalie Wood não podem ter sido senão suicídios. E, quanto mais a pequena Claudia precisa de esperança, mais a mãe lhe cria temores que a empurram para o abismo, donde nem as bonecas regressam. Tomando como cenário um mundo em que as mulheres não conseguem escapar a casamentos impostos e prisões domésticas, esta é a história inquietante de como uma criança assume as revelações da mãe e os silêncios do pai para construir o seu próprio mundo, sem saber que, apesar de continuarem todos juntos, a família já ruiu há uma eternidade. Depois do sucesso internacional de A Cadela, publicado nesta mesma coleção, a escritora colombiana Pilar Quintana consolida com Os Abismos - vencedor do Prémio Alfaguara de Romance de 2021 - o lugar de destaque que conquistou nas letras hispano-americanas.
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Edição: Setembro 2022
Sinopse:
"Desde o Ultimato de 1890, a defesa do Ultramar era uma constante da política portuguesa. Atravessara intacta as últimas décadas da monarquia e toda a época conturbada da Primeira República. Para os ideólogos do Estado Novo, formados no culto da Nação, proteger esse legado sagrado tornara-se a razão de ser do regime. Alienar qualquer parte do que consideravam ser o território nacional parecia-lhes um sacrilégio. Para esses, o regime representava a própria emanação da pátria e do seu destino histórico. Para os outros era apenas a situação, que garantia a tranquila existência das elites e a preservação dos seus privilégios. A defesa das colónias e a defesa do regime tornaram-se consubstanciais. Não era possível desistir de uma sem abandonar a outra. Para Salazar, abdicar de qualquer parcela do território nacional era impensável. Marcelo Caetano, quando chegou ao poder em 1968, teve a oportunidade de procurar uma saída para uma situação de impasse que já se tornara notória. Ainda hoje é difícil explicar porque não o tentou." - Bernardo Futscher Pereira
Sinopse:
"Desde o Ultimato de 1890, a defesa do Ultramar era uma constante da política portuguesa. Atravessara intacta as últimas décadas da monarquia e toda a época conturbada da Primeira República. Para os ideólogos do Estado Novo, formados no culto da Nação, proteger esse legado sagrado tornara-se a razão de ser do regime. Alienar qualquer parte do que consideravam ser o território nacional parecia-lhes um sacrilégio. Para esses, o regime representava a própria emanação da pátria e do seu destino histórico. Para os outros era apenas a situação, que garantia a tranquila existência das elites e a preservação dos seus privilégios. A defesa das colónias e a defesa do regime tornaram-se consubstanciais. Não era possível desistir de uma sem abandonar a outra. Para Salazar, abdicar de qualquer parcela do território nacional era impensável. Marcelo Caetano, quando chegou ao poder em 1968, teve a oportunidade de procurar uma saída para uma situação de impasse que já se tornara notória. Ainda hoje é difícil explicar porque não o tentou." - Bernardo Futscher Pereira
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Edição: Agosto 2022
Sinopse:
Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia do Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas?
Sinopse:
Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia do Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas?
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Edição: Agosto 2022
Sinopse:
O golpe de uma vida junta duas mulheres totalmente diferentes neste thriller sobre ganãncia, legado e traição que não se consegue largar. Um romance incontornável para as fãs de Big Little Lies. Nina acreditava que o seu chique curso de artes liberais conduziria a uma carreira gratificante. Quando esse sonho colapsou, começou, com a ajuda do seu namorado irlandês, Lachlan, a roubar miúdos ricos em Los Angeles. Nina aprendeu com a melhor mestre: a sua mãe foi a vigarista original, fazendo de tudo para dar à filha uma infância decente apesar da sua vida tumultuosa. Mas, quando a mãe fica doente, Nina fará de tudo para a ajudar, mesmo que isso signifique criar o mais audacioso e perigoso golpe da sua vida. Vanessa é uma jovem herdeira privilegiada que queria deixar a sua marca no mundo. Em vez disso, torna-se uma influencer - viajando pelo mundo, recebendo roupas e produtos, e posando para fotos em lugares exóticos. Mas, por detrás da cobiçada fachada, está uma vida marcada pela tragédia. Depois de um noivado falhado, Vanessa retira-se para Stonehaven, a extensa propriedade de montanha da família: uma mansão que encerra segredos sombrios, não só do passado de Vanessa mas também sobre uma rapariga perdida e perturbada chamada Nina. É nas margens do lago Tahoe que os caminhos de Nina, Vanessa e Lachlan colidem, levando as suas vidas entrelaçadas para um inverno de aspirações e desejo, duplicidade e vingança.
