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Nº Páginas: 256
Sinopse:
Todos sabemos que o timing é essencial; afinal, tudo tem o seu momento certo. Passamos as nossas vidas a decidir quando: quando começar um negócio, fazer uma aula, levar uma relação mais a sério. Mas essas decisões são normalmente baseadas em mera intuição, ou em fatores aleatórios. Por isso, tendemos a pensar que encontrar o momento certo é uma questão de sorte - o que não podia estar mais longe da verdade. O timing, revela Daniel Pink no seu novo bestseller, é uma ciência. Com base em investigações de fundo nas áreas da Psicologia, da Biologia e da Economia, Daniel Pink revela neste livro como encontrar o melhor momento para fazer tudo aquilo de que precisa, na sua vida pessoal e profissional. Como podemos usar os padrões ocultos da estrutura do dia para elaborar o horário ideal? Porque é as pausas no momento certo melhoram drasticamente a performance? Porque é que nunca devemos ir ao hospital de tarde? Porque é que cantar num coro faz tão bem como exercício físico? As respostas são surpreendentes e poderão transformar a sua vida. Quando apresenta as mais recentes descobertas acerca do timing sob a forma de uma fascinante narrativa, complementada por histórias irresistíveis e conselhos práticos que lhe permitirão descobrir como fazer uma gestão ótima do seu tempo e viver uma vida mais rica e preenchida.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Se este fosse mais um livro sobre entrevistas, recomendaríamos que o leitor recorresse à Internet, pois sairia mais barato. O facto relevante é que não é. Passo a passo, organizando-se e pensando de forma estratégica e com o foco na carreira, toma consciência das suas realizações, das suas aptidões, das suas capacidades e prepara-se para a entrevista de avaliação de competências de modo a: • Saber como funcionam as entrevistas de avaliação de competências; • Ser selecionado para a função que ambiciona.• Obter um bom primeiro emprego ou estágio: • Ser promovido no seu emprego atual. Inclui uma lista das competências essenciais requeridas pelos empregadores por área.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Em 1975, Ray Dalio fundou a Bridgewater Associates no seu apartamento de dois quartos, na cidade de Nova Iorque. Quarenta anos mais tarde, a Bridgewater tornou-se na quinta empresa privada mais importante dos EUA (segundo a Fortune) e tem gerado mais capital para os investidores do que qualquer outro fundo de investimento da história (Bloomberg). Em 2017, publicou o livro "Princípios: Vida & Trabalho", descrevendo o conjunto inconvencional de princípios por detrás do seu sucesso, que a maioria das pessoas pode aplicar independentemente do que procura alcançar. Agora, no quinto aniversário da publicação de Princípios, Dalio criou este journal interativo para ajudar os leitores a criarem os seus próprios princípios. Através de uma série de exercícios, o autor guiá-lo-á para uma compreensão mais profunda de como é e do que deseja, levando-o a refletir sobre as suas próprias realidades, e ajudando-o a definir os seus próprios princípios para obter o que deseja da vida.
