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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste livro, escrito a partir dos admiráveis textos que publica na revista XIS, a autora volta a abordar sob diversos ângulos a sua mensagem: acreditar que a alegria é possível e que vale a pena insistir em viver neste mundo cheio de dificuldades, tristezas e dores. Abordando todo o tipo de problemas comportamentais que envolvem os nossos dias, as palavras de Maria José abrem portas para interpretações positivas e para soluções construtivas. No fim de cada texto, a busca do equílibrio pessoal, o reforço da alegria de viver e a crença no amor incondicional saem sempre vencedores.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Neste livro, escrito a partir dos admiráveis textos que publica na revista XIS, a autora volta a abordar sob diversos ângulos a sua mensagem: acreditar que a alegria é possível e que vale a pena insistir em viver neste mundo cheio de dificuldades, tristezas e dores. Abordando todo o tipo de problemas comportamentais que envolvem os nossos dias, as palavras de Maria José abrem portas para interpretações positivas e para soluções construtivas. No fim de cada texto, a busca do equílibrio pessoal, o reforço da alegria de viver e a crença no amor incondicional saem sempre vencedores.
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
As primeiras boîtes, os livros proibidos, os concursos de mini-saias e de ié-ié. As vedetas da TV, os bordéis, os mamarrachos, um ditador. A vida na Lisboa dos anos 60 é tudo isto, e muito mais. Baseado em factos históricos e memórias reais, esta cápsula do tempo é um antídoto para o esquecimento. Resgata personagens, cristaliza lugares, recorda escândalos e aventuras. Uma viagem surpreendente a um passado tão recente e já tão desconhecido.
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Edição: Nov 2024
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O nosso mundo tem inúmeras fronteiras, das óbvias, como um oceano, às mais subtis, como as diferenças na língua ou no clima. Todos os dias, deparamo-nos e cruzamos linhas invisíveis que se moldam conforme agimos, sentimos ou vivemos... e nem sequer pensamos nelas. Em Linhas Invisíveis, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes limites invisíveis, exemplos intrigantes e inesperados das múltiplas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo. Dos fãs de futebol de Buenos Aires à qualidade do ar na China ou à Faixa da Malária subsariana, a existência — ou a perceção de existência — de linhas divisórias tem múltiplas implicações para os seres humanos, a vida selvagem e a própria localização dessas linhas. Ilustrado com mapas de cada região, este livro revela as formas extraordinárias como tentamos tornar o planeta mais habitável e inteligível. Um guia fundamental para apreender e compreender o nosso mundo em toda a sua consistência — mas também em toda a sua diversidade.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O nosso mundo tem inúmeras fronteiras, das óbvias, como um oceano, às mais subtis, como as diferenças na língua ou no clima. Todos os dias, deparamo-nos e cruzamos linhas invisíveis que se moldam conforme agimos, sentimos ou vivemos... e nem sequer pensamos nelas. Em Linhas Invisíveis, o geógrafo Maxim Samson apresenta 30 destes limites invisíveis, exemplos intrigantes e inesperados das múltiplas formas como nos relacionamos e experienciamos o mundo. Dos fãs de futebol de Buenos Aires à qualidade do ar na China ou à Faixa da Malária subsariana, a existência — ou a perceção de existência — de linhas divisórias tem múltiplas implicações para os seres humanos, a vida selvagem e a própria localização dessas linhas. Ilustrado com mapas de cada região, este livro revela as formas extraordinárias como tentamos tornar o planeta mais habitável e inteligível. Um guia fundamental para apreender e compreender o nosso mundo em toda a sua consistência — mas também em toda a sua diversidade.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
" Este livro reúne ensaios inéditos de mais de 80 autores que não são geralmente identificados em publico como de esquerda, ou não se identificam a si próprios como tal. Tem idades e profissões variadas, e perspectivas e opiniões igualmente diversas. O livro tenta precisamente registar essa variedade. Para a primeira parte, os coordenadores pediram aos autores que falassem sobre muitas coisas: filosofias, personalidades e momentos históricos, princípios, estilos, lugares, e também sobre livros e filmes. Numa segunda parte, são tratados alguns dos grandes temas de debate publico, sempre com dois autores para cada tema."
Nº Páginas: 400
Sinopse:
" Este livro reúne ensaios inéditos de mais de 80 autores que não são geralmente identificados em publico como de esquerda, ou não se identificam a si próprios como tal. Tem idades e profissões variadas, e perspectivas e opiniões igualmente diversas. O livro tenta precisamente registar essa variedade. Para a primeira parte, os coordenadores pediram aos autores que falassem sobre muitas coisas: filosofias, personalidades e momentos históricos, princípios, estilos, lugares, e também sobre livros e filmes. Numa segunda parte, são tratados alguns dos grandes temas de debate publico, sempre com dois autores para cada tema."
