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Edição: Out 2007
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
Nº Páginas: 180
Sinopse:
"Responde Se És Homem - Epístolas aos incrédulos" é um grito de protestode Rita Ferro contra o exasperante silêncio dos homens face àsconstantes provocações que as mulheres lhes fazem, todos os dias ea todas as horas, designadamente em questões que põem em causa asua coragem, o seu carácter ou a sua virilidade. Talvez por isso, demoroua escolher o alvo para descarregar a perplexidade e a frustraçãoque lhe causam o que ela própria considera a "insultuosa demissãomasculina". Será desamor? Despotismo? Indiferença? Ou, pior ainda,preguiça? Felizmente, encontrou, no perfil de Raul Miguel Rosado Fernandes,insuspeito a todos os títulos, alguém capaz de responder emnome do seu género, lastimando-o ou defendendo-o, sem batotas,com a distância dos sábios e a ironia dos maduros. Um diálogo apaixonante,onde a vida e a história se entrelaçam num duelo divertido,vivo, inteligente e sexuado.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Um livro para conhecer, no terreno, junto dos empresários, chefias e trabalhadores, as histórias de luta, foco e garra. Portugal não é um país cor-de-rosa. Mas esta descida ao país real, sem esconder os problemas, mostra quem faz bem e procura sempre fazer melhor
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O que sabemos de um escritor é nada se não o lermos. Este escritor, que gostava de saltimbancos e de actores, que gostava do tempo e do tabaco, que gostava dos cantos de Lisboa e dos cantos das sereias, deixounos esta espécie de autobiografia reduzida e quase final. E um discurso com destinatário." - Clara Ferreira Alves, no Prefácio
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O que têm em comum Henrique Raposo, Maitê Proença, José Cid e Carolina Patrocínio? Todos se viram na mira do ódio virtual. Neste livro, estas e outras figuras públicas conversam com Nelson Nunes sobre o que originou a "polémica", quais as consequências para as suas vidas e como lidaram com isso. Na Idade Média, os autos-de-fé aconteciam num lugar público, onde todos podiam ver o "penitente" a ser queimado. Hoje, as redes sociais assumiram esse papel. Um comentário fora de contexto, uma piada a que alguém não achou graça… e a indignação coletiva começa a circular e a crescer, podendo atingir a força de um furacão, destruindo tudo e todos pelo caminho! O objetivo: demonizar, ridicularizar, inferiorizar e envergonhar quem se atreveu a exprimir uma opinião. Da mesma forma que as redes sociais são um poderoso instrumento de denúncia de injustiças, a sua força pode transformar-se numa forma de controlo social, através do recurso à vergonha pública. "Quem Vamos Queimar Hoje?" é um conjunto de conversas sobre a vida moderna, repletas de verdades reveladoras acerca de como os limites do que é aceitável estão a ser redefinidos. Um retrato honesto dos ataques cometidos nas redes sociais!
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Edição: Out 2012
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
Nº Páginas: 472
Sinopse:
"Este livro prova com números e factos que os trabalhadores portugueses contribuem para o Estado social o necessário para pagar a sua saúde, educação, bem-estar e infraestruturas." Os diversos artigos dos autores deste livro documentam o percurso que acompanhou a consolidação do Estado Social e a importância das contribuições dos cidadãos ao longo de décadas indicando que a solidariedade social é imperativa. Também se destacam as constantes ameaças das políticas neoliberais à consolidação do Estado Social sobretudo a partir da década de 80 em todo o mundo, e que se aprofundaram ainda mais a partir da atual crise que eclodiu em 2008. Um estudo que tenta analisar alguns dos principais equívocos associados às análises economicistas justificativas do fim do Estado Social tantas vezes evocadas como se se tratassem de uma força invencível da Natureza - o Estado-providência teria fim à vista por não ser financeiramente sustentável, por provocar monstruosos défices orçamentais, estagnação económica, crescimento da dívida pública, etc. (...) Este discurso neoliberal cria uma cortina de fumo sobre a realidade que importa aclarar.