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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A decisão política é cada vez mais complexa e é de esperar que vários grupos de interesse procurem influenciar os decisores. Neste livro descobrimos quem influencia, e como, os políticos e altos funcionários do Estado português. Descrevem-se alguns exemplos de influência em políticas públicas e definem-se alguns conceitos que tentam esclarecer o leitor sobre a diferença entre lóbi e tráfico de influências.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
A decisão política é cada vez mais complexa e é de esperar que vários grupos de interesse procurem influenciar os decisores. Neste livro descobrimos quem influencia, e como, os políticos e altos funcionários do Estado português. Descrevem-se alguns exemplos de influência em políticas públicas e definem-se alguns conceitos que tentam esclarecer o leitor sobre a diferença entre lóbi e tráfico de influências.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Os evangelistas da evolução humana encontram a sua oposição na épica análise Mathew White dos 100 acontecimentos mais violentos da história, ou, nas palavras do autor, "os números que as pessoas desejam debater". Recuando até à II Guerra Pérsia, em 480 a.C., o autor avança cronologicamente pela história até à guerra do Congo neste século, dedicando capítulos a cada acontecimento, onde junta os factos (tempo e local) a apartes sucintos (quem é normalmente culpado?) e a vívidas histórias militares, sociais e políticas. Com o olhar de um experiente estatístico, O autor atribui a cada entrada uma posição de acordo com a contagem de mortos, e, ao fazê-lo, dá voz ao sofrimento das pessoas comuns que, inexoravelmente, definiram cada época histórica. Jocoso, perspicaz e claro, este livro oferece aos leitores a oportunidade de tirar as suas próprias conclusões, ao mesmo tempo que providencia uma severa lembrança da escuridão do coração humano.
Nº Páginas: 800
Sinopse:
Os evangelistas da evolução humana encontram a sua oposição na épica análise Mathew White dos 100 acontecimentos mais violentos da história, ou, nas palavras do autor, "os números que as pessoas desejam debater". Recuando até à II Guerra Pérsia, em 480 a.C., o autor avança cronologicamente pela história até à guerra do Congo neste século, dedicando capítulos a cada acontecimento, onde junta os factos (tempo e local) a apartes sucintos (quem é normalmente culpado?) e a vívidas histórias militares, sociais e políticas. Com o olhar de um experiente estatístico, O autor atribui a cada entrada uma posição de acordo com a contagem de mortos, e, ao fazê-lo, dá voz ao sofrimento das pessoas comuns que, inexoravelmente, definiram cada época histórica. Jocoso, perspicaz e claro, este livro oferece aos leitores a oportunidade de tirar as suas próprias conclusões, ao mesmo tempo que providencia uma severa lembrança da escuridão do coração humano.
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Edição: Mar 2025
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É preciso mudar a relação arraigada entre a indústria de consultadoria e a forma como as empresas e os governos são atualmente geridos. Mariana Mazzucato e Rosie Collington mostram que a dependência das nossas economias em relação a companhias como a McKinsey & Company, Boston Consulting Group, Bain & Company, PwC, Deloitte, KPMG e EY impede a inovação, obscurece a responsabilidade corporativa e política e dificulta a nossa missão política de travar o desastre climático. O Grande Engano analisa um conjunto de casos importantes em que as consultoras assumiram o poder com resultados desastrosos, como por exemplo no fracasso da resposta dos governos à pandemia de covid-19. O resultado é uma viagem empolgante ao coração da economia moderna. Com a sabedoria que uma investigação original proporciona, as autoras advogam a construção de um novo sistema em que os sectores público e privado colaboram de maneira inovadora para o bem comum.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
É preciso mudar a relação arraigada entre a indústria de consultadoria e a forma como as empresas e os governos são atualmente geridos. Mariana Mazzucato e Rosie Collington mostram que a dependência das nossas economias em relação a companhias como a McKinsey & Company, Boston Consulting Group, Bain & Company, PwC, Deloitte, KPMG e EY impede a inovação, obscurece a responsabilidade corporativa e política e dificulta a nossa missão política de travar o desastre climático. O Grande Engano analisa um conjunto de casos importantes em que as consultoras assumiram o poder com resultados desastrosos, como por exemplo no fracasso da resposta dos governos à pandemia de covid-19. O resultado é uma viagem empolgante ao coração da economia moderna. Com a sabedoria que uma investigação original proporciona, as autoras advogam a construção de um novo sistema em que os sectores público e privado colaboram de maneira inovadora para o bem comum.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A investigação mais completa e exaustiva alguma vez publicada sobre a presença e participação de Portugal e de portugueses no clube dos "Senhores do Mundo". Um livro fundamental e incontornável para quem quiser saber mais, ou aprofundar, a história, a influência e a responsabilidade do Clube Bilderberg no rumo que o mundo leva e tem levado. Inclui em anexo datas e locais de todos os encontros Bilderberg, desde 1954 até à actualidade e um elenco de todos os participantes portugueses desde 1956, com Rui Ennes Ulrich, até 2016, com Maria Luís Albuquerque e Carlos Gomes da Silva.