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Reunindo testemunhos de vários especialistas responsáveis pela tomada de decisões na área da saúde em África - ministros da Saúde, directores de instituições públicas e privadas, directores de ONG, médicos e enfermeiros -, Líderes Africanos de Saúde oferece uma perspectiva absolutamente actualizada sobre o quadro clínico do continente. O livro descreve ainda o momento de transição das prioridades na saúde que o continente atravessa actualmente - o foco já não incide apenas sobre as doenças transmissíveis, como o HIV/sida, e epidémicas, como a malária, mas também sobre as doenças resultantes de mudanças no estilo de vida, como o cancro e a diabetes -, e o modo como os especialistas e agentes de mudança têm lidado com esta transição. Líderes Africanos de Saúde é um livro repleto de casos de sucesso, que serão aplicados no futuro a um nível cada vez mais global, transformando a forma como se encara a saúde em todo o mundo.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Reunindo testemunhos de vários especialistas responsáveis pela tomada de decisões na área da saúde em África - ministros da Saúde, directores de instituições públicas e privadas, directores de ONG, médicos e enfermeiros -, Líderes Africanos de Saúde oferece uma perspectiva absolutamente actualizada sobre o quadro clínico do continente. O livro descreve ainda o momento de transição das prioridades na saúde que o continente atravessa actualmente - o foco já não incide apenas sobre as doenças transmissíveis, como o HIV/sida, e epidémicas, como a malária, mas também sobre as doenças resultantes de mudanças no estilo de vida, como o cancro e a diabetes -, e o modo como os especialistas e agentes de mudança têm lidado com esta transição. Líderes Africanos de Saúde é um livro repleto de casos de sucesso, que serão aplicados no futuro a um nível cada vez mais global, transformando a forma como se encara a saúde em todo o mundo.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Irene e Filomena, as mães, Sónia e Miguel, os filhos. Daniel Sampaio, o elemento aglutinador e reflexivo em breves incursões nos relatos-monólogos que nos vão desvendando os conflitos. E uma Casa Encantada, ponto de chegada e de passagem para a fuga. São estes os vértices de que partimos para uma viagem ao âmago do abismo em que estas quatro personagens mergulham. E arrastam-nos com elas até ao vórtice, onde os silêncios não se escutam, onde as palavras não se compreendem, onde os desencontros emergem, onde a solidão dói, a ideia da morte surge como libertação, a dor física auto-infligida serve para "trocar dores" e alivia, e a crueldade entre os jovens pode atingir o limite. Que preço tem de se pagar por se ser diferente? Em que momento a personalidade se modifica e porquê? Quando é que o ténue fio do equilíbrio emocional se quebra? Quem é responsável? A quem atribuir culpas? E será que as há? Com a sua vasta e riquíssima experiência profissional, Daniel Sampaio dá-nos as pistas, tenta encontrar as respostas, ganha a confiança de quem no maior dos desesperos o procura. Ele é a ponte para essa terrível fronteira em que a realidade se perde e o abismo espreita.
Nº Páginas: 220
Sinopse:
Irene e Filomena, as mães, Sónia e Miguel, os filhos. Daniel Sampaio, o elemento aglutinador e reflexivo em breves incursões nos relatos-monólogos que nos vão desvendando os conflitos. E uma Casa Encantada, ponto de chegada e de passagem para a fuga. São estes os vértices de que partimos para uma viagem ao âmago do abismo em que estas quatro personagens mergulham. E arrastam-nos com elas até ao vórtice, onde os silêncios não se escutam, onde as palavras não se compreendem, onde os desencontros emergem, onde a solidão dói, a ideia da morte surge como libertação, a dor física auto-infligida serve para "trocar dores" e alivia, e a crueldade entre os jovens pode atingir o limite. Que preço tem de se pagar por se ser diferente? Em que momento a personalidade se modifica e porquê? Quando é que o ténue fio do equilíbrio emocional se quebra? Quem é responsável? A quem atribuir culpas? E será que as há? Com a sua vasta e riquíssima experiência profissional, Daniel Sampaio dá-nos as pistas, tenta encontrar as respostas, ganha a confiança de quem no maior dos desesperos o procura. Ele é a ponte para essa terrível fronteira em que a realidade se perde e o abismo espreita.
