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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
Nº Páginas: 120
Sinopse:
Como se celebrava Portugal há quase um século? Que ideia se tinha de Pátria? A mesma de hoje? A Guerra & Paz foi desencantar esta obra em louvor de uma certa ideia de Pátria, da autoria de Albino Forjaz de Sampaio. Nela se cantam "belezas e primores" nacionais. Forjaz de Sampaio enumera os motivos pelos quais se orgulha de ser lusitano: a história do país, as glórias e os feitos portugueses, a terra, a língua, as mulheres, uma nação valente. O seu maior desejo é o de "criar esse orgulho pátrio que faz os povos fortes". Será este um livro nado e criado em pleno Estado Novo? Deixemos falar os factos. O livro antecede-o, a primeira edição é de 1926. O Secretariado de Propaganda Nacional promoveu a obra pelo seu conteúdo, é um facto, mas o que moveu o autor, confessa ele, "foi sim o coração e o espírito do autor que nunca deixou de sonhar cada vez mais alto com a ideia da sua Pátria". Numa perspectiva bem actual, este texto bem poderia servir às agências de turismo que tanto têm feito para dar a conhecer as maravilhas e os ícones de Portugal, que, cada vez mais, é visitado por milhões de estrangeiros vindos de todo o mundo. Esta é a prosa de alguém que acredita que "O patriotismo é um sentimento construtivo". O autor sonhou e, movido pelo amor, a obra nasceu.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
A psicologia e a sociologia das nossas escolhas alimentares Melanie Joy cunhou o termo "carnismo" para se referir às razões culturais que condicionam o consumo ocidental de carne e o que nos leva a eleger, por exemplo, cães e gatos como animais de estimação e vacas e porcos como fonte de alimentação. Neste livro, a psicóloga social Melanie Joy explora a realidade da indústria pecuária, expondo a crueldade com que os animais são tratados, o impacto que essa crueldade tem nos próprios trabalhadores e as repercussões dessa indústria no meio ambiente. Controverso e desafiante, este livro mudará para sempre o modo como pensa sobre a sua comida e incita-o a fazer escolhas alimentares mais autênticas e racionais. Baseado em 20 anos de investigação sobre a psicologia dos nossos hábitos alimentares.
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Edição: Fev 2013
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
Nº Páginas: 620
Sinopse:
Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para as grandes questões atuais, nomeadamente: a China criou uma máquina de crescimento autoritário, continuará a crescer a uma velocidade tão elevada que esmagará o Ocidente?; os melhores dias da América pertencerão já ao passado?; estaremos a passar de um círculo virtuoso, em que o esforço das elites para iluminar o poder são alvo de resistência para outro círculo vicioso, que enriquece e dá poder a uma pequena minoria?; qual é a forma mais eficaz de ajudar a transferir milhões de pessoas da rotina da pobreza para a prosperidade? Residirá em mais filantropia por parte das nações ricas do Ocidente?.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
Nº Páginas: 108
Sinopse:
Como conter a vaga populista que ameaça as nossas democracias? Como impedir a desagregação da União Europeia? Para pôr fim a políticas económicas desacreditadas, para triunfar sobre a austeridade e combater as desigualdades, é urgente democratizar a governação da zona euro. Redigido por uma equipa pluridisciplinar composta por juristas, especialistas em ciência política e economistas, este projeto de tratado, aqui apresentado e comentado, institui uma assembleia parlamentar da zona euro, visando a promoção da justiça fiscal e social. Este tratado pode ser adotado desde já pelos países que a ele aderirem. O texto do tratado é antecedido de uma introdução que apresenta de forma pedagógica a sua implementação. O objetivo é que cada cidadão se aproprie do debate europeu e que as diferentes forças sociais e políticas contribuam para a melhoria deste projeto e para nos ajudar a sair desta sinistrose que nos rodeia.