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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Este é um livro de heróis universais, que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradores, líderes, visionários, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Dos feitos militares de Ramsés II à luta pela liberdade e justiça de Nelson Mandela, percorremos o tempo e o espaço em busca dos homens que ficaram para a história pelos ideais por que se bateram. Num livro de heróis de todo o mundo, destacamos os portugueses Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Aristides de Sousa Mendes, mas também homens da ciência, como Galileu Galilei ou Charles Darwin. E ainda grandes líderes: George Washington, Napoleão Bonaparte, Simón Bolívar, Abraham Lincoln, Winston Churchill, Mahatma Gandhi. Foi no exemplo pacifista de Gandhi que se inspirou outro dos nossos heróis, Martin Luther King. Redescubra as histórias de ousadia e auto-superação.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Este é um livro de heróis universais, que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradores, líderes, visionários, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam. Dos feitos militares de Ramsés II à luta pela liberdade e justiça de Nelson Mandela, percorremos o tempo e o espaço em busca dos homens que ficaram para a história pelos ideais por que se bateram. Num livro de heróis de todo o mundo, destacamos os portugueses Vasco da Gama, Fernão de Magalhães e Aristides de Sousa Mendes, mas também homens da ciência, como Galileu Galilei ou Charles Darwin. E ainda grandes líderes: George Washington, Napoleão Bonaparte, Simón Bolívar, Abraham Lincoln, Winston Churchill, Mahatma Gandhi. Foi no exemplo pacifista de Gandhi que se inspirou outro dos nossos heróis, Martin Luther King. Redescubra as histórias de ousadia e auto-superação.
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Edição: Jun 2019
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam.
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Histórias inspiradoras de mulheres que mudaram o mundo. Este é um livro de heroínas mundiais, mulheres que se destacaram pela coragem, valentia e força de carácter e que, com os seus feitos, contribuíram para grandes mudanças na humanidade. Foram exploradoras, líderes, visionárias, que lutaram pela liberdade ou pela conquista de novos mundos. Muitas vezes, correram risco de vida, tendo mesmo, nalguns casos, morrido pelos ideais que defendiam.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Seis desconhecidos que têm em comum algo de universal: as suas vidas nem sempre são o que eles fazem parecer. O que aconteceria se em vez disso dissessem a verdade? Julian Jessop está cansado de esconder a profunda solidão que sente. Este septuagenário acredita que a maioria das pessoas não é verdadeira acerca da sua vida. E se fossem? Decide então iniciar O Projeto da Autenticidade: um pequeno caderno verde, onde escreve a verdade sobre a sua própria vida, e que deixa pousado em cima de uma mesa do simpático café do seu bairro... Mónica, a proprietária do café, encontra-o e resolve acrescentar a sua história e deixar o caderno num bar de vinhos do outro lado da rua. Aos poucos quem encontra o caderno verde vai acrescentando as suas verdades mais profundas. Um gesto que vai alterar para sempre, as suas vidas. O excêntrico Julian, Monica, Hazard, o alcoólico que promete ficar sóbrio, Riley, Alice, a mãe influencer, que tem uma vida um pouco menos fabulosa do que aparece online, e Lizzie. Seis desconhecidos que se unem através do pequeno caderno verde; seis vidas que descobrem o poder da amizade e do amor. "O Pequeno Caderno das Grandes Verdades" é um livro divertido, inspirador e comovente, que nos mostra que sermos honestos acerca da nossa vida não é assim tão assustador, pelo contrário, assemelha-se muito à verdadeira felicidade.