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Depois de uma investigação rigorosa ao mundo dos bancos portugueses, Helena Garrido regressa para, num livro sobre a Caixa Geral de Depósitos, mostrar como o banco público serviu para negócios e operações duvidosas - sempre a mando do poder e sempre a perder dinheiro que pertence aos contribuintes. Na recente história da Caixa há de tudo. Credora discreta de homens sem dinheiro que querem ser "donos" de grandes negócios e estar na mesa do poder. Investidora em projetos de "interesse nacional" duvidoso e que veio a revelar-se catastrófico. Acionista nos bastidores a dar palco aos defensores dos "centros de decisão nacional". Canal de dinheiro para viabilizar "investimento direto estrangeiro". Financiadora de especuladores bolsistas e imobiliários. Centro de empregos, influência e poder dos governos. Capturada por todo o tipo de interesses, fragilizada na sua estrutura técnica por sucessivos governos e administrações, viveu à beira do colapso. Está a renascer. Vai ser mais pequena, menos internacional, com menos capacidade de criar um mundo empresarial de "faz de conta" como no passado. Em 2016 o Departamento Central e Investigação Penal inicia uma investigação que vai determinar se a gestão da CGD teve ou não contornos criminais. Na mira do Ministério Público está o período que vai de 2005 a 2016, com anos sucessivos de prejuízos e perdas superiores a 4 mil milhões de euros. Numa investigação prodigiosa, Helena Garrido mostra como foi possível esse desmando e como os contribuintes vão pagar caro os erros dos gestores e políticos que meteram a mão na Caixa.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
Nº Páginas: 124
Sinopse:
"Fascismo" é uma palavra maldita, tanto para quem o viveu de perto, como para os filhos da liberdade que a desmemória não atacou. Mas saberemos exactamente o significado do conceito ou ter-se-á o mundo encarregado de lhe alterar a semântica? Enquanto o fantasma dos "tempos da outra senhora" paira sobre as nossas democracias, materializado em figuras como Trump, Bolsonaro, Erdogan, Orbán ou Di Maio, gastamos a nossa indignação a chamálos de fascistas sem equacionarmos a possibilidade de serem uma outra coisa igualmente perigosa, mas diferente. Quem É Fascista é uma obra original do historiador Emilio Gentile. Na sugestiva forma de auto-entrevista, Gentile desmistifica e clarifica conceitos históricos há muito deturpados, explicando que a crise democrática está muito além dos velhos fantasmas.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Edição bilingue, em parceria com a exposição homónima, integrada na primeira edição da Porto Design Biennale (PDB’19). "NÃO HÁ PLANETA B" "FILHAS DA LUTA" "NINGUÉM É ILEGAL" Coleccionados ao longo dos últimos sete anos, os cartazes e objectos integrados neste livro percorreram ruas e avenidas de Portugal em manifestações contra a troika, marchas LGBTI+ e das Mulheres, ou greves internacionais como a Climática Estudantil. São feitos de forma artesanal, com restos de caixas de cartão, pedaços de estore, marcadores, tinta ou colagens, e representam protestos esquerdistas, ecologistas, feministas, laborais e muitos outros. Alguns apareceram nos jornais, outros foram parar ao lixo ou têm erros ortográficos, mas quase todos dizem algo sobre quem os fez e muito sobre o momento e o lugar em que se inscrevem. Mesmo nesta sua outra vida, estes cartazes de protesto conservados pelo arquivo ephemera representam e celebram o exercício da liberdade e da imaginação do futuro, nem sempre possível noutros tempos e geografias. "O rastro das manifestações continua a interessar-nos. O arquivo ephemera de há muito que se interessa pelo carácter físico das coisas, pelos objectos, num mundo que crescentemente se deslumbra com o virtual e digital. Os objectos são da dimensão do humano, dos nossos sentidos, transportam uma verdade especial, a da sua materialidade. Sartre, quando quis explicar o que era o existencialismo, usou o exemplo de uma garrafa. Lenine, quando quis gozar com a obra do bispo Berkeley, sugeriu -lhe atravessar uma rua sem olhar para os carros. Por aí adiante." "José Pacheco Pereira, Prefácio"
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Portugal é um dos países mais seguros e pacíficos do mundo, mas não deixa, por isso, de ser assolado por flagelos que o ameaçam, pondo em risco a segurança e o desenvolvimento do país: a corrupção, a violência doméstica, o terrorismo e as epidemias, agora a covid-19. O autor, major da GNR, propõe uma acção imediata e preventiva para estes quatro flagelos: - A corrupção generalizada, que mina as organizações e ameaça a democracia, e a importância da aprovação da delação premiada e da protecção de denunciantes no sistema jurídico português. De Rui Pinto aos paióis de Tancos, o autor esclarece alguns dos acontecimentos mais mediáticos. - A violência doméstica é um triste retrato de uma política de negligência para com as vítimas, que não vêem asseguradas as condições necessárias para se libertarem de uma situação opressora. O que podemos fazer para inverter esta situação? - O terrorismo de inspiração islâmica, que, aparecendo sob a forma de ondas de ataques, gera um período de acalmia que propicia o esquecimento do fenómeno e um relaxamento de que resulta o ambiente ideal para novas investidas. - A mais recente ameaça é a covid-19. Como enfrentar esta e futuras pandemias?