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A investigação mais completa e exaustiva alguma vez publicada sobre a presença e participação de Portugal e de portugueses no clube dos "Senhores do Mundo". Um livro fundamental e incontornável para quem quiser saber mais, ou aprofundar, a história, a influência e a responsabilidade do Clube Bilderberg no rumo que o mundo leva e tem levado. Inclui em anexo datas e locais de todos os encontros Bilderberg, desde 1954 até à actualidade e um elenco de todos os participantes portugueses desde 1956, com Rui Ennes Ulrich, até 2016, com Maria Luís Albuquerque e Carlos Gomes da Silva.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Poderá ser muito cedo para tirar conclusões definitivas acerca das reais consequências da pandemia do novo coronavírus que ainda atravessamos. Este acontecimento à escala global que, apesar de previsível e expectável, apanhou o mundo de surpresa, impôs transformações drásticas no modo de vida de alguns e expôs a necessidade absoluta de mudança para muitos mais. Além do medo, que gera desconfiança, ostracização, insegurança, clausura e outras formas quejandas de violência, a pandemia e a ameaça à segurança individual que ela representa forçaram alguns Estados a tomar acções urgentes e emergentes que, pela sua natureza de excepção, iluminaram contradições sociais, económicas e políticas latentes nas sociedades actuais. Neste ensaio de assinalável lucidez, Ivan Krastev, um dos mais conceituados analistas políticos da actualidade, expõe alguns paradoxos desconcertantes deixados a descoberto pela crise pandémica e analisa o impacto profundo que esta terá sobre a globalização, a cooperação internacional e a coesão nacional, o advento de novos autoritarismos, e o projecto europeu
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Poderá ser muito cedo para tirar conclusões definitivas acerca das reais consequências da pandemia do novo coronavírus que ainda atravessamos. Este acontecimento à escala global que, apesar de previsível e expectável, apanhou o mundo de surpresa, impôs transformações drásticas no modo de vida de alguns e expôs a necessidade absoluta de mudança para muitos mais. Além do medo, que gera desconfiança, ostracização, insegurança, clausura e outras formas quejandas de violência, a pandemia e a ameaça à segurança individual que ela representa forçaram alguns Estados a tomar acções urgentes e emergentes que, pela sua natureza de excepção, iluminaram contradições sociais, económicas e políticas latentes nas sociedades actuais. Neste ensaio de assinalável lucidez, Ivan Krastev, um dos mais conceituados analistas políticos da actualidade, expõe alguns paradoxos desconcertantes deixados a descoberto pela crise pandémica e analisa o impacto profundo que esta terá sobre a globalização, a cooperação internacional e a coesão nacional, o advento de novos autoritarismos, e o projecto europeu
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Todo o futuro é fabuloso", escreve Alejo Carpentier. Será? E será uma fábula feliz ou uma efabulação quimérica? A resposta está no presente, aquele que hoje vivemos, que é o de uma sociedade de medo. Foi isto que desaprendemos com a pandemia: o medo dos outros ou de nós próprios fechou-nos numa vida em zapping, mergulhou-nos em identidades ilusórias no Facebook, avassalou-nos com imagens dominadas pelo tribalismo - seja de religiões fanatizadoras, seja de supremacismo agressivo. O nosso mundo está a mudar e ressurgem fantasmas do passado, a necropolítica, que usa a destruição como normalização, e a bufonaria, que eleva títeres ao poder fazendo com que, como adivinhava Foucault, "o grotesco seja um dos procedimentos essenciais da soberania arbitrária". O Futuro Já Não É o Que Nunca Foi discute esta modernidade destroçada. Mostra como o predomínio da intoxicação nas redes sociais constitui uma tecnologia da razão sonâmbula, com um regime de avalancha que esgota a informação e que se constitui como arma do capitalismo tardio, com a plataformização do trabalho e a vigilância dos dados da nossa vida. Tornámo-nos cobaias do maior espaço social que existe, sem regras que não sejam as da privatização por um mercado totalitário, e é nele que nasce a agressividade da extrema-direita trumpista, ou da multidão dos seus seguidores. A resposta, urgente, é a luta pela democracia como força emancipatória e como responsabilidade social. Este livro propõe-lhe que nem espere nem desespere: é no presente que definimos a nossa vida.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
