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Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os Donos Angolanos de Portugal foi publicado pela primeira vez em 2014. Descreveu então detalhadamente os circuitos de enriquecimento, de corrupção e de cumplicidade entre capitais angolanos e portugueses e, em particular, a forma como os círculos do poder, organizados em torno da família e aliados de José Eduardo dos Santos, pilhavam Angola e reciclavam os seus rendimentos através de Portugal. O livro registou os principais articuladores desse investimento em Portugal: Isabel dos Santos, Manuel Vicente, José Leitão, Kopelipa. Contámos ainda a história do BES em Angola, dos seus contactos chineses e russos e da turbulenta aliança com o regime de Luanda. No início de 2020, a revelação dos Luanda Leaks pelo Consórcio Internacional de Jornalistas de Investigação trouxe novos dados sobre o modo de operação de Isabel dos Santos, os seus financiamentos, as suas transferências de capital e outras operações. Na sequência destas revelações e da ação de autoridades judiciais em Angola e de reguladores em Portugal, tardia que fosse, uma parte das suas propriedades portuguesas foi posta à venda. Esta edição revista e aumentada inclui a análise do fim do império do BES, bem como do caso Isabel dos Santos.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O que têm em comum os dias 22 de Abril de 1500, 1 de Dezembro de 1640, 25 de Abril de 1974 e 10 de Julho de 2016? Foram dias em que os Portugueses experimentaram uma genuína sensação de felicidade! Em 1500 descobriram o Brasil, em 1640 reconquistaram a independência, em 1974 voltaram a saborear a liberdade, e no Verão de 2016 foram campeões da Europa de futebol. Foram dias que trouxeram orgulho à história de Portugal. Este é o livro desses momentos em que os Portugueses foram grandes, generosos e iluminaram o resto da humanidade. De Janeiro a Dezembro, ao longo do ano, descubra ou recorde os momentos mais exaltantes da nossa história. Descubra no passado as razões pelas quais Portugal tem futuro.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Um profundo relato, exposto em ritmo acelerado, do dinheiro e dos clérigos-magnatas no coração do Vaticano - a maior e mais poderosa instituição religiosa do mundo. Escrito por um mestre, "Os Banqueiros de Deus" traça uma intriga política e mecanismos internos da Igreja Católica. Este livro revela informações sobre a acumulação de riqueza da Igreja e os seus envolvimentos financeiros bizantinos pelo mundo fora. Através de duzentos anos de prelados, bispos, cardinais, e os papas que supervisionaram tudo, Gerald Posner revela o poder inquietante, incluindo o incrível poder financeiro, de uma das organizações mais influentes do mundo. "Os Banqueiros de Deus" tem tudo: é uma reveladora e espantosa saga marcada por titãs empresariais envenenados, procuradores assassinados e mortes misteriosas apresentadas como suicídios; um carnaval de personagens desde empresários e mafiosos, a reis e primeiros-ministros; um conjunto de circunstâncias morais e políticas que clarificam não só as ambições e objetivos da Igreja, mas refletem as grandes tensões da História recente. Posner ainda olha para o futuro numa conjetura: conseguirá o papa Francisco ter êxito onde todos os seus antecessores falharam? Conseguirá superar a resistência e recuperar as rédeas nos excessos do lamaçal financeiro incontrolável do Banco do Vaticano? Metade thriller, metade um conta-tudo financeiro, este livro revela com extraordinária precisão como é que o Vaticano tem evoluído desde ser a base da fé até se tornar numa corporação de poderes e riquezas extremos.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
O livro Os Antigos Reinos de Timor-Leste (Reys de Lorosay e Reys de Lorothoba, Coronéis e Datos) trata da história dos régulos (chefes) timorenses e dos governadores portugueses. O livro foi escrito para comemorar os quinhentos anos da descoberta da Ilha de Timor (1513?-2013) e o primeiro centenário da Guerra de Manufahi (1912-2012). Consta essencialmente de seis partes: 1.ª parte: Os reinos de Timor ao longo dos séculos; 2.ª parte: Usos e costumes de Timor; 3.ª parte: Reinos por distritos e subdistritos; 4.ª parte. A lista dos régulos por ordem cronológica; 5.ª parte: governadores portugueses; 6.ª parte anexos. Os Antigos Reinos de Timor-Leste pretende ser um subsídio para a História da República Democrática de Timor-Leste e um incentivo aos timorenses para conhecerem o seu passado histórico, caracterizado por guerras constantes, contra Portugal, Macau, holandeses e contra reinos das ilhas vizinhas.Finalmente, o livro pretende ser um convite expresso aos descendentes dos régulos e liurais para escreverem sobre as suas "casas reais" e, assim, poderem perpetuar a memória dos seus antepassados.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Um livro que apresenta uma análise sobre a conversa fiada, o embuste e a mentira e como estas três fontes de engano nos iludem todos os dias sem darmos por isso. Com a sua capacidade de combinar a acuidade filosófica, a perceção psicológica e o humor irónico, Harry G. Frankfurt, um dos filósofos mais influentes dos nossos tempos, explora como o conceito de conversa fiada e o conceito de embuste, são distintos da mentira.