Sinopse:
O golpe de uma vida junta duas mulheres totalmente diferentes neste thriller sobre ganãncia, legado e traição que não se consegue largar. Um romance incontornável para as fãs de Big Little Lies. Nina acreditava que o seu chique curso de artes liberais conduziria a uma carreira gratificante. Quando esse sonho colapsou, começou, com a ajuda do seu namorado irlandês, Lachlan, a roubar miúdos ricos em Los Angeles. Nina aprendeu com a melhor mestre: a sua mãe foi a vigarista original, fazendo de tudo para dar à filha uma infância decente apesar da sua vida tumultuosa. Mas, quando a mãe fica doente, Nina fará de tudo para a ajudar, mesmo que isso signifique criar o mais audacioso e perigoso golpe da sua vida. Vanessa é uma jovem herdeira privilegiada que queria deixar a sua marca no mundo. Em vez disso, torna-se uma influencer - viajando pelo mundo, recebendo roupas e produtos, e posando para fotos em lugares exóticos. Mas, por detrás da cobiçada fachada, está uma vida marcada pela tragédia. Depois de um noivado falhado, Vanessa retira-se para Stonehaven, a extensa propriedade de montanha da família: uma mansão que encerra segredos sombrios, não só do passado de Vanessa mas também sobre uma rapariga perdida e perturbada chamada Nina. É nas margens do lago Tahoe que os caminhos de Nina, Vanessa e Lachlan colidem, levando as suas vidas entrelaçadas para um inverno de aspirações e desejo, duplicidade e vingança.
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Edição: Agosto 2022
Sinopse:
No momento em que Rhys vê Joan no mercado a vender as suas delicadas peças de cerâmica, sente-se enfeitiçado. Não podia imaginar que, poucos dias depois, viria a salvar a mesma jovem da tortura de um povo impiedoso, disposto a castigá-la por um crime que não cometeu. Com ternura, cuida das feridas do seu corpo e da sua alma, e vontade não lhe falta de fazer muito mais… Joan não lhe revela que em tempos viveu uma vida mais próspera. Por força das circunstâncias, trabalha agora às ordens de um amo, mas não desistiu de vingar os crimes que arruinaram a sua família. Quando descobre que Rhys se encontrou com o seu empregador e comprou o seu contrato de aprendiza, Joan fica furiosa, mas está decidida a não sucumbir aos encantos do belo homem. O seu corpo, porém, pede o contrário… conseguirá ela evitar ser subjugada pelo forte desejo que sente?
Sinopse:
No momento em que Rhys vê Joan no mercado a vender as suas delicadas peças de cerâmica, sente-se enfeitiçado. Não podia imaginar que, poucos dias depois, viria a salvar a mesma jovem da tortura de um povo impiedoso, disposto a castigá-la por um crime que não cometeu. Com ternura, cuida das feridas do seu corpo e da sua alma, e vontade não lhe falta de fazer muito mais… Joan não lhe revela que em tempos viveu uma vida mais próspera. Por força das circunstâncias, trabalha agora às ordens de um amo, mas não desistiu de vingar os crimes que arruinaram a sua família. Quando descobre que Rhys se encontrou com o seu empregador e comprou o seu contrato de aprendiza, Joan fica furiosa, mas está decidida a não sucumbir aos encantos do belo homem. O seu corpo, porém, pede o contrário… conseguirá ela evitar ser subjugada pelo forte desejo que sente?
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
Será possível alcançar a paz, mudando mentalidades, ordem geopolítica e crenças? Um livro mais atual que nunca! Publicado originalmente em 1940, A Nova Ordem Mundial, do prolífico e premiado autor H. G. Wells, trouxe à luz nessa altura, como o faz agora, várias questões geopolíticas, sociais e humanas. Neste livro encontramos as fascinantes reflexões de H. G. Wells sobre a Nova Ordem Mundial, abrindo a discussão sobre quais as condições para a alcançar, o que cada um de nós pode e deve fazer para que se concretize e o que realmente significa paz no mundo. Esta maravilhosa obra-prima da teoria especulativa vai atrair seguidores das obras seminais de Wells, bem como aqueles que se interessam pelas várias teorias sobre o futuro da humanidade. "A Nova Ordem Mundial" trata-se de uma cartilha sobre o mundo vindouro. Que pode seguir um caminho pacífico ou ser uma Nova Ordem Mundial como aquela imaginada por Napoleão, Adolf Hitler e tantos outros líderes totalitários. Segundo Wells a liberdade do mundo pode estar em perigo e os leitores precisam de estar conscientes destes movimentos históricos.