No interior, irá aprender a:
- Identificar as suas forças e as suas fraquezas;
- Desenvolver princípios para alcançar o que quer da vida;
- Maximizar as suas aprendizagens com os erros;
- Perceber em que ponto está na sua vida, e o que virá a seguir.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Numa altura em que o país está ainda a lidar com pandemia, os efeitos na economia já se sentem mas ainda se desconhece o verdadeiro impacto no tecido empresarial português, na taxa de desemprego e na perda de poder de compra das famílias, este livro capitalizará a incerteza dos tempos e oferecerá conselhos concretos numa época em que o futuro se mantém indefinido. Pandemias, guerras, depressões estes choques são dolorosos, mas os tempos que se seguem são, frequentemente, os mais produtivos da história humana. O autor Scott Galloway argumenta que a pandemia não foi um agente de mudança, mas um acelerador de tendências já em andamento. Neste livro, ele traça os contornos da crise e as oportunidades que se avizinham. A dispersão do trabalho, o comércio online, o futuro do ensino, a importância das redes sociais, o reforço de alguns monopólios, o papel dos governos, o fosso entre ricos e pobres são alguns dos temas que o autor explora.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Ao longo dos últimos dois séculos, o capitalismo reinventou-se continuamente, intercalando ciclos de pujante crescimento com momentos de gravosa recessão. De todas as vezes, o sistema sobreviveu às crises e emergiu dos escombros - sempre renovado, sempre mais forte. Mas isso acabou. O capitalismo atingiu o seu limite. Paul Mason leva-nos numa incrível viagem pela turbulenta história do para demonstrar como este imenso e complexo organismo financeiro e social deixou de conseguir adaptar-se às mudanças que estão em curso. Falamos das novas tecnologias de informação e de uma revolução profunda no modo de encarar o trabalho e as formas de produção; uma mudança irreversível no valor do trabalho e de quem o faz. E será esta mudança de paradigma a responsável pela destruição das antigas (embora ainda vigentes) concepções de economia de mercado e propriedade privada, os fundamentos do próprio capitalismo. O capitalismo é um sistema falido, incapaz de encontrar soluções viáveis para as crises que o têm atingido. Mas a alternativa existe e está em marcha. E trará uma sociedade mais justa e igualitária e uma economia mais sustentável. Chama-se o Pós-Capitalismo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Do que mais se queixam os Portugueses? Do desemprego elevado, dos salários baixos, das pensões exíguas, da pobreza crescente, dos impostos altos, da "hipoteca" dos endividamentos e do futuro sem esperança. Há uma única solução para estes males: a "construção" de uma economia mais dinâmica, mais produtiva e mais competitiva. Para tanto, a próxima legislatura será decisiva porque, se for falhada, como as três últimas, cairemos num período prolongado de empobrecimento. Em debate com Eduardo Dâmaso, no livro "Portugal, Que Futuro?", Medina Carreira formula o seu diagnóstico e esboça algumas "receitas". Pretende apenas contribuir para um debate que, mais tarde, será inútil. Para Medina Carreira a "economia" portuguesa é o primeiro, o mais grave e o mais difícil de todos os nossos problemas actuais. A Democracia de 1976 poderá soçobrar se os responsáveis políticos não souberem enfrentar e vencer, em tempo útil, a doença que mina profundamente a nossa economia.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
E se o maior trunfo da sua liderança fosse também a sua maior falha enquanto líder? Depois de décadas a aconselhar e inspirar alguns dos administradores mais eminentes a nível mundial, Lolly Daskal desenvolveu um estilo de coaching e uma metodologia para ajudar os líderes a colmatar as suas deficiências. Identificou sete arquétipos de liderança, todos eles encerrando uma chave para o sucesso e uma falha que os impedem de alcançar a excelência, e trabalha com os executivos no sentido de identificarem e corrigirem estas falhas. Cada tipo de liderança tem a sua sombra respetiva. O Rebelde, impulsionado pela autoconfiança, é também um inseguro Impostor; o Descobridor, impelido pela intuição, pode ser um Explorador, mestre da manipulação; o Arauto da Verdade, que abraça a candura, é, ao mesmo tempo, Falso, gerador de desconfiança; o Herói, personificado pela coragem, transforma-se num cobarde Espetador; o Inventor, de tão íntegro, torna-se Destruidor e moralmente corrupto; o Navegador, confiante e fiável, passa a ser o arrogante Salvador; e o Cavaleiro, acérrimo defensor da lealdade, torna-se um interesseiro Mercenário. Esta perspetiva inovadora da liderança irá fazê-lo repensar tudo aquilo que sabe e ajudá-lo a transformar-se no líder que sempre quis ser.