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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
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Edição: Fev 2014
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este volume de "Páginas Escolhidas" reúne alguns dos seus textos mais famosos ("Em Total Defesa dos Censores das Artes do Palco", "Ensaio sobre os Epitáfios", "Sobre a Teoria e a Prática", "Os Benefícios da Sociedade Humana", "O Papel do Homem de Letras", "Sobre o Dever do Jornalista" ou "Consolação Diante da Morte", entre outros), apresentando ao leitor português um dos grandes talentos da nossa tradição literária ocidental. "Há, de facto, um grande número de pessoas cuja curiosidade em adquirir um conhecimento mais íntimo dos escritores de sucesso, contudo, não se sente atraída por alguma ideia que eles possam apresentar no sentido de podermos melhorar; em vez disso, deles não esperam, naturalmente, argumentos contra o vício ou dissertações sobre a temperança e a justiça, mas voos espirituosos, umas boas saídas com piada ou, pelo menos, comentários agudos, distinções agradáveis, justeza de sentimentos e elegância na dicção. Esta expectativa é de facto especiosa e provável e, no entanto, tal o destino de todas as esperanças humanas, é muitas vezes frustrada e, naqueles que suscitam admiração devido aos seus livros, constatamos por outro lado que a sua companhia causa repulsa."
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Cerca de quinhentas mil pessoas chegaram a Portugal com a independência das colónias africanas. Para elas, acabava dessa forma abrupta uma vida próspera construída no ultramar e começava um futuro incerto numa sociedade que desconheciam e que chegava a revelar-se hostil à sua presença. Se os que vinham de África preferiam lá ter ficado, os que cá estavam receberam-nos com desconfiança. Nos primeiros tempos os colonos passaram fome e frio, enfrentaram o desemprego e viveram amontoados em quartos ou casas degradadas. Alguns preferiram emigrar a sujeitar-se à discriminação e à falta de perspectivas; outros encontraram no suicídio a única saída. "Os que vieram de África" é um livro de investigação empolgante e minucioso, que reconstitui tempos conturbados do nosso passado recente. Traçando o retrato de um pequeno país a braços com uma tarefa colossal, revela histórias comoventes de sobrevivência protagonizadas por homens e mulheres atirados para um lugar distante chamado Portugal - um lugar radicalmente diferente da terra que amavam e que o curso dos acontecimentos lhes retirou.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Cerca de quinhentas mil pessoas chegaram a Portugal com a independência das colónias africanas. Para elas, acabava dessa forma abrupta uma vida próspera construída no ultramar e começava um futuro incerto numa sociedade que desconheciam e que chegava a revelar-se hostil à sua presença. Se os que vinham de África preferiam lá ter ficado, os que cá estavam receberam-nos com desconfiança. Nos primeiros tempos os colonos passaram fome e frio, enfrentaram o desemprego e viveram amontoados em quartos ou casas degradadas. Alguns preferiram emigrar a sujeitar-se à discriminação e à falta de perspectivas; outros encontraram no suicídio a única saída. "Os que vieram de África" é um livro de investigação empolgante e minucioso, que reconstitui tempos conturbados do nosso passado recente. Traçando o retrato de um pequeno país a braços com uma tarefa colossal, revela histórias comoventes de sobrevivência protagonizadas por homens e mulheres atirados para um lugar distante chamado Portugal - um lugar radicalmente diferente da terra que amavam e que o curso dos acontecimentos lhes retirou.
