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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 456
Sinopse:
28 de novembro de 1935. Fernando Pessoa dá entrada no Hospital de São Luís dos Franceses, em Lisboa, acometido de fortes dores no abdómen. A cumprir o seu turno, a enfermeira Alice procura tratar-lhe não só das dores físicas, mas também das maleitas da alma, desafiando-o a recordar a sua história, tão marcada pela presença de tantas figuras femininas. Fernando Pessoa viveu a vida inteira rodeado de mulheres — e, ainda assim, reclamando da sua inabilidade para lidar com elas. As mulheres da família, como a mãe Maria, que parecia carregar o mundo às costas; as irmãs, que devolviam a Fernando Pessoa a sua infância perdida; Dionísia, a avó louca; as tias-avós "generalas"; a tia Anica e as sessões espíritas que organizava na sua casa... Também as mulheres com quem podia ter casado, como a eterna namorada Ofélia ou a inglesa Madge. As mulheres que o influenciaram, entre as figuras mais místicas do teu tempo e as escritoras que tentavam, tantas vezes em vão, afirmar-se. E as mulheres que o rodeavam: as empregadas, as vizinhas, as mulheres por quem morriam de amores os amigos... Num tempo em que tanto se discutia o papel da mulher na vida pública e privada —, discussão que se arrasta até aos dias de hoje —, Fernando Pessoa é levado a questionar-se sobre a forma como cada uma das mulheres com quem se cruzou terá influenciado o seu percurso. A sua obra. O seu destino.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
28 de novembro de 1935. Fernando Pessoa dá entrada no Hospital de São Luís dos Franceses, em Lisboa, acometido de fortes dores no abdómen. A cumprir o seu turno, a enfermeira Alice procura tratar-lhe não só das dores físicas, mas também das maleitas da alma, desafiando-o a recordar a sua história, tão marcada pela presença de tantas figuras femininas. Fernando Pessoa viveu a vida inteira rodeado de mulheres — e, ainda assim, reclamando da sua inabilidade para lidar com elas. As mulheres da família, como a mãe Maria, que parecia carregar o mundo às costas; as irmãs, que devolviam a Fernando Pessoa a sua infância perdida; Dionísia, a avó louca; as tias-avós "generalas"; a tia Anica e as sessões espíritas que organizava na sua casa... Também as mulheres com quem podia ter casado, como a eterna namorada Ofélia ou a inglesa Madge. As mulheres que o influenciaram, entre as figuras mais místicas do teu tempo e as escritoras que tentavam, tantas vezes em vão, afirmar-se. E as mulheres que o rodeavam: as empregadas, as vizinhas, as mulheres por quem morriam de amores os amigos... Num tempo em que tanto se discutia o papel da mulher na vida pública e privada —, discussão que se arrasta até aos dias de hoje —, Fernando Pessoa é levado a questionar-se sobre a forma como cada uma das mulheres com quem se cruzou terá influenciado o seu percurso. A sua obra. O seu destino.
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Edição: Set 2005
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Novo livro de contos de Manuel Alegre. Onze contos de uma escrita delicada em prosa poética, conforme este autor nos habituou.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
Novo livro de contos de Manuel Alegre. Onze contos de uma escrita delicada em prosa poética, conforme este autor nos habituou.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Novo romance de uma autora de referência em Portugal no género erótico - mais de 35 000 leitoras em Portugal - que regressa com uma grande história de amor entre uma modelo de famílias ricas e o seu guarda-costas. O Protector tem os ingredientes necessários para agarrar e apaixonar as leitoras: uma grande atracção, segredos, tensão, um protagonista muito sexy e um grande amor.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Novo romance de uma autora de referência em Portugal no género erótico - mais de 35 000 leitoras em Portugal - que regressa com uma grande história de amor entre uma modelo de famílias ricas e o seu guarda-costas. O Protector tem os ingredientes necessários para agarrar e apaixonar as leitoras: uma grande atracção, segredos, tensão, um protagonista muito sexy e um grande amor.
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Edição: Jun 2017
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A jovem Anna recusa-se a comer e, apesar disso, sobrevive mês após mês, aparentemente sem graves consequências físicas. Um milagre, dizem. Mas quando Lib, uma jovem e cética enfermeira, é contratada para vigiar a menina noite e dia, os acontecimentos seguem um diferente rumo: Anna começa a definhar perante a passividade de todos e a impotência de Lib. E assim se adensa o mistério à volta daquela pobre família de agricultores que parece envolta num cenário de mentiras, promessas e segredos. Prisioneira da "linguagem da fé", será Anna, afinal, vítima daqueles que mais ama? Um drama intenso sobre os perversos caminhos do fundamentalismo, mas também sobre como o amor pode vencer o mal nas suas mais diversas formas.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
A jovem Anna recusa-se a comer e, apesar disso, sobrevive mês após mês, aparentemente sem graves consequências físicas. Um milagre, dizem. Mas quando Lib, uma jovem e cética enfermeira, é contratada para vigiar a menina noite e dia, os acontecimentos seguem um diferente rumo: Anna começa a definhar perante a passividade de todos e a impotência de Lib. E assim se adensa o mistério à volta daquela pobre família de agricultores que parece envolta num cenário de mentiras, promessas e segredos. Prisioneira da "linguagem da fé", será Anna, afinal, vítima daqueles que mais ama? Um drama intenso sobre os perversos caminhos do fundamentalismo, mas também sobre como o amor pode vencer o mal nas suas mais diversas formas.
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Edição: Ago 2015
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um belo dia, Josef K., um bem-sucedido gerente bancário, é subitamente preso no seu próprio quarto, sem saber porquê nem por quem. Vê-se então envolvido num labiríntico e absurdo processo que decorre secretamente em obscuras secretarias instaladas em sótãos, conduzido por juízes menores que têm a mera incumbência de o inquirir. Concebido em 1914, o romance "O Processo" constitui para Kafka a forma ideal para expressar a fragmentação do mundo e da realidade em que vive o homem moderno. A presente tradução é de Álvaro Gonçalves, a primeira em Portugal a ser feita a partir da versão alemã baseada no manuscrito original de Kafka, que anula as alterações introduzidas pelo amigo e testamenteiro do autor, Max Brod, na sua primeira edição de 1925. Os grandes nomes da literatura universal estão de volta na página especial da coleção Dois Mundos.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Um belo dia, Josef K., um bem-sucedido gerente bancário, é subitamente preso no seu próprio quarto, sem saber porquê nem por quem. Vê-se então envolvido num labiríntico e absurdo processo que decorre secretamente em obscuras secretarias instaladas em sótãos, conduzido por juízes menores que têm a mera incumbência de o inquirir. Concebido em 1914, o romance "O Processo" constitui para Kafka a forma ideal para expressar a fragmentação do mundo e da realidade em que vive o homem moderno. A presente tradução é de Álvaro Gonçalves, a primeira em Portugal a ser feita a partir da versão alemã baseada no manuscrito original de Kafka, que anula as alterações introduzidas pelo amigo e testamenteiro do autor, Max Brod, na sua primeira edição de 1925. Os grandes nomes da literatura universal estão de volta na página especial da coleção Dois Mundos.