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Em 1581 Portugal rendia-se a Espanha. Em 1992 capitulava aos pés de uma Comissão Europeia crescentemente instrumentalizada pela Alemanha. Não houve referendo, os eleitores não foram consultados. As elites portuguesas, que esperavam vir a beneficiar largamente dos fundos estruturais europeus, entregaram levianamente a nossa moeda - e com ela a soberania monetária. O resto é história. A partir de 2008, a Comissão Europeia, cortando com toda a sua tradição anterior, tornou-se um órgão ao serviço do novo poder. A economia Portuguesa, asfixiada pelo novo marco, sucumbiu. Mas a tragédia tinha sido anunciada. Na década de 90 várias vozes tinham-nos alertado para os perigos da adesão à moeda única. Uma das mais destacadas e consistentes foi a do Professor de Economia João Ferreira do Amaral. O tempo, infelizmente, viria a dar-lhe razão - e concretizaram-se as suas mais negras previsões. Mas não temos de nos conformar. O autor argumenta que podemos e devemos sair do Euro. Explica-nos como e quando; enuncia as condições que têm de estar reunidas para o fazermos com sucesso; e aponta os caminhos para um Portugal pós-Euro. E na mesma medida em que apoia a nossa permanência na União Europeia (com a devida distância) reivindica a imperiosa saída do euro como a única solução possível para recuperar a autonomia. E ultrapassar a crise.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Admiramos pessoas como Elon Musk porque elas tornam possível o que nos parece impossível. Mas... e se pudéssemos aplicar uma metodologia à nossa vida que nos permitisse fazer o mesmo com a nossa carreira e a nossa vida? Um ex-cientista de foguetões revela os hábitos, ideias e estratégias que pode implementar para tornar possível o que lhe parece impossível. A ciência dos foguetões é o triunfo mais elevado da tecnologia. Mas, por trás disso, está o mais importante de tudo: um determinado processo de pensamento. Um processo que permite imaginar o inimaginável e resolver o insolúvel. Neste livro prático e acessível, Ozan Varol revela nove estratégias simples que têm origem na ciência espacial, e que pode usar na sua vida e no seu trabalho para dar saltos de gigante em tudo o que o desafia, seja para conseguir o emprego que deseja, acelerar os seus negócios, aprender novas habilidades, ou criar um produto ou um conceito inovador.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O livro "Participações Financeiras e Consolidação de Contas" é direcionado para contabilistas certificados, diretores financeiros, pessoal ligado ao controlo de gestão, auditores internos, revisores oficiais de contas, consultores fiscais, pessoal da Administração Fiscal, analistas, professores e estudantes, entre outros. Trata as participações fiscais, quer em contas individuais, quer em contas consolidadas. É feita uma abordagem de acordo com as NCRF (atualizadas) e com as IFRS. Inclui exercícios resolvidos e as IAS/IFRS aplicáveis. Apresenta: • Contabilização das participações financeiras • Concentrações de atividades empresariais • Ativos não correntes detidos para venda • Consolidação de Contas • Transposição para euros de demonstrações financeiras em moeda diferente do euro • Diferenças entre as NCRF e as IFRS • Tratamento de cada assunto de acordo com as NCRF e com as IFRS
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Aliando uma perspectiva teórica a uma forte componente prática, este livro disponibiliza um conjunto de ferramentas de gestão que apoiarão os decisores, quer na construção de um sistema de recompensas quer no audito ao sistema existente, proporcionando uma reflexão sobre a sua eficácia para alcançar os objectivos que propõe.Ao juntar o rigor técnico à faceta prática, ilustrada com um grande número de exemplos de empresas nacionais e estrangeiras, o autor cria um instrumento de trabalho inovador e moderno, indispensável para gestores, académicos e estudantes.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Um caso que tomou conta da política, da economia e, principalmente, dos media. Não obstante, tanto aparato mediático tem deixado de fora, por razões várias que o livro conduz o leitor a compreender, o mais importante desta história convenientemente mal contada. João Gabriel reconstitui a história dos dias que conduziram ao afundamento do BES. Um relato feito de dentro do furacão, suportado em documentos inéditos e testemunhos únicos, incluindo o papel do Governador do Banco de Portugal, dos auditores da KPMG e do próprio Ricardo Salgado. Como até hoje nunca alguém teve a coragem de fazer.