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Edição: Jul 2013
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Dos 230 deputados à Assembleia da República, 117 estão em regime de part-time, acumulando as funções parlamentares com outras atividades profissionais no setor privado. Advogados, juristas, médicos, engenheiros, consultores, empresários, etc. Em diversos casos, prestando serviços remunerados a empresas que operam em setores de atividade fiscalizados por comissões parlamentares que os mesmos deputados integram. Ao que se acrescem as ligações a empresas (cargos de administração, participações acionistas, serviços de consultoria, etc.) que beneficiam de iniciativas legislativas, subsídios públicos ou contratos adjudicados por entidades públicas visando a execução de obras, o fornecimento de produtos ou a prestação de serviços. Conflitos de interesses? Dezenas de exemplos concretos são apresentados nas páginas deste livro. Dos corredores do poder político para as salas de reunião dos conselhos de administração, e demais órgãos sociais, das maiores empresas portuguesas, com ou sem período de nojo. Um fluxo recorrente entre cargos públicos e privados. Das 20 empresas cotadas no índice PSI 20, por exemplo, 16 contam com ex-políticos em cargos de administração. Por vezes são ex-governantes que decidiram sobre matérias que implicam as empresas para as quais vão depois trabalhar, ou até administrar. Sabia que as subvenções vitalícias dos políticos foram criadas numa altura em que Portugal estava sob assistência financeira do FMI? Que foram alvo de um veto presidencial? Que duplicam de valor quando o beneficiário alcança os 60 anos de idade? Que apesar de terem sido revogadas há 8 anos, o número de beneficiários continua a aumentar? Que a identidade dos beneficiários passou a ser secreta? Ou que há políticos que a requereram com idade inferior a 50 anos? Pedro Passos Coelho prometeu que iria fazer nomeações com base no mérito e não nas ligações partidárias. Apesar da maior transparência, as 142 nomeações com ligações partidárias para altos cargos dirigentes na Administração Pública, identificadas neste livro, demonstram que os boys continuam a ser favorecidos. O jornalista Gustavo Sampaio traz-nos um livro revelador, onde depois de uma exaustiva e rigorosa pesquisa, apresenta-nos as zonas cinzentas entre o interesse público e privado, e faz as ligações que nos permitem perceber como políticas e ex-políticos gerem interesses, movem influências e beneficiam de direitos adquiridos.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Dos 230 deputados à Assembleia da República, 117 estão em regime de part-time, acumulando as funções parlamentares com outras atividades profissionais no setor privado. Advogados, juristas, médicos, engenheiros, consultores, empresários, etc. Em diversos casos, prestando serviços remunerados a empresas que operam em setores de atividade fiscalizados por comissões parlamentares que os mesmos deputados integram. Ao que se acrescem as ligações a empresas (cargos de administração, participações acionistas, serviços de consultoria, etc.) que beneficiam de iniciativas legislativas, subsídios públicos ou contratos adjudicados por entidades públicas visando a execução de obras, o fornecimento de produtos ou a prestação de serviços. Conflitos de interesses? Dezenas de exemplos concretos são apresentados nas páginas deste livro. Dos corredores do poder político para as salas de reunião dos conselhos de administração, e demais órgãos sociais, das maiores empresas portuguesas, com ou sem período de nojo. Um fluxo recorrente entre cargos públicos e privados. Das 20 empresas cotadas no índice PSI 20, por exemplo, 16 contam com ex-políticos em cargos de administração. Por vezes são ex-governantes que decidiram sobre matérias que implicam as empresas para as quais vão depois trabalhar, ou até administrar. Sabia que as subvenções vitalícias dos políticos foram criadas numa altura em que Portugal estava sob assistência financeira do FMI? Que foram alvo de um veto presidencial? Que duplicam de valor quando o beneficiário alcança os 60 anos de idade? Que apesar de terem sido revogadas há 8 anos, o número de beneficiários continua a aumentar? Que a identidade dos beneficiários passou a ser secreta? Ou que há políticos que a requereram com idade inferior a 50 anos? Pedro Passos Coelho prometeu que iria fazer nomeações com base no mérito e não nas ligações partidárias. Apesar da maior transparência, as 142 nomeações com ligações partidárias para altos cargos dirigentes na Administração Pública, identificadas neste livro, demonstram que os boys continuam a ser favorecidos. O jornalista Gustavo Sampaio traz-nos um livro revelador, onde depois de uma exaustiva e rigorosa pesquisa, apresenta-nos as zonas cinzentas entre o interesse público e privado, e faz as ligações que nos permitem perceber como políticas e ex-políticos gerem interesses, movem influências e beneficiam de direitos adquiridos.