Nº Páginas: 164
Sinopse:
Será que a política já não "apaixona" os públicos? Será que os programas de informação política estão condenados à "guetização" nas grelhas de programas por força do audimetro e da tirania dos resultados? Será que os políticos estão reféns dos media num sistema que alguns consideram estar dominado pela comunicação? Para os políticos, a entrevista e o debate são instrumentos importantes na relação com os eleitores. Na entrevista, os políticos arriscam o jogo da verdade que uma parte da sociedade civil julga estar ausente das instituições. Este é um breve registo sobre a comunicação, o jornalismo, a política e os políticos. Mas também sobre outros intérpretes da realidade. Um registo onde se cruzam duas vozes: a minha e a da Mariana. Pela minha parte, solto as palavras sobre as pequenas coisas que sempre ficam por contar em televisão: as dúvidas, os medos, as alegrias, as decepções. Quanto a Mariana, ela é uma jovem que me critica e que me interroga. Afinal, este é um livro sobre a difícil arte de interrogar - a entrevista - porque "a vida não é nada excepto perguntar sobre si mesma".
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Em tempo de pandemia, espectáculos foram cancelados, salas de cinema permaneceram vazias, portas de universidades fecharam-se - autores e criadores foram todos para casa, levando a cultura consigo. Durante três longos meses, José Jorge Letria entrevistou dezassete figuras da vida cultural portuguesa, de Lídia Jorge e Mário de Carvalho a Fernando Tordo, o cientista Carlos Fiolhais, Pacheco Pereira e Barata-Moura, Fernando Rosas e Olga Roriz. Com olhares atentos e críticos às mudanças que ocorreram neste período à escala nacional e mundial, os entrevistados contam o impacto que esta nova realidade teve nas suas vidas profissionais e pessoais e reflectem sobre um hipotético futuro que advirá do medo e necessidade de combater o novo vírus. Reúne-se aqui uma colectânea de relatos que espelham não só perfis distintos mas também preocupações vividas, em cada momento, na relação com o quotidiano, a política, a ciência e a cultura. Um testemunho para memória futura. Fernando Rosas · José de Guimarães · Mário De Carvalho · António Victorino D’Almeida · Carlos Fiolhais · Rui Vieira Nery · José Manuel Castanheira · Mário Vieira de Carvalho · Lídia Jorge · Mário Mesquita · Nicolau Santos · Olga Roriz · Álvaro Cassuto · José Barata -Moura · José Pacheco Pereira · Fernando Tordo · Jorge Paixão da Costa
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Nos últimos 20 anos, houve milhares de relatos sobre os acontecimentos do 11 de Setembro de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques. Um livro inesquecível e perturbador que nos mostra uma perspectiva incomum sobre as consequências devastadoras do dia que mudou por completo a face do mundo moderno.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Sexo e música: uma harmonia que vem de longe… Conheçamos a história que liga, desde as origens da Humanidade e em todas as culturas, a música com a sexualidade. Partindo das ligações fisiológicas entre o prazer sexual e o prazer de ouvir música, esta obra aborda, de um ponto de vista antropológico e histórico, aquilo que, em todas as épocas e em todas as latitudes, fez com que a música e o sexo se cruzassem: a música das heteras romanas, as melopeias das gueixas, as composições do romantismo alemão ou das bandas pop da década de 1970. Por último, o autor revela o que une a música e a sexualidade nas representações artísticas e culturais: da pintura chinesa à banda desenhada, passando pelas influências da música e do sexo sobre a literatura e a arte cénica, das danças da Antiguidade à cultura hip hop.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Martin Amis escreveu pela primeira vez sobre o 11 de Setembro num artigo para o Guardian que começava assim: "Foi o advento do segundo avião, a adejar já baixo por cima da Estátua da Liberdade: foi esse o momento decisivo." Regressou ao tema regularmente com ensaios, críticas e dois contos notáveis: "No Palácio do Fim" e "Os Últimos Dias de Muhammad Atta". Todos os textos estão agora reunidos neste volume - que inclui ainda um relato das viagens que fez com Tony Blair a Belfast, Washington, Bagdade e Basra - que a Quetzal publica para assinalar os 10 anos do atentado terrorista que mudou o mundo.