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Vivemos numa época de incerteza. As sociedades anteriores à nossa viveram com um futuro talvez mais sombrio, mas a estabilidade das suas condições de vida – por muito negativas que fossem – permitia-lhes pensar que o porvir não ia lhes trazer demasiadas surpresas. A perplexidade é uma situação própria das sociedades em que o horizonte do possível se abriu tanto que os nossos cálculos acerca do futuro são especialmente incertos. O século XXI estreou-se com a convulsão da crise económica, que produziu vagas de indignação, mas não ocasionou uma especial perplexidade; contribuiu até para reafirmar as nossas principais orientações: quem eram os malvados e quem eram os bons, por exemplo. O mundo voltou a categorizar-se com nitidez entre perdedores e ganhadores, entre o povo e a casta, entre quem manda e quem sofre, ao mesmo tempo que se atribuíam as responsabilidades com relativa segurança. Mas a atual paisagem política encheu-se de uma deceção generalizada que já não se refere a algo concreto, mas sim a uma situação em geral. E sabemos que o mal-estar, quando se torna difuso, provoca perplexidade. Irrita-nos um estado de coisas que não pode contar com a nossa aprovação, mas irrita-nos ainda mais não sabermos como identificar esse mal-estar, quem culpar por ele e a quem confiar a mudança da referida situação.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
Nº Páginas: 96
Sinopse:
Este ensaio tem como propósito debater as questões relativas à relação, cada vez mais íntima, entre as esferas da política e do entretenimento, com o propósito de estimular o debate e o pensamento crítico a respeito deste fenómeno incontornável nas sociedades democráticas.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Não gostam de pezinhos de coentrada? Bom, também não interessa pois este livro nada tem a ver com culinária. É verdade que fala de tostas mistas, "ketchup". hambúrgueres e queijo, muito queijo…, mas também podemos aqui encontrar o Elton John, a Verónica Lake e o Leonardo di Caprio. Cruzamo-nos com taxistas e floristas, juízes e réus, carteiros e jornalistas. Percorremos as mais bonitas cidades europeias. Encontramos referências a teatro, cinema e música. Tropeçamos em escolas e entramos no universo mágico das crianças. Experimentamos namoriscos, paixões e também algumas raivas. E até somos surpreendidos com o ingrato papel da colher de inox! "Pezinhos de Coentrada" são, na prática, pequenas e belas histórias que constituem o quotidiano de qualquer um de nós. Pequenas histórias escritas com o humor, a sensibilidade e a magia a que Alice Vieira nos habituou.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Pequeno-almoço à Beira do Apocalipse é uma crónica agridoce dos dias conturbados que vivemos actualmente. Kaminer, um reconhecido mestre da ironia e do sarcasmo, é capaz de transformar numa gargalhada as mais angustiadas inquietações que estamos a atravessar. O medo do futuro tornou-se uma doença endémica. Sondagens realizadas na Alemanha revelaram que só dezanove por cento da população se declara optimista em relação ao que aí vem. Os outros, todas as manhãs tomam o pequeno-almoço à beira do apocalipse. Ainda assim, arranjámos maneira de conviver com esta circunstância. Os verdadeiros tormentos da vida residem frequentemente no desafio de procurar o carregador do telemóvel ou o nome de um tenor com nove letras. É uma sorte haver um cronista que descreve esta situação peculiar com sentido de humor e um optimismo inabalável.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
Nº Páginas: 200
Sinopse:
A felicidade e o direito de a tentarmos alcançar é um dos direitos consagrados pela Constituição americana e, contudo, poucos de nós se considerariam felizes. O estigma da doença e do sofrimento mental perdura, embora toda a gente conheça alguém próximo (quando não o próprio) que sofre ou sofreu de ansiedade, de depressão… Neste livro, Judite de Sousa e o psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia fazem uma incursão sem complexos no campo da saúde e da doença mental para mostrarem que o sofrimento não é nem uma anomalia, nem um obstáculo insuperável, e que quem precisa pode sempre encontrar ajuda.