Sinopse:
Será possível alcançar a paz, mudando mentalidades, ordem geopolítica e crenças? Um livro mais atual que nunca! Publicado originalmente em 1940, A Nova Ordem Mundial, do prolífico e premiado autor H. G. Wells, trouxe à luz nessa altura, como o faz agora, várias questões geopolíticas, sociais e humanas. Neste livro encontramos as fascinantes reflexões de H. G. Wells sobre a Nova Ordem Mundial, abrindo a discussão sobre quais as condições para a alcançar, o que cada um de nós pode e deve fazer para que se concretize e o que realmente significa paz no mundo. Esta maravilhosa obra-prima da teoria especulativa vai atrair seguidores das obras seminais de Wells, bem como aqueles que se interessam pelas várias teorias sobre o futuro da humanidade. "A Nova Ordem Mundial" trata-se de uma cartilha sobre o mundo vindouro. Que pode seguir um caminho pacífico ou ser uma Nova Ordem Mundial como aquela imaginada por Napoleão, Adolf Hitler e tantos outros líderes totalitários. Segundo Wells a liberdade do mundo pode estar em perigo e os leitores precisam de estar conscientes destes movimentos históricos.
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
A longa e aterradora lista de uso de venenos letais por parte da Rússia contra os seus críticos inspirou o aclamado autor Sergei Lebedev a escrever este romance. Partindo da Primeira Guerra Mundial, e percorrendo várias décadas, Lebedev analisa o como e o porquê de a Rússia e a União Soviética terem desenvolvido neurotoxinas terríveis. No centro da história encontramos o professor Kalitin, um químico implacável obcecado em desenvolver um veneno absolutamente mortal e indetetável, para o qual não existe antídoto. Porém, Kalitin é consumido pela culpa das diversas mortes que resultam do seu pacto faustiano para criar o veneno perfeito. Quando a União Soviética entra em colapso, o cientista foge do país e é-lhe dada uma nova identidade na Europa Ocidental, mas com ele leva um frasco do seu excecional veneno… Neste romance de ritmo acelerado, que rompe com as barreiras dos géneros literários, Lebedev tece páginas de suspense numa belíssima prosa que explora as trajetórias históricas do mal. Desde os laboratórios nazis e das conspirações estalinistas, passando pelas guerras da Chechénia, até à Rússia dos dias de hoje, Lebedev questiona as responsabilidades éticas dos cientistas que fornecem aos tiranos e autocratas modernos instrumentos cada vez mais inovadores de retaliação, destruição e controlo.
Sinopse:
A longa e aterradora lista de uso de venenos letais por parte da Rússia contra os seus críticos inspirou o aclamado autor Sergei Lebedev a escrever este romance. Partindo da Primeira Guerra Mundial, e percorrendo várias décadas, Lebedev analisa o como e o porquê de a Rússia e a União Soviética terem desenvolvido neurotoxinas terríveis. No centro da história encontramos o professor Kalitin, um químico implacável obcecado em desenvolver um veneno absolutamente mortal e indetetável, para o qual não existe antídoto. Porém, Kalitin é consumido pela culpa das diversas mortes que resultam do seu pacto faustiano para criar o veneno perfeito. Quando a União Soviética entra em colapso, o cientista foge do país e é-lhe dada uma nova identidade na Europa Ocidental, mas com ele leva um frasco do seu excecional veneno… Neste romance de ritmo acelerado, que rompe com as barreiras dos géneros literários, Lebedev tece páginas de suspense numa belíssima prosa que explora as trajetórias históricas do mal. Desde os laboratórios nazis e das conspirações estalinistas, passando pelas guerras da Chechénia, até à Rússia dos dias de hoje, Lebedev questiona as responsabilidades éticas dos cientistas que fornecem aos tiranos e autocratas modernos instrumentos cada vez mais inovadores de retaliação, destruição e controlo.