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Quando o jovem de dezasseis anos, Alfred Rosenberg, é chamado ao diretor devido a comentários antissemitas no liceu, é obrigado a estudar passagens sobre Espinosa. Rosenberg fica espantado ao descobrir que Goethe, o seu ídolo, era um grande admirador do filósofo português Bento Espinosa. Um judeu. Mais tarde na sua vida, Rosenberg continua a ser perseguido por esse "problema Espinosa": Como poderia o génio Goethe inspirar-se num membro de uma raça inferior, uma raça que ele estava determinado a destruir?Espinosa, um judeu português refugiado na Holanda, viveu uma vida de castigo e isolamento. Devido aos seus pontos de vista, foi excomungado da própria comunidade judaica de Amesterdão, e banido do único mundo que sempre conhecera. Apesar de viver com poucos meios, Espinosa produziu obras que mudaram o rumo da História.Com o passar dos anos, Rosenberg tornou-se um ideólogo nazi eloquente, fiel servidor de Hitler, e principal responsável pela política racista do Terceiro "Reich". Todavia, a sua obsessão por Espinosa continuava a afetá-lo.O romancista de sucesso mundial Irvin D. Yalom explora a mente de dois homens separados por trezentos anos, dois homens que mudaram o rumo do mundo, as vidas interiores de Espinosa, o virtuoso filósofo secular, e de Rosenberg, o ímpio assassino de massas. Já o havia feito com Nietzsche e agora com o maior filósofo português de todos os tempos. Yalom tem um talento único para personificar de forma inesquecível os maiores pensadores da História. Deixa-nos fascinados e os seus livros marcam-nos para sempre.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Quando o jovem de dezasseis anos, Alfred Rosenberg, é chamado ao diretor devido a comentários antissemitas no liceu, é obrigado a estudar passagens sobre Espinosa. Rosenberg fica espantado ao descobrir que Goethe, o seu ídolo, era um grande admirador do filósofo português Bento Espinosa. Um judeu. Mais tarde na sua vida, Rosenberg continua a ser perseguido por esse "problema Espinosa": Como poderia o génio Goethe inspirar-se num membro de uma raça inferior, uma raça que ele estava determinado a destruir?Espinosa, um judeu português refugiado na Holanda, viveu uma vida de castigo e isolamento. Devido aos seus pontos de vista, foi excomungado da própria comunidade judaica de Amesterdão, e banido do único mundo que sempre conhecera. Apesar de viver com poucos meios, Espinosa produziu obras que mudaram o rumo da História.Com o passar dos anos, Rosenberg tornou-se um ideólogo nazi eloquente, fiel servidor de Hitler, e principal responsável pela política racista do Terceiro "Reich". Todavia, a sua obsessão por Espinosa continuava a afetá-lo.O romancista de sucesso mundial Irvin D. Yalom explora a mente de dois homens separados por trezentos anos, dois homens que mudaram o rumo do mundo, as vidas interiores de Espinosa, o virtuoso filósofo secular, e de Rosenberg, o ímpio assassino de massas. Já o havia feito com Nietzsche e agora com o maior filósofo português de todos os tempos. Yalom tem um talento único para personificar de forma inesquecível os maiores pensadores da História. Deixa-nos fascinados e os seus livros marcam-nos para sempre.
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Publicado em 1962, um ano após "Aquele Grande Rio Eufrates", o livro agora reeditado pela Assírio & Alvim representa, a meu ver, um dos momentos mais coerentes e mais densos da obra de Ruy Belo: composto apenas por uma dezena de textos - sete poemas longos e três mais breves -, o seu desígnio corresponde a uma profunda interrogação do humano na sua relação com este mundo, com os seus enigmas e as suas perplexidades, mas também na busca de um sentido para a nossa presença aqui - uma presença efémera no espaço habitável que pode ser a Terra, onde estamos condenados a viver e onde subsiste sempre o "problema da habitação", num planeta de onde Deus parece ter-se ausentado e onde a maior verdade parece ser a morte."Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a este livro.
Nº Páginas: 72
Sinopse:
"Publicado em 1962, um ano após "Aquele Grande Rio Eufrates", o livro agora reeditado pela Assírio & Alvim representa, a meu ver, um dos momentos mais coerentes e mais densos da obra de Ruy Belo: composto apenas por uma dezena de textos - sete poemas longos e três mais breves -, o seu desígnio corresponde a uma profunda interrogação do humano na sua relação com este mundo, com os seus enigmas e as suas perplexidades, mas também na busca de um sentido para a nossa presença aqui - uma presença efémera no espaço habitável que pode ser a Terra, onde estamos condenados a viver e onde subsiste sempre o "problema da habitação", num planeta de onde Deus parece ter-se ausentado e onde a maior verdade parece ser a morte."Fernando Pinto do Amaral, no prefácio a este livro.