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A ferramenta de tomada de decisões para todos os negócios (incluindo o seu). Este inovador livro do premiado autor Matt Watkinson desvenda os elementos fundamentais e inseparáveis por detrás do êxito de qualquer negócio. "Se você só lesse um livro de gestão na vida, esse livro deveria ser A Grelha." Philip Rowley, director financeiro da Sony Pictures Entertainment.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Alguma vez se perguntou porque conseguimos comprar mais bens do que os nossos avós alguma vez conseguiram… mas é menos provável que consigamos ter uma casa onde os guardar? Porque é que o preço de um litro de combustível duplica em poucos meses, mas nunca cai da mesma forma? Por detrás de tudo isto está a economia. O dólar é a alma da globalização e é ele que mantém a economia a funcionar. Metade das notas circulam fora dos EUA e muitos desses dólares estão na posse da China. Mas o que acontece quando o nosso dinheiro se movimenta à volta do mundo e como é que isso afeta as nossas vidas? Ao seguir a viagem de um dólar desde os subúrbios do Texas, através do banco central da China, pelos caminhos de ferro nigerianos e os oleodutos do Iraque, A Geografia do Dinheiro revela as verdades económicas que estão por detrás daquilo que vemos nas notícias todos os dias: • Porque é que a China é o maior produtor de bens e os EUA o maior consumidor? • O comércio justo é realmente uma coisa positiva? Nesta leitura reveladora, a economista Dharshini David expõe estas complexas relações para chegar ao âmago de como o mundo globalizado funciona, mostrando quem detém o poder e o que isso significa para todos nós.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Existem cooperativas, mutualidades, misericórdias, casas do povo e até grupos excursionistas, alguns desde a monarquia, mas como é que chegaram até aqui? O Estado Novo atacou o associativismo, mas com que consequências? E, do 25 de Abril até agora, que papel assumiram todos estes organismos na sociedade portuguesa? Com o objectivo de responder a perguntas assim, A Economia Social em Movimento olha para estas organizações nos terrenos onde actuam, analisando as suas relações institucionais e jurídicas, sem ignorar tensões e ingerências ideológicas partidárias, para tentar encontrar a raiz identitária que as pode unir e fortalecer. Depois do sucesso de Uma História da Economia Social, que fixou pela primeira vez a história da Economia Social em Portugal, este livro dá continuidade a esse trabalho que estava por fazer na historiografia nacional, mudando o foco do curso das ideias para se centrar nas organizações que compõem este sector no nosso país.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A nossa vida reduziu-se a números e modelos económicos, que os economistas aplicam sem piedade, pondo o pé na argola com uma frequência assombrosa. Com humor (do mais negro) António Baños Boncompain faz uma leitura transversal dos clássicos e neoclássicos, dos progressistas e reaccionários, e mostra que a economia não passa de um sistema de crenças disfarçado de ciência e que os seus profetas falidos são os verdadeiros responsáveis pelo fiasco.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
No actual cenário de crise, é fundamental percebermos como podemos livrar-nos das dívidas e aumentar o nosso património financeiro. A crise financeira tem vindo a acentuar a tendência de sobreendividamento das famílias portuguesas. Para fazer face a esta situação, é fundamental conhecer em profundidade alguns conceitos essenciais e a forma como as instituições bancárias funcionam. Neste livro, saberá qual a melhor forma de pagar uma divida e até como ter um plano de poupança.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
O autor deste livro reprovou à disciplina de Economia no primeiro ano de Faculdade, no curso de Ciências da Comunicação. Hoje, porém, é jornalista especializado em economia, tem uma pós-graduação em Investimento e Mercados Financeiros e um mestrado em Economia e Políticas Públicas. O que terá motivado tamanha reviravolta nos interesses de Paulo Pinto? Que visão distinta da Economia tê-lo-á motivado? Provavelmente, o mesmo que o poderá entusiasmar a si e que pode encontrar neste livro. Em "A Economia das Coisas", Paulo Pinto apresenta ideias e conceitos económicos presentes no dia-a-dia e explica-os de forma simples, através de pequenas histórias e curiosidades. Sabe o que é que uma vaga de frio pode fazer ao preço dos ingredientes da sua