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Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 320
Sinopse: Longe das imponentes estátuas de mármore, dos grandes feitos dos imperadores e das batalhas épicas,a vida dos romanos era feita de hábitos e rotinas como as nossas. André Simões, professor e investigador em Estudos Clássicos, convida-nos a fazer uma viagem extraordinária até à Olisipo do início do século II d. C. Ao longo destas páginas vamos conhecer Marco Cássio Arriano, a sua mulher Árria Avita e os seus filhos, uma família a viver na Lisboa romana. Vamos acompanhar Marco Cássio no seu dia de trabalho, entrar na sua casa e jantar com a sua família no triclínio, acompanhar Quinto, Cássia e Gaio à escola e ver com que brincavam, além de visitarmos as termas e os tempos e assistirmos aos rituais religiosos, numa reconstituição rigorosa, viva e envolvente do quotidiano romano. Com base em fontes literárias, arqueológicas e epigráficas, esta obra mostra que o Império Romano não foi apenas feito de imperadores e grandes monumentos, mas sobretudo de pessoas
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: A Tragédia da Partida dos Colonos de Angola, de Xavier de Figueiredo, dá-nos uma visão ampla do fenómeno da debandada dos colonos de Angola, como fruto do trágico processo de descolonização do território. É, porém, nas consequências da debandada que o livro se concentra, revelando aspectos até agora desconhecidos ou aprofundando outros já do conhecimento geral. Neste livro, Xavier de Figueiredo defende que os «colonos» não o eram no sentido pejorativo que o termo adquiriu, fustigado por ideologias às quais importou estigmatizá-los, mas sim gente, na sua imensa maioria, deveras afeiçoada a Angola e com a terra identificada, seja por laços de natalidade ou de adopção, e cujas imperfeições não excediam as imperfeições de todos os agrupamentos de seres humanos.
Edição: Fev 2026
Nº Páginas: 480
Sinopse: (Nenhuma outra força moldou o nosso mundo de forma tão poderosa e tão secreta quanto o crime organizado.) La Cosa Nostra (Itália), Cartel de Medellín (Colômbia), Cinco Famílias de Nova Iorque (EUA), yakuza (Japão), vory (Rússia). Todos sabemos da existência destes grupos e do tipo de atividades que exercem, mas poucos conseguem imaginar até que ponto foram determinantes na formação de nações, na organização de sociedades e no crescimento de economias. Máfia: Uma História Global reconstitui as circunstâncias culturais e sociais em que as grandes organizações criminosas floresceram na Europa, na América e na Ásia, testando os limites legais dos Estados até se tornarem verdadeiros arquitetos dos tempos modernos. Com recurso a uma notável habilidade narrativa e a uma investigação meticulosa de mais de uma década, este é um retrato completo e elucidativo de gangues e gângsters, sindicatos insidiosos e reis do crime, que acompanha a sofisticação dos marginais ao longo dos tempos como resposta aos desafios da industrialização, da globalização ou da digitalização, e que hoje se manifesta, entre outros fenómenos alarmantes, na sobreposição entre crime organizado, corporações empresariais e lideranças políticas. Mais do que uma narrativa apaixonante, que nos convida a entrar nas mentes de Al Capone, Pablo Escobar, El Chapo, Du Yuesheng ou Dawood Ibrahim, entre muitas outras lendas do crime, Máfia: Uma História Global é uma demonstração cabal da enorme influência daqueles que operam nas sombras do mundo que hoje somos.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Bucéfalo, um cavalo negro, de proporções incomuns, aparentemente indomável, ajudou Alexandre, o Grande, a construir o seu vasto império. O cão Alão foi determinante para a conquista de Alenquer por D. Afonso Henriques. Merengo, o cavalo preferido de Napoleão Bonaparte, conferiu-lhe uma grandeza física que foi muito além do seu pequeno porte. Portugal do século XVI deixou-se maravilhar com a chegada de um soberbo rinoceronte que não teve um final feliz. Stubby e Chips conquistaram o respeito dos humanos graças à coragem demonstrada nas duas guerras mundiais. Por causa disso, os seus pequenos corpos caninos ficaram cobertos de medalhas. Na ciência, há nomes incontornáveis como o de Dolly ou Laika, a primeira cosmonauta canina. Nas artes do espetáculo seria injusto esquecermos a Lassie ou o Chico, o papagaio da fadista Amália Rodrigues. Já na literatura, a relação entre autores e gatos é conhecida, mas nada iguala o envolvimento de Hemingway com as suas máquinas de ronronar. E na política há muitos exemplos inspiradores: Nelson e Jock, os gatos de Winston Churchill, Bo, o cão de água português que viveu na Casa Branca, ou Charlie, o surpreendente sharpei que ocupou o Palácio de São Bento enquanto Aníbal Cavaco Silva foi primeiro-ministro. Estas são algumas das histórias que encontra nas páginas deste livro, onde os animais que ficaram para a história são os verdadeiros protagonistas.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 192
