9038 produtos
Ordenar por:
9038 produtos
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 240
Sinopse: Eduarda passou vários setembros numa aldeia esquecida do interior algarvio, na companhia dos avós. Dezasseis anos depois, procura refugiar-se para um fim de semana de reflexão. Profundamente desencantada com o rumo da sua vida, atreve-se a conectar-se com o amor de juventude. Será boa ideia revisitar o passado?
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 160
Sinopse: Julieta começa a esquecer. Primeiro são as palavras mais simples. Depois, as ruas do bairro onde sempre viveu, os nomes e aqueles que mais ama. Aos cinquenta e poucos anos, a sua memória desfaz-se lentamente, como uma fotografia antiga exposta ao sol. É pela voz de Sara, a neta que criou desde a morte trágica dos pais, que acompanhamos esta despedida silenciosa. Enquanto a mente da avó se apaga, Sara é obrigada a crescer depressa demais. Aos dezoito anos, troca sonhos por turnos numa loja que detesta e dias livres por noites de cuidado. Quando a melhor amiga parte para a faculdade, a solidão instala-se e o futuro parece suspenso entre a culpa e o dever. Entre lembranças que se desvanecem e afetos que resistem, «O Que Resta» é um romance comovente sobre o amor que permanece quando a memória falha e sobre a difícil aprendizagem de deixar ir sem deixar de amar.
Edição: Mai 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Anabela Mota Ribeiro regressa à ficção, com um romance incandescente que interpela o dito e o não-dito é a confirmação do seu nome entre os melhores da ficção portuguesa atual. Ao desmanchar a casa do pai após a sua morte, Conceição, a filha de um renomado psicanalista, encontra novos cadernos de uma paciente, escritora e estudiosa da obra de Machado de Assis. Neles reconhece um espelho do seu luto: também Ester enfrenta a orfandade, mas de uma mãe viva, em coma. No hospital, Ester lê alto os seus escritos, como quem faz uma leitura de si própria. Nada, contudo, que a mãe possa receber; não só por estar em coma, mas porque a filha se lhe tornou uma estranha mais, uma estrangeira, uma trânsfuga. Esta partilha recorrente é uma viagem ao seu começo e ao seu fim (o presépio, o cemitério), identifica uma genealogia e o que esta implica de familiaridade e incompreensão, desvela uma condição de deslibido, isto é, sem amor pela vida e sem desejo sexual. Percorre e narra os labirintos da memória, num movimento ora dispersivo (mergulhando no inconsciente e no onírico), ora agregador no regresso à ideia de casa que é o corpo, que é o mundo.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Uma menina vai viver com pais adotivos numa quinta na zona rural da Irlanda sem saber quando regressará. Numa casa desconhecida, de gente estranha, encontra um calor e uma afeição que não sabia existirem e começa lentamente a florescer. Até que a revelação de um segredo a faz compreender a fragilidade da sua vida.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Hamnet" é um romance sobre o filho de Shakespeare. Mas esse é apenas o ponto de partida para Maggie O’Farrell construir uma obra actual, que interroga a origem da dor e envereda por caminhos menos conhecidos do amor e da maternidade. Numa narrativa que mistura realidade e ficção, a autora irlandesa cria uma das mais importantes obras literárias deste início do século XXI.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Orwell e o seu 1984 entraram na casa do cidadão e no mundo dos Estados, e não saíram de lá. Nada é não-político, e foi esta pontaria no diagnóstico que tornou mítico este livro. (…) O que Orwell mostrou e previu foi este estado de permanente vigilância: o cidadão que vigia um outro — em perseguições individuais em redes sociais — e a vigilância feita por empresas ou Estados cumprem um programa que muitos pensadores previram e que Orwell conseguiu narrar." (Do Prefácio de Gonçalo M. Tavares)
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Adela Quested chegou à cidade indiana de Chandrapore para casar. Acompanhada pela Sr.a Moore, tornam-se amigas do Dr. Aziz, que se oferece para lhes mostrar as Grutas Marabar.Mas quando exploram as grutas ocorre um acidente, e Aziz é acusado e detido. Enquanto o médico aguarda julgamento, a opi- nião dos britânicos e dos súbditos indianos divide-se entre a sua culpa e inocência, e as tensões surgidas ameaçam transformar-se em violência. «Um dos romancistas ingleses mais estimados do seu tempo.» The Times «De uma enorme mestria.» Anita Desai