Nº Páginas: 424
Sinopse:
Noreena Hertz, considerada uma «das principais pensadoras globais» por The Observer, dá-nos um retrato desassombrado mas otimista do mundo solitário que construímos e mostra-nos como a pandemia de Covid-19 acelerou o problema da solidão e o que precisamos de fazer para nos religarmos. A solidão tornou-se a característica definidora do século XXI. Ela não só prejudica a nossa saúde física e mental, a nossa riqueza e a nossa felicidade, como constitui uma ameaça à democracia. Mesmo antes de uma pandemia global nos familiarizar com expressões como «distanciamento social», o tecido da comunidade estava a desfazer-se e pendia uma ameaça sobre as nossas relações pessoais. Porém, está nas nossas mãos resolvermos esta crise. Propondo soluções originais que vão da Inteligência Artificial «empática» e de modelos inovadores de residência urbana a novas maneiras de revigorarmos os nossos bairros e conciliarmos as nossas diferenças, esta obra dá-nos uma visão otimista e capacitadora do modo como podemos sarar as nossas comunidades fraturadas e restaurar as ligações nas nossas vidas.
Nº Páginas: 154
Sinopse:
"O Reino da Estupidez" é um conjunto de ensaios e crónicas publicadas por Jorge de Sena em 1978. A publicação beneficia e desfruta da liberdade que se seguiu, e da inexistência da Censura, incidindo as crónicas, que antes não poderiam ter sido publicadas, sobre temas não-literários (com a excepção camoniana), satirizando situações ou problemas portugueses, brasileiros ou americanos ou denunciando "contradições ridiculamente significativas". Estes textos, e citamos Jorge de Sena, constituem uma colecção "amplamente instrutiva e divertida, de ensaios e outros textos de notabilíssima qualidade cultural, altíssimo valor educativo, e palpitantíssima actualidade, interessando igualmente a homens, mulheres, soldados e crianças (como dizia o Avô do autor ao enumerar o género humano, e ele tinha três filhos na tropa, todos homens) de todos os partidos e inteiros em mais de um país do supracitado Reino, independentemente do propriamente dito. Sem nenhuma das licenças necessárias à impressão e distribuição de tão oportunos desaforos."