Nº Páginas: 372
Sinopse:
Seis desconhecidos que têm em comum algo de universal: as suas vidas nem sempre são o que eles fazem parecer. O que aconteceria se em vez disso dissessem a verdade? Julian Jessop está cansado de esconder a profunda solidão que sente. Este septuagenário acredita que a maioria das pessoas não é verdadeira acerca da sua vida. E se fossem? Decide então iniciar O Projeto da Autenticidade: um pequeno caderno verde, onde escreve a verdade sobre a sua própria vida, e que deixa pousado em cima de uma mesa do simpático café do seu bairro... Mónica, a proprietária do café, encontra-o e resolve acrescentar a sua história e deixar o caderno num bar de vinhos do outro lado da rua. Aos poucos quem encontra o caderno verde vai acrescentando as suas verdades mais profundas. Um gesto que vai alterar para sempre, as suas vidas. O excêntrico Julian, Monica, Hazard, o alcoólico que promete ficar sóbrio, Riley, Alice, a mãe influencer, que tem uma vida um pouco menos fabulosa do que aparece online, e Lizzie. Seis desconhecidos que se unem através do pequeno caderno verde; seis vidas que descobrem o poder da amizade e do amor. "O Pequeno Caderno das Grandes Verdades" é um livro divertido, inspirador e comovente, que nos mostra que sermos honestos acerca da nossa vida não é assim tão assustador, pelo contrário, assemelha-se muito à verdadeira felicidade.
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Edição: Ago 2017
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Três colaboradores de uma editora de Milão, após leitura intensiva de manuscritos sobre o esoterismo e o oculto, entrevêem algo grandioso que retoma a história antiga de um segredo dos Templários. E propõem-se desvendar um Plano secreto para dominar o mundo, trazendo à luz do dia um segredo enterrado há séculos, desde a extinção da Ordem dos Templários. Mergulham numa investigação profunda, que os leva a estabelecer conexões especulativas e a tecer laços entre o que racionalmente se combina e o que apaixonadamente se associa sem reservas. Ao princípio, tudo se resumia a um jogo estimulante. Mas depois tudo leva a crer que estão prestes a descobrir algo realmente importante, de tal modo que as suas próprias vidas ficam em risco. O receio de que o «jogo» tenha escapado ao seu controlo junta-se a uma desesperada busca da verdade. Num mundo em que tudo se liga a tudo e em que cada um vê o que quer, o desafio de encontrar a verdade não podia ser mais estimulante. Ao enredo juntam-se diversas teorias ecrenças religiosas. Terão sobrevivido os cavaleiros detentores do Plano? Conseguirão Belbo, Diotallevi e Casaubon desvendar o «Plano» dos Templários? Pela mão de um reconhecido mestre, um livro imperdível, que reúne trama histórica, aventura e suspense, num romance com ironia quanto baste, conspiração ao mais alto nível e mistério no seu melhor.
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Três colaboradores de uma editora de Milão, após leitura intensiva de manuscritos sobre o esoterismo e o oculto, entrevêem algo grandioso que retoma a história antiga de um segredo dos Templários. E propõem-se desvendar um Plano secreto para dominar o mundo, trazendo à luz do dia um segredo enterrado há séculos, desde a extinção da Ordem dos Templários. Mergulham numa investigação profunda, que os leva a estabelecer conexões especulativas e a tecer laços entre o que racionalmente se combina e o que apaixonadamente se associa sem reservas. Ao princípio, tudo se resumia a um jogo estimulante. Mas depois tudo leva a crer que estão prestes a descobrir algo realmente importante, de tal modo que as suas próprias vidas ficam em risco. O receio de que o «jogo» tenha escapado ao seu controlo junta-se a uma desesperada busca da verdade. Num mundo em que tudo se liga a tudo e em que cada um vê o que quer, o desafio de encontrar a verdade não podia ser mais estimulante. Ao enredo juntam-se diversas teorias ecrenças religiosas. Terão sobrevivido os cavaleiros detentores do Plano? Conseguirão Belbo, Diotallevi e Casaubon desvendar o «Plano» dos Templários? Pela mão de um reconhecido mestre, um livro imperdível, que reúne trama histórica, aventura e suspense, num romance com ironia quanto baste, conspiração ao mais alto nível e mistério no seu melhor.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Nova Iorque, 1929. A bolsa entra em colapso, milhares de empresas fecham, milhões de pessoas vão para o desemprego. A crise instala-se no planeta. Salazar é o ministro das Finanças em Portugal e a forma como lida com a Grande Depressão granjeia-lhe crescentes apoios. Conta com Artur Teixeira para subir a chefe de governo, mas primeiro terá de neutralizar a ameaça fascista. O desemprego lança o Japão no desespero. Satake Fukui vê o seu país embarcar numa grande aventura militarista, a invasão da Manchúria, na mesma altura em que tem de escolher entre a bela Harumi e a doce Ren. Lian-hua escapa a Mao Tse-tung e vai para Peiping. É aí que a jovem chinesa e a sua família enfrentam as terríveis consequências da invasão japonesa da Manchúria. A crise mundial convence os bolcheviques de que o capitalismo acabou. Estaline intensifica as coletivizações na União Soviética e o preço, em mortes e fome, é pago por milhões de pessoas. Incluindo Nadezhda.