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
De perto, ninguém é normal. Se pararmos um segundo para observar as pessoas com quem convivemos no dia a dia, vamos com certeza identificar o chefe obsessivo, a namorada sempre desconfiada, o amigo que sabe falar apenas de si mesmo. Eles estão à nossa volta, e não percebem o sofrimento que causam a si próprios e a quem tem de lidar com eles - são os psicopatas do quotidiano. Neste livro, Katia Mecler identifica dez tipos de transtorno de personalidade e explica os traços psicológicos característicos de cada um deles. Podemos assim descobrir como são as mentes perturbadas e aprender a lidar com elas sem abrir mão da convivência.
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Edição: Abr 2024
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Edward Bernays estabeleceu as bases para aquilo a que chamamos marketing político. Recorreu à palavra "propaganda", criada pela Igreja Católica e entretanto desacreditada, para definir o modo como "um governo invisível manipula as nossas mentes, gostos e ideias." É esse o mecanismo oculto que o propagandista analisa e com o qual trabalha. Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays soube ler como ninguém todos os modos de manipulação de massas e este livro tornou-se a bíblia do conselho em relações públicas, definição inventada pelo próprio. Foi ele também o criador de ferramentas hoje comuns na comunicação política e empresarial como o target mailing e o product placement. O mais reputado guru da comunicação em Portugal, Luís Paixão Martins, traduziu e organizou esta edição especial, dedicando à figura de Bernays, profeta dos propagandistas (no melhor sentido da palavra), um extenso ensaio inicial.
Nº Páginas: 212
Sinopse:
Edward Bernays estabeleceu as bases para aquilo a que chamamos marketing político. Recorreu à palavra "propaganda", criada pela Igreja Católica e entretanto desacreditada, para definir o modo como "um governo invisível manipula as nossas mentes, gostos e ideias." É esse o mecanismo oculto que o propagandista analisa e com o qual trabalha. Sobrinho de Sigmund Freud, Bernays soube ler como ninguém todos os modos de manipulação de massas e este livro tornou-se a bíblia do conselho em relações públicas, definição inventada pelo próprio. Foi ele também o criador de ferramentas hoje comuns na comunicação política e empresarial como o target mailing e o product placement. O mais reputado guru da comunicação em Portugal, Luís Paixão Martins, traduziu e organizou esta edição especial, dedicando à figura de Bernays, profeta dos propagandistas (no melhor sentido da palavra), um extenso ensaio inicial.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos, e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos medos, o nosso historial médico e a partilhar tudo isto entre eles. Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós - nos nossos dados. A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela. Um bom conto - segundo Hemingway - deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá densidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro cumprem cabalmente esta premissa.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Eles estão a observar-nos. Sabem que estamos a ler estas palavras. Os governos e centenas de companhias espiam-nos, e a todas as pessoas que conhecemos. A cada minuto do dia. Sem a nossa autorização, ou mesmo sem que disso tenhamos consciência, estão a registar a nossa localização, os nossos gostos, os nossos relacionamentos, os nossos medos, o nosso historial médico e a partilhar tudo isto entre eles. Reivindicar a nossa privacidade é a única maneira de podermos retomar o controlo das nossas vidas e das nossas sociedades. Os governos e as companhias detêm demasiado poder, e esse poder tem origem em nós - nos nossos dados. A privacidade é tanto coletiva como pessoal, e chegou o momento de recuperarmos o controlo sobre ela. Um bom conto - segundo Hemingway - deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá densidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro cumprem cabalmente esta premissa.