Sinopse: Um ano após a revolução do 25 de abril de 1974, que restituiu a liberdade e a democracia a Portugal após 48 anos de ditadura, o país estava à beira da guerra civil. Os interesses geopolíticos antagónicos entre os dois blocos ideológicos dominantes dividiam a população. Vivia-se um clima de tensão permanente, alicerçado na certeza da derrota de quem disparasse a primeira bala. Na madrugada de 24 para 25 de novembro, várias bases aéreas nacionais foram ocupadas por paraquedistas, numa tentativa de golpe a que imediatamente se opôs um grupo de militares dirigido por Vasco Lourenço e Ramalho Eanes e apoiado pelos principais partidos moderados. A dúvida sobre quem teria dado a ordem para a ocupação das bases militares persiste desde então. Sabe-se, porém, que a cisão que culminou nas ações daquele 25 de novembro não nasceu nem desapareceu com uma sublevação de paraquedistas. Representa uma fratura antiga e complexa da sociedade portuguesa, que não só permanece, como parece ter-se aprofundado. Numa investigação reflexiva às origens de um país dividido, Paulo Moura falou com historiadores, politólogos, sociólogos, políticos, sindicalistas, jornalistas, e com quem viveu aquele dia junto às movimentações populares, para compreender que parte do país de hoje é devedora daquela madrugada que, cinquenta anos volvidos, tantos querem celebrar.
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 400
Sinopse: Este companheiro do popular podcast de história aborda tudo, desde Alexandre, o Grande, até Agatha Christie, das Guerras das Rosas a Watergate, com uma mistura única de sagacidade, sabedoria e diversão à moda antiga. Tom Holland e Dominic Sandbrook trazem-nos um livro que é uma autêntica viagem pelo que verdadeiramente marcou a Humanidade, sempre com as revelações mais sui generis, e respondendo às perguntas que nem sequer pensávamos em fazer: A Guerra de Troia realmente aconteceu? Qual foi a festa mais desastrosa? Como é que uma ida ao cabeleireiro quase revelou o disfarce de Churchill? Como se comparam D. Pedro II do Brasil e Maximiliano Ido México? Quais são os dez cães mais importantes da História? Do pequeno ao gigantesco, do normal ao insólito, os autores não deixam passar nada. Prepare-se para uma viagem pelas estradas e caminhos do passado humano.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 144
Sinopse: Lisboa afundou-se num turbilhão de água, fogo e devastação. O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. O Terramoto de 1755 mudou a história do mundo. Incendiou as ideias dos filósofos e colocou a Ciência nos carris do progresso. E da resposta ao Terramoto saiu uma das mais controversas figuras da história europeia, o Marquês de Pombal. Entre a grande catástrofe de 1755 e o questionar do mito dos grandes homens, Mariana, a narradora desta visita ao Quake ¿ Museu do Terramoto de Lisboa, retoma as pistas deixadas pelo avô. E o fascínio por esse momento terrível e traumático do passado transforma-se numa luta contra o tempo. Recordar 1755 conta a história do Terramoto como nunca foi contada, num panorama total: os vestígios da cidade antiga; o quotidiano dos lisboetas, das peixeiras às rainhas; a mais atualizada ciência sismológica; a polémica sobre as perdas e os impactos; as intrigas entre aristocratas, empenhados em salvar Lisboa projetando as suas carreiras políticas; os debates científicos do século XVIII e a épica e atribulada decisão de reconstruir Lisboa. Mas é também a crónica comovente de uma vocação, um ensaio sobre os limites da historiografia e a memória de uma cientista, Mariana, a contas com o seu próprio passado. Dos terrores da infância aos mistérios das grandes questões da História, nasce o sonho de um lugar onde seja possível conhecer, experimentar e questionar o grande Terramoto de Lisboa.