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O populismo contemporâneo aumentou o desdém pelos peritos e elites de todo o género, seja na política externa, na cultura, na economia, e até mesmo na ciência e na saúde. Enquanto a Internet permitiu que mais pessoas tenham mais acesso a mais informação do que nunca, também lhes deu a ilusão do conhecimento, quando na verdade elas estão afogadas em dados. Daí resulta um manancial inesgotável de rumores, mentiras, análise pouco séria, especulação e propaganda - e a tendência para "procurar informações que apenas confirmam aquilo em que acreditamos". Os ataques ao conhecimento e à cultura levam à convicção irracional de que qualquer um - depois de frequentar os fóruns da Internet - é tão inteligente e tão bem preparado como um perito para discutir seja que assunto for. As pessoas acreditam que ter direitos políticos iguais significa que a opinião do cidadão comum vale tanto como a de um especialista.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
O populismo contemporâneo aumentou o desdém pelos peritos e elites de todo o género, seja na política externa, na cultura, na economia, e até mesmo na ciência e na saúde. Enquanto a Internet permitiu que mais pessoas tenham mais acesso a mais informação do que nunca, também lhes deu a ilusão do conhecimento, quando na verdade elas estão afogadas em dados. Daí resulta um manancial inesgotável de rumores, mentiras, análise pouco séria, especulação e propaganda - e a tendência para "procurar informações que apenas confirmam aquilo em que acreditamos". Os ataques ao conhecimento e à cultura levam à convicção irracional de que qualquer um - depois de frequentar os fóruns da Internet - é tão inteligente e tão bem preparado como um perito para discutir seja que assunto for. As pessoas acreditam que ter direitos políticos iguais significa que a opinião do cidadão comum vale tanto como a de um especialista.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na era do desenvolvimento sustentável, em que as organizações internacionais definem estratégias, agendas, metas e objetivos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o Acordo de Paris, a Nova Agenda Urbana ou o novo Green Deal, cabe cada vez mais às cidades o papel de implementar ações e medidas que contribuam para tais compromissos e que envolvam mais as comunidades, através da cooperação multilateral e do trabalho em rede ao nível internacional, transnacional e intergovernamental. O crescimento demográfico global, a concentração da população em áreas urbanas e o aumento insustentável do consumo têm levado a um aumento da pegada ecológica sem precedentes, provocando impactos devastadores no planeta. Neste livro, dá-se destaque ao papel que as cidades podem e devem desempenhar no panorama internacional em prol da sustentabilidade e da saúde planetária.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Na era do desenvolvimento sustentável, em que as organizações internacionais definem estratégias, agendas, metas e objetivos como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, o Acordo de Paris, a Nova Agenda Urbana ou o novo Green Deal, cabe cada vez mais às cidades o papel de implementar ações e medidas que contribuam para tais compromissos e que envolvam mais as comunidades, através da cooperação multilateral e do trabalho em rede ao nível internacional, transnacional e intergovernamental. O crescimento demográfico global, a concentração da população em áreas urbanas e o aumento insustentável do consumo têm levado a um aumento da pegada ecológica sem precedentes, provocando impactos devastadores no planeta. Neste livro, dá-se destaque ao papel que as cidades podem e devem desempenhar no panorama internacional em prol da sustentabilidade e da saúde planetária.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Entre apontamentos de viagem e pormenores da sua vida, entre reflexões sobre a História e visitas a museus, entre comentários sobre as pessoas com quem se cruzou e críticas à burocracia europeia, Maria Filomena Mónica oferece-nos um olhar próprio sobre a Europa - a de ontem e a de hoje. Partindo de Portugal e passando por Espanha, conta-nos a forma como foi descobrindo o Continente para além dos Pirenéus: em Londres, Oxford, Paris, Roma, Florença, Berlim e, além de outros lugares, a cidade semi-europeia de São Petersburgo. A Minha Europa relembra o que tantas vezes tendemos a esquecer: o privilégio de se viver deste lado do mundo. «(...) por detrás da Europa padronizada - com apenas 60 anos - existe uma outra, a das grandes cidades e a das pequenas aldeias, a das nações antigas onde se fala uma única língua e a das cidades-estados com dialectos próprios, a dos povos que se sentem bem convivendo com gente diversa e a das regiões que não abdicam de ter uma cultura própria. «É nesta Europa que me sinto em casa.» «À minha maneira, sinto-me portuguesa e europeia. Gostava de pensar que a Europa saberá estar à altura dos valores que encarnou ou de que se reclama, mas, quando vejo o que se passa com os imigrantes, com o terrorismo e com a balbúrdia reinante na União Europeia, tenho dúvidas. Como escreveu Sá de Miranda, «Passam os tempos vai dia trás dia, / incertos muito mais que ao vento as naves».