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
Quando John Adderley, agente infiltrado do FBI, acorda numa cama de hospital, em Baltimore, vítima de múltiplos ferimentos de bala, sabe que foi uma sorte ter sobrevivido. Mas então avista, numa cama próxima, o homem que apenas há vinte e quatro horas lhe apontou uma arma à cabeça. Dez anos antes, em Karlstad, na Suécia, Emelie Bjurwall, a jovem herdeira da multinacional de vestuário AckWe, desapareceu e os pais temem que tenha sido raptada. Após a descoberta de vestígios de sangue e sémen numa rocha à beira de água, a polícia local detém um miúdo de dezanove anos oriundo de uma família pobre. Este, contudo, nega as acusações e, uma vez que o corpo de Emelie nunca foi encontrado, o processo acaba por não ir por diante. De novo no presente, o dossiê do mediático caso de Emelie chega às mãos do agente Adderley, que decide por fim regressar à Suécia - de onde saiu ainda muito jovem -, tão depressa tenha testemunhado contra o cartel de droga que ajudou a desmantelar na sua qualidade de agente infiltrado. Com uma nova identidade e em regime de proteção de testemunhas, Adderley é integrado na polícia de Karlstad. Está decidido a resolver o caso de Emelie, mas, ao mesmo tempo, tem consciência de que o cartel lhe pôs a cabeça a prémio e que o castigo para a sua traição é a morte… Lista de Desejos é o emocionante romance de estreia da dupla Peter Mohlin e Peter Nyström, que dá início a uma notável série nórdica protagonizada por um agente sueco-americano do FBI. À semelhança dos melhores escritores do género, como Henning Mankell ou Jo Nesbø, Mohlin e Nyström combinam uma poderosíssima história policial com um romance de grande riqueza e profundidade psicológica, criando assim uma obra a que nenhum leitor consegue resistir.
Sinopse:
Quando John Adderley, agente infiltrado do FBI, acorda numa cama de hospital, em Baltimore, vítima de múltiplos ferimentos de bala, sabe que foi uma sorte ter sobrevivido. Mas então avista, numa cama próxima, o homem que apenas há vinte e quatro horas lhe apontou uma arma à cabeça. Dez anos antes, em Karlstad, na Suécia, Emelie Bjurwall, a jovem herdeira da multinacional de vestuário AckWe, desapareceu e os pais temem que tenha sido raptada. Após a descoberta de vestígios de sangue e sémen numa rocha à beira de água, a polícia local detém um miúdo de dezanove anos oriundo de uma família pobre. Este, contudo, nega as acusações e, uma vez que o corpo de Emelie nunca foi encontrado, o processo acaba por não ir por diante. De novo no presente, o dossiê do mediático caso de Emelie chega às mãos do agente Adderley, que decide por fim regressar à Suécia - de onde saiu ainda muito jovem -, tão depressa tenha testemunhado contra o cartel de droga que ajudou a desmantelar na sua qualidade de agente infiltrado. Com uma nova identidade e em regime de proteção de testemunhas, Adderley é integrado na polícia de Karlstad. Está decidido a resolver o caso de Emelie, mas, ao mesmo tempo, tem consciência de que o cartel lhe pôs a cabeça a prémio e que o castigo para a sua traição é a morte… Lista de Desejos é o emocionante romance de estreia da dupla Peter Mohlin e Peter Nyström, que dá início a uma notável série nórdica protagonizada por um agente sueco-americano do FBI. À semelhança dos melhores escritores do género, como Henning Mankell ou Jo Nesbø, Mohlin e Nyström combinam uma poderosíssima história policial com um romance de grande riqueza e profundidade psicológica, criando assim uma obra a que nenhum leitor consegue resistir.