Nº Páginas: 702
Sinopse:
Nova Iorque, 1929. A bolsa entra em colapso, milhares de empresas fecham, milhões de pessoas vão para o desemprego. A crise instala-se no planeta. Salazar é o ministro das Finanças em Portugal e a forma como lida com a Grande Depressão granjeia-lhe crescentes apoios. Conta com Artur Teixeira para subir a chefe de governo, mas primeiro terá de neutralizar a ameaça fascista. O desemprego lança o Japão no desespero. Satake Fukui vê o seu país embarcar numa grande aventura militarista, a invasão da Manchúria, na mesma altura em que tem de escolher entre a bela Harumi e a doce Ren. Lian-hua escapa a Mao Tse-tung e vai para Peiping. É aí que a jovem chinesa e a sua família enfrentam as terríveis consequências da invasão japonesa da Manchúria. A crise mundial convence os bolcheviques de que o capitalismo acabou. Estaline intensifica as coletivizações na União Soviética e o preço, em mortes e fome, é pago por milhões de pessoas. Incluindo Nadezhda.
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Selecção inédita de contos, feita a partir de todos os livros do autor, por Gustavo Pacheco. A prosa transgressora de Sérgio Sant’Anna, um dos grandes escritores contemporâneos, a celebrar 50 anos de vida literária, junta-se à Colecção de Ficção em Língua Portuguesa da Tinta-da-china. Questionando sempre os limites do género e de cada conto, Sérgio Sant’Anna é conhecido pela sua abordagem violenta e íntima de temas como a morte, a melancolia, o desejo, a sexualidade, a filosofia ou o encontro entre criação e existência. Em "O Pássaro da Perfeição", além de todos os seus grandes clássicos, como "O Duelo", "O Concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro" ou "Um Conto Límpido e Obscuro", o leitor vai encontrar todas as variações de uma obra imensa e até um inédito.
Nº Páginas: 352
Sinopse:
Selecção inédita de contos, feita a partir de todos os livros do autor, por Gustavo Pacheco. A prosa transgressora de Sérgio Sant’Anna, um dos grandes escritores contemporâneos, a celebrar 50 anos de vida literária, junta-se à Colecção de Ficção em Língua Portuguesa da Tinta-da-china. Questionando sempre os limites do género e de cada conto, Sérgio Sant’Anna é conhecido pela sua abordagem violenta e íntima de temas como a morte, a melancolia, o desejo, a sexualidade, a filosofia ou o encontro entre criação e existência. Em "O Pássaro da Perfeição", além de todos os seus grandes clássicos, como "O Duelo", "O Concerto de João Gilberto no Rio de Janeiro" ou "Um Conto Límpido e Obscuro", o leitor vai encontrar todas as variações de uma obra imensa e até um inédito.