"Todo o futuro é fabuloso", escreve Alejo Carpentier. Será? E será uma fábula feliz ou uma efabulação quimérica? A resposta está no presente, aquele que hoje vivemos, que é o de uma sociedade de medo. Foi isto que desaprendemos com a pandemia: o medo dos outros ou de nós próprios fechou-nos numa vida em zapping, mergulhou-nos em identidades ilusórias no Facebook, avassalou-nos com imagens dominadas pelo tribalismo - seja de religiões fanatizadoras, seja de supremacismo agressivo. O nosso mundo está a mudar e ressurgem fantasmas do passado, a necropolítica, que usa a destruição como normalização, e a bufonaria, que eleva títeres ao poder fazendo com que, como adivinhava Foucault, "o grotesco seja um dos procedimentos essenciais da soberania arbitrária". O Futuro Já Não É o Que Nunca Foi discute esta modernidade destroçada. Mostra como o predomínio da intoxicação nas redes sociais constitui uma tecnologia da razão sonâmbula, com um regime de avalancha que esgota a informação e que se constitui como arma do capitalismo tardio, com a plataformização do trabalho e a vigilância dos dados da nossa vida. Tornámo-nos cobaias do maior espaço social que existe, sem regras que não sejam as da privatização por um mercado totalitário, e é nele que nasce a agressividade da extrema-direita trumpista, ou da multidão dos seus seguidores. A resposta, urgente, é a luta pela democracia como força emancipatória e como responsabilidade social. Este livro propõe-lhe que nem espere nem desespere: é no presente que definimos a nossa vida.
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Edição: Dez 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro é interdito aos que desistiram de Portugal! A não ser que queiram rever a sua posição. Nesse caso, tem em mãos a ferramenta certa para se reencontrar com o País que os autores mais amam. Ajudar na construção de um Portugal melhor para todos. Valorizar Portugal, aliando a qualidade à inovação. Fazer o que há muito se sabe que tem de ser feito. Posicionar Portugal entre os melhores em algumas áreas e sectores. Dar tudo por um Portugal melhor! Aqui encontra propostas concretas para mudanças efectivas e soluções exequíveis para reformas verdadeiramente transformadoras.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este livro é interdito aos que desistiram de Portugal! A não ser que queiram rever a sua posição. Nesse caso, tem em mãos a ferramenta certa para se reencontrar com o País que os autores mais amam. Ajudar na construção de um Portugal melhor para todos. Valorizar Portugal, aliando a qualidade à inovação. Fazer o que há muito se sabe que tem de ser feito. Posicionar Portugal entre os melhores em algumas áreas e sectores. Dar tudo por um Portugal melhor! Aqui encontra propostas concretas para mudanças efectivas e soluções exequíveis para reformas verdadeiramente transformadoras.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 292
Sinopse:
O capitalismo deixou de funcionar. A expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada. Necessitamos de reinventar o capitalismo. "O Futuro do Capitalismo" apresenta propostas concretas que respondem as estas preocupações e anseios. Dirigido ao leitor comum, as ideias que apresenta assentam nas pesquisas mais recentes de economistas de renome internacional. Paul Collier demonstra como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do "maternalismo social". Em "O Futuro do Capitalismo" o economista de renome mundial Paul Collier apresenta um diagnóstico das falhas do capitalismo e uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje. Demonstra como podemos salvar o capitalismo de si próprio.
Nº Páginas: 292
Sinopse:
O capitalismo deixou de funcionar. A expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada. Necessitamos de reinventar o capitalismo. "O Futuro do Capitalismo" apresenta propostas concretas que respondem as estas preocupações e anseios. Dirigido ao leitor comum, as ideias que apresenta assentam nas pesquisas mais recentes de economistas de renome internacional. Paul Collier demonstra como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do "maternalismo social". Em "O Futuro do Capitalismo" o economista de renome mundial Paul Collier apresenta um diagnóstico das falhas do capitalismo e uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje. Demonstra como podemos salvar o capitalismo de si próprio.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 388
Sinopse:
No Opus Dei, muitos membros entram com apenas 15 anos e comprometem-se a nunca casar nem ter filhos. Alguns usam uma corrente de arame com espigões à volta da coxa durante duas horas por dia e aos sábados açoitam-se com um chicote de corda. Dão o seu ordenado à organização e ao fim de seis anos e meio fazem um testamento a deixar tudo a entidades ligadas ao movimento. Os numerários, como Mota Amaral, são obrigados a tirar cursos iguais aos dos padres. O Ministério das Finanças de Maria Luís Albuquerque tinha vários colaboradores formados nas escolas do Opus Dei e um dos seus secretários de Estado era cooperador da Obra. Já a Maçonaria recruta muitos dos seus membros nas juventudes partidárias do PS e do PSD. Algumas lojas realizam rituais com caveiras e caixões e por vezes há documentos que são assinados com sangue. Nas reuniões é comum circular um saco preto de onde se pode tirar dinheiro discretamente. Uma das lojas do Grande Oriente Lusitano tem conseguido ter sempre entre os seus membros um elemento próximo dos vários primeiros-ministros. Estas são apenas algumas das revelações feitas pela jornalista Catarina Guerreiro, que ao longo de três anos de pesquisa entrevistou dezenas de membros e ex-membros destas sociedades secretas. De forma surpreendente e polémica, "O Fim dos Segredos" compara o Opus Dei e a Maçonaria e permite-nos conhecer o outro lado destas organizações sempre envoltas num manto de mistério. Onde e como recrutam? Quem pode entrar? Quais os rituais que praticam? Como é o dia-a-dia e a vida social dos seus membros? Qual o papel das mulheres? Como se organizam? Que tipo de relações mantêm com a Igreja? Quem manda nestas instituições? Como chegaram a Portugal? Que património possuem? Qual o seu verdadeiro poder político e económico?