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
Em 1968, o chancelar alemão Kurt Georg Kiesinger foi esbofeteado em público, perante as câmaras de televisão, por uma jovem e atraente caçadora de nazis chamada Beate Klarsfeld. O momento seria o princípio do fim da carreira de um dos muitos cúmplices de Adolf Hitler que, apesar do seu currículo maldito, triunfaram de forma retumbante no pós-guerra. Mas ao contrário de Kiesinger, denunciado nesse instante de vergonha pelos seus antecedentes sombrios, muitos outros destacados nazis mantiveram-se impunes e não encontraram obstáculos à sua ascensão, fosse na própria Alemanha, fosse em países vencedores do conflito como os Estados Unidos. Reinhard Gehlen, criminoso de guerra e responsável pela inteligência militar na frente leste, fundou e dirigiu os serviços secretos da República Federal Alemã. Adolf Heusinger, chefe de operações no alto comando das forças armadas de Hitler, alcançou a presidência do comité militar da NATO. Ernst Achenbach, grande angariador de fundos para o Partido Nacional Socialista e organizador do saque à economia da França sob ocupação, esteve à frente da comissão dos Negócios Estrangeiros do parlamento germânico e chegou até a ser indicado para comissário europeu. Rudolf Diels, primeiro chefe da Gestapo, membro das SS e figura envolvida no incêndio do Reichstag em 1933, acontecimento decisivo para consolidar o poder nazi, foi contratado pela CIA como caçador de comunistas. Otto Skorzeny, protagonista de numerosas operações especiais rocambolescas, entre as quais o rapto de Mussolini de uma fortaleza inexpugnável, tornou-se espião ao serviço de Israel, personificando uma das reviravoltas mais insólitas e irónicas deste conjunto de figuras. E há ainda os casos de Albert Speer, Wernher von Braun e Friedrich Paulus, entre outros militares, políticos e espiões que ocultaram o seu currículo manchado de sangue para renascer das cinzas do Terceiro Reich ou que, bem pelo contrário, se serviram precisamente da experiência adquirida no regime nazi para triunfar num tempo que estende os seus tentáculos até aos dias hoje, de forma frequentemente inesperada… Éric Branca, jornalista e historiador francês, desmonta de forma implacável o percurso de uma galeria de personagens negras nesta saga que se lê com sofreguidão.
Sinopse:
Em 1968, o chancelar alemão Kurt Georg Kiesinger foi esbofeteado em público, perante as câmaras de televisão, por uma jovem e atraente caçadora de nazis chamada Beate Klarsfeld. O momento seria o princípio do fim da carreira de um dos muitos cúmplices de Adolf Hitler que, apesar do seu currículo maldito, triunfaram de forma retumbante no pós-guerra. Mas ao contrário de Kiesinger, denunciado nesse instante de vergonha pelos seus antecedentes sombrios, muitos outros destacados nazis mantiveram-se impunes e não encontraram obstáculos à sua ascensão, fosse na própria Alemanha, fosse em países vencedores do conflito como os Estados Unidos. Reinhard Gehlen, criminoso de guerra e responsável pela inteligência militar na frente leste, fundou e dirigiu os serviços secretos da República Federal Alemã. Adolf Heusinger, chefe de operações no alto comando das forças armadas de Hitler, alcançou a presidência do comité militar da NATO. Ernst Achenbach, grande angariador de fundos para o Partido Nacional Socialista e organizador do saque à economia da França sob ocupação, esteve à frente da comissão dos Negócios Estrangeiros do parlamento germânico e chegou até a ser indicado para comissário europeu. Rudolf Diels, primeiro chefe da Gestapo, membro das SS e figura envolvida no incêndio do Reichstag em 1933, acontecimento decisivo para consolidar o poder nazi, foi contratado pela CIA como caçador de comunistas. Otto Skorzeny, protagonista de numerosas operações especiais rocambolescas, entre as quais o rapto de Mussolini de uma fortaleza inexpugnável, tornou-se espião ao serviço de Israel, personificando uma das reviravoltas mais insólitas e irónicas deste conjunto de figuras. E há ainda os casos de Albert Speer, Wernher von Braun e Friedrich Paulus, entre outros militares, políticos e espiões que ocultaram o seu currículo manchado de sangue para renascer das cinzas do Terceiro Reich ou que, bem pelo contrário, se serviram precisamente da experiência adquirida no regime nazi para triunfar num tempo que estende os seus tentáculos até aos dias hoje, de forma frequentemente inesperada… Éric Branca, jornalista e historiador francês, desmonta de forma implacável o percurso de uma galeria de personagens negras nesta saga que se lê com sofreguidão.