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Edição: Set 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Vamos recuar os relógios até 1989. O Muro de Berlim acaba de cair, e com ele a ameaça comunista. Francis Fukuyama decreta "o fim da história": já nada poderá deter as democracias liberais. Passou um quarto de século. Em vários pontos do globo, mesmo nas democracias mais funcionais, abrem-se fissuras. Segundo Yascha Mounk, três transformações sísmicas explicam o fenómeno. Primeiro, a economia estagnou, e a perda do poder de compra acarretou uma maior desigualdade de rendimentos. Segundo, intensificaram-se os movimentos migratórios, agudizando o sentimento de revolta contra imigrantes. Terceiro, as redes sociais deram voz a uma série de partidos e líderes populistas que antes não tinham tempo de antena - e o que eles prometem, embora irrealizável, é o que as pessoas querem ouvir. É um cocktail explosivo. E os resultados estão à vista. O Brexit, ou as vitórias de Trump e de Bolsonaro são exemplos gritantes - porque mais próximos. Mas mesmo dentro da aparentemente inexpugnável fortaleza europeia abrem-se brechas - da escalada da extrema-direita na Hungria à subida ao poder de populistas nos países mediterrânicos. À nossa porta temos a Turquia, mais longe ainda a Venezuela de Chávez e Maduro ou a Índia de Modi. Yascha Mounk, considerado um dos maiores especialistas mundiais na matéria, aponta como causa o crescente divórcio entre os direitos individuais e a vontade popular - um dos combates do século: Povo vs. Democracia.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Acreditei e já perdi a fantasia de uma nação luso-brasileira de espírito, à qual todos os que tivemos a sorte de experimentar os dois países pudéssemos pertencer. Por essa fantasia, vivi anos a escrever sobre Portugal no Brasil e sobre o Brasil em Portugal. Neste livro, alinhado por ordem alfabética, são os nomes de batismo a formar a sequência dos entrevistados. Porque é a vida privada que vou espreitando através do discurso direto, e a primeira pessoa do singular que tento guardar intacta no texto. E o desvio da formalidade para a linguagem coloquial, com as suas entoações, as suas perplexidades, as suas incursões no passado, os seus momentos de emoção.
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Neste ensaio, Miguel Real reflecte sobre os efeitos da interrupção do processo de modernização europeia de Portugal nos últimos quinze anos e o que representam para diferentes grupos sociais antes e depois dessa interrupção figuras como Siza Vieira e Olga Roriz, Joana Vasconcelos, Cristiano Ronaldo ou José Mourinho.O presente título insere-se numa colecção na qual foram já publicados três outros títulos de Miguel Real: "Nova Teoria do Mal", "Nova Teoria da Felicidade" e "Nova Teoria do Sebastianismo".
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
Nº Páginas: 184
Sinopse:
De todos os países da Europa, Portugal é o mais vulnerável às alterações climáticas. Por um lado, sofremos com o aumento da temperatura e com a diminuição da chuva que são próprios de um clima com influência mediterrânica; por outro, estamos expostos à agressividade do oceano Atlântico, também ele vítima da poluição e das emissões de gases com efeito de estufa. Os fenómenos extremos vão intensificar-se em todo o mundo, mas é no litoral que as consequências serão mais severas - e o nosso país está na linha da frente. Este livro apresenta o impacto das alterações climáticas para os próximos cinquenta anos em Portugal. É uma projecção, não uma premonição. Foram ouvidos trinta especialistas de diferentes áreas, da geografia à biologia, da saúde à física. Por sermos um país que reúne tanto conhecimento científico, existe uma esperança de que as medidas necessárias sejam concretizadas. Ainda estamos a tempo de evitar o pior dos cenários. Saiba o que pode, ou não, acontecer.