Edição: Mai 2022
Nº Páginas: 592
Sinopse: Esta obra analisa o modo como o regime ditatorial português do Estado Novo e a sua polícia política contaram com portugueses para denunciar outros
Edição: Nov 2025
Nº Páginas: 576
Sinopse: Um verdadeiro tratado sobre a importância da imaginação e do imaginário na história da humanidade. Poder-se-ia perguntar, como Shakespeare sugeriu em Sonho de Uma Noite de Verão, se a vida é uma tensão entre o que imaginamos com a nossa cultura e as nossas paixões e o que entendemos. Tem havido quem argumente que a imaginação é um voo condenável, um devaneio; outras opiniões concluem, pelo contrário, que não se pensa, sente ou aprende sem imaginar. Haverá, então, além da fria razão a que o Sonho se referia, uma essência humana que nasce do impulso da criatividade? Francisco Louçã procura responder a essa questão através de uma viagem pela cultura humana. Partindo do conceito de que a imaginação é a essência humana, o autor leva-nos numa jornada multidisciplinar pelas realizações da humanidade que têm na sua génese a imaginação, que é, por sua vez, produtora de imaginário (o conjunto de imagens que a nossa imaginação gera e projeta). Nesta viagem visitamos o desejo das cores imaginadas por artistas como Bosch, Gauguin, Van Gogh, Manet, e escritores como Shakespeare ou Cervantes, entre muitos outros, e o seu impacto artístico, social, político, histórico Encontramos a imaginação no cerne da cosmogonia, da visão do Além, da experiência de Deus; vemos a imaginação na base da criação de outros mundos e dos seus habitantes, o que levou o ser humano em busca de novas terras. Por fim, vemos o desejo como o resultado de uma projeção, uma imaginação de prazer, do corpo do outro, do amor e também da culpa. Um verdadeiro tratado sobre a importância da imaginação e do imaginário na história da humanidade.
Edição: Out 2025
Nº Páginas: 448
Sinopse: No verão de 1941, quando Hitler invadiu a União Soviética, as forças de Estaline enfrentaram a possibilidade de uma derrota catastrófica, o que tornaria praticamente impossível a libertação da Europa pelos Aliados. Para evitar este desastre, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos mobilizaram uma equipa de elite composta por diplomatas notáveis com a missão de manter o Exército Vermelho na guerra. Para o coração da Moscovo de Estaline, Roosevelt enviou Averell Harriman, o quarto homem mais rico da América, e a sua brilhante filha Kathy. Churchill enviou o imprudente, mas criativo bon vivant Archie Clark Kerr - e, ocasionalmente, ele próprio - para negociar com os operadores mais astutos do Kremlin. Juntos, este grupo improvável lutou contra o engenhoso e temperamental Estaline para tornar a vitória possível. Do autor bestseller Giles Milton, e baseado em diários, cartas e relatórios secretos surpreendentes e inéditos, O Caso Estaline põe a descoberto aquela que é a coligação mais improvável da História moderna.