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Entre apontamentos de viagem e pormenores da sua vida, entre reflexões sobre a História e visitas a museus, entre comentários sobre as pessoas com quem se cruzou e críticas à burocracia europeia, Maria Filomena Mónica oferece-nos um olhar próprio sobre a Europa - a de ontem e a de hoje. Partindo de Portugal e passando por Espanha, conta-nos a forma como foi descobrindo o Continente para além dos Pirenéus: em Londres, Oxford, Paris, Roma, Florença, Berlim e, além de outros lugares, a cidade semi-europeia de São Petersburgo. A Minha Europa relembra o que tantas vezes tendemos a esquecer: o privilégio de se viver deste lado do mundo. «(...) por detrás da Europa padronizada - com apenas 60 anos - existe uma outra, a das grandes cidades e a das pequenas aldeias, a das nações antigas onde se fala uma única língua e a das cidades-estados com dialectos próprios, a dos povos que se sentem bem convivendo com gente diversa e a das regiões que não abdicam de ter uma cultura própria. «É nesta Europa que me sinto em casa.» «À minha maneira, sinto-me portuguesa e europeia. Gostava de pensar que a Europa saberá estar à altura dos valores que encarnou ou de que se reclama, mas, quando vejo o que se passa com os imigrantes, com o terrorismo e com a balbúrdia reinante na União Europeia, tenho dúvidas. Como escreveu Sá de Miranda, «Passam os tempos vai dia trás dia, / incertos muito mais que ao vento as naves».
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Alimentar-se é uma necessidade que transformámos num prazer, em torno da qual elaborámos rituais e que nos convida a todos a interrogarmo-nos e a tornarmo-nos um pouco filósofos". "À Mesa com os Filósofos" é dedicado às inúmeras ligações entre a comida e a filosofia. Bastante mais frequentado do que se possa pensar, este é um domínio de estudo dos mais apetecíveis. Na realidade, para pensar a alimentação, mobilizamos um grande número de disciplinas filosóficas, nomeadamente a ética (devemos comer carne de animais ou abster-nos de o fazer?), a estética (a culinária é uma arte ao mesmo nível que a pintura ou a música?), a epistemologia (os juízos de gosto são puramente subjetivos ou educáveis?) ou a política (devemos deixar impor-se o comércio alimentar mundial ou preferir, em seu lugar, o locavorismo?).
Nº Páginas: 264
Sinopse:
"Alimentar-se é uma necessidade que transformámos num prazer, em torno da qual elaborámos rituais e que nos convida a todos a interrogarmo-nos e a tornarmo-nos um pouco filósofos". "À Mesa com os Filósofos" é dedicado às inúmeras ligações entre a comida e a filosofia. Bastante mais frequentado do que se possa pensar, este é um domínio de estudo dos mais apetecíveis. Na realidade, para pensar a alimentação, mobilizamos um grande número de disciplinas filosóficas, nomeadamente a ética (devemos comer carne de animais ou abster-nos de o fazer?), a estética (a culinária é uma arte ao mesmo nível que a pintura ou a música?), a epistemologia (os juízos de gosto são puramente subjetivos ou educáveis?) ou a política (devemos deixar impor-se o comércio alimentar mundial ou preferir, em seu lugar, o locavorismo?).
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Eis alguns factos: as mulheres vivem mais tempo do que os homens. Têm um sistema imunitário mais forte. Em geral, são melhores a combater o cancro e a sobreviver à fome, e até conseguem ver o mundo numa gama mais ampla de cores. As mulheres são simplesmente mais fortes do que os homens em todas as fases da vida. Mas porquê? E porque nos ensinam o contrário? Baseando-se nas suas experiências clínicas, o Dr. Shäron Moalem descobriu o porquê de as mulheres prevalecerem sobre os homens em matéria de resiliência, intelecto, vigor, imunidade e muito mais. A resposta reside na genética: os dois cromossomas X femininos proporcionam uma poderosa vantagem de sobrevivência.