sopa? Que em Inglaterra já houve um imposto sobre as janelas como exemplo de equidade fiscal? E que esse imposto causou centenas de mortes? E ainda que, hoje, nesse mesmo país, o estado recorre à psicologia para incentivar os contribuintes a pagarem os seus impostos? Ou que a invenção dos contentores é considerada mais importante do que muitos tratados internacionais? Que há uma teoria económica chamada Teoria dos Jogos, que tem aplicação tanto na crise dos mísseis de Cuba como no atravessar da Ponte 25 de Abril? Que as trufas não podem ser cultivadas, são procuradas com a ajuda de porcos, são exemplos daquilo a que a economia chama elasticidade rígida e que o chef Ljubomir Stanisic, em 2016, comprou a maior e mais cara do mundo para a comer com os amigos? A outro nível, já pensou porque é que o preço dos bilhetes dos concertos não aumenta quando estão prestes a esgotar? E sabia que quando Adam Smith, o pai da economia moderna, escreveu a sua obra de referência, A Riqueza das Nações, o termo economia nem existia? Sabe a origem da expressão "não há almoços grátis"? E a origem das black fridays? Conhece a relação entre produto interno bruto e felicidade interna bruta? E quanto estaria disposto a pagar por um litro de água no deserto do Saara? Através destas e de outras histórias, Paulo Pinto ensina Economia mesmo a quem não percebia nada de Economia.
Nº Páginas: 178
Sinopse:
"A Dívida e a Culpa ", jogo de palavras com o duplo significado do termo alemão "Shuld", oferece aos leitores uma análise comparada das crises financeiras de Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia, os quatro países da periferia do euro que foram salvos do default com a ajuda de resgates externos. Rui Cartaxo, um economista de formação com a perspetiva pragmática de um gestor profissional, argumenta que a EU errou na abordagem que fez à crise da área do euro, ao passar ao lado da correção dos desequilíbrios externos, para se focar apenas na disciplina das finanças públicas. Esse erro de perspetiva penalizou fortemente os países da periferia, deixando fora da agenda do combate à crise a correção dos gigantescos excedentes externos de países como a Holanda e a Alemanha. Apesar desse erro da política europeia, o livro explica as razões pelas quais a Irlanda, e em certa medida a Espanha, conseguiram ter algum sucesso com o resgate, enquanto a Grécia continua no fundo do abismo. Portugal é um caso intermédio, que está numa espécie de limbo: conseguimos concluir o programa de assistência financeira e voltar aos mercados, mas não afastamos em definitivo o espetro de novas crises. Rui Cartaxo argumenta que uma das razões para o relativo sucesso da Irlanda e de Espanha foi terem identificado e corrigido a tempo o impacto do rebentamento da bolha imobiliária sobre o setor financeiro, coisa que os programas de assistência à Grécia e Portugal não fizeram. Ao focarem-se demasiado na redução dos défices públicos, com metas e prazos irrealistas num contexto externo desfavorável, a Grácia e Portugal sujeitaram-se a execuções acidentadas dos seus programas, com múltiplas revisões de objetivos e medidas, criando insegurança e incerteza aos agentes económicos. Segundo Rui Cartaxo, só atraindo mais investimento externo para capitalizar as empresas e os bancos, promovendo a mobilidade de recursos do setor público para o privado e das atividades protegidas para as transacionáveis, e saneando e reestruturando o setor bancário, Portugal poderá voltar a ter um crescimento sustentável e afastar o espetro de mais resgates.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um negociador profissional de grande sucesso, e um professor universitário especialista em negociação, conversam sobre esta arte tão essencial no mundo da política e dos negócios. De forma descontraída e informal, José Miguel Júdice e Pedro Fontes Falcão abordam neste livro episódios da história de Portugal, a presidência de Trump, a Gerigonça e a Uber para daí se retirarem ilações e aprendizagens sobre Negociação.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Com um investimento próprio de apenas 1125 €, e em plena crise económica, Miguel Pina Martins transformou uma ideia de que poucos acreditaram numa empresa que fatura mais de 22 milhões (a passos largos dos 60 milhões) com vendas em mais de 50 países e com 20 mil pontos de venda. A chave? Persistência, ousadia, motivação, estratégia, inovação, investimento, financiamento, negociação, liderança, versatilidade e muito, muito… mas mesmo muito trabalho. Passados dez anos de atividade, a Science4You é atualmente é a maior empresa de brinquedos em Portugal e uma das maiores da Europa. Com um crescimento de 50 a 60% ao ano, arrisca-se a tornar-se numa Lego do Sul da Europa. Uma das startups portuguesas de maior sucesso, a Science4You é o resultado de iniciativas que combinam iniciativa, coragem de errar, determinação e resiliência. Uma história de empreendedorismo que ultrapassou todas as barreiras e que caminha a passos largos para se consolidar como uma companhia global. Conheça e inspire-se neste caso de sucesso.