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Várias personalidades fazem um retrato intemporal do país escrevendo porque é que Portugal vale a pena. Perspectivas distintas num mesmo objectivo: valorizar o país que temos. Quantos textos, quantas visões positivas de um mesmo Portugal. Autores: Alexandre Quintanilha, Ana Maria Magalhães, Alexandra Lucas Coelho, Ana Sousa Dias, António José Teixeira, António Mega Ferreira, Artur Santos Silva, Bárbara Coutinho, Carlos Coelho, Clara Ferreira Alves, Carlos Vaz Marques, Domingos Amaral, Emílio Rui Vilar, Fernando Alves, Frei Bento Domingues, Fernanda Câncio, Ferreira Fernandes, Filipa Melo, Francisco Camacho, Gonçalo M. Tavares, Hélder Macedo, Inês Meneses, Isabel Stilwell, João Adelino Faria, João Lobo Antunes, João Macdonald, João Paulo Cotrim, João Pereira Coutinho, Jorge Araújo, Jorge Rodrigues, Jorge Sampaio, José Carlos de Vasconcelos, José Cutileiro, José Luís Peixoto, José Miguel Júdice, Leonor Xavier, Lídia Jorge, Luísa Schmidt, Maria João Seixas, Marta e Joana Afonso, Martim Avillez Figueiredo, Miguel Sousa Tavares, Miguel Vale de Almeida, Nicolau Santos, Ondjaki, Onésimo Teotónio de Almeida, Pacman, Patrícia Barnabé, Patrícia Reis, Pedro Adão e Silva, Pedro Bidarra, Pedro Mexia, Pedro Rosa Mendes, Pilar del Río, Ricardo Alexandre, Rui Tavares, Tiago Torres da Silva, Valter Hugo Mãe, Vicente Jorge Silva
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
Nº Páginas: 380
Sinopse:
Há mais de três anos que a vida dos portugueses foi completamente alterada pela entrada em vigor do chamado programa da troika, com o seu respetivo crédito de emergência. Este pedido de ajuda não se tratou, apenas, de mais um evento de aperto financeiro como aqueles que Portugal havia conhecido em 1977 e em 1983. Nem sequer é comparável com a bancarrota de 1892. É bastante mais grave do que qualquer um desses precedentes históricos. [...] O objetivo deste livro é simples. Partilhar com o leitor as dúvidas, mas também os resultados positivos do estudo e da investigação, traduzidos em teses e hipótese de trabalho, sobre as causas profundas e próximas desta crise, bem como sobre os possíveis caminhos de saída. Este livro fala sobre uma situação que é ameaçadora para o país e para a Europa no seu conjunto. [...] Nesta encruzilhada histórica, que justifica o passado e condiciona todo o futuro, talvez tenhamos de apelar ao milagre. Contudo, é esse milagre, sobre o qual este livro se debruça, a força poderosa que, por seu turno, nos convoca para a tarefa da sua própria realização.
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A evolução de Portugal desde a década de 70 do século passado, a sua integração na União Europeia e no primeiro mundo, o torvelinho tecnológico, político, social e noticioso em que nos movimentamos diariamente parecem remeter para um plano muito afastado um conjunto de fenómenos sociais, ambientais e económicos do nosso país que este livro repõe no nosso radar. Num trabalho de recolha sociológica e económica, esta investigação coordenada por Catarina Martins e João Teixeira Lopes dá a conhecer um conjunto de realidades presentes em Portugal e de que poucas vezes se fala, talvez com exceção dos períodos de debates eleitorais. Socorrendo-se de testemunhos pessoais e de dados estatísticos, os autores salientam, assim, alguns dos mais profundos problemas da sociedade portuguesa, em áreas como a saúde, a habitação, o trabalho, as minorias, a desertificação e o ambiente. Num balanço no contexto das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, estas páginas apresentam propostas de transformação social para o futuro do país em que "a paz, o pão, habitação, saúde, educação" da canção de Sérgio Godinho ainda não estão ao alcance de todos.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Como resgatar as florestas. A Epidemia de Eucaliptos, o Círculo Vicioso dos Incêndios, os efeitos das Alterações Climáticas e o futuro próximo Em 2017 registaram-se os maiores incêndios florestais de sempre em Portugal, com um número impressionante de mortes. Mas as condições que propiciam a repetição de tragédias com esta magnitude permanecem inalteradas: o círculo vicioso dos incêndios é alimentado pelo abandono de uma parte gigante do território, pela epidemia de uma espécie invasora altamente inflamável - o eucalipto - e por um clima em mutação, cada vez mais seco e quente. Nas últimas décadas, Portugal liderou sempre a tabela dos países europeus que mais ardem. Como é que as florestas chegaram a este estado? Que influência exerceu a indústria das celuloses na esfera do poder político? Como podemos resgatar as florestas deste ciclo infernal e criar alternativas para um território sob a ameaça de se tornar deserto? Contra a falácia da inevitabilidade e a perigosa ilusão de obter resultados diferentes com as mesmas políticas, este livro analisa o passado, alerta para a repetição de erros no presente e projeta o futuro com políticas alternativas que visam garantir a viabilidade do interior do país e das florestas. O tempo urge.