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
A Máquina do Ódio mostra de que forma as redes sociais são manipuladas por líderes populistas e as campanhas de difamação funcionam como uma censura trabalhada por exércitos de trolls, depois espalhados por robôs no Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. Os bastidores dessas reportagens e os ataques de que Patrícia Campos Mello foi alvo servem de moldura para um quadro mais amplo sobre a liberdade de imprensa no mundo, numa prosa simultaneamente pessoal e objetiva. Acompanhando eleições na Índia, nos EUA e no Brasil, mas também campanhas violentas na Venezuela, Nicarágua ou Hungria, a repórter mostra como combate e que armas possui esse exército na sua guerra contra a verdade. Relato envolvente de um dos capítulos mais turbulentos de história recente das democracias, A Máquina do Ódio é também um manifesto em defesa da informação.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Com o romance "O Que Diz Molero", Dinis Machado mudou de forma permanente o panorama literário português. Corriam os anos 70, e o 25 de Abril ainda não tinha acontecido. Mais de quarenta anos volvidos, este objecto raro das nossas letras mantém a sua imensa originalidade e frescura. Dinis Machado não publicou outros romances (a não ser os policiais que escreveu com o pseudónimo Denis McShade), mas continuou a escrever regularmente, durante mais de três décadas, em jornais e revistas sobre os mais variados temas, de entre eles duas das suas grandes paixões: futebol e cinema. Depois de "Reduto Quase Final, seguido de Discurso de Alfredo Marceneiro a Gabriel García Márquez" e de "Gráfico de Vendas com Orquídea", a Quetzal dá continuidade à recolha dos melhores textos dispersos de Dinis Machado em livro.
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A queda da PT, vendida ao desbarato à Altice em 2015, é um espelho de duas décadas de democracia em Portugal. Uma empresa que chegou a ter cerca de 20 mil trabalhadores, e cujas acções valeram 13,9 euros, é hoje um gigante ferido. O valor bolsista caiu para mínimos históricos e a força de trabalho foi quase reduzida metade. Como é que tudo isso aconteceu? Alda Martins e Alexandra Machado escreveram sobre a PT ao longo de anos. E neste livro reúnem a história possível daquela que foi a jóia da coroa do nosso tecido empresarial. Uma empresa tecnologicamente inovadora, com uma estratégia clara e ambições globais, que não resistiu à crise, à ganância dos accionistas, à ingenuidade gritante de alguns dos seus gestores e à implosão do BES. Entre o início e o fim, desfilam os casos que fizeram as manchetes dos jornais. Lucros fabulosos, dividendos chorudos, a épica entrada na Bolsa de Nova Iorque, a compra da Vivo (que se perderia mais tarde); e depois o reverso da medalha, o enorme rombo no porta-aviões que foi a OPA da Sonae, as golden-share de José Sócrates, o descalabro do Banco Espírito Santo, a perda do braço de ferro com os brasileiros da Oi. É uma história com protagonistas claros: de gestores estrela como Zeinal Bava (que acumularam prémios mas caíram em desgraça) a accionistas fulgurantes como a Ongoing (que hoje lutam pela sobrevivência). E revela uma enorme promiscuidade entre a classe política e a PT, numa imparável dança dos gestores do governo para a administração. Sempre com Ricardo Salgado nos bastidores, sempre com o BES a receber comissões sonantes.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A queda da PT, vendida ao desbarato à Altice em 2015, é um espelho de duas décadas de democracia em Portugal. Uma empresa que chegou a ter cerca de 20 mil trabalhadores, e cujas acções valeram 13,9 euros, é hoje um gigante ferido. O valor bolsista caiu para mínimos históricos e a força de trabalho foi quase reduzida metade. Como é que tudo isso aconteceu? Alda Martins e Alexandra Machado escreveram sobre a PT ao longo de anos. E neste livro reúnem a história possível daquela que foi a jóia da coroa do nosso tecido empresarial. Uma empresa tecnologicamente inovadora, com uma estratégia clara e ambições globais, que não resistiu à crise, à ganância dos accionistas, à ingenuidade gritante de alguns dos seus gestores e à implosão do BES. Entre o início e o fim, desfilam os casos que fizeram as manchetes dos jornais. Lucros fabulosos, dividendos chorudos, a épica entrada na Bolsa de Nova Iorque, a compra da Vivo (que se perderia mais tarde); e depois o reverso da medalha, o enorme rombo no porta-aviões que foi a OPA da Sonae, as golden-share de José Sócrates, o descalabro do Banco Espírito Santo, a perda do braço de ferro com os brasileiros da Oi. É uma história com protagonistas claros: de gestores estrela como Zeinal Bava (que acumularam prémios mas caíram em desgraça) a accionistas fulgurantes como a Ongoing (que hoje lutam pela sobrevivência). E revela uma enorme promiscuidade entre a classe política e a PT, numa imparável dança dos gestores do governo para a administração. Sempre com Ricardo Salgado nos bastidores, sempre com o BES a receber comissões sonantes.