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Edição: Jun 2012
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Barcelona, 1957. Daniel Sempere e o amigo Fermín, os heróis de "A Sombra do Vento", regressam à aventura, para enfrentar o maior desafio das suas vidas. Quando tudo lhes começava a sorrir, uma inquietante personagem visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo, enterrado há duas décadas na obscura memória da cidade. Ao conhecer a verdade, Daniel vai concluir que o seu destino o arrasta inexoravelmente a confrontar-se com a maior das sombras: a que está a crescer dentro de si. Transbordante de intriga e de emoção, "O Prisioneiro do Céu" é um romance magistral, que o vai emocionar como da primeira vez, onde os fios de "A Sombra do Vento" e de "O Jogo do Anjo" convergem através do feitiço da literatura e nos conduzem ao enigma que se esconde no coração de o Cemitério dos Livros Esquecidos.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
Barcelona, 1957. Daniel Sempere e o amigo Fermín, os heróis de "A Sombra do Vento", regressam à aventura, para enfrentar o maior desafio das suas vidas. Quando tudo lhes começava a sorrir, uma inquietante personagem visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo, enterrado há duas décadas na obscura memória da cidade. Ao conhecer a verdade, Daniel vai concluir que o seu destino o arrasta inexoravelmente a confrontar-se com a maior das sombras: a que está a crescer dentro de si. Transbordante de intriga e de emoção, "O Prisioneiro do Céu" é um romance magistral, que o vai emocionar como da primeira vez, onde os fios de "A Sombra do Vento" e de "O Jogo do Anjo" convergem através do feitiço da literatura e nos conduzem ao enigma que se esconde no coração de o Cemitério dos Livros Esquecidos.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Acerca de "O Primo Bazilio", Eça de Queiroz afirmou em carta a Teófilo Braga, datada de 1878: "A minha ambição seria pintar a sociedade portuguesa, tal qual a fez o Constitucionalismo desde 1830 - e mostrar-lhe, como num espelho, que triste país eles formam, - eles e elas. É o meu fim nas "Cenas da Vida Portuguesa". É necessário acutilar o mundo oficial, o mundo sentimental, o mundo literário, o mundo agrícola, o mundo supersticioso - e, com todo o respeito pelas instituições que são de origem eterna, destruir as "falsas interpretações" e "falsas realizações", que lhe dá uma sociedade podre. Não lhe parece você que um tal trabalho é justo?"
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Sedução e adultério, palavras-chave no universo queirosiano e, sobretudo, deste seu romance publicado em 1878: O Primo Basílio. O leitor caminha pelo pitoresco das ruas de Lisboa de finais do século xix, acompanhado por personagens marcantes, fúteis e hipócritas. Quem é afinal este Basílio, que tanto êxito e escândalo provocou? Um brasileiro, um marialva que vai quebrar o coração de Luísa. Ela, doce e romântica, e seu marido, Jorge, são aparentemente felizes. Mas tudo se complica quando Jorge viaja em trabalho. Luísa, entediada e aborrecida, é seduzida por Basílio e chantageada por Juliana, a imortal Juliana, uma das grandes criações da literatura portuguesa. E por cima de tudo, o riso de Eça, destruindo, certeiro, a sociedade de então. Este é o romance que o consagrou definitivamente como o grande escritor nacional. Deve ser lido, e relido, sempre!
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Sedução e adultério, palavras-chave no universo queirosiano e, sobretudo, deste seu romance publicado em 1878: O Primo Basílio. O leitor caminha pelo pitoresco das ruas de Lisboa de finais do século xix, acompanhado por personagens marcantes, fúteis e hipócritas. Quem é afinal este Basílio, que tanto êxito e escândalo provocou? Um brasileiro, um marialva que vai quebrar o coração de Luísa. Ela, doce e romântica, e seu marido, Jorge, são aparentemente felizes. Mas tudo se complica quando Jorge viaja em trabalho. Luísa, entediada e aborrecida, é seduzida por Basílio e chantageada por Juliana, a imortal Juliana, uma das grandes criações da literatura portuguesa. E por cima de tudo, o riso de Eça, destruindo, certeiro, a sociedade de então. Este é o romance que o consagrou definitivamente como o grande escritor nacional. Deve ser lido, e relido, sempre!
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Edição: Nov 2010
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Esperada há anos pelos leitores de "O Príncipe das Marés e de Beach Music", esta nova saga - um formidável hino à sua Carolina do Sul - confirma Pat Conroy como um monstro sagrado da literatura norte-americana.Crónica familiar, "O Primeiro verão das Nossas Vidas" é também a história de uma geração - a do narrador, Leo King, e de um grupo de adolescentes com as mais variadas proveniências: rejeitados da aristocracia local, órfãos dos Apalaches, o filho do treinador negro da equipa de futebol, os gémeos Sheba e Trevor Poe, de uma beleza inolvidável, que tentam escapar ao controlo de um pai psicótico... A narrativa decorre entre 1969, o ano glorioso em que Leo e os seus amigos partem ao assalto das barreiras religiosas, sexuais, sociais e raciais da sua cidade de Charleston, e 1989, quando Sheba, agora uma estrela de Hollywood, lhes pede para encontrarem o seu irmão "gay", desaparecido em São Francisco."O Primeiro verão das Nossas Vidas" pertence àquela linhagem dos grandes romances de formação, impossíveis de resumir de tal modo são ricos em ação, mas que se devoram página após página.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Esperada há anos pelos leitores de "O Príncipe das Marés e de Beach Music", esta nova saga - um formidável hino à sua Carolina do Sul - confirma Pat Conroy como um monstro sagrado da literatura norte-americana.Crónica familiar, "O Primeiro verão das Nossas Vidas" é também a história de uma geração - a do narrador, Leo King, e de um grupo de adolescentes com as mais variadas proveniências: rejeitados da aristocracia local, órfãos dos Apalaches, o filho do treinador negro da equipa de futebol, os gémeos Sheba e Trevor Poe, de uma beleza inolvidável, que tentam escapar ao controlo de um pai psicótico... A narrativa decorre entre 1969, o ano glorioso em que Leo e os seus amigos partem ao assalto das barreiras religiosas, sexuais, sociais e raciais da sua cidade de Charleston, e 1989, quando Sheba, agora uma estrela de Hollywood, lhes pede para encontrarem o seu irmão "gay", desaparecido em São Francisco."O Primeiro verão das Nossas Vidas" pertence àquela linhagem dos grandes romances de formação, impossíveis de resumir de tal modo são ricos em ação, mas que se devoram página após página.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O manuscrito por terminar de O Primeiro Homem foi descoberto nos destroços do acidente de automóvel que vitimou Albert Camus, em 1960. Embora tenha permanecido inédito durante mais de trinta anos, tornou-se um bestseller imediato quando finalmente foi publicado em 1994. O "primeiro homem" é Jacques Cormery, um rapaz que vive uma vida sem igual. O escritor francês, Nobel da Literatura em 1957, convoca o panorama, os sons e as texturas de uma infância circunscrita pela pobreza e pela morte de um pai, mas redimida pela beleza austera de Argel, pelo amor que Jacques tem à mãe e à avó, e por um professor que transformará a sua visão do mundo. O mais autobiográfico de todos os romances de Camus – que lhe chamou o seu Guerra e Paz e é ele próprio Jacques Cormery – oferece ao leitor um olhar singular sobre a vida do autor e sobre os temas poderosos transversais a toda a sua escrita: a consumação brilhante da vida e obra de um dos maiores romancistas do século xx.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
O manuscrito por terminar de O Primeiro Homem foi descoberto nos destroços do acidente de automóvel que vitimou Albert Camus, em 1960. Embora tenha permanecido inédito durante mais de trinta anos, tornou-se um bestseller imediato quando finalmente foi publicado em 1994. O "primeiro homem" é Jacques Cormery, um rapaz que vive uma vida sem igual. O escritor francês, Nobel da Literatura em 1957, convoca o panorama, os sons e as texturas de uma infância circunscrita pela pobreza e pela morte de um pai, mas redimida pela beleza austera de Argel, pelo amor que Jacques tem à mãe e à avó, e por um professor que transformará a sua visão do mundo. O mais autobiográfico de todos os romances de Camus – que lhe chamou o seu Guerra e Paz e é ele próprio Jacques Cormery – oferece ao leitor um olhar singular sobre a vida do autor e sobre os temas poderosos transversais a toda a sua escrita: a consumação brilhante da vida e obra de um dos maiores romancistas do século xx.