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Edição: Mai 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
Nº Páginas: 160
Sinopse:
"É habitual insistir-se na nossa infinita capacidade de adaptação, seja aonde for. Pergunto-me se não se trata antes do contrário. Se não devíamos falar até da impossibilidade de deixarmos de ser quem somos, tal a densidade interior que acumulámos. Não temos de nos adaptar por aí além, porque já temos dentro e acumulados os infinitos aléns que nos formaram. Aqui, neste recanto ocidental do continente, sedimentaram-se, milénio após milénio, os variados povos que, do Norte de África ou do Leste da Europa, tiveram forçosamente de parar numa praia que só no século XV se transformou em cais de embarque. Aqui chegaram outros, que depois vieram e continuam a vir das mais diversas procedências. Tanta gente em tão pouco espaço só pode espraiar-se numa geografia universal. Assim foi e assim é." (Excerto do primeiro capítulo)
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Dos recursos naturais ao clima, à tecnologia e à geoestratégia, uma visão inspiradora para o futuro de Portugal. Para onde vamos no século XXI? Quais as tendências que estão a formatar a evolução da geopolítica, da economia, da luta contra a ameaça climática, dos riscos e crises que nos assolam? Porque é que não temos sido capazes de responder à altura? Qual o motivo para não conseguirmos evitar que milhões de pessoas passem por um sofrimento indizível cada vez que um acontecimento imprevisto paralisa o funcionamento das nossas sociedades? Porque é que não nos preparamos? E Portugal? O que podemos nós fazer por este país? Que problemas e desafios temos de superar na próxima década? Portugal e o Mundo numa Encruzilhada analisa estas e outras questões e procura obter respostas. Mas muitas vezes essas respostas suscitam novas perguntas. Nunca devemos deixar de perguntar. O espanto, como escreveu Platão, é o motor do conhecimento. Este é um livro urgente e essencial, que nos convoca a refletir, a envolvermo-nos e a fazermos parte da mudança necessária.
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
Nº Páginas: 215
Sinopse:
Este conjunto de reflexões de Adalberto Alves apresenta, como fundo comum, a busca das complementaridades no "Outro", apresentado persistentemente como mero reverso do "Nós". Tal olhar de descoberta e fascinação tem a marca da diferença, relativamente ao tipo de abordagens habitualmente feitas, relativamente às matérias aqui abordadas. Realmente, A.A. não assume nunca a postura clássica do orientalista, que analisa o objecto do seu estudo, a partir de uma perspectiva de exterioridade. Antes o contempla a partir de dentro, como alguém que vivencia a sua busca de raízes remotas da espiritualidade e da cultura portuguesa como forma de devolver integralidade ao Eu pessoal e colectivo. Os conhecedores da obra de Adalberto Alves sabem que assim é, pois sabem da paixão que dimana dos seus escritos, paixão que jamais põe em causa o rigor científico e o escrúpulo metodológico. Estes textos, que tratam de temas tão diversos, como o do Diálogo Intercultural, a Arabofilia na Literatura Portuguesa, a História do Período Muçulmano no nosso território ou as contribuições e limites da Genética no estudo de tal época, propõem-se trazer uma contribuição singular, a que o leitor não ficará, por certo, indiferente.