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Edição: Julho 2022
Sinopse:
Emmett Watson cometeu um crime e pagou o preço. Tem 18 anos e acaba de ser libertado de um campo de trabalhos. Está a regressar à quinta onde cresceu, no Nebraska, onde vai buscar o irmão mais novo. Juntos vão fazer-se à estrada rumo à Califórnia, para fugir do passado e encontrar a mãe que os abandonou. O pai, que morreu entretanto, desgostoso e endividado, deixou-lhes apenas um magnífico carro. Mas o destino intervém. E no dia aprazado para a partida o carro desaparece, levado por dois rapazes que tinham fugido do reformatório. Agora, Emmett e Billy têm de caminhar no sentido inverso, rumo a Nova Iorque. Aquilo que prometia ser um romance on the road torna-se outra coisa e essa é apenas a primeira surpresa que nos reserva Amor Towles.
Sinopse:
Emmett Watson cometeu um crime e pagou o preço. Tem 18 anos e acaba de ser libertado de um campo de trabalhos. Está a regressar à quinta onde cresceu, no Nebraska, onde vai buscar o irmão mais novo. Juntos vão fazer-se à estrada rumo à Califórnia, para fugir do passado e encontrar a mãe que os abandonou. O pai, que morreu entretanto, desgostoso e endividado, deixou-lhes apenas um magnífico carro. Mas o destino intervém. E no dia aprazado para a partida o carro desaparece, levado por dois rapazes que tinham fugido do reformatório. Agora, Emmett e Billy têm de caminhar no sentido inverso, rumo a Nova Iorque. Aquilo que prometia ser um romance on the road torna-se outra coisa e essa é apenas a primeira surpresa que nos reserva Amor Towles.
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Edição: Junho 2022
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
Sinopse:
À medida que avançamos pelo século asiático adentro, prestamos cada vez mais atenção à China - a superpotência económica, a sociedade em rapidíssima modernização, o jogador geopolítico crescentemente assertivo. Para irmos além dos chavões sobre esta antiga e prestigiada nação, devemos conhecer o seu passado vibrante e tumultuoso - uma história repleta de personagens fascinantes, de celeumas filosóficas e de golpes palacianos, de conflitos militares e de tumultos sociais, invenções artísticas e inovações tecnológicas. "A Mais Breve História da China" conta o caminho percorrido por este país, desde as suas origens tribais e eras imperiais até ao Partido Comunista liderado no presente por Xi Jinping - incluindo as pouco conhecidas histórias das mulheres chinesas que se distinguiram, e os espetros da corrupção e da desunião que continuam, ainda hoje, a ensombrar a República Popular. Uma talentosa escritora e historiadora rigorosa, a sinóloga Linda Jaivin resume, de forma magistral, o percurso desta civilização e o seu presente poder global num livro de leitura indispensável.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
Sinopse:
Na Primavera de 1839, o Reino Unido invadiu o Afeganistão pela primeira vez. Aproximadamente 20000 soldados submeteram o país e repuseram Shah Shuja ul-Mulk no trono. Mas, passados dois anos da ocupação, o povo afegão aderiu à chamada para a jihad e rebelou-se com grande violência. As tropas britânicas recuaram para as montanhas enfrentando ventos gelados e foram derrotados pelas tribos afegãs - foi a maior humilhação militar britânica do século XIX. Recorrendo a uma série de fontes históricas afegãs e indianas esquecidas, a magistral narração de William Dalrymple do maior desastre imperial britânico é uma poderosa parábola da ambição colonial e de choque cultural, de loucura e de húbris. "O Regresso de um Rei" é história na sua forma mais urgente e importante.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
Sinopse:
Num Mundo onde as sociedades apregoam, cada vez mais, a igualdade social, a Europa alberga dez monarquias, cujos chefes de Estado são soberanos hereditários. Ontem como hoje, o fascínio pelo universo dos reis e das rainhas, dos príncipes e das princesas continua bem vivo e as novas tecnologias vieram, ainda mais, incrementar o seu mediatismo. As casas reais souberam acompanhar a evolução dos tempos e aderiram às redes sociais, promovendo o seu trabalho (e o seu glamour). Paralelamente, os fãs desta instituição e destas personalidades também criaram perfis para enaltecer os royals. Quer isto dizer que o imaginário do sonho e dos contos de fadas continua, paradoxalmente, a existir hoje, porque a realeza é uma simbiose de passado e presente, de tradição e atualidade. "As Dez