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""Levante-se o Réu" contava histórias dos tribunais portugueses, com pessoas reais e crimes verdadeiros, mas havia quem julgasse que eram inventados. Que os réus, acusadores, testemunhas e magistrados seriam personagens de ficção. Mas não eram nem podiam. Todas as semanas eu voltava, por assim dizer, ao local do crime: ao tribunal. Só alterava os nomes para proteger as identidades nos casos mais delicados. Não se pode mentir em jornalismo. A realidade - a chamada vida - é que tem muita imaginação." Ao longo de 20 anos, Rui Cardoso Martins assistiu a mais de 700 casos de justiça em sessões públicas de tribunal. Depois, fixou-os num registo literário de efeitos ora cómicos, ora comoventes. E sempre com uma capacidade notável para captar com empatia a justiça e a injustiça, o chocante e o caricato. "Levante-se o Réu" recupera a saudosa rubrica do Público, reunindo as cem melhores crónicas do autor.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
""Levante-se o Réu" contava histórias dos tribunais portugueses, com pessoas reais e crimes verdadeiros, mas havia quem julgasse que eram inventados. Que os réus, acusadores, testemunhas e magistrados seriam personagens de ficção. Mas não eram nem podiam. Todas as semanas eu voltava, por assim dizer, ao local do crime: ao tribunal. Só alterava os nomes para proteger as identidades nos casos mais delicados. Não se pode mentir em jornalismo. A realidade - a chamada vida - é que tem muita imaginação." Ao longo de 20 anos, Rui Cardoso Martins assistiu a mais de 700 casos de justiça em sessões públicas de tribunal. Depois, fixou-os num registo literário de efeitos ora cómicos, ora comoventes. E sempre com uma capacidade notável para captar com empatia a justiça e a injustiça, o chocante e o caricato. "Levante-se o Réu" recupera a saudosa rubrica do Público, reunindo as cem melhores crónicas do autor.
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Edição: Set 2017
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer." A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917. No entanto, neste seu mais recente e original livro, Žižek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Žižek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial. Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Žižek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
"A resposta à eterna pergunta da esquerda, "o que teria acontecido se Lenine tivesse vivido mais dez anos em plena saúde e conseguido depor Estaline?", não é tão clara como pode parecer." A originalidade e importância de Lenine enquanto líder revolucionário estão muitas vezes associadas ao momento da tomada do poder na Rússia, em Outubro de 1917. No entanto, neste seu mais recente e original livro, Žižek argumenta que a verdadeira grandeza do líder soviético deve ser antes compreendida analisando os últimos dois anos da sua vida: anos que legaram uma herança ainda válida para o pensamento político de hoje. Durante esses anos, a Rússia encontrava-se numa encruzilhada: depois de sobreviver a invasões, embargos e a uma terrível guerra civil, assim como a tensões e revoltas internas, o Estado encontrava-se exausto, isolado e sem uma direção definida para contrapor ao evidente recuo do sonho de uma revolução global. É neste momento, segundo Žižek, que Lenine se irá revelar enquanto verdadeiro estadista, líder e pensador, com a lucidez e a coragem de se adaptar a uma nova ordem mundial. Cem anos após a Revolução Soviética e num momento em que o mundo se encontra diante de novas e perigosas lutas pelo poder, Žižek demonstra como é urgente e necessário recuperar o exemplo que Lenine deixou como legado nos últimos anos da sua vida.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
SERÁ QUE A LEITURA TRANSFORMA O NOSSO MODO DE OLHAR O MUNDO? Leituras para Um Século reúne um conjunto de textos que defendem esta ideia, e outras: a de que o ser humano pode influenciar activamente o mundo que o rodeia através dos livros que escolhe para ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros). "O mundo compreende-se através da leitura de livros - mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?" —da Introdução. As crónicas compiladas neste livro, da autoria do físico João Caraça, do sociólogo Gustavo Cardoso e do economista Sandro Mendonça, aludem a vários livros - clássicos de muitas áreas do saber e também novidades de anos recentes - que influenciaram decisivamente os autores, e que, espera-se agora, venham a influenciar os leitores.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
SERÁ QUE A LEITURA TRANSFORMA O NOSSO MODO DE OLHAR O MUNDO? Leituras para Um Século reúne um conjunto de textos que defendem esta ideia, e outras: a de que o ser humano pode influenciar activamente o mundo que o rodeia através dos livros que escolhe para ler; a de que podemos transformar-nos a nós mesmos se lermos determinados livros; a de que o universo e o nosso entendimento sobre ele se expandem quando tomamos contacto com certas ideias de certos pensadores (filósofos, biólogos, políticos, cientistas sociais, romancistas, entre outros). "O mundo compreende-se através da leitura de livros - mesmo na Era da Informação e da sociedade em rede. E este é um livro sobre livros, que procura responder a uma inquietação eterna: como perceber o mundo em que vivemos, moldá-lo e vivê-lo?" —da Introdução. As crónicas compiladas neste livro, da autoria do físico João Caraça, do sociólogo Gustavo Cardoso e do economista Sandro Mendonça, aludem a vários livros - clássicos de muitas áreas do saber e também novidades de anos recentes - que influenciaram decisivamente os autores, e que, espera-se agora, venham a influenciar os leitores.