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Dos autores de "Gestão para Totós", chega-nos um manual para gestores menos "totós"! "Quer seja novo na área da gestão ou um profissional experiente, encontrará neste livro todos os tópicos necessários para se tornar um gestor excepcional - como contratar os melhores funcionários e motivá-los, dar-lhes formação e orientação; como definir objectivos, executá-los e responsabilizar os funcionários; como trabalhar com equipas e disciplinar os funcionários. Resumindo, este é um dos guias mais abrangentes e, simultaneamente, mais actualizados e acessíveis sobre o tema da gestão."
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Dias antes do colapso do BES, cerca de 55% dos portugueses já não confiavam na honestidade dos Bancos. Depois veio colapso do BES. Será possível recuperar a confiança na Banca? Querem os jovens fazer carreira na banca? Nesta banca? Que tipo de banca desejam os Portugueses ter? Quais serão as práticas de gestão necessárias para a banca do futuro? As universidades de gestão e de economia estão a educar para esta nova realidade? Haverá espaço para a banca ética? Para uma banca verde? Para a existência de Fundos Socialmente Responsáveis?
Nº Páginas: 304
Sinopse:
A ideia de que os bancos podem ser éticos ou que podem promover o ambiente, parece ser uma ideia estranha à maioria dos cidadãos. Na realidade, as palavras "ética" e "banca" parecem não fazer sentido juntas.Uma banca promotora do desenvolvimento sustentável não é uma utopia. É já hoje uma realidade em alguns países. Alguns bancos internacionais têm vindo a incluir nas suas análises de risco certos critérios ambientais; em alguns países tem-se assistido à criação dos chamados bancos éticos, cuja missão é promover o bem-estar social e ambiental das comunidades.Chegou a altura do cidadão ter consciência de que os bancos só existem porque nós depositamos as nossas poupanças nessas instituições. Por isso, temos todo o direito em saber como é que o banco utiliza o nosso dinheiro e exigir que ele o utilize de forma ética em prol de uma economia assente na equidade e no bem-estar ambiental e social.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Os factos, as causas e as consequências do percurso da banca nos últimos 20 anos. Nos últimos 20 anos o sistema bancário português expandiu-se a um ritmo muito superior ao da economia. Essa expansão assentou num significativo alargamento da rede de balcões tradicionais, ao mesmo tempo que investia nos meios automáticos e de banca à distância.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Sun Tzu, um dos maiores pensadores da guerra de todos os tempos, viveu há mais de 23 séculos, combatendo e vencendo numerosas batalhas e foi capaz de retirar da sua experiência e da sua inteligência os princípios enunciados no livro "A Arte da Guerra", que surpreendem e impressionam pela sua actualidade e modernidade. Embora concebidos tendo em vista a guerra - luta entre actores políticos, estatais ou não estatais, na defesa dos respectivos interesses -, constituem regras de actuação que se podem aplicar em outros contextos conflituais, como entre partidos políticos, na disputa dos eleitores e entre empresas, na conquista de mercados". "in" Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Escrito há mais de 2500 anos, o mais conhecido tratado de estratégia militar do mundo mantém uma incrível actualidade. Para além da guerra, o grande valor da obra de Sun Tzu reside na possibilidade de adaptação das suas máximas e reflexões a qualquer campo da actividade humana em que haja situações de confronto: nos negócios, na política, no desporto, no amor. Constituído por um conjunto de treze breves capítulos, este livro convida-nos a conhecer o nosso inimigo e mostra como vencer sem combater. Esta edição inclui ainda notas de alguns dos principais comentadores tradicionais deste grande clássico. É uma leitura indispensável para compreender o que está em jogo e alcançar a vitória. Uma lição de sabedoria e da arte de viver. A Guerra e Paz, Editores orgulha-se de publicar esta obra, que o renomado sinólogo inglês Joseph Needham considerava uma "obra-prima única do pensamento militar".