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Uma poeta, na sua primeira festa literária em território inóspito, é resgatada por um colunista de jornal, acabando por partir numa incursão pelo continente que a leva a um inesperado encontro. Um jovem soldado, ao regressar da Segunda Guerra Mundial para os braços da sua noiva, sai na estação de comboio anterior à sua, encontrando numa quinta uma mulher com quem começa nova vida. Uma jovem mantém um caso com um advogado casado, contratado pelo seu pai para gerir os seus bens. Quando é descoberta, encontra uma forma surpreendente de lidar com a chantagista. Uma rapariga que sofre de insónias imagina, noite após noite, que assassina a irmã mais nova. Uma mãe resgata a sua filha no exacto momento em que uma mulher tresloucada invade o seu quintal. "Quem é capaz de dizer a um poeta a coisa perfeita acerca da sua poesia? E sem uma palavra a mais ou a menos, apenas o suficiente." Alice Munro, "Dolly", in "Amada Vida"
Nº Páginas: 468
Sinopse:
Raskólnikov, um estudante pobre e desesperado, vagueia pelos bairros degradados de São Petersburgo e comete um assassínio. A vítima é uma velha usurária. Raskólnikov imagina-se um grande homem, agindo por uma causa que está para além das convenções da lei moral e o coloca acima do comum dos mortais. O seu acto é praticado com uma mistura de sangue frio e exaltado misticismo. Mas quando inicia um jogo do gato e do rato com um polícia, Raskólnikov é cada vez mais perseguido pela voz da sua consciência. Apenas Sónia, uma prostituta, lhe concede a possibilidade de redenção. O crime de Raskólnikov foi inspirado no assassínio de duas mulheres, com um machado, ocorrido em 1865. Mas, pela mão de Dostoievski, transforma-se numa intensa narrativa, um protagonista desenraizado em busca de afirmação, uma obra em que confluem elementos psicológicos, sociais, éticos e filosóficos. A obra foi inicialmente publicada por capítulos, em 1866, no "Mensageiro Russo".
Nº Páginas: 680
Sinopse:
Publicado em 1862, Os Miseráveis permanece, ao longo de mais de um século e meio, um dos romances mais importantes e populares de toda a literatura. A obra teve cerca de 65 versões cinematográficas, a primeira delas em 1909. Victor Hugo terminou de escrever Os Miseráveis quando contava sessenta anos. Através da personagem de Jean Valjean, o autor empreendeu uma vasta acusação sobre as desigualdades sociais da sua época. Os Miseráveis não é apenas a narrativa de desgraça e reabilitação de um forçado às galés, vítima da sociedade, mas antes de tudo uma história do povo de Paris. A vida de Jean Valjean e a ligação que tem com Cosette é o fio condutor da narrativa. Através das suas vidas e encontros, desenha-se um fresco social variado, uma imagem de uma humanidade miserável, mas capaz de todas as grandezas. Homem do povo, esmagado por sucessivas humilhações, Jean Valjean assume as expiações dos pecados do mundo e, num esforço para se resgatar, assume o destino trágico da humanidade em busca de um mundo melhor.
Nº Páginas: 664
Sinopse:
Publicado em 1862, Os Miseráveis permanece, ao longo de mais de um século e meio, um dos romances mais importantes e populares de toda a literatura. A obra teve cerca de 65 versões cinematográficas, a primeira delas em 1909. Victor Hugo terminou de escrever Os Miseráveis quando contava sessenta anos. Através da personagem de Jean Valjean, o autor empreendeu uma vasta acusação sobre as desigualdades sociais da sua época. Os Miseráveis não é apenas a narrativa de desgraça e reabilitação de um forçado às galés, vítima da sociedade, mas antes de tudo uma história do povo de Paris. A vida de Jean Valjean e a ligação que tem com Cosette é o fio condutor da narrativa. Através das suas vidas e encontros, desenha-se um fresco social variado, uma imagem de uma humanidade miserável, mas capaz de todas as grandezas. Homem do povo, esmagado por sucessivas humilhações, Jean Valjean assume as expiações dos pecados do mundo e, num esforço para se resgatar, assume o destino trágico da humanidade em busca de um mundo melhor.
Nº Páginas: 584
Sinopse:
Para Umberto Eco, e muitos outros leitores e críticos, O Conde de Monte Cristo "é um dos mais apaixonantes romances alguma vez escritos".