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Neste livro de ensaios, Herta Müller - vencedora do Prémio Nobel da Literatura em 2009 - faz uma "auto-radiografia" à sua escrita, levantando a ponta do véu que cobre as suas vivências e memórias pessoais e revelando a génese do seu próprio processo criativo, no contexto do regime ditatorial da Roménia de Ceausescu.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
O meio envolvente tem uma influência decisiva no ser humano. Afeta os nossos pensamentos, as nossas emoções e a nossa resposta física, quer nos sintamos deslumbrados pelo Grand Canyon ou pela Basílica de São Pedro, em pânico numa sala lotada, ou tentados nos casinos e nos centros comerciais. Em A Alma dos Lugares, o psicólogo e investigador na área da neurociência Colin Ellard explica como as nossas casas, os nossos locais de trabalho, as cidades que habitamos e, claro, a natureza nos vêm influenciando ao longo da história, e dá conta de como o cérebro e o corpo respondem de forma diferente aos espaços reais e virtuais. Neste livro fascinante, publicado em vários países, este especialista na dinâmica entre a psicologia, a arquitetura e a geografia - a que chama psicogeografia - analisa também a influência que as tecnologias têm no meio envolvente, questionando o leitor sobre o tipo de mundo que estamos a criar. A Alma dos Lugares é um livro imprescindível para entendermos o nosso tempo e aquilo que somos.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Os homens modernos são forçados a uma performance de virilidade denunciada por muitos como sufocante - a chamada man box. Phil Barker passou anos a investigar e a escrever sobre as elevadas taxas de suicídio entre os homens, a violência doméstica, a pornografia e a misoginia - mas também sobre a amizade masculina, os prazeres de ser pai e as relações entre homens e mulheres. Esta análise e reflexão fê-lo questionar o modelo tradicional de "masculinidade". Neste livro, Barker convida-nos a repensar o que significa ser-se homem e pede a todos os homens que ousem uma forma de vida mais livre, mais saudável e mais feliz para eles e para as pessoas que amam. Uma análise equilibrada, clara e esperançosa sobre a masculinidade.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Luís Osório convidou 30 portugueses, empresários, políticos, escritores, pensadores, artistas, jornalistas, chefs, cantores, cómicos e perguntou-lhes o que pensam, o querem, de Portugal. Mais ainda, o que fazem por Portugal. São trinta conversas que compõem um retracto colectivo deste país à beira-mar plantado. De António Costa a Paula Amorim e Miguel Sousa Tavares; de António Barreto a Joana Vasconcelos e Fernando Medina; de Maria Filomena Mónica a Catarina Martins e Assunção Cristas, trinta portugueses confessam-se com franqueza, intimidade em muitos casos, e ajudam-nos a compreender Portugal, o nosso passado e as expectativas de futuro. Gonçalo Rosa da Silva fotografou, de forma soberba, cada um destes 30 portugueses notáveis.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Obra fundamental para compreender o mundo em mudança e os grandes desafios do futuro O mundo está a mudar drasticamente. Estamos preparados para o futuro? Neste livro de leitura absorvente, Guillén, uma das personalidades mais ousadas da atualidade, explica como as grandes tendências do nosso tempo - o auge dos robôs, o problema demográfico, a ascensão da classe média em África, a riqueza cada vez maior das mulheres, entre outras - convergirão nos próximos anos num ponto de não retorno, para o bem e para o mal. No ano de 2030, assistiremos a uma nova realidade: - Haverá mais avós do que netos; - A economia global será impulsionada pelo consumidor não-ocidental pela primeira vez na história moderna; - As mulheres serão as principais detentoras da riqueza global; - Haverá mais robôs do que trabalhadores e mais computadores do que cérebros humanos; - Haverá mais moedas do que países.
Nº Páginas: 304
Sinopse:
O ano de 1924 marcou a vida de Adolf Hitler e o destino da Humanidade. Detido na sequência do putsch em Munique, um golpe falhado, e rodeado pelos seus coconspiradores, Hitler passa na prisão por um período intenso de leitura e escrita enquanto aguarda um julgamento por traição. Nesse ano sedimenta as bases do que viria a ser a ideologia do Terceiro Reich, arquiteta a então aparentemente impossível subida ao poder e escreve Mein Kampf, o seu manifesto infame. Tudo o que a História presenciou depois - a violência, a ditadura, a guerra mais mortífera de sempre - encontrava-se cristalizado nesse ano paradigmático. Até agora, tal período ficou por analisar com a devida profundidade. O jornalista Peter Ross Range fá-lo magistralmente, descrevendo os episódios do ano mais importante para perceber a mente de Hitler numa obra pioneira e de leitura empolgante: "1924 - O Ano que criou Hitler".