Nº Páginas: 388
Sinopse:
No Opus Dei, muitos membros entram com apenas 15 anos e comprometem-se a nunca casar nem ter filhos. Alguns usam uma corrente de arame com espigões à volta da coxa durante duas horas por dia e aos sábados açoitam-se com um chicote de corda. Dão o seu ordenado à organização e ao fim de seis anos e meio fazem um testamento a deixar tudo a entidades ligadas ao movimento. Os numerários, como Mota Amaral, são obrigados a tirar cursos iguais aos dos padres. O Ministério das Finanças de Maria Luís Albuquerque tinha vários colaboradores formados nas escolas do Opus Dei e um dos seus secretários de Estado era cooperador da Obra. Já a Maçonaria recruta muitos dos seus membros nas juventudes partidárias do PS e do PSD. Algumas lojas realizam rituais com caveiras e caixões e por vezes há documentos que são assinados com sangue. Nas reuniões é comum circular um saco preto de onde se pode tirar dinheiro discretamente. Uma das lojas do Grande Oriente Lusitano tem conseguido ter sempre entre os seus membros um elemento próximo dos vários primeiros-ministros. Estas são apenas algumas das revelações feitas pela jornalista Catarina Guerreiro, que ao longo de três anos de pesquisa entrevistou dezenas de membros e ex-membros destas sociedades secretas. De forma surpreendente e polémica, "O Fim dos Segredos" compara o Opus Dei e a Maçonaria e permite-nos conhecer o outro lado destas organizações sempre envoltas num manto de mistério. Onde e como recrutam? Quem pode entrar? Quais os rituais que praticam? Como é o dia-a-dia e a vida social dos seus membros? Qual o papel das mulheres? Como se organizam? Que tipo de relações mantêm com a Igreja? Quem manda nestas instituições? Como chegaram a Portugal? Que património possuem? Qual o seu verdadeiro poder político e económico?
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Ninguém é realmente livre se a liberdade não for para todos. "O Fim do Armário "é uma crónica notável das mudanças experimentadas por lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI, mas não foi escrito apenas para eles. É um livro para leitores de todas as orientações e identidades de género, que conta uma série de histórias e explica coisas que a maioria dos leitores desconhece. Avanços e retrocessos, mitos e preconceitos, alegrias e tristezas, tudo interessa a Bruno Bimbi, que integra, nesta narrativa corajosa, histórias pessoais e coletivas de todo o mundo. O livro fala de homofobia e transfobia, mas também de racismo e antissemitismo. Desfilam pelas suas páginas o papa Francisco, os pastores evangélicos brasileiros, Jair Bolsonaro, Nicolás Maduro, os clérigos iranianos e a extrema-direita espanhola, mas também Alan Turing, Pedro Zerolo, Laverne Cox, Rosa Parks e as travestis rebeldes de Stonewall. "O Fim do Armário" é o segundo livro de Bruno Bimbi, já publicado na Argentina, no Brasil, no Peru, em Espanha e no México. Atualizada pelo autor, esta edição portuguesa contém um novo capítulo sobre Jair Bolsonaro e a extrema-direita europeia e fala também sobre o perigo representado pelo fundamentalismo religioso em todo o mundo.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Ninguém é realmente livre se a liberdade não for para todos. "O Fim do Armário "é uma crónica notável das mudanças experimentadas por lésbicas, gays, bissexuais e trans no século XXI, mas não foi escrito apenas para eles. É um livro para leitores de todas as orientações e identidades de género, que conta uma série de histórias e explica coisas que a maioria dos leitores desconhece. Avanços e retrocessos, mitos e preconceitos, alegrias e tristezas, tudo interessa a Bruno Bimbi, que integra, nesta narrativa corajosa, histórias pessoais e coletivas de todo o mundo. O livro fala de homofobia e transfobia, mas também de racismo e antissemitismo. Desfilam pelas suas páginas o papa Francisco, os pastores evangélicos brasileiros, Jair Bolsonaro, Nicolás Maduro, os clérigos iranianos e a extrema-direita espanhola, mas também Alan Turing, Pedro Zerolo, Laverne Cox, Rosa Parks e as travestis rebeldes de Stonewall. "O Fim do Armário" é o segundo livro de Bruno Bimbi, já publicado na Argentina, no Brasil, no Peru, em Espanha e no México. Atualizada pelo autor, esta edição portuguesa contém um novo capítulo sobre Jair Bolsonaro e a extrema-direita europeia e fala também sobre o perigo representado pelo fundamentalismo religioso em todo o mundo.