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Edição: Mar 2020
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Três irmãs e um irmão regressam, para as últimas férias de verão, à velha casa dos avós. Trazem os filhos, uma nova esposa e o filho de um antigo namorado. Ao longo de três semanas, as memórias do passado e da infância voltam à superfície e as tensões aumentam, misturando-se com o ar quente e denso da paisagem idílica de uma pequena vila inglesa. Tessa Hadley constrói um magnífico romance, só ao alcance de uma extraordinária autora, onde as particularidades das ligações familiares, as suas crises e alegrias, assumem o papel de protagonistas, assegurando que o passado fará sempre parte de nós.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Três irmãs e um irmão regressam, para as últimas férias de verão, à velha casa dos avós. Trazem os filhos, uma nova esposa e o filho de um antigo namorado. Ao longo de três semanas, as memórias do passado e da infância voltam à superfície e as tensões aumentam, misturando-se com o ar quente e denso da paisagem idílica de uma pequena vila inglesa. Tessa Hadley constrói um magnífico romance, só ao alcance de uma extraordinária autora, onde as particularidades das ligações familiares, as suas crises e alegrias, assumem o papel de protagonistas, assegurando que o passado fará sempre parte de nós.
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Edição: Nov 2015
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Numa manhã de Inverno, Lars sai de casa e encontra uma jovem a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário e, poucas horas mais tarde, parte em viagem com a jovem deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito: O luto de Elias Gro.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Numa manhã de Inverno, Lars sai de casa e encontra uma jovem a dormir no seu carro. Ele é um escritor sexagenário e, poucas horas mais tarde, parte em viagem com a jovem deixando para trás um casamento de uma vida inteira e um romance inédito: O luto de Elias Gro.
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Edição: Abr 2003
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas Vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos de mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Guaguin, que a considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. O que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mário Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
Onde se encontra o Paraíso? Na construção de uma sociedade igualitária ou no retorno ao mundo primitivo? Duas Vidas: a de Flora Tristán, que põe todos os seus esforços na luta pelos direitos de mulher e dos operários, e a de Paul Gauguin, o homem que descobre a sua paixão pela pintura e abandona uma existência burguesa para viajar para o Tahiti em busca de um mundo não contaminado pelas convenções. Duas concepções do sexo: a de Flora, que só vê nele um instrumento de domínio masculino, e a de Guaguin, que a considera uma força vital imprescindível posta ao serviço da sua criatividade. O que têm em comum estas duas vidas desligadas e opostas, à parte o vínculo familiar por ser Flora a avó materna de Gauguin? É isto que Mário Vargas Llosa põe em relevo neste romance: o mundo de utopias que foi o século XIX. Um vínculo entre duas personagens que optam por modelos de vida opostos que revelam um desejo comum: alcançar um Paraíso onde seja possível a felicidade para os seres humanos.
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Edição: Abr 2018
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.
Nº Páginas: 336
Sinopse:
Neste livro, os temas são variados: da literatura portuguesa ou de uma frase de Borges à situação política em Angola, de uma navalha sul-africana à teoria dos sonhos e ao cabelo da sua filha, da lista de inspirações para a sua obra até à beleza da Ilha de Moçambique e à herança portuguesa no Brasil - sempre num registo literário que ultrapassa a fronteira do tempo e da sua contingência.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio. Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp. Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade. Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em "O Paraíso" uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Com o rei D. Carlos ao leme da nação, os habitantes de uma recôndita aldeia portuguesa dispõem-se a castigar, certa noite, os praticantes de um pecado hediondo, deitando fogo à sua casa na orla de uma floresta paradisíaca. E é tal a sanha colectiva contra os pecadores que - salvo os que ainda não andam e os que já não conseguem andar - só duas pessoas na povoação inteira não participam do massacre: Ana, a parteira, e o padre Engrácio. Conseguindo adiantar-se ao morticínio, resgatam com vida um par de gémeos recém-nascidos, baptizados nessa mesma noite com os nomes de Laura e Lourenço Duchamp. Recebidas em orfanatos distintos, as crianças crescerão sob o signo da tristeza, da violência e da solidão, sempre carentes da alma gémea que desconhecem ter, enquanto na aldeia, à medida que os anos passam, a culpa vai consumindo, um por um, os criminosos. Ana, que não pode ter filhos, nunca deixa, porém, de se perguntar pelos meninos que salvou, ignorando, como eles, que o reencontro é sempre uma possibilidade. Numa linguagem cuidada e bela e um leque de personagens fascinante, Paula de Sousa Lima constrói em "O Paraíso" uma narrativa pungente sobre o preconceito, o arrependimento e a incapacidade de fugir ao destino.