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Em 1810 foi a 3.ª Invasão Francesa, derradeiro episódio duma guerra que pôs fim a muito do que Portugal fora até aí. Em 1910, a República, enquanto mudança de regime. Em 2010, confrontamo-nos com outros desafios. No entanto, a sua consideração religiosa e cultural é necessária. O presente volume junta uma parte do significativo avulso ensaístico do autor. A organização, da responsabilidade dos editores, expressa a hipótese seguinte: o texto inicial, que se destaca do conjunto por características talvez mais próximas da proposição, funciona como tese; os restantes ensaios ligam, adensam e debatem, com conhecimento e paixão invulgares, quanto ali é sugerido. Manuel Clemente Nasceu emTorres Vedras a 16 de Julho de 1948. É licenciado em História e Teologia e doutorado emTeologia Histórica. Em 1975 começou a leccionar na Universidade Católica Portuguesa, tornando-se depois director do Centro de Estudos de História Religiosa dessa instituição. Em Junho de 1979 foi ordenado presbítero; vinte anos depois, em Novembro de 1999, foi nomeado Bispo Auxiliar de Lisboa, com o título de Pinhel, e em de Janeiro de 2000, ordenado na Igreja de SantaMaria de Belém (Jerónimos). Em 2007, o Vaticano nomeou-o Bispo do Porto. Publicou, entre outras, as obras Nas origens do apostulado contemporâneo em Portugal. A Sociedade Católica (1843-1853) [UCP, 1993], Igreja e Sociedade Portuguesa do Liberalismo à Republica [Grifo, 2002] e História e Religião em Torres Vedras [Grifo, 2004].
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 328
Sinopse: TUDO O QUE A ESQUERDA NÃO QUER DIZER E DIREITA NÃO QUER QUE ELA DIGA O mundo mudou e a Esquerda não notou. Precisa de ajuda. De autoajuda. Fazer companhia à psicologia barata e aos manuais sobre emagrecimento pode ser, para uma Esquerda elitista, uma forma de descer à terra. Presa na bolha da academia e das sedes partidárias, a Esquerda afastou-se do povo. O resultado está à vista. Para não morrer, a Esquerda tem de rebentar a bolha.
Edição: Abr 2026
Nº Páginas: 360
Sinopse: Que qualidade mágica fará de algumas pessoas imediatamente estimadas e respeitadas, seja nos negócios ou nas relações pessoais? Qual será o truque, qual será o toque de Midas? Afinal, tudo parece resumir-se a um conjunto de técnicas que podem ser aprendidas, permitindo a qualquer um de nós desenvolver um sistema eficaz para se conectar com os outros. A autora Leil Lowndes fez carreira a ensinar os melhores métodos de comunicação em vários setores de atividade e ambientes diversos, desde primeiras reuniões individualizadas até sofisticadas técnicas para apresentações a grupos. Em Como Falar com Todos, encontrará: - 9 formas de garantir uma boa primeira impressão; - 14 formas de dominar conversas de circunstância e a linguagem corporal; - 14 formas de se comportar como uma celebridade; - 6 formas de se sentir incluído em qualquer grupo; - 7 formas de estabelecer ligações subliminares com alguém; - 9 formas de alimentar o ego de quem quer que seja (e de saber quando NÃO deve fazê-lo!); - 11 formas de transformar o seu telefone numa poderosa ferramenta de comunicação; - 15 formas de lidar com um grupo tal como um político o faz com uma sala cheia; - 7 formas de conversar com os tigres sem ser devorado.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Reflexões pertinentes sobre o poder da cultura e sobre a vitalidade do cultural enquanto sistema vivo e criativo, dotado de sentido, capaz de resistência, sustento e esperança colectiva. Esta obra aborda a cultura enquanto testemunho dos desafios de diferentes tempos, e da memória, enquanto instrumento essencial para a compreensão do mundo actual e do talento colectivo de agir sobre ele. As tecnologias, a sociedade em rede e a mediação da comunicação marcam novas realidades e a forma como nos relacionamos com o outro; o panorama geopolítico mundial transforma-se a cada minuto obrigando as democracias a exercícios de prova de vida; as migrações reconfiguram o patchwork social e cultural da Europa e as práticas artísticas são agora os abrigos de identidades individuais e coletivas.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 224