Nº Páginas: 488
Sinopse:
"o mein kampf é um livro de ódio. adolf hitler comecou a escrevê-lo, em 1924, na prisão, na sequência da condenacão pela tentativa de golpe para derrubar o governo do estado da baviera. este livro é imprescindível para a compreensão da utopia racial nazi, que é parte dos movimentos utópicos e revolucionários do comeco do século xx. livro maldito, a sua publicacão exige uma contextualizacão histórica. é o que esta edicão proporciona, fazendo-o preceder de um conjunto de textos e notas que dão ao leitor uma síntese do que foi a ascensão, poder e crime do nazismo. ensaia-se também uma breve análise dos principais tracos da personalidade de adolf hitler. "
Nº Páginas: 240
Sinopse:
A História de Portugal está recheada de personagens que mais parecem de ficção, desde os nomes aos cognomes, dos feitos aos feitios. Ou não fosse a nossa História construída sobre sangue (dos outros), suor (dos nossos heróis e heroínas) e vinho (de todas as castas)! Este livro alia o rigor histórico (rigor mortis) à boa disposição de uma certa cusquice (merecida) sobre uma mão-cheia de verdadeiras personagens, todas conhecidas (e algumas até da polícia), e inclui expressões populares e eruditas, pratos, moda e outras curiosidades. Escrito sob uma luz mais intimista e pessoal, divertida e desarmante, mas sempre interessante, promete entreter curiosos e estudiosos - afinal, as autoras são especialistas na matéria, como se pode comprovar através do seu podcast de Maneiras que É Assim¿
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Plano Nacional de Leitura Literatura - Maiores de 18 anos PRÉMIO NOBEL DE LITERATURA A 26 de abril de 1986, Chernobyl foi palco do pior desastre nuclear de sempre. As autoridades soviéticas esconderam a gravidade dos factos da população e da comunidade internacional, e tentaram controlar os danos enviando milhares de homens mal equipados e impreparados para o vórtice radioativo em que se transformara a região. O acidente acabou por contaminar quase três quartos da Europa. Numa prosa pungente e desarmante, Svetlana Alexievich da voz a centenas de pessoas que viveram a tragédia: desde cidadãos comuns, bombeiros e médicos, que sentiram na pele as violentas consequências do desastre, até as forças do regime soviético que tentaram esconder o ocorrido. " "Os testemunhos, resultantes de mais de 500 entrevistas realizadas pela autora, são apresentados através de monólogos tecidos entre si com notável sensibilidade, apesar da disparidade e dos fortes contrastes que separam estas vozes. «A sua técnica é uma mistura vigorosa de eloquência e de silêncio, descrevendo a incompetência, o heroísmo e o luto: a partir dos monólogos dos seus entrevistados, ela cria uma história que o leitor consegue de facto palpar. Ao lê-la, percebi pela primeira vez que Chernobyl foi o tsunami da Europa: mas fomos nós, humanos, que o criámos, e este tsunami é interminável.» - The Telegraph Tradução direta do russo por Galina Mitrakhovich"
Nº Páginas: 424
Sinopse:
O segredo mais bem guardado da Guerra Fria No confronto silencioso da Guerra Fria, travado em grande parte nos campos da mente e do intelecto, uma arma insuspeita foi fulcral: o livro. O Clube de Leitura da CIA revela a extraordinária história verídica de um programa secreto da inteligência dos EUA que conseguiu contrabandear dez milhões de volumes através da vastíssima e fortemente vigiada Cortina de Ferro. A missão, de um alcance e audácia sem precedentes, visava minar diretamente a sufocante censura imposta pelo regime soviético e levar visões políticas e culturais alternativas a um povo privado de acesso à informação livre. Liderado por George Minden a partir dos escritórios da CIA em Manhattan, um homem nascido em Bucareste que compreendia profundamente as realidades e necessidades culturais do Leste, o programa enviava uma diversificada seleção de literatura para a Europa de Leste ¿ de clássicos subversivos como George Orwell a autores populares como Agatha Christie. Estes livros, que funcionavam como faróis de esperança e ar fresco intelectual, eram transportados através de todos os meios imagináveis de contrabando: a bordo de camiões e iates, enviados por balões, escondidos em compartimentos secretos de comboios, ou dissimulados na bagagem de viajantes comuns. A operação não só desafiava as autoridades comunistas, como procurava estabelecer uma ligação genuína com os leitores no Leste, reconhecendo a sua inteligência e a sua sede por diversidade cultural e dignidade humana. O impacto desta torrente clandestina de literatura foi particularmente forte na Polónia, onde os livros circularam avidamente e inspiraram dissidentes a iniciar operações de impressão subterrâneas, arriscando espancamentos, prisão e exílio. A disseminação da literatura ilícita tornou-se tão massiva que, no final dos anos 1980, a censura na Polónia colapsou, um fator crucial que ajudou a pavimentar o caminho para a eventual queda da própria Cortina de Ferro. Narrada em detalhe cativante pelo jornalista Charlie English, esta é uma saga real de espionagem, sobrevivência e resistência, uma prova arrebatadora do poder inabalável da palavra escrita como força de libertação e de mudança histórica.