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Carlos e Amapola conhecem-se em Cascais, durante o verão de 1879. Ela tem uma casa de férias no Monte Estoril, ele instala-se, como habitualmente, na Cidadela daquela vila. Amapola de la Gran Torre Caminha de Castro é uma fidalga luso-galega, de apregoadas grandes origens, mas estatuto mediano. Dom Carlos é o primogénito de Dom Luís I e de Dona Maria Pia e, como tal, o herdeiro do trono, futuro rei de Portugal. É esta a distância que os separa. Une-os, porém, o mesmo apego à arte e à cultura, nomeadamente à pintura, a que ambos gostam de entregar-se. E, sobretudo, enlaça-os uma paixão avassaladora, que os obriga a fugir juntos e a enfrentar as amargas consequências do seu desvaire. Uma azeda discussão vem interromper o seu idílio, a distância, afinal, não é apenas de estatuto, mas também de valores, a que logo se junta o inesperado noivado de Dom Carlos com uma princesa estrangeira. Apesar de desolada e de coração partido, Amapola é levada a desposar um antigo pretendente, e a vida do príncipe real e da fidalga luso-galega segue, aparentemente, em paralelo, sem pontos de contacto. Mas estará o seu grande amor esquecido? Conseguirão eles resistir à atração que os ata um ao outro?
Nº Páginas: 416
Sinopse:
Carlos e Amapola conhecem-se em Cascais, durante o verão de 1879. Ela tem uma casa de férias no Monte Estoril, ele instala-se, como habitualmente, na Cidadela daquela vila. Amapola de la Gran Torre Caminha de Castro é uma fidalga luso-galega, de apregoadas grandes origens, mas estatuto mediano. Dom Carlos é o primogénito de Dom Luís I e de Dona Maria Pia e, como tal, o herdeiro do trono, futuro rei de Portugal. É esta a distância que os separa. Une-os, porém, o mesmo apego à arte e à cultura, nomeadamente à pintura, a que ambos gostam de entregar-se. E, sobretudo, enlaça-os uma paixão avassaladora, que os obriga a fugir juntos e a enfrentar as amargas consequências do seu desvaire. Uma azeda discussão vem interromper o seu idílio, a distância, afinal, não é apenas de estatuto, mas também de valores, a que logo se junta o inesperado noivado de Dom Carlos com uma princesa estrangeira. Apesar de desolada e de coração partido, Amapola é levada a desposar um antigo pretendente, e a vida do príncipe real e da fidalga luso-galega segue, aparentemente, em paralelo, sem pontos de contacto. Mas estará o seu grande amor esquecido? Conseguirão eles resistir à atração que os ata um ao outro?
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 464
Sinopse:
O Presidente dos EUA desapareceu. O mundo está em choque! Mas a razão do seu desaparecimento é ainda pior do que seria de supor. Com pormenores que só um Presidente como Bill Clinton pode conhecer e o suspense que apenas um autor como James Patterson seria capaz de criar, O Presidente desapareceu é o thriller mais empolgante e surpreendente dos últimos anos.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
O Presidente dos EUA desapareceu. O mundo está em choque! Mas a razão do seu desaparecimento é ainda pior do que seria de supor. Com pormenores que só um Presidente como Bill Clinton pode conhecer e o suspense que apenas um autor como James Patterson seria capaz de criar, O Presidente desapareceu é o thriller mais empolgante e surpreendente dos últimos anos.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 650
Sinopse:
"O Pregado" é indiscutivelmente uma das obras de referência de Günter Grass, pela reflexão sobre o papel do Homem e da Mulher ao longo dos tempos, mas também pela tocante forma como apresenta a história alemã. Narrado na primeira pessoa, o livro inicia-se no Neolítico e termina na tumultuada Polónia da década de 1970. A personagem principal, que reencarna de geração em geração, possui nove esposas referentes a cada época da sua vida incomum, pesca um pregado, um estranho peixe falante que o acompanha e aconselha ao longo dos tempos. É este peixe que incita o homem a manusear o metal e com ele desvincular-se do poder feminino, o encoraja a gerar guerras e supremacias e leva a questionar as ideias de poder e evolução ao longo da história. Dividido em nove capítulos, cada um relativo a um mês de gestação, O Pregado é um livro magistralmente escrito e conduzido, onde Günter Grass une elementos da mitologia alemã, da sabedoria popular e das concepções vanguardistas feministas.