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Mais actual que nunca, este livro segue a vida de Inês, que aparenta ser a menina perfeita. Frequenta um dos melhores colégios nos arredores de Lisboa e relaciona-se com filhos de embaixadores e presidentes de grandes empresas. Mas na verdade os seus dias são passados com os seus amigos consumidores regulares de drogas, em arriscados jogos sexuais e uma utilização abusiva e desregulada das redes sociais onde trocam nudes e partilham o seu estilo de vida caótico. As suas vidas são uma espiral marcada pelo descontrolo físico e emocional. Francisco Salgueiro dá voz à história real e chocante de uma adolescente portuguesa, contada na primeira pessoa. Um aviso para os pais estarem mais atentos ao que se passa nas suas casas.
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Edição: Mar 2018
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Confrontado com o desmoronar dos valores americanos e das fundações da economia ocidental, Joseph Stiglitz traça o caminho para a verdadeira recuperação económica e para uma sociedade mais igualitária. Nos últimos anos, Stiglitz tem denunciado com insistência os maiores desafios económicos com que os Estados Unidos da América se deparam, começando pela Grande Recessão e culminando no diagnóstico da crescente desigualdade social e económica do seu país. "O Fim da Desigualdade" colige alguns dos seus ensaios mais provocadores sobre este tema, começando pelo artigo que deu origem ao slogan do movimento Occupy Wall Street, "Nós somos os 99 %", e prosseguindo para textos que demonstram que a igualdade de oportunidade é um mito e que a enorme desigualdade hoje registada é uma escolha. Sempre proativo, Stiglitz termina com propostas concretas sobre como fomentar o desenvolvimento, criar oportunidades e reduzir a desigualdade.
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Edição: Abr 2009
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
A actual crise financeira e económica tem suscitado um renovado interesse pelo Estado, pela sua intervenção, pela sua virtual capacidade de pilotagem e conformação social (ou, mais precisamente, "societal"). Este "entusiasmo pelo Estado", prenhe de um Keynesianismo romanceado, não olha para o Estado enquanto forma histórica de organização politica das comunidades humanas. Olha, isso sim, com zelo pragmático e nostalgia ideológica, para uma das "formas de vida", hipóstases ou "incarnações" do Estado: a do Estado interventor. No actual patamar de desenvolvimento das formas de composição politica, talvez seja ainda suficiente, mas é inegavelmente pouco.
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Edição: Jan 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
Nº Páginas: 72
Sinopse:
Após Perdoar Helena José Tolentino Mendonça regressa ao teatro com uma nova peça onde interagem cinco personagens: 3 homens e 2 mulheres. John Wolf, o guia da floresta; 2 caminhantes: Peter Weil (meia idade) e Jacob (mais novo). E duas mulheres: a jovem Viviane Mars e o Destino."Um dia os homens deixarão os aviões, os transatlânticos, os comboios de alta velocidade, os automóveis para regressar aos caminhos do bosque."
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Edição: Fev 2020
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Um dos mais eminentes filósofos da mente propõe um argumento lúcido e provocador que cria uma imagem radicalmente nova da consciência humana: o pampsiquismo. Compreender a maneira como o cérebro produz a consciência é um dos maiores desafios científicos do nosso tempo. Philip Goff propõe uma alternativa empolgante que poderá desbravar novos caminhos. Com raízes numa análise dos fundamentos filosóficos da ciência moderna e baseado na obra, que remonta ao princípio do século XX, de Arthur Eddington e Bertrand Russell, Goff apresenta argumentos convincentes a favor do pampsiquismo, uma teoria que propõe que a consciência não está confinada às entidades biológicas mas é uma característica fundamental de toda a matéria física, das partículas subatómicas ao cérebro humano.