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Edição: Out 2006
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
Nº Páginas: 348
Sinopse:
Doze anos depois da publicação do seu conhecido livro "Inventem-se Novos Pais", Daniel Sampaio actualiza as questões de relacionamento entre pais e filhos adolescentes. "Lavrar o Mar" propõe um novo olhar sobre o quotidiano das famílias: é tempo de responsabilizar os jovens pelos seus comportamentos, é o momento para deixarmos de os considerar seres imaturos a quem não podemos pedir contas. Nesta obra, salienta-se a decisiva importância de uma infância organizada à volta do amor e da disciplina, como garante de uma adolescência saudável; estimulam-se novas formas de diálogo entre pais e filhos, sem esquecer que a decisiva palavra tem de caber aos mais velhos; e são dados numerosos exemplos de possíveis conflitos quotidianos como os horários, os dinheiros, os prémios e os castigos, a Internet, o sexo, o álcool e as drogas. Em correspondência com Eulália Barros, o tema da escola é revisitado e são apontadas novas linhas de reflexão sobre o ensino e a aprendizagem. Escrito de forma clara e acessível, mas sedimentado numa vasta experiência do autor no trabalho com adolescentes, "Lavrar o Mar" é uma obra indispensável a pais e educadores e um oportuno momento de reflexão para os mais jovens.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
A reportagem definitiva sobre a investigação que abalou o Brasil e revelou um dos maiores casos de corrupção do país. O jornalista Vladimir Netto acompanha a operação Lava Jato desde o início, revelando todos os acontecimentos do maior escândalo de corrupção do Brasil. À medida que a operação avança, descobrimos quem são as personagens-chave desse processo - políticos, gestores e empreiteiros - e como se articularam para desviar milhares de milhões dos cofres estatais. Para traçar o perfil do juiz Sérgio Moro, o fio condutor desta história, o autor tenta desvendar a personalidade do homem que inspirou medo nas figuras mais poderosas do Brasil: o seu vasto conhecimento técnico, as perguntas meticulosas, as sentenças fundamentadas e a coragem de enfrentar a pressão de advogados de renome. Repleto de informações de bastidores, ligações perigosas e diálogos de um cinismo impensável, este grande livro-reportagem, com um enredo escrito num estilo policial, é um registo histórico do período conturbado que o Brasil ainda atravessa e um livro que ajuda também o leitor português a compreender a corrupção no seu próprio país.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
Nº Páginas: 184
Sinopse:
"LÁ FORA": AS CRÓNICAS ONDE PEDRO MEXIA EXPLICA PORQUE GOSTA POUCO DE SAIR DE CASA Prefácio de António Mega Ferreira Lá Fora não é um livro sobre viagens demoradas a lugares exóticos, sobre passeios venturosos a altas montanhas ou selvas escuras, ou sequer sobre grandes temporadas em metrópoles sofisticadas do mundo ocidental: aqui, Pedro Mexia, uma das grandes personalidades da cultura portuguesa contemporânea, revela, mais do que lugares físicos onde tenha estado, lugares mentais acerca dos quais pensou. Há os teatros e as livrarias de Londres, mas também a Paris, Texas, de Wim Wenders. Há a Lisboa das Avenidas Novas e do Chiado, mas também as viagens de liteira de Camilo Castelo Branco. Há os verões da infância na Figueira da Foz, mas também a ilha grega de Leonard Cohen. Deambulando por geografias de espécie diferente, Pedro Mexia — cronista, poeta, crítico literário, tradutor e editor — revela neste livro algumas das suas ideias mais interessantes sobre cinema, música, literatura, filosofia, política e religião, ao mesmo tempo que descreve lugares por onde passou e que, de alguma forma, não esqueceu. "Quem está cansado de Londres está cansado da vida, disse o Dr Johnson. Percebi o significado exacto dessa frase quando fui a Londres pela primeira vez, há dez anos. Estava cansado da vida, a vida às vezes cansa, mas em Londres descobri uma vida nova, uma espécie de epifania sóbria, contida, à inglesa. Por isso digo que foi a minha primeira vez em Londres, embora já lá tivesse ido antes: foi quando descobri que Londres me reconciliava com o facto de estar vivo. […] Em vários momentos da minha vida a ideia de "ir para Londres" ou simplesmente "ir a Londres" representou um projecto, um refúgio, um bálsamo, uma possibilidade. Foi sempre a vida que eu quis quando quis Londres. E lembro-me de um dia ter tido uma daquelas fantasias juvenis ou aventurosas que costumam aparecer em paragens mais exóticas: "viro aquela esquina e começo de novo, nunca mais sabem de mim". Outras pessoas preferem climas amenos e espaços desafogados e diversões esfuziantes. Mas a minha cidade estrangeira favorita é chuvosa, desagradável à noite, e goza-se melhor portas adentro, educada e tranquilamente, com fleuma quase infalível e aquecimento central." —Pedro Mexia
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos. Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal. José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos. Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal. José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