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, vestidos de mulher, George Sand, política, século xix, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária - e beleza. O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary - o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos -, sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Um romance magistral sobre literatura, talento, comboios, compotas de groselha, ursos, vestidos de mulher, George Sand, política, século xix, absurdo, morte, solidão, escritores, crítica literária - e beleza. O inglês Geoffrey Braithwaite - médico reformado e viúvo - atravessa o canal da Mancha e dirige-se a Rouen, a terra natal de Gustave Flaubert. A intenção é ver o papagaio embalsamado que serviu de modelo a Flaubert durante a escrita de um dos seus livros. Mas o que é apenas uma viagem transforma-se, lentamente, numa lição maravilhosa e genial sobre o autor de Madame Bovary - o seu talento indiscutível, mas também os seus defeitos, manias, tiques insuportáveis, vaidades e medos -, sobre literatura, sobre o amor (entre Braithwaite e a mulher Helen, que morreu recentemente; entre Flaubert e Louise Colet), sobre o que falha e o que não tem sentido na vida, sobre os segredos que a rodeiam e lhe dão sentido. Tudo para concluir que a vida verdadeira é a vida que vem nos livros. Porque é a única que se pode interrogar.
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Edição: Mai 2013
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério... Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério... Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O alferes Capelo está a cumprir o serviço militar em Angola quando se dá o massacre de centenas de brancos em povoações isoladas do Norte; é chamado a participar na primeira resposta militar contra os rebeldes e acaba por fazer duas comissões na Guerra Colonial e já não regressar à metrópole, casando-se e tornando-se proprietário de plantações de café.Na mesma altura, Mateus, funcionário público e amante da poesia e do xadrez, é iniciado em Luanda nas relações de poder entre colonos e colonizados, assistindo à prisão e tortura de rebeldes e guerrilheiros; manda vir a família e instala-se na Gabela, cruzando-se com Capelo, já desmobilizado, ambos desconhecendo que assistem aos últimos estertores do império. Na verdade, o 25 de Abril muda tudo: o Governo de Lisboa prepara a independência das Colónias e, na Gabela, as atenções dividem-se entre o MPLA e a FNLA. Quando rebenta a guerra civil, a população branca aflui aos portos e aeroportos e aproveita-se o caos para fazer ajustes de contas pessoais. Mateus e a família são agora refugiados que aguardam embarque na maior ponte aérea civil alguma vez realizada entre dois continentes e chegam a Lisboa com milhares de outros desalojados em pleno PREC.Este é um romance sobre o fim do período colonial, com descrições impressionantes da violência recíproca que moldou Angola antes, durante e depois da guerra, e o relato de como muitas famílias testemunharam, da pior maneira, o fim de um ciclo que durou mais de quinhentos anos.
Nº Páginas: 504
Sinopse:
O alferes Capelo está a cumprir o serviço militar em Angola quando se dá o massacre de centenas de brancos em povoações isoladas do Norte; é chamado a participar na primeira resposta militar contra os rebeldes e acaba por fazer duas comissões na Guerra Colonial e já não regressar à metrópole, casando-se e tornando-se proprietário de plantações de café.Na mesma altura, Mateus, funcionário público e amante da poesia e do xadrez, é iniciado em Luanda nas relações de poder entre colonos e colonizados, assistindo à prisão e tortura de rebeldes e guerrilheiros; manda vir a família e instala-se na Gabela, cruzando-se com Capelo, já desmobilizado, ambos desconhecendo que assistem aos últimos estertores do império. Na verdade, o 25 de Abril muda tudo: o Governo de Lisboa prepara a independência das Colónias e, na Gabela, as atenções dividem-se entre o MPLA e a FNLA. Quando rebenta a guerra civil, a população branca aflui aos portos e aeroportos e aproveita-se o caos para fazer ajustes de contas pessoais. Mateus e a família são agora refugiados que aguardam embarque na maior ponte aérea civil alguma vez realizada entre dois continentes e chegam a Lisboa com milhares de outros desalojados em pleno PREC.Este é um romance sobre o fim do período colonial, com descrições impressionantes da violência recíproca que moldou Angola antes, durante e depois da guerra, e o relato de como muitas famílias testemunharam, da pior maneira, o fim de um ciclo que durou mais de quinhentos anos.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 296
Sinopse:
São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos ¿ mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.