Sinopse: N.º 1 top de vendas internacional A vida dos endinheirados brasileiros Há um traço comum a boa parte dos endinheirados brasileiros: eles não se consideram ricos. Por mais variados que sejam os costumes, a origem e a quantidade de dinheiro, o facto é que não existe um critério absoluto para a riqueza no Brasil. Por lá, ela é relacional. Haverá sempre alguém com mais dinheiro, mais pompa, mais património, mais próximo do topo da pirâmide. Logo, os ricos são sempre os outros. Com base nessa constatação, o antropólogo Michel Alcoforado faz um mergulho no mundo das elites brasileiras e destrincha tipos facilmente reconhecíveis: o casal emergente da Barra da Tijuca que vai a Miami comprar roupas de marca; a herdeira de um banqueiro que leva uma vida longe dos holofotes na Suíça; o embaixador carioca inconformado que o Itamaraty não é o mesmo desde o aumento de vagas para a carreira diplomática. Capaz de traduzir um vasto repertório antropológico numa descrição analítica e cheia de humor, Michel Alcoforado traz para este livro a experiência acumulada de anos a atuar como «antropólogo do luxo», condição que lhe franqueou acesso aos círculos mais restritos da elite brasileira. Durante a pesquisa, ficou claro que, a partir de certo patamar, aos ricos já não interessa o tamanho da conta bancária, mas os códigos que precisam de dominar para fazer parte das altas-rodas. Exibir marcas espalhafatosas faz sentido para os emergentes empenhados em ostentar a nova posição, porém é sinal de arrivismo aos olhos de um rico tradicional, que tende a optar por roupas discretas e só reconhecíveis por quem domina o mesmo repertório. O jogo de distinção está em toda a parte: na escolha dos bairros para morar, na arquitetura e na decoração das casas, nos destinos de viagem, nos estudos e na linguagem. Coisa de Rico examina as regras desse jogo. Com verve de comunicador tarimbado, acostumado ao léxico dos podcasts e das redes sociais, Michel Alcoforado faz um diagnóstico mordaz e preciso das contradições da elite brasileira.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 256
Sinopse: Uma investigação séria e apaixonante sobre a história e os usos da canábis. Um guia sobre a erva mágica. Neste livro, o neurocientista Sidarta Ribeiro apresenta uma breve história da erva milenar e descreve como os feitos humanos coletivos conseguiram domesticar uma planta de incrível versatilidade, cuja história se confunde com a da nossa espécie. Fosse cânhamo para produtos navais na Europa e teares na China ou unguento medicinal na Índia e em África, a canábis esteve sempre presente na sociedade e evoluiu connosco, elevando a qualidade de vida da humanidade. Depois de inúmeros estudos e descobertas relativas ao tratamento da epilepsia, o uso medicinal da marijuana já não é questionado pela ciência. E ainda há muito a descobrir sobre as suas potencialidades: ansiedade, depressão, Parkinson, Alzheimer e esclerose múltipla são algumas das doenças que podem ser se não curadas, pelo menos mitigadas com o consumo desta planta. Indicada principalmente para pessoas adultas, vai muito além das múltiplas prescrições medicinais, podendo contribuir para o bem-estar geral, também pelo seu uso recreativo. As Flores do Bem propõe um diálogo contra a desinformação, recorrendo à história, à cultura e a testemunhos pessoais, sempre com rigor científico mencionando os benefícios do uso da canábis em muitos aspetos da vida: desporto, trabalho, estudo, sexo, sono, religião, além de grande aliado da criatividade e da ampliação dos sentidos.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Sabia que, entre novas e antigas, as ditaduras comandam hoje mais de um terço do mundo? Pois é, os regimes autoritários estão de regresso, e impõe-se identificá-los e aos seus mecanismos. Cresceram em número, mas sobretudo em variedade. Destacam-se em quase todo o território da ex-URSS, assomam na Turquia e na Hungria e dominam potências como a Rússia e a China ou países com grande importância estratégica, como a Arábia Saudita, as Monarquias do Golfo ou a Venezuela. O presente ensaio apresenta e explica o mapa-mundo actual das ditaduras. Disseca os modos de dominação predominantes e salienta como, cada vez mais, os regimes autoritários "se vestem como democracias". Assinala continuidades e mudanças e permite uma premente visão global do autoritarismo político contemporâneo, confirmando-o no pólo oposto da governação democrática.