Nº Páginas: 650
Sinopse:
"O Pregado" é indiscutivelmente uma das obras de referência de Günter Grass, pela reflexão sobre o papel do Homem e da Mulher ao longo dos tempos, mas também pela tocante forma como apresenta a história alemã. Narrado na primeira pessoa, o livro inicia-se no Neolítico e termina na tumultuada Polónia da década de 1970. A personagem principal, que reencarna de geração em geração, possui nove esposas referentes a cada época da sua vida incomum, pesca um pregado, um estranho peixe falante que o acompanha e aconselha ao longo dos tempos. É este peixe que incita o homem a manusear o metal e com ele desvincular-se do poder feminino, o encoraja a gerar guerras e supremacias e leva a questionar as ideias de poder e evolução ao longo da história. Dividido em nove capítulos, cada um relativo a um mês de gestação, O Pregado é um livro magistralmente escrito e conduzido, onde Günter Grass une elementos da mitologia alemã, da sabedoria popular e das concepções vanguardistas feministas.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 186
Sinopse:
Quando o tédio parece ter tomado conta da sua vida, Aline inicia uma viagem pelos segredos e mistérios de uma família ao longo de várias gerações. Atando e desatando fios, a protagonista revisita diferentes tempos, lugares, personagens: João pequeno e a procura de si mesmo; o Alferes perdido no labirinto de uma batalha na Flandres; o doutor Magalhães e a sua descrença nas coisas do mundo; António Granjo e a formação da Assembleia Constituinte… "O Prazer e o Tédio" é também um romance sobre um país que perdeu a memória; é uma obra em que as mulheres estão sempre presentes (mesmo quando ausentes), iluminadas ou obscurecidas entre o amor e o abandono, o prazer e o desejo, o esquecimento e o sobressalto. Metáfora do tempo presente, revela um nome a fixar na literatura portuguesa contemporânea,
Nº Páginas: 186
Sinopse:
Quando o tédio parece ter tomado conta da sua vida, Aline inicia uma viagem pelos segredos e mistérios de uma família ao longo de várias gerações. Atando e desatando fios, a protagonista revisita diferentes tempos, lugares, personagens: João pequeno e a procura de si mesmo; o Alferes perdido no labirinto de uma batalha na Flandres; o doutor Magalhães e a sua descrença nas coisas do mundo; António Granjo e a formação da Assembleia Constituinte… "O Prazer e o Tédio" é também um romance sobre um país que perdeu a memória; é uma obra em que as mulheres estão sempre presentes (mesmo quando ausentes), iluminadas ou obscurecidas entre o amor e o abandono, o prazer e o desejo, o esquecimento e o sobressalto. Metáfora do tempo presente, revela um nome a fixar na literatura portuguesa contemporânea,
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Raquel e João têm cerca de setenta anos de idade. Amaram-se na juventude e, em tempos idos, foram casados e criaram filhos em conjunto antes de a vida os ter afastado. O Prazer de Guiar é a história do seu reencontro e reaproximação. É, também, simultaneamente, um romance on the road, no qual o casal reencontrado vai viver uma aventura adolescente que lhe reabre os horizontes numa fase tardia da sua existência. O palco da sua aventura é Portugal no ano de 2032, um tempo em que o progresso tecnológico trouxe muito bem-estar, mas em que, paradoxalmente, cerceou as liberdades individuais. Uma época cada vez mais automatizada e robotizada em que o Estado já codificou quase tudo, impôs regras e normas em várias áreas da vida colectiva, mas proibiu muitas coisas, nomeadamente a possibilidade de conduzir nas cidades e principais estradas do país. Serão Raquel e João capazes de lutar por esse direito que lhes foi negado? Terão sucesso no desafio que lançaram às autoridades? E conseguirão contornar ou iludir a opressiva e omnipresente vigilância policial?
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Raquel e João têm cerca de setenta anos de idade. Amaram-se na juventude e, em tempos idos, foram casados e criaram filhos em conjunto antes de a vida os ter afastado. O Prazer de Guiar é a história do seu reencontro e reaproximação. É, também, simultaneamente, um romance on the road, no qual o casal reencontrado vai viver uma aventura adolescente que lhe reabre os horizontes numa fase tardia da sua existência. O palco da sua aventura é Portugal no ano de 2032, um tempo em que o progresso tecnológico trouxe muito bem-estar, mas em que, paradoxalmente, cerceou as liberdades individuais. Uma época cada vez mais automatizada e robotizada em que o Estado já codificou quase tudo, impôs regras e normas em várias áreas da vida colectiva, mas proibiu muitas coisas, nomeadamente a possibilidade de conduzir nas cidades e principais estradas do país. Serão Raquel e João capazes de lutar por esse direito que lhes foi negado? Terão sucesso no desafio que lançaram às autoridades? E conseguirão contornar ou iludir a opressiva e omnipresente vigilância policial?
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Edição: Abr 2017
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Esta é a história de uma família original contada pela mais nova de quatro irmãs, Bernardette, que cresceu correndo Portugal de lés a lés com os pais, autênticos saltimbancos que tanto apresentavam espectáculos de Almeida Garrett como um número em que Marinela, a mãe, parecia morta. Bernardette relata como foi viver na corda bamba nessa viagem constante, rica em aventuras e imprevistos, mas sempre precária. Foi do pai que herdou a capacidade de sonhar, de encarar a vida e o mundo de forma idílica, mas até que ponto é possível conciliar o sonho com a vida? "O Pranto de Lúcifer" é um romance simultaneamente divertido e dramático, cruel e poético, que nos revelou o talento de Rosa Lobato de Faria.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
Esta é a história de uma família original contada pela mais nova de quatro irmãs, Bernardette, que cresceu correndo Portugal de lés a lés com os pais, autênticos saltimbancos que tanto apresentavam espectáculos de Almeida Garrett como um número em que Marinela, a mãe, parecia morta. Bernardette relata como foi viver na corda bamba nessa viagem constante, rica em aventuras e imprevistos, mas sempre precária. Foi do pai que herdou a capacidade de sonhar, de encarar a vida e o mundo de forma idílica, mas até que ponto é possível conciliar o sonho com a vida? "O Pranto de Lúcifer" é um romance simultaneamente divertido e dramático, cruel e poético, que nos revelou o talento de Rosa Lobato de Faria.
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Edição: Nov 2016
Nº Páginas: 448
Sinopse:
DA QUEDA DO MURO DE BERLIM AO 11 DE SETEMBRO: COMO A GUERRA FRIA MUDOU O MUNDO Por Carlos Gaspar, um dos maiores investigadores de política internacional Depois da queda do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria foi assegurado pela concertação entre os Estados Unidos e a União Soviética. A nova ordem do mundo, fundada sob o signo da democracia liberal e da preponderância norte-americana, representou uma mudança mas preservou intactas as instituições do sistema multilateral criado no fim da Segunda Guerra Mundial. A "paz americana" durou até ao 11 de Setembro: a resposta dos Estados Unidos, com a invasão do Iraque, abriu um novo ciclo de crises. Nos últimos dez anos, temos assistido a um declínio ocidental. A ordem democrática estará ameaçada?