Nº Páginas: 296
Sinopse:
São histórias reais de gente inventada e histórias inventadas de gente real, mulheres destemidas e homens combativos ¿ mas também capazes de momentos desprezíveis e de atitudes medrosas. Corajosos e malandros, mentirosos, que fazem pela vida. Gente de carne e osso que aprendeu a desconfiar e a sobreviver num país do solidó, sempre com aquela musiquinha em fundo, atrevida e monótona, divertida e medíocre. No país do solidó, estes retratos são instantâneos das vidas verdadeiras que não aparecem nos jornais nem na sociologia universitária, mas frequentam as redes sociais e as igrejas que ainda restam. Entre o conto e a crónica, trocando os nomes e avariando as grandes teorias sobre o funcionamento da pátria, J. Rentes de Carvalho não dá explicações sobre um mundo que não quer ser explicado — mas observa-o com humor, cumplicidade, atrevimento, uma compreensão que não pede distância mas proximidade. São personagens que não receberão medalhas no Dia de Portugal; mas compõem um dos melhores retratos de todos nós.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
Nº Páginas: 400
Sinopse:
A democracia está a consumir-se a si própria, as desigualdades estão a aumentar e o sistema está a colapsar. Porquê? Porque em 1962 alguns banqueiros londrinos tiveram uma ideia que mudou o mundo. Essa ideia chamava-se offshore e significava que, pela primeira vez, os ladrões podiam sonhar em grande — podiam roubar tudo. Este livro é a estonteante história da riqueza e poder no século XXI — é uma viagem ao mundo oculto dos novos cleptocratas e criminosos globais, passando pelos países pobres em que o dinheiro público é roubado e pelos países ricos onde é investido. De Angola à Ucrânia, do Reino Unido a Malta, O País do Dinheiro denuncia as instituições que se estão a transformar em operações de lavagem de dinheiro. É também um alerta para a forma como a manipulação das leis de uns países afeta as fundações de outros, incluindo alguns dos países mais estáveis do mundo. O cenário é negro, mas ainda há tempo para resgatar a democracia das garras da corrupção.
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida. Trata-se, em suma, de um retrato geracional - tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelos círculos boémios e literários da cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa ao amor, que inesperadamente encontrara, e aturdido pelas contradições que o rodeiam, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva consigo as suas dores, deixando para trás uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do Carnaval.Considerado subversivo, "O País do Carnaval" estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
Este é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando ele tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do Brasil, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida. Trata-se, em suma, de um retrato geracional - tecido a partir das rondas de Paulo Rigger pelos círculos boémios e literários da cidade da Bahia, em inícios do século XX. No final, insatisfeito e desencantado, marcado por uma renúncia preconceituosa ao amor, que inesperadamente encontrara, e aturdido pelas contradições que o rodeiam, Rigger embarca, no porto do Rio de Janeiro, com destino à Europa. Leva consigo as suas dores, deixando para trás uma cidade alucinada pelos ritmos e brilhos do Carnaval.Considerado subversivo, "O País do Carnaval" estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mecanismo é cruel, mas entra automaticamente em acção a partir do momento em que o narrador sai do enterro da sua filha de oito anos: agora, ele vai ser sempre O Pai da Menina Morta. A partir da dor e da reconfiguração do mundo que acontece após essa perda indizível, este romance de estreia (construído a partir de uma tragédia pessoal) reúne coragem, agonia, tristeza, humor e vitalidade para captar, dentro do possível, o impacto da morte de uma filha na vida do pai. Romance fragmentado, composto por secções que formam uma espécie de estrutura caleidoscópica do luto, o livro de Tiago Ferro não se limita a ser um inventário da dor, ampliando o registo de um episódio devastador a partir da manipulação consciente e irónica de temas como auto-imagem, sexualidade, humor, casamento, amizade, confissão, memória, fabulação e vida contemporânea.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
O mecanismo é cruel, mas entra automaticamente em acção a partir do momento em que o narrador sai do enterro da sua filha de oito anos: agora, ele vai ser sempre O Pai da Menina Morta. A partir da dor e da reconfiguração do mundo que acontece após essa perda indizível, este romance de estreia (construído a partir de uma tragédia pessoal) reúne coragem, agonia, tristeza, humor e vitalidade para captar, dentro do possível, o impacto da morte de uma filha na vida do pai. Romance fragmentado, composto por secções que formam uma espécie de estrutura caleidoscópica do luto, o livro de Tiago Ferro não se limita a ser um inventário da dor, ampliando o registo de um episódio devastador a partir da manipulação consciente e irónica de temas como auto-imagem, sexualidade, humor, casamento, amizade, confissão, memória, fabulação e vida contemporânea.