Nº Páginas: 528
Sinopse:
Numa manhã igual a tantas outras, um instante muda tudo para sempre. Corby Ledbetter está no limite. Desempregado, com filhos pequenos em casa e um vício que alimenta em segredo, sente que a vida lhe está a escapar por entre os dedos. Até mesmo a relação com a mulher que adora, Emily, se degrada a cada dia. E é então que um momento irreversível destrói a família. Após a tragédia, Corby é condenado a uma pena de prisão. Atrás das grades, esmagado por uma culpa avassaladora e pela dureza implacável do sistema prisional, é testemunha de atos de brutalidade inimagináveis. No meio da escuridão, porém, também há pequenos gestos de humanidade: a bondade discreta da bibliotecária, e a inesperada cumplicidade com outros reclusos — entre eles, um colega de cela generoso e um adolescente perdido, desesperado por alguém que lhe sirva de exemplo. Sustentado por estas ligações e pelo apoio inquebrantável da sua mãe, Corby começa lentamente a transcender os limites do seu cativeiro. Mas será que aqueles que ama conseguirão alguma vez perdoar-lhe? Conseguirá ele perdoar-se? Um livro perturbante, que fica connosco muito depois de virarmos a última página.
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Num amanhecer de 1945, um rapaz é levado pelo pai a um misterioso lugar escondido no coração da cidade velha: Cemitério dos Livros Esquecidos. Ali, Daniel Sempere encontra um livro maldito que muda o rumo da sua vida e que o arrasta para um labirinto de intrigas e segredos enterrados na alma obscura da cidade. Uma trágica história de amor, cujo eco se projeta através do tempo, um inesquecível relato sobre as sombras do passado e o encanto dos livros.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nesta coletânea de contos (um deles esteve na origem do filme Ódio Amor), Alice Munro alcança novas fronteiras, criando narrativas que se entrelaçam e ramificam como memórias, habitadas por personagens complexas e contraditórias, tal como as pessoas que fazem parte do nosso dia a dia."Ódio, Amizade, Namoro, Amor, Casamento" representa Alice Munro no seu melhor, observadora, meticulosa e serenamente lúcida.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mary Lennox, criança solitária e indesejada, chega da Índia para viver com o tio em Yorkshire. Entregue a si própria, pouco tem com que se entreter e começa a explorar a casa enorme e sombria, até que numa bonita manhã de sol se depara com um jardim secreto que muros cobertos de hera ocultavam. Pela primeira vez na sua breve e triste vida, Mary descobre uma coisa que merece a sua afeição e empenha-se em devolver o jardim à sua antiga glória. Quando o jardim começa a florir e a transformar-se como por magia, ninguém permanece indiferente.
Nº Páginas: 64
Sinopse:
Depois de "A Sociedade do Cansaço", a Relógio D’Água publica "A Sociedade da Transparência" e "A Agonia de Eros" do filósofo germano-coreano Byung-Chul Han. Na Alemanha dos sistemáticos Kant e Hegel, a sua obra surpreende pelo carácter lacónico e lapidar. Mas o carácter inovador do seu pensamento desafiou Sloterdijk e entusiasmou os leitores alemães, espanhóis e sul-coreanos.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Com a facilidade e maestria que consagraram a sua escrita, Alice Munro explora os mais íntimos e transformadores momentos de experiência — momentos que formam a vida, momentos de percepção do peso, do poder e da natureza do amor. Uma mulher divorciada regressa à sua casa de infância onde é confrontada com as memórias do confuso mas profundo laço com os seus pais. O quase afogamento acidental de uma criança revela à mãe a fragilidade da confiança entre filhos e pais. Um rapaz, ao recordar um terrível acidente de infância, luta com a responsabilidade que sempre sentira pelo seu infeliz irmão mais novo. Um homem traz a sua amada a uma visita à sua ex-mulher, apenas para se sentir estranhamente próximo da companheira que perdera.Nestas e noutras histórias, Alice Munro revela-se uma vez mais como a cronista sensível e compassiva dos nossos tempos. Fala-nos dos recantos mais íntimos de vidas comuns, revela-nos muito sobre nós, as nossas escolhas e as nossas experiências com o amor.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
As oito histórias reunidas em "Fugas" falam sobre pessoas - mulheres de todas as idades e de origens diferentes, os seus amigos, amantes, pais e filhos -, cujas vidas, nas mãos de Alice Munro, se tornam tão reais e inesquecíveis quanto as nossas.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Alice Munro combina a história da sua família com as suas próprias experiências numa antologia de contos, que é talvez a mais pessoal e intensa das que escreveu. Um rapaz, levado a Castle Rock, em Edimburgo, para ver o mar que o levará até à América, vislumbra o sonho do pai. Emigrantes escoceses fazem uma viagem, de amor e de perda, que os leva ao Ontário rural. Esposas, mães, pais e filhos vivem entre incertezas, ambivalências e contemplações nestas histórias de esperança, adversidade e admiração. A Vista de Castle Rock revela o essencial da arte de Munro: o seu subtil entendimento de vidas normais.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Aclamada como uma das maiores obras-primas sobre a temática da morte, esta é a história de Ivan Iliitch, um juiz respeitado que, apercebendo-se da morte próxima, se interroga sobre as suas escolhas, percurso de vida e a mentira em que vive.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
A pretexto do mundial de futebol, a editora Relógio d’ Água publica “Contos de Futebol”, onde se reúnem um dezena de magníficos textos sobre, ou a propósito, do desporto-rei. Os autores são maioritariamente ibero-americanos, e esta antologia é uma espécie de súmula daquela que Jorge Valdano, antigo ponta-de-lança da selecção argentina, treinador e comentador, organizou. Um dos textos é do próprio Valdano, e os outros são de Mario Benedetti, Miguel Delibes, Julio Llamazares, Rosa Regàs, Augusto Roa Bastos, Alfredo Bryce Echenique, Javier Marias, José Luis Sampedro e Osvaldo Soriano. Para quem gosta de um bom jogo e/ou de um bom conto.