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Edição: Mar 2019
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
Nº Páginas: 272
Sinopse:
"Pedra de Afiar Livros" fala-nos de uma paixão. Não uma paixão entre duas pessoas, mas a paixão pelos livros. Como diz o autor, todos se podem apaixonar a qualquer momento, mas o objeto da paixão depende de diversos fatores, associados aos gostos, preferências e valores que cada um de nós possui. Por isso, se ama os livros, é muito provável que se apaixone por este. Aqui encontrará histórias sobre livros, sobre pessoas que vivem dos livros e sobre a relação destes com os leitores, ou seja, consigo. Estes textos foram escritos ao longo de dez anos, e retratam a experiência de Jaime Bulhosa como livreiro. Alguns foram publicados no blogue da livraria Pó dos Livros, outros escritos apenas pelo prazer de registar memórias. Histórias escritas com um humor engenhoso, algumas delas rocambolescas até, que fazem sempre, de uma forma ou de outra, referência a um livro, a algo ligado aos livros ou à vida de um livreiro. E o que é um livro senão parte da vida de alguém?
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Este livro é um ensaio sobre as prováveis saídas de desenvolvimento ou regressão social que se colocam ao país. Para organizar a sociedade e dar bem-estar a todos não é aceitável sabotar a produção, pagar para os agricultores não produzirem, encerrar fábricas e empresas, destruir capacidade produtiva, colocar 47% da população na miséria e deter o desenvolvimento da ciência e da técnica, como tem sido feito. Já não somos o país atrasado de Salazar. Somos uma sociedade urbanizada, escolarizada, que não vê a emigração como uma fatalidade, nem viver em níveis mínimos de subsistência como um destino traçado. Temos de ter a coragem de recusar o senso comum, de não ceder ao pensamento mágico. Uma sociedade que não identifica os pontos nevrálgicos dos seus dramas, porque teme as conclusões, não conseguirá sair do retrocesso histórico e está a adiar - e a agigantar - conflitos inevitáveis. Creio que há soluções, e é este o eixo do presente ensaio, que garantem uma produção racional de bens e serviços, o pleno emprego, o Estado social e o acesso ao lazer para todos. Mas todas as soluções têm problemas. E não se resolvem problemas escamoteando-os, ou omitindo-os, para não incomodar o senso comum, esse enorme balão cheio de nada. Sabemos que o mundo muda. Mesmo que a Terra pareça estar parada, ela move-se. Mas o mundo não muda sozinho para melhor. O aprofundamento da democracia é hoje um desígnio central da civilização, e exige mais intervenção da sociedade, recuperação do controlo da população sobre a rés publica, em vez de se limitar a um cheque em branco passado num ato eleitoral de quatro em quatro anos. Há anos que a coisa pública é gerida por quem a quer destruir e reerguê-la vai exigir de todos nós um nível inédito de participação política, científica, pública e coletiva.
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Edição: Ago 2016
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
Nº Páginas: 418
Sinopse:
A maior investigação jornalística dos últimos anos Tudo começou com uma mensagem anónima: "Interessado em dados? Partilho com prazer.". Ministros, presidentes, reis, artistas, estrelas do futebol, bilionários... A fonte era anónima, mas não os envolvidos. Esta é a história fascinante de uma investigação jornalística internacional, que revelou como uma pequena elite, que crê não ter que responder a ninguém, lida com grandes fortunas, livres de impostos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
Nº Páginas: 112
Sinopse:
Em 1905, Portugal conhecia, com espanto e admiração, a primeira de muitas edições de Palavras Cínicas, um dos livros mais vendidos do século XX. A crónica de crítica social catapultou-o para a fama e, aquando da morte do Autor, o livro já contava com 46 edições. Em apenas 100 páginas, destrói-se o amor, a família, a religião. Quem consegue ficar indiferente a tamanha língua viperina? A publicação das oito cartas que compõem este livro daria origem a um leque de reacções, do aplauso fervoroso à condenação feroz. O pessimismo e a mordacidade da voz de Albino Forjaz de Sampaio atingiram de forma certeira algumas das fundações do edifício português: o clericalismo enfatuado, a moral balofa, o populismo sabichão. Mais de cem anos depois, encontrarão estas cartas os mesmos destinatários? "A torpeza da vida não caberia em mil volumes como este. Que eu exagero?! Que eu exagero?! Patife, tu bem sabes que eu digo a verdade."