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
Nº Páginas: 600
Sinopse:
Dos autores do bestseller internacional Porque Falham as Nações, uma nova obra crucial que responde à pergunta "porque floresce a liberdade em alguns Estados mas é presa do autoritarismo e da anarquia noutros?" e que nos explica como podemos preservar a liberdade, apesar das novas ameaças que pesam sobre ela. Em Porque Falham as Nações, Acemoglu e Robinson demonstraram que a ascensão e a queda dos países dependem não da cultura, geografia ou acaso, mas do poder das instituições. No presente livro, constroem uma nova teoria sobre a liberdade e as formas de a alcançar, recorrendo a numerosos exemplos, tanto da atualidade como de vários períodos da história mundial.
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
Nº Páginas: 402
Sinopse:
"O Enigma de Sophia de Mello Breyner Andresen: Da Sombra à Claridade" é uma reflexão abrangente sobre toda a obra de Sophia, poetisa singular da literatura portuguesa, através da análise das principais temáticas que a estruturam e que constituem as três partes deste livro: - "No Tempo Dividido", estudo aprofundado do tempo, tema central na sua obra; - "Navegações", sobre a eterna viagem de descoberta, onde Sophia recria o percurso da aventura portuguesa dos Descobrimentos para o transformar numa viagem iniciática de descoberta do Eu e do Outro; - "O Nome das Coisas", uma abordagem transversal em que, através do paralelismo com outros autores, como fernando Pessoa ou Jorge Luís Borges, melhor se revela a especificidade da obra de Sophia.
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Jan 2019
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
Nº Páginas: 156
Sinopse:
Em 2017, a cidade de Lisboa foi a Capital Ibero-Americana de Cultura, uma iniciativa cultural de programação intensa e diversa, que incluiu um importante ciclo de conferências protagonizado por personalidades de relevo dos países envolvidos. Estes livros são o resultado desse ciclo de conferências. "Não é de todo possível fazer uma síntese da América Latina, conceito que tem pouco mais de 150 anos, ou sequer do iberoamericanismo, conceito ainda mais ambíguo, nem essa foi alguma vez uma ilusão da programação de Passado e Presente — Lisboa, Capital Iberoamericana de Cultura 2017. O que se ensaia fazer é dar a ver e ouvir as falas das Américas, as suas múltiplas e diversas falas. Não só as que dizem respeito ao mundo tal como ele é olhado do lado de lá — enquadradas pelas novas narrativas que, com argumentos sólidos, se iniciaram na década de 1970 e que continuam hoje, com os contributos de intérpretes da diáspora latinoamericana —, mas também as falas e os contributos de europeus atentos à necessidade de olhar de novo a expansão, o colonial, e de encontrar novas fontes documentais, não para proceder a uma síntese, à fabricação de uma história única, mas sim para desocultar o que precisa de ser desocultado."
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Contra todas as evidências, o mundo continua a interessar-me. Os meus sobrinhos, mais do que os meus irmãos, entendem este eremitério de Moledo, a casa onde me instalei nos anos oitenta, como uma espécie de observatório inclinado sobre o mar, mas de onde suspeito que o resto do universo continua a mover-se – e de uma forma mais interessante do que Galileu Galilei imaginava."
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Edição: Out 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Numa época de obsessão com a imagem, como podemos ajudar os nossos filhos a fazerem as pazes com o seu corpo quando este não corresponde aos cânones estabelecidos pela ditadura das redes sociais? Vivemos numa era em que a imagem é tudo e a padronização da beleza física assume um peso cada vez mais excessivo. Livros sobre dietas são os mais vendidos e aumenta a procura de cirurgias estéticas. O corpo passou a ser um objeto de culto a ser exposto e exibido em público. Mas o que acontece quando as crianças e adolescentes veem esse mesmo corpo transformar-se com o crescimento e o convertem numa fonte de angústia? Como explicar o aumento de situações de depressão e ansiedade em idades cada vez mais precoces, ao mesmo tempo que os episódios de automutilação em crianças e jovens se tornam mais frequentes? À medida que se vai crescendo, o corpo torna-se progressivamente um espelho bastante fidedigno de diversas experiências de vida. Em paralelo, constitui uma tela onde a identidade é vincada em marcas como tatuagens, piercings ou alargadores, e as emoções se manifestam literalmente à flor da pele. Neste novo livro, o pedopsiquiatra Pedro Strecht reflete sobre a relação conflituosa entre o corpo e a mente e o papel da construção da imagem corporal como integrante e modeladora de uma verdadeira identidade emocional. Ao mesmo tempo, aborda também a dor enquanto expressão do mal-estar físico, quase sempre ligada a um fundo emocional.