D. Manuel Clemente sintetiza nestas páginas a sua visão do presente português e europeu, identificando os grandes desafios que hoje enfrentamos. É notável a capacidade que o Patriarca de Lisboa tem de tocar o nó do problema e de abrir perspetivas surpreendentes, numa viagem pela história, pela sabedoria do cristianismo e pela cultura ocidental. O seu é um olhar profundo e indispensável à construção do presente.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Com 35 anos de autonomia política, Governo próprio e grossas transferências do Orçamento de Estado, a que se juntam 25 anos de generosos fundos comunitários, a Madeira modernizou-se por fora mas não se desenvolveu por dentro. Apostou no betão (que trouxe grossos benefícios a uma clientela restrita) e "esqueceu-se" do resto. Descubra quem é, no concreto, Alberto João Jardim. Como chegou ao Poder e nele se mantém. Conheça por dentro o regime, a sua ligação com a Igreja, a Justiça e os media, a teia que criou, a subsídio-dependência generalizada na ilha. Saiba quem é quem no jardinismo, medite na linguagem desbragada do chefe máximo e na sua frustração por não conseguir dar o salto da ilha.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Mário Soares foi, desde sempre, um amante dos livros. Possuidor duma vasta biblioteca, leitor ávido, ao longo da sua vida contactou e fez amizade com muitos escritores. Também revela um gosto enorme pela escrita. "Incursões Literárias" reúne textos de Mário Soares sobre a obra e personalidade de algumas das mais marcantes figuras da literatura portuguesa, vinte e seis autores, alguns dos quais de quem foi amigo e companheiro de tertúlias. Um percurso entre a agilidade da palavra política que aqui converte num encontro com figuras como Eça de Queiroz, Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, José Rodrigues Miguéis, Natália Correia, Fernando Namora e José Cardoso Pires, entre outros.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Mário Soares foi, desde sempre, um amante dos livros. Possuidor duma vasta biblioteca, leitor ávido, ao longo da sua vida contactou e fez amizade com muitos escritores. Também revela um gosto enorme pela escrita. "Incursões Literárias" reúne textos de Mário Soares sobre a obra e personalidade de algumas das mais marcantes figuras da literatura portuguesa, vinte e seis autores, alguns dos quais de quem foi amigo e companheiro de tertúlias. Um percurso entre a agilidade da palavra política que aqui converte num encontro com figuras como Eça de Queiroz, Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Miguel Torga, José Rodrigues Miguéis, Natália Correia, Fernando Namora e José Cardoso Pires, entre outros.
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Edição: Set 2023
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Protagonista da TED Talk mais vista de sempre («Do schools kill creativity?») e consultor na área da pedagogia de multinacionais como a LEGO e de governos em todo o mundo, Ken Robinson dedicou os últimos anos de vida a este manifesto, que constituiria uma peça fundamental para a revolução educacional que iniciou. Infelizmente, o cancro impediu-o de dizer tudo o que queria e coube à sua filha e colaboradora, Kate Robinson, terminar o livro e continuar o seu legado. Imagine como seria… é uma carta de amor ao potencial humano - uma celebração do que nós, como espécie, somos capazes de fazer e de ser, se criarmos as condições certas. É um grito de guerra para revolucionar os nossos sistemas educativos, o modo como gerimos os nossos negócios e estruturamos os nossos sistemas sociais, para que possam trazer à luz o melhor de cada pessoa. Aquilo que nos distingue de todas as outras espécies é a nossa extraordinária imaginação: a capacidade única de evocarmos aquilo que está para além da perceção sensorial. É precisamente a imaginação que nos possibilita moldar o mundo ao nosso redor, permitindo-nos explorar em pleno o nosso potencial e extrair dele o máximo proveito.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Protagonista da TED Talk mais vista de sempre («Do schools kill creativity?») e consultor na área da pedagogia de multinacionais como a LEGO e de governos em todo o mundo, Ken Robinson dedicou os últimos anos de vida a este manifesto, que constituiria uma peça fundamental para a revolução educacional que iniciou. Infelizmente, o cancro impediu-o de dizer tudo o que queria e coube à sua filha e colaboradora, Kate Robinson, terminar o livro e continuar o seu legado. Imagine como seria… é uma carta de amor ao potencial humano - uma celebração do que nós, como espécie, somos capazes de fazer e de ser, se criarmos as condições certas. É um grito de guerra para revolucionar os nossos sistemas educativos, o modo como gerimos os nossos negócios e estruturamos os nossos sistemas sociais, para que possam trazer à luz o melhor de cada pessoa. Aquilo que nos distingue de todas as outras espécies é a nossa extraordinária imaginação: a capacidade única de evocarmos aquilo que está para além da perceção sensorial. É precisamente a imaginação que nos possibilita moldar o mundo ao nosso redor, permitindo-nos explorar em pleno o nosso potencial e extrair dele o máximo proveito.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O célebre autor de "As Origens da Ordem Política" e de "Ordem Política e Decadência Política" escreveu Identidades para alertar para que a política internacional é actualmente dominada por eleitores que consideram terem sido desconsiderados na sua dignidade: étnica, nacional, religiosa, sexual. A "política de ressentimento" dirige as democracias europeias e americana.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
O célebre autor de "As Origens da Ordem Política" e de "Ordem Política e Decadência Política" escreveu Identidades para alertar para que a política internacional é actualmente dominada por eleitores que consideram terem sido desconsiderados na sua dignidade: étnica, nacional, religiosa, sexual. A "política de ressentimento" dirige as democracias europeias e americana.