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Edição: Jan 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
A investigação espacial realizada em Portugal tem um nível muito aceitável, se levarmos em conta a dimensão do país. Compreender as razões deste sucesso talvez possa fornecer algumas indicações sobre a sua eventual transposição para outros setores da economia.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Todos vivemos segundo um mandamento implícito: "Darás aos teus filhos mais e melhor do que aquilo que recebeste dos teus pais." Este mandamento reflete o verdadeiro progresso económico e social que devemos desejar. Nos anos 70, 80 e 90, Portugal cresceu acima da média europeia e parecia estar no bom caminho mas, a partir do início do século xxi, estagnou e começámos a divergir, caindo para a cauda da Europa. Esta estagnação assenta num modelo de sociedade e de economia profundamente errado e que urge alterar, sob pena de prosseguirmos com mais 20 ou 30 anos de estagnação e pobreza. Para entendermos Portugal e o porquê de estar na cauda da Europa, é preciso fazer um bom diagnóstico e entender a fundo as causas da pobreza do país, e por isso este livro começa por diagnosticar o seu "calcanhar de Aquiles" - uma economia e uma sociedade pouco livres e pouco competitivas -, identificando, depois, as suas principais causas e consequências. Para resgatarmos Portugal a esta aparente maldição, Joaquim Miranda Sarmento defende uma atuação em quatro grandes eixos: a reforma das instituições, a valorização do capital humano, a melhoria da competitividade da economia e o confronto com a questão demográfica. Um plano político audaz, humano e urgente, aqui delineado com fluidez e detalhe. Essencial para quem não desistiu de pensar Portugal.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"Portugal não é um problema, mas indiscutivelmente tem problemas.O principal desses problemas é que ele permanece muito desconhecido aos seus. Inúmeras pessoas que vivem em Portugal desde pequenas, que o conhecem por dentro, que falam a cada passo sobre ele, de facto ignoram alguns traços principais da sua realidade."
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Ao longo destes 26 anos, alguns problemas ambientais revelam uma inquietante persistência na sociedade portuguesa: saneamento básico, poluição dos rios, ocupação do litoral, de bons solos agrícolas e de áreas naturais, suburbanização imparável, grandes incêndios são problemas que nunca saem da agenda por nunca se chegarem a resolver. Organizado em nove grandes temas - "Águas, esgotos e tratamento", "Resíduos: urbanos, industriais, hospitalares"; "Ares, poluições e saúde pública", "Alterações climáticas, das emissões às políticas", "Energias, das clássicas às renováveis", "Ordenamento do território e paisagem", "Conservação da natureza, floresta e biodiversidade", "Litoral e o mar" e "Cidadania, participação e informação" - este livro explica-nos o que melhorou, o que se mantém e o que piorou em matéria de ambiente em Portugal.
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Com a democracia fizemos escolhas. As escolhas fundadoras da nossa jovem democracia, os choques externos sobre a nossa economia e as preferências europeias acabaram por interagir imprimindo uma dinâmica à nossa vida económica e social que puseram Portugal de joelhos.Portugal é um dos "elos mais fracos do sistema do euro". As deficiências na criação do euro converteram-nos num alvo de sucessivos ataques dos mercados financeiros, a que sucumbimos aumentando a nossa dívida externa e reduzindo drasticamente a nossa liberdade de acção presente e futura.Temos de rever as nossas escolhas fundadoras: é preciso mudar o modelo económico e social; é preciso alterar o nosso compromisso europeu.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
"Esta obra não é mais do que uma viagem no tempo por uma cidade, que é o Porto." Assim descreve Germano Silva esta edição especial, que revisita o Porto através das suas palavras. Nela participam seis dos seus (muitos) admiradores, ilustres portuenses por nascimento ou paixão: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Manuel Sobrinho Simões, Pedro Abrunhosa e Sónia Araújo aceitaram escolher algumas das melhores histórias de Germano Silva sobre a cidade. A eles juntou-se Pedro Olavo Simões, que assim se torna, poderá dizer-se, no primeiro biógrafo oficial do autor. Mas como há ainda tanto a descobrir sobre o passado da cidade e tanto a aprender com as palavras do jornalista, que, "aos 85 anos, orienta passeios temáticos em que participam pequenas multidões, sofrendo estas para lhe acompanhar a passada", aqui se apresentam também três textos inéditos do autor. Neste livro celebra-se mais do que o afeto que Germano tem pelo Porto. Celebra-se o incomparável afeto que os portuenses têm pelo Porto e por Germano.
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Edição: Jul 2009
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Família. Escola. Política. Porquê? Porque sim. Pois, como diz o autor, "continuo a acreditar que vale a pena participar e que o caminho estará na atenção aos sentimentos do outro e à possibilidade de nos reconectarmos a todos os níveis. Num momento em que se privilegia a socialização à distância pela Internet, nunca é demais salientar a importância de criar proximidade com quem está ao alcance do nosso olhar, num movimento renovado de criação de laços afectivos tanto quanto possível duradouros".
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