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Edição: Nov 2017
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Durante doze anos Dom Januário Torgal Ferreira foi bispo das Forças Armadas e de Segurança. Desempenhou de tal modo, com tal rigor e elevação, estas difíceis funções que se tornou uma das mais populares e admiradas figuras da hierarquia católica portuguesa. O presente livro ¿ com o significativo título de O Concreto da Paz Só com Justiça ¿ é uma síntese perfeita do pensamento de Dom Januário. Ao lê-lo percebemos o que pode a Igreja Católica fazer, através da ação de um dos seus membros, pela paz e pela justiça no mundo. De tal modo que, ao ler este livro, todos nós, de qualquer religião ou mesmo não professando nenhuma, nos sentimos solidários com a sua mensagem.
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Edição: Dez 2007
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
Nº Páginas: 0
Sinopse:
"O Amor Ʌ", da autoria de Júlio Machado Vaz com a colaboração de Ana Mesquita e de António Macedo, parte do programa de rádio com o mesmo nome, transmitido diariamente na "Antena 1". Esta obra reúne um conjunto de textos de Júlio Machado Vaz que giram em torno de cinco temas, correspondentes aos cinco capítulos da publicação: Dos Amores; Os Ramos que semeiam raízes; Monólogos do espectador; As "Certezas"; e Maria. Este livro é acompanhado de um CD de oferta contendo cinco programas da conhecida rubrica radiofónica de Júlio Machado Vaz com Ana Mesquita, que ainda hoje faz parelha com o sexólogo, e um programa com António Macedo, com o qual, no início, Júlio Machado Vaz fazia o programa. O CD contém ainda o tema musical "Mother Nature’s Son", interpretado por João Vaz. Sobre o livro diz Júlio Machado Vaz nas páginas do mesmo: "De alguma forma, os textos deste livro não passam de legendas, do pano de fundo sobre o qual a tecnologia permitiu bordar o som de ‘O Amor É...’". Mais adiante lê-se "O que é o amor? Não sei. Talvez o sangue da memória, não há presente nem futuro quando o passado perdeu calor e seiva. Raízes mortas não geram troncos direitos, abrindo-se em ramos, braços, flores e risos que ambicionam o alto." Nas primeiras páginas é possível descobrir os primeiros passos de Júlio Machado Vaz na rádio, ou histórias de como se falava de sexo nos media nos idos anos 80.
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Edição: Mar 2016
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Este livro demonstra, em três textos lapidares, que a ortografia em vigor em Portugal é a de 1945. Em primeiro lugar, por não ter sido juridicamente revogada, em segundo lugar, porque o processo de entrada em vigor do AO de 1990, não tendo o Governo cumprido os atos jurídicos que a sua aprovação implicava, é como se legalmente não existisse.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Os números estão muito mais próximos de nós do que julgamos e dominam o nosso quotidiano, mesmo que não gostemos de matemática. Mas este não é um livro de matemática, ainda que seja protagonizado por números. Confuso? Nem por isso. Este é, literalmente, um livro de cultura geral e os números são as personagens principais de histórias verídicas e cheias de informações e factos que o leitor provavelmente desconhece. Sabia que, se o ser humano conseguisse utilizar o cérebro na capacidade máxima, armazenaria 4,7 mil milhões de livros? E que os suínos em Espanha já são tantos que ultrapassam o número de cidadãos espanhóis? Ou que um estagiário na Apple aufere 5300 euros, isto é, mais do que o nosso Presidente da República? Ou ainda que a Rússia é tão grande que tem 11 fusos horários, o que faz com que de um lado do país haja habitantes que se sentam à mesa para jantar quando do outro há gente a despertar de uma noite de sono? Se sonha com dias maiores, tem conhecimento de que, daqui a 6,7 milhões de anos, os dias do Planeta terão mais 1 segundo do que agora? Fazia ideia de que as peças Lego vendidas num só ano dariam 5 vezes a volta à Terra? Ou de que a fobia à sexta-feira 13 se chama "parascavedecatriafobia"? Ou de que existem mais países filiados na FIFA do que na ONU? E de que Portugal é o terceiro país mais pacífico do mundo? 3st3 p3qu3n0 t3xt0 s3rv3 4p3n45 p4r4 m05tr4r c0m0 4 no554 c4b3ç4 c0n53gu3 f4z3r c01545 1mpr3551on4ant35! R3p4r3: n0 1n1c10 p4r3c14 c0mpl1c4d0, m45 n35T4 L1nh4, 4 5u4 c4b3ç4 v41 d3c1fr4nd0 0 c0d1g0 qu453 4ut0m4t1c4M3nt3, 53M pr3c154r d3 p3n54r mu1t0, c3rt0? 3nt40 p0d3 0rgulh4r-53 d1550. 4 5u4 c4p4c1d4d3 m3r3c3! P4r4b3ns! "Percebeu tudo à primeira? No princípio parece estranho, mas depois torna-se mais fácil. Números que contam histórias ou histórias que contam números? Que histórias podem contar essas entidades tão frias, impessoais e inquestionavelmente objetivas? Que vidas têm, afinal? Este livro é a demonstração inequívoca de como os números podem dizer muito mais do que a informação impressa pelos seus algarismos." "Do prefácio de João Duque" "André Rodrigues não tortura os números, embora alguns lhe cheguem um pouco aturdidos. Trata-os com desvelo. Com inteligência e humor conta histórias à roda dos números que captam a atenção do leitor como antes captaram a atenção do radio-ouvinte. O seu livro ajudará a formar o que se chama "literacia matemática," a capacidade de ler o mundo matematicamente." "Do posfácio de Carlos Fiolhais"