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Edição: Fev 2017
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Pode um bilionário ser arauto e servidor de um povo revoltado? E é esta revolta real ou fabricada? E que revolta é, se for? Na sociedade, na economia, nos estados, no próprio modelo federal? É o "novo contrato" prometido por Trump uma visão, ou um disfarce? O "populismo" triunfante durará? Haverá resistência nacional? E é Trump um revolucionário, um contra-revolucionário ou um reaccionário? Este livro procura analisar as causas, profundas e visíveis, longínquas e próximas, provadas e prováveis, do triunfo de Donald Trump. Investiga também as consequências dessa eleição, para a América e para o mundo, incluindo Portugal. E traça um retrato histórico da "civilização" dos EUA. Com fontes, documentos e testemunhos inéditos, eis a primeira obra mundial sobre um fenómeno que dará que falar, quer seja vitorioso até 2021, quer morra pelo caminho.
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Edição: Abr 2016
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1988, acerca deste livro escreve Fernando Pinto do Amaral, com grande justiça: "Saber dar atenção às coisas simples é às vezes o mais difícil, e não apenas em poesia. As palavras que tentam dizê-las procuram uma nudez coincidente com o seu ser, exibindo a vitalidade das perguntas sem resposta, mas sendo ao mesmo tempo a expressão de um sim irradiante e sempre novo, incorporado na ilusão do acto perceptivo. Assim pode ir, frutificando, pouco a pouco, o mais fértil de todos os saberes — esse cujas certezas arrastam enigmas e que é, afinal, um outro nome da ignorância."
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1988, acerca deste livro escreve Fernando Pinto do Amaral, com grande justiça: "Saber dar atenção às coisas simples é às vezes o mais difícil, e não apenas em poesia. As palavras que tentam dizê-las procuram uma nudez coincidente com o seu ser, exibindo a vitalidade das perguntas sem resposta, mas sendo ao mesmo tempo a expressão de um sim irradiante e sempre novo, incorporado na ilusão do acto perceptivo. Assim pode ir, frutificando, pouco a pouco, o mais fértil de todos os saberes — esse cujas certezas arrastam enigmas e que é, afinal, um outro nome da ignorância."