Nº Páginas: 448
Sinopse:
DA QUEDA DO MURO DE BERLIM AO 11 DE SETEMBRO: COMO A GUERRA FRIA MUDOU O MUNDO Por Carlos Gaspar, um dos maiores investigadores de política internacional Depois da queda do Muro de Berlim, o fim da Guerra Fria foi assegurado pela concertação entre os Estados Unidos e a União Soviética. A nova ordem do mundo, fundada sob o signo da democracia liberal e da preponderância norte-americana, representou uma mudança mas preservou intactas as instituições do sistema multilateral criado no fim da Segunda Guerra Mundial. A "paz americana" durou até ao 11 de Setembro: a resposta dos Estados Unidos, com a invasão do Iraque, abriu um novo ciclo de crises. Nos últimos dez anos, temos assistido a um declínio ocidental. A ordem democrática estará ameaçada?
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Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O homem português: qualidades e defeitos, virtudes e imperfeições. Como defini-lo? Como melhor caracterizá-lo? Quantos perfis são os seus? E quais os critérios a adoptar para uma visão ao mesmo tempo individual e colectiva? É este, em duas palavras, o desafio deste livro. E a sua originalidade. Marcello Duarte Mathias faz aqui o apelo aos grandes nomes do pensamento nacional contemporâneo - filósofos, escritores, ensaístas, jornalistas, políticos - que procuraram, cada um a seu jeito, retratar a individualidade portuguesa, seu substrato e carácter distintivo. Através do depoimento de uns e de outros, o que por fim sobressai destas mil e uma citações, onde as linhas por vezes se sobrepõem, se afastam, para logo depois coincidirem, é a de um desenho em perpétuo movimento, que questiona e nessa interrogação tudo afinal deixa em aberto.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
O homem português: qualidades e defeitos, virtudes e imperfeições. Como defini-lo? Como melhor caracterizá-lo? Quantos perfis são os seus? E quais os critérios a adoptar para uma visão ao mesmo tempo individual e colectiva? É este, em duas palavras, o desafio deste livro. E a sua originalidade. Marcello Duarte Mathias faz aqui o apelo aos grandes nomes do pensamento nacional contemporâneo - filósofos, escritores, ensaístas, jornalistas, políticos - que procuraram, cada um a seu jeito, retratar a individualidade portuguesa, seu substrato e carácter distintivo. Através do depoimento de uns e de outros, o que por fim sobressai destas mil e uma citações, onde as linhas por vezes se sobrepõem, se afastam, para logo depois coincidirem, é a de um desenho em perpétuo movimento, que questiona e nessa interrogação tudo afinal deixa em aberto.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Depois de "A Quinta das Virtudes" e "Tocata para Dois Clarins", o presente romance encerra o tríptico para o qual Mário Cláudio elegeu como motivo o "sangue da tribo", tornando personagens alguns parentes singulares, e desse modo cruzando de forma magistral realidade e ficção. Em "O Pórtico da Glória", conheceremos então o cavalheiro da indústria Diego Hernández Bueno, bisavô do narrador, castelhano imigrado no Porto e protegido de um rico proprietário têxtil, e assistiremos ao seu encontro com Hermínia de Azevedo Mavigné, a jovem e sonhadora herdeira que virá a tornar-se sua mulher. Vencedor do Prémio PEN Clube Português de Narrativa em 1997 e do Prémio Eça de Queiroz em 1998, esta obra, cuja acção decorre entre os finais do século XIX e o início do século XX, é também exemplar na apresentação da cidade do Porto como pioneira da inovação industrial no nosso país, bem como no retrato de uma certa forma de estar e de viver em acelerado declínio.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Depois de "A Quinta das Virtudes" e "Tocata para Dois Clarins", o presente romance encerra o tríptico para o qual Mário Cláudio elegeu como motivo o "sangue da tribo", tornando personagens alguns parentes singulares, e desse modo cruzando de forma magistral realidade e ficção. Em "O Pórtico da Glória", conheceremos então o cavalheiro da indústria Diego Hernández Bueno, bisavô do narrador, castelhano imigrado no Porto e protegido de um rico proprietário têxtil, e assistiremos ao seu encontro com Hermínia de Azevedo Mavigné, a jovem e sonhadora herdeira que virá a tornar-se sua mulher. Vencedor do Prémio PEN Clube Português de Narrativa em 1997 e do Prémio Eça de Queiroz em 1998, esta obra, cuja acção decorre entre os finais do século XIX e o início do século XX, é também exemplar na apresentação da cidade do Porto como pioneira da inovação industrial no nosso país, bem como no retrato de uma certa forma de estar e de viver em acelerado declínio.
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Edição: Abr 2014
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Nestas trezentas e tantas páginas desvenda-se uma visão do mundo que poetiza todas as coisas. [...] O poeta, ao jeito dos grandes mestres asiáticos, enumera e combina estorninhos e nuvens, cisnes e macieiras, tentando que a transparência mas também a densidade misteriosa da natureza revelem a sua especial sabedoria. [...] É uma súmula da poesia de Jorge Sousa Braga, que vê sempre o lírio que há em todo o delírio." Pedro Mexia, in Público "A poesia de Jorge Sousa Braga ganha muito em ser reunida: ganha a consistência de uma inventividade - também formal - que abre para uma utopia do literário, para uma libertação da palavra que tem muito mais o carácter de um método do que de uma fórmula. A poesia de Jorge Sousa Braga [...] nasce da mais primordial atitude poética: o amor pelas palavras, pelo ilimitado a que elas dão acesso." António Guerreiro, in Expresso
Nº Páginas: 384
Sinopse:
"Nestas trezentas e tantas páginas desvenda-se uma visão do mundo que poetiza todas as coisas. [...] O poeta, ao jeito dos grandes mestres asiáticos, enumera e combina estorninhos e nuvens, cisnes e macieiras, tentando que a transparência mas também a densidade misteriosa da natureza revelem a sua especial sabedoria. [...] É uma súmula da poesia de Jorge Sousa Braga, que vê sempre o lírio que há em todo o delírio." Pedro Mexia, in Público "A poesia de Jorge Sousa Braga ganha muito em ser reunida: ganha a consistência de uma inventividade - também formal - que abre para uma utopia do literário, para uma libertação da palavra que tem muito mais o carácter de um método do que de uma fórmula. A poesia de Jorge Sousa Braga [...] nasce da mais primordial atitude poética: o amor pelas palavras, pelo ilimitado a que elas dão acesso." António Guerreiro, in Expresso
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Partindo de uma enigmática personagem de Jacques le Fataliste, de Diderot, este livro de Adília Lopes tem sido, no conjunto da sua obra, um dos mais traduzidos e estudados, em Portugal e no estrangeiro. Agora numa edição para os mais pequenos - e não só - com os desenhos de Pedro Proença.