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Um livro sobre livros que é uma ode à leitura e às histórias que nos formam. Este livro é uma carta de amor aos livros, mesmo que isso pareça redundante. Desafiámos os autores da Tinta-da-china a escreverem um texto original sobre um livro que os tenha marcado: aquele livro a que voltamos muitas vezes, aquele que nos fez descobrir a leitura, aquele que nos acompanhou numa viagem ou que simplesmente nunca nos saiu da cabeça. São esses livros que estão aqui, numa partilha única e generosa de escritores-leitores com leitores que querem sempre descobrir novos escritores, e como todos os que compreendem o impacto que um livro pode ter na nossa vida. Com textos de: A.M. Pires Cabral, Ana França, Andreia Faria, Antonio Prata, Catarina Gomes, Daniel Blaufuks, Dulce Maria Cardoso, Eliane Robert Moraes, Francisco Bosco, Giovana Madalosso, Gregorio Duvivier, Gustavo Pacheco, José Maria Vieira Mendes, Luísa Costa Gomes, Margarida Vale de Gato, Marta Hugon, Natalia Timerman, Paulo Scott, Pedro Mexia, Raquel Nobre Guerra, Rosa Oliveira, Rui Cardoso Martins, Rui Tavares, Ruy Castro, Tati Bernardi, Tatiana Faia, Tiago Ferro, Valério Romão Prefácio de: Alberto Manguel Os direitos deste livro revertem a favor do Mbongi 67 — um colectivo de acção cultural, criativa e artística da Damaia, com livraria e pólo de bibliotecas na periferia de Lisboa.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os filósofos podem combater a estupidez e considerá-la um adversário - e até, pelo menos teoricamente, uma forma de inteligência. Para isso, podem descobri-la através da opinião, dos preconceitos, da arrogância, da superstição, da intolerância, do dogmatismo, do niilismo, etc. Isto pode esclarecer a natureza da estupidez e ajudar a combatê-la — mas o problema são os estúpidos. É essa a pergunta: e os estúpidos que encontramos no dia a dia, no emprego, nos transportes, na família, entre os nossos vizinhos, amigos e amantes? Os estúpidos são um problema delicado e muito mais importante do que a estupidez propriamente dita. A sua existência constitui um problema teórico e filosófico extremamente complexo. São obstinados, agressivos, oportunistas - e, às vezes, inteligentes. O que fazer deles? Com humor, ironia e recurso à filosofia, Maxime Rovere trata de explicar como resistir-lhes, como escutá-los, como o Estado os protege, como nos ameaçam - e porque é que eles preferem destruir a construir, por que motivo governam o mundo e ganham sempre.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Este livro debruça-se sobre a relação dos jovens portugueses com a cultura das celebridades, procurando compreender as suas diferentes posições de audiência. Tornou-se um lugar-comum citar Andy Warhol e a sua profecia de que "no futuro, todos terão os seus 15 minutos de fama". Esse "futuro" é o nosso presente, mas essa profecia corre o risco de se tornar ultrapassada por uma fama ainda mais fugaz e transitória, trazida pela voragem de uma televisão fragmentada e pelos media digitais. Por outro lado, tornou-se também um cliché considerar que os jovens querem ser famosos quando crescerem, mesmo que não saibam em quê. Este livro pretende dar conta da relação dos jovens portugueses com a cultura das celebridades no contexto das suas práticas quotidianas, da sua inserção na família, na escola e em outros círculos sociais e culturais.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
O professor e investigador Victor Correia analisa o significado de um dos conceitos mais actuais do mundo de hoje: o radicalismo. Neste livro, examina a que áreas este conceito se aplica - na política (de direita e de esquerda), na religião (o fundamentalismo), na filosofia (as ideias filosóficas ditas radicais), e na arte (o vandalismo) -, abrindo caminhos para a compreensão dessas áreas a partir do conceito de radicalismo e, no sentido inverso, desse conceito a partir das áreas às quais se aplica. Mostra também o que existe de comum e de diferente no radicalismo em cada uma das áreas. Numa linguagem acessível à generalidade do público, relaciona o conceito de radicalismo com outros conceitos semelhantes, analisando os pontos de convergência e de divergência, e mostra a sua ambiguidade e subjectividade. Na sociedade de hoje, predominantemente progressista, mais aberta e tolerante a novos valores, o radicalismo assume novos contornos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