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Edição: Mai 2011
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
"A História Não Acabou" é um livro de um "apolítico", no sentido que Thomas Mann deu à expressão - alguém que, como a maior parte de nós, encontra mais prazer num dia de praia do que na crónica política. Porém, quando o corpo social se deteriora, se desgasta pela agressão, pondo em jogo os valores em que acreditamos, então são necessários o protesto, o testemunho, a tomada de posição, a análise, a sátira. Nascidos de artigos escritos para o jornal Corriere della Sera, os capítulos de "A História Não Acabou" abordam, entre muitas outras questões incontornáveis nas sociedades contemporâneas, a laicidade, liberta do equívoco que a contrapõe à fé; a necessidade e os limites do diálogo entre as culturas; a relação entre o Estado e a Igreja ou entre a ética e o direito; o espírito religioso; a crescente regressão irracionalista; a involução política que nos últimos anos tem feito perigar os valores elementares da democracia e do liberalismo.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
Nº Páginas: 420
Sinopse:
"A Grande Escolha" é um livro para as gerações que, nos últimos vinte anos, viveram quase sempre em crise. As mesmas que têm dificuldade em se emancipar e questionam se a culpa desse estagnação não é, afinal, da globalização. Numa altura em que os populistas exploram a falta de esperança e se vive uma crise internacional sem precedentes, Adolfo Mesquita Nunes faz uma defesa apaixonada do Mundo global e diz-nos como podemos melhorar e aperfeiçoar a globalização. Apontando os erros e as consequências de os países se fecharem sobre si próprios, o autor mostra como a abertura do Mundo é o maior instrumento de progresso de toda a História e enumera sete grandes desafios da actualidade - desigualdade, emprego, salários, habitação, dependência externa, monopólios digitais e fiscalidade internacional -, traçando linhas de acção para os resolvermos quanto antes. Um livro de perguntas e respostas para quem tem dúvidas sobre o caminho que o Mundo está a tomar e desconfia de soluções fáceis para problemas complexos.
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Como é que o PS perdeu as eleições e formou governo com a ajuda da CDU e do Bloco de Esquerda? A Geringonça que governa Portugal nasceu como uma tábua dos afogados para salvar socialistas, comunistas, verdes e bloquistas dos seus terríveis destinos. "É Geringonça, mas funciona", disse, logo no início, António Costa. Quatro anos depois, já se pode saber como funcionou, de facto, a Geringonça. Comunistas e bloquistas não se suportam. Disputam a reivindicação de cada uma das medidas populares do PS e nunca reúnem em simultâneo com o governo. O Presidente da República, à espera de que a direita portuguesa se recomponha, tem sido o anjo da guarda deste arranjo político. A jornalista Inês Serra Lopes entrevistou políticos, economistas e professores e conta como foi possível misturar o impensável, a água e o azeite, percorrendo alguns dos casos da célebre XIII Legislatura, desde a chamada crise dos professores à bandeira da qualidade dos serviços públicos, encontrada pelo PS logo após as eleições europeias de 2019. Um livro que nos conduz pelo interior da Geringonça e nos mostra como esta se equilibrou no poder.
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