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Pululam hoje pela indústria cultural, pelos círculos mediáticos e pela universidade estudiosos e opinion makers que fazem do populismo uma espécie de fascismo do século XXI. Após a Segunda Guerra Mundial, como é sabido, o fascismo deixou de ser tratado como uma corrente política e cultural para se transformar num cómodo significante vazio destinado a designar tudo quanto seja odioso e desprezível. Obscureceu-se o caminho de acesso ao fascismo histórico na mesma proporção em que emergiu um fascismo eterno. Do mesmo modo se passa hoje com o populismo. O conceito é mobilizado pejorativamente para designar um modo simplesmente ignóbil e repugnante de fazer política, e oferece-se como particularmente útil, em discussões acaloradas, para estigmatizar rapidamente adversários sem a maçada de demais discussões. Ora, esse modo de usar o conceito encerra um problema que não é despiciendo: ele não só ignora a história dos fenómenos caracterizáveis como populistas, muito variados, mas sobretudo tolda a possibilidade de encontrar no próprio conceito possibilidades à partida insuspeitadas e uma fecundidade inicialmente imprevista."
Nº Páginas: 336
Sinopse:
"Pululam hoje pela indústria cultural, pelos círculos mediáticos e pela universidade estudiosos e opinion makers que fazem do populismo uma espécie de fascismo do século XXI. Após a Segunda Guerra Mundial, como é sabido, o fascismo deixou de ser tratado como uma corrente política e cultural para se transformar num cómodo significante vazio destinado a designar tudo quanto seja odioso e desprezível. Obscureceu-se o caminho de acesso ao fascismo histórico na mesma proporção em que emergiu um fascismo eterno. Do mesmo modo se passa hoje com o populismo. O conceito é mobilizado pejorativamente para designar um modo simplesmente ignóbil e repugnante de fazer política, e oferece-se como particularmente útil, em discussões acaloradas, para estigmatizar rapidamente adversários sem a maçada de demais discussões. Ora, esse modo de usar o conceito encerra um problema que não é despiciendo: ele não só ignora a história dos fenómenos caracterizáveis como populistas, muito variados, mas sobretudo tolda a possibilidade de encontrar no próprio conceito possibilidades à partida insuspeitadas e uma fecundidade inicialmente imprevista."
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Atualmente, recordamos a "Friends" como um ícone da comédia dos anos noventa, quando a paixão pela ficção televisiva começava a despontar. Porém, em 1994, quando a série estreou, ninguém esperava que tivesse um sucesso tão avassalador. A jornalista Kelsey Miller, especializada em cultura pop, revive os momentos mais relevantes da série, falando das circunstâncias mais polémicas e examinando as tendências mundiais a que deu lugar, como a cultura contemporânea do café e o corte de cabelo ao estilo da Rachel, que fez furor nos anos noventa. O relato de Miller não só permite compreender como se forjava a "Friends", como segue a ascensão dos atores para o estrelato e revela a relação complexa que estabeleceram com as suas personagens. "I’ll be There for You" é a retrospetiva definitiva sobre a "Friends", não só para os fãs da série, como para qualquer pessoa que alguma vez se tenha questionado porque esta comédia televisiva teve um impacto tão duradouro. Seis amigos que se transformaram numa família. Uma série televisiva que continua a ser um fenómeno mundial.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Atualmente, recordamos a "Friends" como um ícone da comédia dos anos noventa, quando a paixão pela ficção televisiva começava a despontar. Porém, em 1994, quando a série estreou, ninguém esperava que tivesse um sucesso tão avassalador. A jornalista Kelsey Miller, especializada em cultura pop, revive os momentos mais relevantes da série, falando das circunstâncias mais polémicas e examinando as tendências mundiais a que deu lugar, como a cultura contemporânea do café e o corte de cabelo ao estilo da Rachel, que fez furor nos anos noventa. O relato de Miller não só permite compreender como se forjava a "Friends", como segue a ascensão dos atores para o estrelato e revela a relação complexa que estabeleceram com as suas personagens. "I’ll be There for You" é a retrospetiva definitiva sobre a "Friends", não só para os fãs da série, como para qualquer pessoa que alguma vez se tenha questionado porque esta comédia televisiva teve um impacto tão duradouro. Seis amigos que se transformaram numa família. Uma série televisiva que continua a ser um fenómeno mundial.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas? Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na "banalidade do mal" devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança. Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Há séculos que o bom senso e a ciência nos dizem que o ser humano é um animal de instintos e pulsões básicas, cuja natureza violenta e egoísta só com dificuldade é contida pelas leis e normas sociais, e que este verniz sofisticado é superficial, capaz de estalar à mínima provocação. Rutger Bregman, historiador e autor do bestseller internacional Utopia para Realistas, leu a investigação, foi à raiz dos mitos, entrevistou protagonistas de notícias mediáticas e cientistas de renome e propõe-nos uma visão realista, inovadora e revolucionária do Homo sapiens. E se clássicos literários como O Deus das Moscas tiverem contrapontos da vida real em que as crianças se organizam e cooperam? E se as experiências paradigmáticas da psicologia que nos mostram que o poder sobre o outro corrompe tiverem sido mal interpretadas? Rutger Bregman demonstra que é mais fácil acreditar na "banalidade do mal" devido ao trauma deixado pelos conflitos do século xx, à tendência que temos para pensar o pior da nossa espécie e até à predileção por uma boa história, mas que, na evolução como na história, a entreajuda se sobrepõe à competição, o altruísmo à maldade e a confiança à desconfiança. Um livro para derrubar tabus e inaugurar uma nova conceção da natureza humana. Tem coragem de descobrir que talvez esteja errado, no melhor sentido possível?