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Edição: Abr 2005
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
Nº Páginas: 316
Sinopse:
"Palavra de Mulher" é uma recolha de pequenas histórias que marcam o Sol e a Lua da Maria João nas páginas do Expresso, Diário de Notícias, Semanário, GQ e Euronotícias. Palavras do direito e do avesso, sentidas ou pensadas. Palavras ditas ora na ponta da língua ora de coração na boca. Palavras segredadas ao ouvido com mágoa ou doçura, mordazes e muito críticas. Palavras que redimem, perdoam, sorriem ou espantam. Como estados de alma, as palavras da Maria João descrevem as pessoas, os gestos e os sentidos pelo prisma mais saboroso de todos: o que se ri de si mesmo.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Em média, uma mãe ou um pai passam 37 minutos por dia com o seu filho. Uma criança até aos 10 anos passa diariamente 8 horas na escola. Um recluso passa mais tempo ao ar livre do que uma criança em idade escolar. Uma criança ou adolescente passa mais de 2 horas e meia por dia diante de um ecrã. Num tempo em que as relações são substituídas pelas conexões, em que tudo se tornou público e potencialmente "viral", desde a barriga da mãe durante a gravidez ao primeiro choro do bebé quando nasce, não espanta que certos jovens sonhem ser youtubers profissionais, para serem conhecidos em todo o mundo e ficarem ricos sem fazer quase nada. Estar on tornou-se, sem dúvida alguma, estar in e contar likes a solução omnipotente para evitar o contratempo de um dislike. A exposição do próprio perante o outro é um pilar do modelo prioritário de comunicação e relação e a epidemia da criança superprotegida que se torna "rei" ou "rainha" e tiraniza a vida dos pais é uma realidade que tem tanto de confrangedor como de assustador - a sociedade atual parece incapaz de lidar com o seu próprio limite. Hoje, é comum os pais estarem em contacto permanente, obrigados a responder ao minuto, ou até ao segundo, tanto no trabalho, do qual sentem dificuldade em desligar-se, como na vida pessoal e familiar. O ritmo de vida é diabolicamente rápido. Quanto mais se faz ou responde, mais necessidades se criam. A espiral não para e induz a presença da mesma queixa comum entre pais e filhos: não há tempo! Neste livro, o prestigiado pedopsiquiatra Pedro Strecht defende que é urgente evitar que o tempo tecnológico nos controle a nós e aos nossos filhos e se nos imponha de modo ditatorial. A falta de distância expulsa a proximidade. Impõe-se, por isso, a necessidade de repensarmos a vida familiar, repleta de tarefas e de horários exigentes, e de a alinharmos pela noção temporal que a natureza oferece. Porém, embora o tempo natural esteja intimamente ligado ao tempo biológico, isto é, àquele que preside ao desenvolvimento físico e emocional das pessoas, o contacto das crianças portuguesas com a natureza tem-se tornado deficitário. Há, então, que modelar ritmos e desenvolver novos padrões de vida e isso implica uma noção consciente e integrada do tempo. Porque o ócio nos parece um luxo, é fundamental saber parar, organizar, construir novas rotinas, que alternem velocidade, resposta e eficácia com desaceleração, pausa, tranquilidade e harmonia. Pais Sem Pressa é um convite ao que parece ser a necessidade de um novo paradigma de vida psicossocial: a presença da pausa.
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Nunca houve, na história da Humanidade, tanta qualidade de vida como hoje. Mas, infelizmente, o ritmo de vida moderno tornou-se insustentável. Ainda de madrugada, sempre sob a tirania do relógio, começamos a correr de um lado para o outro. Com os filhos atracados, mais o computador e o telemóvel, entramos numa espiral trituradora que nos devora a alma, a saúde e o bem-estar. Os filhos dão-nos trabalho, como é normal, só que o sentimos como extenuante, indesejável, e são muitos (demais!) os momentos em que nos apetece fugir para uma ilha deserta. Pais apressados, subjugados pela ditadura do fazer e do ter, esquecem-se do ser e do estar, e as crianças sofrem e acabam stressadas com estes péssimos modelos. "Pais Apressados, Filhos Stressados" convida-o a refletir sobre tudo o que pode fazer para mudar a sua vida. Pequenas ou grandes decisões que vão ter um enorme impacto na sua qualidade de vida, e também na da sua família. A primeira decisão? Ler este livro e preparar-se para a mudança.
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