Nº Páginas: 60
Sinopse:
Partindo de uma enigmática personagem de Jacques le Fataliste, de Diderot, este livro de Adília Lopes tem sido, no conjunto da sua obra, um dos mais traduzidos e estudados, em Portugal e no estrangeiro. Agora numa edição para os mais pequenos - e não só - com os desenhos de Pedro Proença.
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Edição: Jul 2000
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"O Pobre Tolo", escrito em 1923 e reescrito sete anos mais tarde, sob a designação de "elegia satírica", é, segundo Tolentino de Mendonça, no seu prefácio a esta obra, uma "fantasia ao crepúsculo", um "drama sonhado na ponte de S. Gonçalo". No meio da ponte de S. Gonçalo, em Amarante, tendo, de um lado, a rua do Cuvelo e, do outro, o Largo, entre as duas margens do Tâmega, esse "rio de verdes sombras liquefeitas", encontra-se um pobre tolo que, "parado e pasmado", contempla o rio. "Não vou nem fico, não me decido", afirma, não conseguindo resolver-se quanto ao rumo a tomar. Parece estar condenado a permanecer no mesmo local, convivendo com os fantasmas que passam, discutindo a existência consigo mesmo.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"O Pobre Tolo", escrito em 1923 e reescrito sete anos mais tarde, sob a designação de "elegia satírica", é, segundo Tolentino de Mendonça, no seu prefácio a esta obra, uma "fantasia ao crepúsculo", um "drama sonhado na ponte de S. Gonçalo". No meio da ponte de S. Gonçalo, em Amarante, tendo, de um lado, a rua do Cuvelo e, do outro, o Largo, entre as duas margens do Tâmega, esse "rio de verdes sombras liquefeitas", encontra-se um pobre tolo que, "parado e pasmado", contempla o rio. "Não vou nem fico, não me decido", afirma, não conseguindo resolver-se quanto ao rumo a tomar. Parece estar condenado a permanecer no mesmo local, convivendo com os fantasmas que passam, discutindo a existência consigo mesmo.
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Edição: Jun 2020
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Do Vietname ao Líbano, do Camboja à Eritreia, de El Salvador à Nicarágua, de Angola e Moçambique aos Balcãs e ao Iraque… Depois de trinta anos a tirar fotografias em busca da imagem definitiva, do momento simultaneamente fugaz e eterno que explica tudo, o fotógrafo de guerra Andrés Faulques substitui a câmara pelos pincéis. Não tendo conseguido tirar a foto capaz de transmitir o caos do Universo, agora, enquanto tenta compreendê-lo, começa a pintar um grande fresco circular no muro de uma torre de vigia no Mediterrâneo, onde vive sozinho, perturbado pela memória de uma mulher que nunca conseguiu esquecer e pela visita inesperada de um homem que o quer matar. O homem é uma sombra do seu passado, uma das inúmeras faces da guerra com que ele ganhou a vida. Mas o poder da imagem vai muito além da sua existência física e, à medida que o romance avança, a história do artista e do soldado emerge, entrelaçada com uma história de amor condenada e o progresso de uma pintura impregnada de História. Deslumbrante e perturbador, "O Pintor de Batalhas" arrasta o leitor e subjuga-o, através da complexa geometria do caos do século XX: a arte, a ciência, a guerra, o amor, a lucidez e a solidariedade combinam-se no vasto mural de um mundo que agoniza.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Do Vietname ao Líbano, do Camboja à Eritreia, de El Salvador à Nicarágua, de Angola e Moçambique aos Balcãs e ao Iraque… Depois de trinta anos a tirar fotografias em busca da imagem definitiva, do momento simultaneamente fugaz e eterno que explica tudo, o fotógrafo de guerra Andrés Faulques substitui a câmara pelos pincéis. Não tendo conseguido tirar a foto capaz de transmitir o caos do Universo, agora, enquanto tenta compreendê-lo, começa a pintar um grande fresco circular no muro de uma torre de vigia no Mediterrâneo, onde vive sozinho, perturbado pela memória de uma mulher que nunca conseguiu esquecer e pela visita inesperada de um homem que o quer matar. O homem é uma sombra do seu passado, uma das inúmeras faces da guerra com que ele ganhou a vida. Mas o poder da imagem vai muito além da sua existência física e, à medida que o romance avança, a história do artista e do soldado emerge, entrelaçada com uma história de amor condenada e o progresso de uma pintura impregnada de História. Deslumbrante e perturbador, "O Pintor de Batalhas" arrasta o leitor e subjuga-o, através da complexa geometria do caos do século XX: a arte, a ciência, a guerra, o amor, a lucidez e a solidariedade combinam-se no vasto mural de um mundo que agoniza.