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Edição: Abr 2020
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Desde o surgimento do Homo sapiens na árvore evolutiva dos grandes primatas e a revolução cognitiva sem paralelo que isso representou há 50 mil anos, a capacidade da nossa espécie entender e modificar o seu ambiente revelou-se ilimitada. Contudo, o mistério da natureza humana permanece insondável. Aquilo que realmente somos e o que nos move desafia a racionalidade. Durante séculos, cientistas, filósofos e líderes espirituais questionaram-se sobre o nosso "como" e o nosso "porquê". Este livro tem, por fim, as respostas: porque é que desejamos a liberdade, mas precisamos de ordem, porque é que somos a espécie mais fútil, apesar de nos considerarmos superiores a todas as outras, e porque é que continuamos reféns de ideologias contraditórias - democracia ou totalitarismo, excesso ou frugalidade, espiritualidade ou materialismo… Do extremismo ideológico à crise energética, este livro explica-nos por fim porque fazemos o que fazemos, porque somos como somos. Piazza é um intrépido explorador da evolução e da biologia, oferecendo-nos uma leitura totalmente nova do ser humano, das suas motivações e dos seus excessos. Só ligando os pontos, como o autor faz neste livro, é possível ver a nossa história como um todo, com as implicações revolucionárias que isso nos traz. Uma mudança de paradigma que pode abrir novas portas à nossa evolução.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Desde o surgimento do Homo sapiens na árvore evolutiva dos grandes primatas e a revolução cognitiva sem paralelo que isso representou há 50 mil anos, a capacidade da nossa espécie entender e modificar o seu ambiente revelou-se ilimitada. Contudo, o mistério da natureza humana permanece insondável. Aquilo que realmente somos e o que nos move desafia a racionalidade. Durante séculos, cientistas, filósofos e líderes espirituais questionaram-se sobre o nosso "como" e o nosso "porquê". Este livro tem, por fim, as respostas: porque é que desejamos a liberdade, mas precisamos de ordem, porque é que somos a espécie mais fútil, apesar de nos considerarmos superiores a todas as outras, e porque é que continuamos reféns de ideologias contraditórias - democracia ou totalitarismo, excesso ou frugalidade, espiritualidade ou materialismo… Do extremismo ideológico à crise energética, este livro explica-nos por fim porque fazemos o que fazemos, porque somos como somos. Piazza é um intrépido explorador da evolução e da biologia, oferecendo-nos uma leitura totalmente nova do ser humano, das suas motivações e dos seus excessos. Só ligando os pontos, como o autor faz neste livro, é possível ver a nossa história como um todo, com as implicações revolucionárias que isso nos traz. Uma mudança de paradigma que pode abrir novas portas à nossa evolução.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los." Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin… Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos? Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Hillary Rodham Clinton concretizou o sonho da sua vida e é a primeira mulher a chegar à Presidência dos Estados Unidos. Este livro traça-nos o perfil desta mulher singular e obstinada, conta-nos o seu percurso, ideias e paixões e revela ainda pormenores essenciais da corrida eleitoral mais imprevista das últimas décadas nos Estados Unidos da América.
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Edição: Dez 2000
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
Nº Páginas: 272
Sinopse:
No ano de 356 antes de Cristo, foi reduzido a escombros o orgulho da cidade de Éfeso, o Templo de Artemisa, por Heróstrato, que deitou fogo ao edifício pensando que a sua destruição seria a única oportunidade de alcançar a fama imortal. Confrontados com tal acto os cidadãos de Éfeso promulgaram um decreto determinando a pena de morte para quem mencionasse o nome de Heróstrato na cidade, numa tentativa vã de que este fosse esquecido. Como refere Richard Zenith, o intuito de Fernando Pessoa neste livro, "era estudar a imortalidade - entendida como celebridade póstuma, sobrevivência na história - nas suas várias causas e manifestações: génio, notoriedade, produção artística, actuação política, fama dos indivíduos, fama das nações, tirania, santidade, poder militar, poder mental, grandes conquistas, grandes escândalos". Contudo, contrariando os seus propósitos, acabará por se centrar no problema da sobrevivência das obras literárias, concluindo que é impossível saber quem ficará para a história (sendo que o ideal, como afirma Pessoa, "seria uma epopeia que resistisse como Milton e interessasse como Conan Doyle").