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Edição: Mar 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
Nº Páginas: 200
Sinopse:
"O pecado constitui a categoria filosófica e religiosa sobre a qual a Europa cristã assentou as suas constantes culturais e civilizacionais e sobre a qual edificou a base fundamental do Poder, o poder religioso, mas sobretudo o poder político e social. Quando se refere que a Europa cristã ergueu a sua civilização com base na categoria religiosa de pecado diz-se, consequentemente, que ela assentou a sua civilização sobre o modo singular de viver com a emoção primária de Medo e com o sentimento de Culpa. Medo e Culpa constituem as duas colunas ético-morais que sustentam o edifício do Pecado. Por isso, Pecado, Medo e Culpa constituem o triângulo ético-religioso abordado neste ensaio."
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
"Excepcional e engenhoso monólogo, o livro de Brendan Behan é um solilóquio tão emotivo quanto humorístico sobre a cidade de Nova Iorque, que o autor considera (eu também) o lugar mais fascinante do mundo. Nada – diz Behan – pode comparar-se a essa cidade eléctrica, que é o centro do universo. O resto é silêncio, flagrante obscuridade. "Depois de ter estado em Nova Iorque", diz Behan, "qualquer pessoa que regresse a casa dar-se-á conta de que o seu lugar de origem é bastante escuro." A mim acontece-me sempre isto quando deixo Nova Iorque e regresso à minha cidade, e este livro de Behan é em parte culpado de isso me acontecer, porque o livro deixou em mim uma estranha "saudade" de bares onde nunca entrei." - Enrique Vila-Matas, Prefácio.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
De uma das autoras mais brilhantes do mundo da literatura, um trabalho de franqueza impressionante sobre a perda de uma filha. Carregado de memórias da sua própria infância e da vida de casada com o seu marido, John Gregory Dunne, e a filha, Quintana Roo, o novo livro de Joan Didion é um relato intenso e comovente dos seus pensamentos, medos e dúvidas sobre a maternidade, a doença e o envelhecimento. Ao mesmo tempo que reflete sobre a vida da sua filha e sobre o seu papel como mãe, Didion luta com as dúvidas que todos os pais enfrentam, e contempla a sua idade, algo que para ela é difícil de admitir, e ainda de aceitar. Noites Azuis, as longas noites em que os crepúsculos se tornam longos e azuis e sinalizam o solstício do verão, "o oposto da morte da claridade, mas são também o seu alerta", como "O Ano do Pensamento Mágico", este é um livro icónico, de uma honestidade incisiva e elétrica, memorável e profundo.
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Edição: Abr 2023
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Desde o princípio dos tempos, a humanidade maravilhou-se com a natureza e viu o seu lado divino. Nos escritos de grandes pensadores de várias religiões, o mundo natural inspirava todos os sentimentos, do medo e da reverência à contemplação serena; Deus, ou seja o que for que represente o sublime para nós, estava presente em tudo. Mas, hoje, quando admiramos uma árvore ou uma paisagem majestosa, raramente vemos a natureza como sagrada. Karen Armstrong, uma das mais originais pensadoras do papel da religião no mundo moderno, apresenta-nos uma investigação profunda sobre o poder espiritual da natureza - e um apelo urgente para que recuperemos esse poder para a nossa vida quotidiana.
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Edição: Set 2008
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Anahad O'Connor reuniu neste livro uma série de questões —tanto factos, como ficções criadas a partir dos mesmos —, desde as calorias dos cereais aos efeitos nocivos da luz artificial. O'Connor acaba com os mitos da impotência provocada pelo selim da bicicleta e o da artrite provocada pelo partir de nozes. Estas curiosidades e o desmistificar de muitos mitos enraizados culturalmente por todo o mundo, são-nos apresentados e debatidos de uma forma tão esclarecedora quanto divertida.
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