Nº Páginas: 408
Sinopse:
Gareth Harney conta a história da Roma Antiga, desde a fundação ao colapso, através da sua coleção de moedas. Doze capítulos, cada um dedicado a uma moeda e a uma época específica, com informação bem fundamentada e pequenas narrativas ficionadas a partir dos textos históricos conhecidos, com fotografias ilustrativas, a que acresce um extratexto a cores.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Dinheiro: o objeto dos nossos desejos. O motor da nossa perdição. A maior invenção da humanidade. O dinheiro é poder ¿ e o poder seduz. Nada que tenhamos inventado definiu tão profundamente a nossa evolução ou alterou tão dramaticamente o rumo da história do planeta. O dinheiro moldou a própria essência do que significa ser humano. O nosso mundo gira em torno do dinheiro, mas raramente paramos para pensar nele. O que é o dinheiro, de onde vem e poderá esgotar-se? O que é esta substância que impulsiona o comércio, revoluções, descobertas, e inspira a arte, a filosofia e a ciência? Nesta viagem épica e fascinante, o economista David McWilliams traça a relação entre os seres humanos e o dinheiro ¿ desde uma simples vara de contagem na África antiga às moedas da Grécia Republicana, da matemática do mundo árabe medieval à Revolução Francesa, e da ascensão do dólar americano às criptomoedas dos dias de hoje. Pelo caminho, encontramos personagens que inovaram com o dinheiro, desafiando a sociedade e transformando a nossa forma de viver, numa evolução monetária contínua que, ao longo dos últimos 5000 anos, tem impulsionado o progresso humano. Uma obra esclarecedora, abrangente e irreverente, que desvenda os mistérios e o poder do dinheiro, explicando porque é tão importante e como molda o nosso mundo.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
Um livro que retrata o Ultramar desde o fim do século XIX até à descolonização das colónias. Rico em imagens, tanto dá voz à elite governante portuguesa como à poesia e pensamento africanos. Traz um prefácio muito elogioso de Marcelo Rebelo de Sousa.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
«O maior historiador do mundo secreto» Em 30 de abril de 1980, seis homens fortemente armados irromperam na embaixada iraniana em Londres. Aí fizeram 26 reféns, incluindo funcionários da embaixada, visitantes e três cidadãos britânicos. Seguiu-se um tenso cerco de seis dias, enquanto milhões de pessoas se reuniam em torno dos ecrãs em todo o mundo para assistirem ao noticiário mais longo da história da televisão britânica, no qual negociadores da polícia e psiquiatras procuravam pôr um fim ao impasse sem derramamento de sangue. Enquanto isso, o SAS até então uma organização envolta em secretismo planeava uma ousada missão de salvamento: a Operação Nimrod. Com base em fontes inéditas, entrevistas exclusivas com o SAS e depoimentos de testemunhas incluindo reféns, negociadores, agentes dos serviços secretos e o psiquiatra que se encontrava no local ¿, o historiador Ben Macintyre conduz os leitores numa viagem emocionante, desde os anos e semanas de preparação de ambos os lados, até ao relato, minuto a minuto, do cerco e do salvamento. Recriando as conversas dramáticas entre os negociadores e os reféns, o trabalho vital dos serviços secretos nos bastidores e o frenesim dos meios de comunicação social em torno deste momento de importância internacional, O Cerco é a história notável do que realmente aconteceu naqueles seis dias fatídicos e o primeiro relato completo de um momento que mudou para sempre a forma como a opinião pública encarava as forças especiais.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