Monarquias da Europa" pretende dar a conhecer melhor os chefes de Estado destas casas reais e a forma como estas funcionam atualmente é o magno objetivo desta obra, pretendendo-se ainda traçar as crónicas de vida dos soberanos; as suas histórias de amor e casamentos; as suas coroações e investiduras no papel de soberanos; e, não menos importante, abordando também os filhos, que representam, afinal, a continuidade de uma instituição tão milenar quanto fascinante. Quem escolhe o monarca? Como funciona a instituição monárquica? Que está por trás deste fascínio pelo mais antigo e exclusivo clube do Mundo, ao qual só se pertence por nascimento ou casamento? Que alterações trouxe a chegada de uma nova geração de plebeus às cortes europeias? O que significa ser rei hoje? São algumas das questões a que esta obra pretende responder.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
Sinopse:
O liberalismo - o irmão de modos mais suaves em comparação com os mais ardentes nacionalismo e socialismo - nunca foi tão divisivo quanto hoje. No populismo de Putin, na administração Trump e nos governantes progressistas um pouco por todo o mundo, por vezes tem prosperado, outras vezes sucumbido, às políticas de identidade, ao autoritarismo, às redes sociais e a uma comunicação social cada vez mais fragilizada. Desde que surgiu após as guerras religiosas na Europa, que o liberalismo é atacado tanto por conservadores como por progressistas, tendo sido recentemente considerado uma doutrina obsoleta. Nesta brilhante e concisa exposição, Francis Fukuyama define os casos a favor e contra as premissas clássicas do liberalismo: o primado da lei, a independência do poder judicial, a prevalência dos meios em relação aos fins e, acima de tudo, a tolerância. Conciso, objectivo e sempre pertinente, esta é reflexão política no seu melhor.
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Edição: Maio 2022
Sinopse:
Em pleno século XVI - num período em que Portugal se cumpre como Império - a fortaleza da Torre de Belém torna-se palco de uma série de crimes insólitos e violentos. Acessível por mar e aparentemente inviolável, o monumento é o símbolo máximo da expansão do reino, mas, nos seus pequenos detalhes, parece anunciar também a sua queda... António de Mello, o jovem Ouvidor da Casa do Cível encarregado de investigar as ocorrências e descobrir o autor dos homicídios, debater-se-á entre os que atribuem as mortes à sanha do demónio e os que, observando as afinidades das vítimas, creem nos planos de uma seita que deplora as mudanças que se avizinham. Porém, em vez de soluções, encontrará cada vez mais obstáculos e a ideia de que, quanto mais avançar, mais tudo ficará na mesma. Num thriller absolutamente excecional pelo qual perpassam muitas personagens históricas - de Pedro Nunes a Garcia de Orta ou Damião de Góis -, bem como temas tão diversos como a Cabala, a Inquisição, a Astrologia ou a corrupção e os atos praticados em nome de Deus, Luísa Beltrão constrói uma teia exemplar na qual o leitor se enredará tanto como o protagonista para concluir que o passado, ao contrário do que frequentemente se pratica, tem de ser compreendido, e não julgado.
Sinopse:
Em pleno século XVI - num período em que Portugal se cumpre como Império - a fortaleza da Torre de Belém torna-se palco de uma série de crimes insólitos e violentos. Acessível por mar e aparentemente inviolável, o monumento é o símbolo máximo da expansão do reino, mas, nos seus pequenos detalhes, parece anunciar também a sua queda... António de Mello, o jovem Ouvidor da Casa do Cível encarregado de investigar as ocorrências e descobrir o autor dos homicídios, debater-se-á entre os que atribuem as mortes à sanha do demónio e os que, observando as afinidades das vítimas, creem nos planos de uma seita que deplora as mudanças que se avizinham. Porém, em vez de soluções, encontrará cada vez mais obstáculos e a ideia de que, quanto mais avançar, mais tudo ficará na mesma. Num thriller absolutamente excecional pelo qual perpassam muitas personagens históricas - de Pedro Nunes a Garcia de Orta ou Damião de Góis -, bem como temas tão diversos como a Cabala, a Inquisição, a Astrologia ou a corrupção e os atos praticados em nome de Deus, Luísa Beltrão constrói uma teia exemplar na qual o leitor se enredará tanto como o protagonista para concluir que o passado, ao contrário do que frequentemente se pratica, tem de ser compreendido, e não julgado.
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