Nº Páginas: 86
Sinopse:
«E entre palavras delicadas e graças espirituosas, Sócrates ensinava a Fedro o desejo e a virtude. Falou-lhe do temor ardente que acomete o homem sensível quando os seus olhos vislumbram uma semelhança do belo eterno: falou-lhe da avidez do homem ímpio e vil, incapaz de pensar o belo ao ver a sua imagem, incapaz de veneração; falou do medo sagrado que invade o homem nobre quando contempla uma face divina, um corpo perfeito - como então estremece e sai fora de si, mal ousando olhar, e como venera aquele que é belo, sim, como se ofereceria em sacrifício a este ídolo, se não receasse parecer ridículo aos olhos dos homens.»
Nº Páginas: 150
Sinopse:
(…) seguido de Um Estudo de V. Nabokov.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
"Sobre Literatura" reúne alguns dos mais interessantes textos de Umberto Eco. O primeiro sobre "algumas funções da literatura" é um dos mais originais e surpreendentes do autor. Mas a obra aborda ainda filósofos e escritores, como Aristóteles, Dante, Joyce e Borges. Através deles fala-se dos problemas da narrativa, da representação verbal do espaço da natureza dos mundos ficcionais, ou de símbolo e estilo.Há casos em que Eco recorre ao exemplo da sua actividade de escritor para ilustrar a partir de dentro o modo de fazer literatura.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
"Quase quarenta anos depois, este romance tão artificial criou uma nova palavra internacional ("lolita"), inventou uma América — a dos motéis e autoestradas — de que se nutre ainda boa parte da narrativa americana contemporânea, é uma das obras com o inglês mais rico e preciso da literatura deste século e, ao contrário das acusações iniciais de pornografia que teve de sofrer, é talvez — e no que me diz respeito — o romance mais melancólico, elegante e lírico de quantos li." [Javier Marías in Literatura e Fantasma] "A única história de amor convincente do nosso século." [Vanity Fair] "Nabokov escreve prosa do único modo que esta deve ser escrita, ou seja, extasiadamente." [John Updike]
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas."Do Posfácio
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"O Retrato de Dorian Gray" foi publicado em 1890 e depressa se tornou a obra mais conhecida de Oscar Wilde. O romance celebra o esteticismo, assume os seus riscos e aborda pela primeira vez o tema da homossexualidade na literatura inglesa.Oscar Wilde afirmaria que "Basil Hallward é aquilo que eu penso de mim; Lord Henry, o que o mundo pensa de mim; e Dorian é o que eu gostaria de ser noutra época, talvez".
Nº Páginas: 268
Sinopse:
"O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária." Eduardo Lourenço
Nº Páginas: 448
Sinopse:
"Em Ressurreição, tudo se baseia num puro golpe de acaso — o reconhecimento de Máslova por Nekhliúdov e a sua nomeação para o júri que lida com o caso dela. o facto de isto poder ter acontecido na "vida real" — o caso foi relatado a Tolstoi por A. F. Koni, um funcionário de São Petersburgo, no Outono de 1877, e a desafortunada heroína tinha o nome de Rosalie Oni — não altera a sua qualidade improvável e melodramática." George Steiner em Tolstoi ou Dostoievski