"Em 1990, um país desapareceu. Quando a cortina de ferro caiu, a República Democrática Alemã simplesmente deixou de existir. Durante mais de quarenta anos, a RDA apresentou uma identidade alemã radicalmente diferente de tudo o que tinha existido antes e de tudo o que existe hoje. Solidariedade socialista, polícia secreta, planeamento central, arame farpado - esta era uma Alemanha forjada nas falhas da ideologia e da geopolítica. Em Para Lá do Muro, a aclamada historiadora Katja Hoyer oferece uma nova visão caleidoscópica de um país desaparecido. Desde a construção do Muro de Berlim, em 1961, até à relativa prosperidade da década de 1970, passando pelos alicerces do socialismo em meados dos anos 1980, a autora argumenta que, no meio da opressão e das dificuldades frequentes, a Alemanha de Leste albergava uma rica paisagem política, social e cultural, um lugar muito mais dinâmico do que a caricatura da Guerra Fria muitas vezes retratada pelo Ocidente." Contada de forma poderosa, e com base num vasto conjunto de entrevistas, cartas e registos inéditos, esta é a derradeira história da outra Alemanha, aquela que ficava para lá do muro.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro revelador sobre a forma como as fronteiras moldam o nosso mundo Desde que existem mapas que as linhas neles desenhadas marcam as fronteiras, geográfica ou totalmente arbitrárias, que dividem territórios, povos, culturas ou identidades políticas, e que se podem tornar intemporais, mesmo depois de terem desaparecido. Estas linhas poderiam ser bastante diferentes se uma guerra, um tratado ou as decisões de alguns europeus tivessem sido outras. Ao contar as histórias destas fronteiras, podemos aprender muito sobre a vaidade e loucura humanas, e ver como aquilo que parece óbvio e permanente num século parecerá aleatório ou ridículo noutro. Estas histórias mostram-nos como decisões tomadas por razões de curto prazo podem ter efeitos de longo prazo no mundo real, durante as décadas ou os séculos vindouros. Das tentativas romanas de definir os limites da civilização, ao acordo secreto britânico-francês para dividir o Império Otomano durante a Primeira Guerra Mundial, até à razão pela qual a Bolívia, sem acesso à costa, ainda mantém uma marinha, esta obra apresenta uma visão fascinante, engenhosa e surpreendente da história do mundo contada através das suas fronteiras.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Após dez anos de guerra, Odisseu sonha em deitar-se nos braços da sua amada Penélope e em ensinar ao seu filho Telémaco os hábitos de um guerreiro. No entanto, os deuses gostam de brincar com os desejos dos simples mortais. Poseidon, o deus dos reinos oceânicos, irritado com a presunção de Odisseu, amaldiçoa-o a vaguear pelos mares. Encontrando gigantes de um olho só, monstros de seis cabeças, tempestades terríveis, redemoinhos titânicos, sereias hipnóticas, bruxas sedutoras e deusas ciumentas, Odisseu é tentado e atormentado para além da resistência de qualquer homem. Mas Odisseu não é um mero mortal e o apelo da mulher e do filho atrai-o, passo a passo, golpe a golpe, cada vez mais perto de casa e do seu destino
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Uma História que nos pertence a todos. Independentemente de onde vivemos, todos temos raízes na África. Este livro revela como o continente moldou a história global e porque devemos conhecer melhor o seu legado. Durante demasiado tempo, a história da África foi dominada pelas narrativas ocidentais sobre escravatura e colonialismo ou, simplesmente, ignorada. Zeinab Badawi vem, finalmente, pôr os pontos nos is. Neste livro fascinante, a autora guia-nos pela história espetacular da África - desde as origens da nossa espécie, passando pelas antigas civilizações e pelos impérios medievais com rainhas e reis notáveis, até às misérias da conquista e à euforia da independência. Visitando mais de trinta países africanos para entrevistar inúmeros historiadores, antropólogos, arqueólogos e contadores de histórias locais, Zeinab Badawi tece uma nova, abrangente e arrebatadora história do mais antigo continente habitado do planeta, contada através das vozes dos próprios africanos.
Uma Montra da Ditadura Portuguesa
Edição: Mai 2025
Nº Páginas: 632
Sinopse:
Os objetos são palpáveis, materiais, não mentem. Escondidos do olhar, em arcas, gavetas, armazéns, remetem-se ao silêncio. Mas se lhes limparmos o pó dos dias e os observarmos com atenção, seremos capazes de ouvir as histórias que têm para contar. Durante cinco anos a jornalista Fernanda Cachão investigou o legado material do Estado Novo, os objetos que décadas de ditadura deixaram para trás. Escolheu 101, lote onde cabem desde a fivela que adornava o cinto da Mocidade Portuguesa, ao Chrysler Imperial, pertença de Salazar, que oito comunistas viriam a usar numa ousada fuga da Prisão de Caxias.