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
O jornalista Nuno Tiago Pinto leva-nos numa viagem às verdadeiras motivações que levaram Mário Nunes, e muitos outros, a abandonar a segurança e o conforto para lutar contra o Estado Islâmico.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas palavras do seu autor, "É provável que aquilo que, subterraneamente, palpite neste livro seja uma modesta teoria sobre o ser humano, mas sem qualquer pretensão lógica ou sistemática. (A citação de Jung, que está no início do livro, é uma crítica severa às atitudes puramente racionalistas.) Estes textos têm também uma premeditada e radical simplicidade que não é passível de, enganadoramente, ser confundida com ingenuidade, desafinada como está hoje a nossa sensibilidade ante o pensamento dominante e a libérrima, mas oca, expressão das formas e dos conteúdos literários. [...] Estes Três Tratados da Harmonia são, de entre os meus livros, aqueles que prefiro. Por vezes, naquele momento em que o leitor anónimo me pede que lhe recomende um só dos meus livros, eu costumo sugerir-lhe estes Tratados. Porquê? Talvez porque eles formam uma obra que revela muito bem o escritor que, essencialmente, eu quis ser [...]" - [Antonio Colinas]
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Nas palavras do seu autor, "É provável que aquilo que, subterraneamente, palpite neste livro seja uma modesta teoria sobre o ser humano, mas sem qualquer pretensão lógica ou sistemática. (A citação de Jung, que está no início do livro, é uma crítica severa às atitudes puramente racionalistas.) Estes textos têm também uma premeditada e radical simplicidade que não é passível de, enganadoramente, ser confundida com ingenuidade, desafinada como está hoje a nossa sensibilidade ante o pensamento dominante e a libérrima, mas oca, expressão das formas e dos conteúdos literários. [...] Estes Três Tratados da Harmonia são, de entre os meus livros, aqueles que prefiro. Por vezes, naquele momento em que o leitor anónimo me pede que lhe recomende um só dos meus livros, eu costumo sugerir-lhe estes Tratados. Porquê? Talvez porque eles formam uma obra que revela muito bem o escritor que, essencialmente, eu quis ser [...]" - [Antonio Colinas]
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Edição: Fev 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Numa reflexão crítica sobre o que é liderar e governar no século xxi, num cenário de crescente complexidade social, de luta contra o simplismo populista e de necessidade de encontrar respostas e soluções para os problemas das pessoas, António Costa Silva faz um balanço da sua experiência governativa à luz dos princípios de gestão e organização aprendidos no mundo empresarial, mas sem esquecer que gerir uma empresa é diferente de gerir a Administração Pública. Tendo como ponto de partida o seu trabalho na preparação da Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030, que se traduziria no PRR que está em execução e que pode transformar a economia e a sociedade portuguesas, o autor questiona práticas e processos instituídos, partilha casos de sucesso e propõe alternativas para tornar a Administração e o Estado mais eficazes.Descreve também os desafios enfrentados na formulação, execução e avaliação das políticas públicas em Portugal na área económica e que, consequentemente, se colocam à governação e à liderança. Nesta obra, António Costa Silva deixa-nos um repto: liderar e governar no século xxi fazendo acreditar. Porque só construindo a confiança, demolindo mitos instalados e contrariando o negativismo que nos caracteriza conseguiremos agir coletivamente, promover a capacidade de diálogo e de cooperação entre cidadãos, empresas, associações, universidades, cientistas, centros tecnológicos e construir um país com menos eus» e mais nós», capaz de assumir o compromisso fundamental para transformar o país.
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
A Europa moderna - e a formação da União Europeia - foram concebidas para minimizar as tensões existentes que originaram as guerras catastróficas, mas como Friedman demonstra, aqueles planos falharam. Os focos de tensão estão agora a fervilhar tão perigosamente como no início do século XX. Concentrando-se numa meia dúzia de lugares, zonas fronteiriças e dinâmicas culturais, George Friedman faz o que poucos historiadores conseguem: explica, com precisão, em que medida certas tendências são imparáveis e o que nos reserva o futuro… tanto em termos de conflito como também de oportunidade.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
As crianças têm um dom inato para o espanto e uma curiosidade sem limites, duas características que os convertem em pequenos grandes filósofos. Filosofia para Crianças é uma ferramenta para, tanto em casa como na escola, potenciar o pensamento crítico e a inteligência filosófica das crianças, permitindo fazer delas cidadãos ativos e comprometidos. Este livro está organizado em duas partes: a primeira explana a história da Filosofia para crianças e os benefícios da educação filosófica para o desenvolvimento intelectual, pessoal e social das crianças. A segunda parte é constituída por 12 perguntas-chave, cada uma delas ligada a uma área da Filosofia e a um filósofo, que é explorada e dinamizada através de um conto e exercícios ou jogos de escrita, debate, expressão plástica.
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