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 208
Sinopse: Bestseller do The New York Times há mais de 20 anos, O Princípio de Peter escrito por Laurence J. Peter e Raymond Hull, em 1969, responde à eterna questão de como a incompetência cresce exponencialmente e tende a triunfar nas organizações. O Princípio de Peter, e a lei homónima que Laurence J. Peter cunhou, explica como todos os elementos de uma hierarquia do estagiário ao CEO, do funcionário público ao presidente de uma nação ascenderão inevitavelmente ao seu nível máximo de incompetência. Peter para o século xxi abalará novamente o mundo dos negócios e o contexto em que vivemos. Uma obra polémica, irónica e com a lucidez indispensável para compreender as atrocidades que cometemos contra o mundo e contra nós próprios.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Parece simples, não é? Mas basta olhar em volta para perceber que a falta de bom senso é realmente pandémica. Como medida de segurança sanitária contra a Covid-19, a maior parte das autoridades de aviação mundiais permitiram o transporte de quantidades ilimitadas de gel sanitário em malas de mão - mas mantiveram o limite de 100 ml para embalagens de todos os outros líquidos. Cada vez mais pessoas usam apps de navegação para evitar o trânsito - o que resulta em concentrações de trânsito, cheias de condutores que usam a mesma app. Consegue abrir uma embalagem de auscultadores sem uma motosserra? Ou passar uma reunião no Zoom sem interromper (ou ser interrompido) uma dúzia de vezes? E, seja em ecrã ou ao vivo, porque continuamos a preencher reuniões com apresentações de PowerPoint que ninguém leu - e que podiam ser resumidas numa só página? O que aconteceu ao bom senso? E como o poderemos recuperar? As empresas parecem ter ficado tão absorvidas pela gestão dos seus próprios processos internos que se deixam paralisar por burocracia e perdem de vista o seu propósito fundamental. E quando isso acontece, há um preço (bem elevado) a pagar… Martin Lindstrom, um dos especialistas em branding e marketing mais conceituados do mundo, fez uma extensa investigação sobre o que acontece quando as empresas apanham o vírus da falta de bom senso, e apresenta ao longo destas páginas exemplos que todos certamente reconheceremos - bem como engenhosas estratégias para devolver a lógica e a sanidade ao local de trabalho. Uma leitura tão divertida quanto indispensável, para todos os gestores, executivos e trabalhadores que alguma vez pensaram: "Estarão todos loucos menos eu?".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Nos seus primórdios, o marketing limitava-se a apoiar as vendas, através da promoção e da publicidade, passando progressivamente a ocupar um lugar superior na estratégia empresarial e na relação com o mercado. Em Portugal, como tem evoluído esta "nova" ciência, desde o seu início nos anos 60, até à atualidade? Quais as estratégias vencedoras? E as marcas de sucesso? A partir da história de mais de 60 anos faz-se a ponte para o futuro, com propostas de reflexão e tentativas de resposta.