Cada um dos objetos ajuda a construir o retrato do regime. Por exemplo, as refeições servidas na primeira classe da TAP em baixelas de porcelana Vista Alegre e Secla (e que podiam incluir caviar ou lagosta) representam uma época e a sua classe dominante - mas servem também para evocar a criação da companhia aérea nacional ou lembrar o facto de o ditador só ter andado de avião uma vez.
O Estado Novo em 101 Objetos é, pois, uma fascinante montra do que foi a vida portuguesa no tempo da ditadura. Em textos breves, vivos, incisivos, cada peça, cada carta, cada documento suscitam um leque de observações e assinalam, na cronologia da nossa História, o ponto onde foram inscritos - para hoje, mais uma vez, recordarmos o que nunca deve ser esquecido.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Todos os países vivem momentos coletivos de dor, emoção, medo, ansiedade, apreensão, desconforto. Este é um livro que propõe dar a conhecer alguns dos sobressaltos mais intensos vividos pelos portugueses, recuperando histórias perdidas no tempo. Acontecimentos partilhados por um povo que ora trouxeram dor e sofrimento, ora suscitaram sentimentos de união. Com o advento da informação, jornais, rádio, televisão, redes sociais, o conhecimento do que se passava pouco além da rua passou a ser global. Mas o ser humano continua intrinsecamente o mesmo: emociona-se, comove-se, inquieta-se, amedronta-se. Agora não só com o que sucede na comunidade, também com o que se passa no outro lado do Mundo. Timor foi o exemplo maior de um episódio ocorrido a milhares de quilómetros e vivido em Portugal numa catarse coletiva. Deste e de outros momentos se faz este livro.
Nº Páginas: 536
Sinopse:
A Idade Média é vista como uma época sanguinária de vikings, santos e reis: uma sociedade patriarcal que oprimia e excluía as mulheres. Mas quando aprofundamos um pouco mais a verdade, podemos ver que a idade negra foi tudo menos isso. A historiadora da Universidade de Oxford e da BBC, Janina Ramirez, descobriu inúmeros nomes de mulheres influentes apagados dos registos históricos, com a palavra Femina anotada ao lado. A nossa visão da história foi manipulada à medida que os guardiões do passado ordenavam a queima de livros, a destruição de obras de arte e a produção de novas versões de mitos, lendas e documentos históricos. Só agora, através de um exame cuidadoso dos artefactos, escritos e bens que deixaram para trás, é que as vidas influentes e multifacetadas das mulheres estão a emergir. Femina vai além dos registos oficiais para descobrir o verdadeiro impacto de mulheres como Jadwiga, a única mulher rei da Europa, Margery Kempe, que explorou a sua imagem e história para garantir a sua notoriedade, e a Princesa Loftus, cuja existência nos dá pistas sobre os primórdios do cristianismo em Inglaterra. Femina revela o poder e a influência das mulheres medievais que foram apagadas da nossa história. Da realeza e da religião à fama e à fúria, este livro revela porque é que estas mulheres notáveis foram afastadas da nossa memória coletiva.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A história da maçonaria em Lisboa constitui uma narrativa que se confunde muitas vezes com a história de Portugal. Poucas organizações levantam tantas questões e dúvidas como a Maçonaria. Durante séculos, foi perseguida, proibida; durante séculos, resistiu, interveio. Durante séculos, oscilou entre períodos de sombra e repressão e épocas de luz e de grande fulgor… À Maçonaria foram imputados - de forma caluniosa - os crimes mais terríveis e atribuídos - por vezes, com exagero - os avanços civilizacionais mais brilhantes. Enfim, poucas organizações tiveram (e têm) tantos detratores e, ao mesmo tempo, tantas personalidades ilustres a apoiá-la. Neste livro, queremos dar a conhecer, de forma isenta, a História da Maçonaria em Lisboa, desde a fundação das primeiras Lojas até aos nossos dias - uma caminhada feita de sofrimento e de luta, de união e de cisões. A História da Maçonaria lisboeta acompanha de forma indelével a evolução da História de Portugal, estando tantas vezes presente em momentos decisivos, sendo inegável que os princípios maçónicos de Humanismo e de Fraternidade estão em muitas vertentes da nossa Democracia. Lisboa Maçónica constitui, desta forma, um manual que desvenda alguns aspetos de uma organização que, por entre penumbras e luzes, faz parte do nosso Património Histórico.