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O Deão Jocelin tem uma visão: Deus escolheu-o para erigir um magnífico pináculo na sua catedral. O pedreiro encarregado da obra desaconselha-o fortemente, pois a velha catedral foi construída sem fundações e é um milagre que se mantenha de pé. Mesmo assim, o pináculo ergue-se, octógono sobre octógono, cume sobre cume, até os pilares começarem a estremecer e a afundar-se no solo. A sua altura lança uma sombra cada vez mais escura sobre o chão e, em particular, sobre o Deão Jocelin. Mas este, que acredita ser um mero instrumento nas mãos de Deus, abençoado por uma visão do Criador, insiste em elevar mais e mais alto o pináculo. Todavia, as consequências da concretização do seu objectivo revelam-se trágicas para aqueles que o rodeiam. Ambientado na Inglaterra medieval, e inspirado na história da catedral de Salisbury, "O Pináculo" é um romance sobre a realização criativa, que dá vida ao impossível, mas também sobre o custo financeiro, físico e espiritual da loucura de um homem. Ao espelhar na narrativa a progressão dessa loucura, William Golding alcança algo extraordinário. A aparente simplicidade de um livro complexo é o testemunho da sua habilidade literária.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O Deão Jocelin tem uma visão: Deus escolheu-o para erigir um magnífico pináculo na sua catedral. O pedreiro encarregado da obra desaconselha-o fortemente, pois a velha catedral foi construída sem fundações e é um milagre que se mantenha de pé. Mesmo assim, o pináculo ergue-se, octógono sobre octógono, cume sobre cume, até os pilares começarem a estremecer e a afundar-se no solo. A sua altura lança uma sombra cada vez mais escura sobre o chão e, em particular, sobre o Deão Jocelin. Mas este, que acredita ser um mero instrumento nas mãos de Deus, abençoado por uma visão do Criador, insiste em elevar mais e mais alto o pináculo. Todavia, as consequências da concretização do seu objectivo revelam-se trágicas para aqueles que o rodeiam. Ambientado na Inglaterra medieval, e inspirado na história da catedral de Salisbury, "O Pináculo" é um romance sobre a realização criativa, que dá vida ao impossível, mas também sobre o custo financeiro, físico e espiritual da loucura de um homem. Ao espelhar na narrativa a progressão dessa loucura, William Golding alcança algo extraordinário. A aparente simplicidade de um livro complexo é o testemunho da sua habilidade literária.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Três anos, dez meses e vinte e um dias. É o tempo que resta a Bruna Husky. A detetive replicante, que é uma sobrevivente capaz de tudo, continua a debater-se com a independência total e a necessidade desesperada de carinho, como uma fera aprisionada na jaula de uma existência a prazo. Contratada para resolver um caso aparentemente simples e lucrativo, Bruna vê-se envolvida numa trama de corrupção internacional de tal forma sinistra e ameaçadora que pode comprometer a existência da própria Terra. Num futuro no qual os direitos, outrora considerados essenciais, se tornaram reféns do dinheiro, a replicante revela-se uma guerreira empenhada na luta contra esquemas de organização social baseados em preconceitos, regras rígidas e fanatismo, que põem em causa a existência de todos os seres. O "Peso do Coração" é um romance distópico que, a partir do debate claro e atual das consequências das opções do presente, reflete de forma madura sobre as condições de vida e da morte, e sobre aquilo que é, na essência, a própria definição de humanidade, constituindo um regresso extraordinário ao mundo fascinante de "Lágrimas na Chuva".
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Três anos, dez meses e vinte e um dias. É o tempo que resta a Bruna Husky. A detetive replicante, que é uma sobrevivente capaz de tudo, continua a debater-se com a independência total e a necessidade desesperada de carinho, como uma fera aprisionada na jaula de uma existência a prazo. Contratada para resolver um caso aparentemente simples e lucrativo, Bruna vê-se envolvida numa trama de corrupção internacional de tal forma sinistra e ameaçadora que pode comprometer a existência da própria Terra. Num futuro no qual os direitos, outrora considerados essenciais, se tornaram reféns do dinheiro, a replicante revela-se uma guerreira empenhada na luta contra esquemas de organização social baseados em preconceitos, regras rígidas e fanatismo, que põem em causa a existência de todos os seres. O "Peso do Coração" é um romance distópico que, a partir do debate claro e atual das consequências das opções do presente, reflete de forma madura sobre as condições de vida e da morte, e sobre aquilo que é, na essência, a própria definição de humanidade, constituindo um regresso extraordinário ao mundo fascinante de "Lágrimas na Chuva".
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
"O Peso da Sombra" foi publicado pela primeira vez em 1982 e é porventura o livro, no universo da obra de Eugénio de Andrade, onde mais notoriamente se manifesta a melancolia e a aguda consciência da passagem do tempo, com os seus efeitos sobre o corpo. Como nos escreve Paula Morão, no prefácio a esta edição, "O poeta sabe que o regresso pertence ao obscuro domínio da viagem onírica reiterada desde tempos imemoriais, sabe que o retorno pede uma nova partida em direcção ao íntimo nunca decifrado de si mesmo: como uma gruta povoada de ninfas, colossos e mistérios, a literatura sabe que o evanescente só encontra pleno sentido no gesto que faz e repete o poema a cada vez, a cada livro."
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Edição: Set 2016
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Na véspera da Primeira Guerra Mundial, Fleurette, a única filha da rica casa perfumista Delacroix, está a ser forçada a casar com um homem que detesta, Aimery De Lasset, diretor da mais famosa fábrica de perfumes em França. Apenas os sinos da catedral a dobrarem para convocar os homens para a linha de frente na noite do casamento a salvam de consumar a noite de núpcias. Quando recebe uma carta do irmão afastado de Aimery a advertir contra a união de ambos, Fleurette fica com o fardo de um segredo terrível. É um segredo que tem o poder de destruir as duas famílias e seus impérios perfume de uma vez por todas. O Perfume Secreto é uma festa inebriante para os sentidos, uma história muito apaixonada e dramática sobre o dever, o engano e o desejo.
Nº Páginas: 436
Sinopse:
Na véspera da Primeira Guerra Mundial, Fleurette, a única filha da rica casa perfumista Delacroix, está a ser forçada a casar com um homem que detesta, Aimery De Lasset, diretor da mais famosa fábrica de perfumes em França. Apenas os sinos da catedral a dobrarem para convocar os homens para a linha de frente na noite do casamento a salvam de consumar a noite de núpcias. Quando recebe uma carta do irmão afastado de Aimery a advertir contra a união de ambos, Fleurette fica com o fardo de um segredo terrível. É um segredo que tem o poder de destruir as duas famílias e seus impérios perfume de uma vez por todas. O Perfume Secreto é uma festa inebriante para os sentidos, uma história muito apaixonada e dramática sobre o dever, o engano e o desejo.
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Edição: Set 2020
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O fenómeno intrusivo que mina a democracia portuguesa. A corrupção mata a esperança no futuro de Portugal. O fenómeno ganhou raízes e é, infelizmente, uma das marcas distintivas do regime democrático português. Bastará estar atento às notícias para constatar que a corrupção contaminou muitas áreas da nossa sociedade, do futebol à cultura, passando pela justiça e pela política. Casos e Protagonistas de A a Z Com este livro, Paulo de Morais apresenta um registo, para memória futura, do flagelo da corrupção. Retratam-se casos e protagonistas, essencialmente na esfera da política, para que fiquem identificadas as causas do fenómeno e os seus principais responsáveis. Mas também se evidencia o esforço de jornalistas e ativistas que combatem a corrupção de diversas formas, bem como das organizações em que se agregam. O autor é um ativista na denúncia dos mecanismos da corrupção em Portugal. Faz apresentações e conferências pelo país sobre o tema e foi membro do núcleo fundador da Associação Cívica Transparência e Integridade, capítulo nacional da organização não-governamental Transparency Internacional, de que foi vice-presidente. Conhecer o fenómeno. Travar a corrupção. Somos todos precisos.
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