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Um livro fascinante que nos permite perceber melhor quem somos e qual a origem dos mitos que ainda hoje nos ajudam a explicar o sentido da vida e os mistérios da humanidade. Viciante, lúdica, acessível e espantosamente humana, a mitologia grega explica a ascensão da humanidade e o combate para nos libertarmos da interferência divina. Os mitos revelam que quem criou este mundo desconcertante, com os seus caprichos, crueldades, maravilhas, loucura e injustiça devia ser igualmente caprichoso, cruel, maravilhoso, louco e injusto. Quem nunca ouviu falar de Zeus, Afrodite ou Apolo? E de Pandora, das musas ou do rei Midas? Passadas de milénio em milénio, as histórias sobre os deuses e os mitos gregos estão profundamente enraizadas na nossa cultura, nas nossas lendas e na nossa língua.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Pela primeira vez, uma história visual do 25 de Abril: uma narrativa suportada em mapas, ilustrações e fotografias. Neste Atlas Histórico do 25 de Abril, o historiador José Matos dá-nos uma visão global dos acontecimentos que levaram à eclosão de uma revolta militar em Portugal, em Abril de 1974, e ao derrube da ditadura criada por Salazar quatro décadas antes. Com uma abordagem histórica rigorosa, e com mais de uma centena de fotografias de arquivo e mapas ilustrativos, este livro descreve-nos os eventos que estiveram na origem do golpe militar do 25 de Abril ¿ que abriu o caminho para a instauração da democracia em Portugal: ¿ As razões que levaram os militares a conspirar contra o regime; ¿ O problema da guerra em África e a falta de soluções políticas; ¿ A revolta militar nas Caldas da Rainha que antecedeu o 25 de Abril; ¿ As compras de armas na fase final da guerra; ¿ As movimentações de tropas pelo país que derrubaram a ditadura; ¿
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Após anos de conflitos sangrentos na Europa e no Pacífico, a nação norte-americana fica em choque a 12 de abril de 1945 com a morte do presidente Franklin D. Roosevelt. O vice-presidente Harry Truman assume de imediato o comando do país, mas as dificuldades são muitas. Tendo sido mantido de fora de todo o planeamento da guerra, e nada sabendo sobre o ultrassecreto Projeto Manhattan - que desenvolve a primeira bomba atómica -, vê-se perante uma das mais importantes decisões da humanidade. 1945 - Contagem Decrescente relata-nos a emocionante história real dos agitados dias, semanas e meses desde esse momento até 6 de agosto de 1945, quando Truman dá a ordem para lançar a primeira bomba sobre Hiroxima. Escrito por Chris Wallace, decano jornalista norte-americano, este é um livro que nos leva para dentro da mente das importantes figuras que entraram para a história, como Albert Einstein, J. Robert Oppenheimer, e os competitivos pilotos do avião que lançou a bomba. Mas não só. Mais do que um livro sobre a bomba atómica, este é também um relato inesquecível da vida de civis americanos e japoneses em tempos de guerra, e dos soldados norte-americanos que lutaram no Pacífico, receosos da ordem de invadir o Japão. Com uma escrita apelativa e emocionante, este é o relato definitivo de um dos momentos mais significativos da História.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Apresentando as mais variadas regiões do mundo, incluindo o Médio Oriente, os Polos e até o Espaço, Prisioneiros da Geografia, Teste o Seu Conhecimento testa os seus conhecimentos geopolíticos com uma grande diversidade de questões, puzzles e mapas, concebidos para o desafiar enquanto expande oseu conhecimento sobre o mundo. Baseado no bestseller internacional Prisioneiros da Geografia, Tim Marshall apresenta mais de 350 questões, que incluem Portugal, e que nos desafiam, sozinhos, ou com os amigos e a família, a descobrir mais sobre o mundo atual.