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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ellis Hock nunca acreditou que voltaria a África, à isolada aldeia em que fora tão feliz. Enquanto gere o seu antiquado negócio de pronto-a-vestir masculino, Ellis Hock sonha ainda com o seu paraíso africano e os quatro anos que passou no Malawi com o Corpo de Paz, interrompidos quando foi obrigado a regressar para tomar conta do negócio de família. No entanto, quando a mulher o deixa, privando-o da casa de família e da filha, e exigindo partilhas, Ellis Hock percebe que não tem lugar para onde possa ir, a não ser a remota região de Lower River, onde poderá reencontrar momentos felizes. Ao chegar à poeirenta aldeia, Hock descobre-a profundamente transformada: a escola que o próprio construíra é agora uma ruína; a igreja e a clínica desapareceram; e a pobreza e apatia instalaram-se nas pessoas, que se lembram dele - do estrangeiro que tinha medo de cobras - e que lhe dão as boas-vindas. Mas esta nova vida de Ellis Hock, este retorno, será uma evasão ou antes uma armadilha? Alternando memória e desejo, esperança e desespero, salvação e condenação, este é um emocionante regresso a um terreno sobre o qual ninguém escreveu com tanto brilhantismo como Theroux.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Ellis Hock nunca acreditou que voltaria a África, à isolada aldeia em que fora tão feliz. Enquanto gere o seu antiquado negócio de pronto-a-vestir masculino, Ellis Hock sonha ainda com o seu paraíso africano e os quatro anos que passou no Malawi com o Corpo de Paz, interrompidos quando foi obrigado a regressar para tomar conta do negócio de família. No entanto, quando a mulher o deixa, privando-o da casa de família e da filha, e exigindo partilhas, Ellis Hock percebe que não tem lugar para onde possa ir, a não ser a remota região de Lower River, onde poderá reencontrar momentos felizes. Ao chegar à poeirenta aldeia, Hock descobre-a profundamente transformada: a escola que o próprio construíra é agora uma ruína; a igreja e a clínica desapareceram; e a pobreza e apatia instalaram-se nas pessoas, que se lembram dele - do estrangeiro que tinha medo de cobras - e que lhe dão as boas-vindas. Mas esta nova vida de Ellis Hock, este retorno, será uma evasão ou antes uma armadilha? Alternando memória e desejo, esperança e desespero, salvação e condenação, este é um emocionante regresso a um terreno sobre o qual ninguém escreveu com tanto brilhantismo como Theroux.
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Edição: Jul 2015
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este é um relato inédito sobre as dificuldades e as virtudes da governação em Portugal, que revela episódios políticos até agora desconhecidos, destacando as resistências que tentaram, sem sucesso, travar a primeira reforma estratégica e consistente da administração local executada em Portugal desde o século XIX. Partindo das suas experiências e vivências pessoais, Miguel Relvas e Paulo Júlio falam das grandes manifestações contra a reforma, das complexas negociações com a "troika", das relações infrutíferas com o PS e das relações politicamente exigentes com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses e com a ANAFRE, além de outros temas controversos e pouco conhecidos da opinião pública, como as reservas de setores da maioria que apoiava o Governo e as divergências com o CDS por causa da lei eleitoral autárquica. Com prefácio de José Maria Aznar e testemunhos de diversas figuras da política nacional (como Fernando Ruas, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Luís Marques Mendes, entre outros), esta obra apresenta-se como uma análise inédita da história política e institucional contemporânea de Portugal, abrindo novas perspetivas sobre o futuro da governação do país. Aceda aqui aos materiais complementares referidos na obra: Anexo_1_Reforma Administrativa de março de 2004 Anexo_2_Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-2011 Anexo_3_Lei n.º 55-2011 Anexo_4_Número de Municípios que perderam População - Censos 2011 Anexo_5_População Residente - Censos 2011 Anexo_6_Despacho conjunto PAEL Prog II Anexo_7_Lei n.º 22-2012 Anexo_8_Número de Municípios na Europa Anexo_9_Lei n.º 11-A-2013
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Este é um relato inédito sobre as dificuldades e as virtudes da governação em Portugal, que revela episódios políticos até agora desconhecidos, destacando as resistências que tentaram, sem sucesso, travar a primeira reforma estratégica e consistente da administração local executada em Portugal desde o século XIX. Partindo das suas experiências e vivências pessoais, Miguel Relvas e Paulo Júlio falam das grandes manifestações contra a reforma, das complexas negociações com a "troika", das relações infrutíferas com o PS e das relações politicamente exigentes com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses e com a ANAFRE, além de outros temas controversos e pouco conhecidos da opinião pública, como as reservas de setores da maioria que apoiava o Governo e as divergências com o CDS por causa da lei eleitoral autárquica. Com prefácio de José Maria Aznar e testemunhos de diversas figuras da política nacional (como Fernando Ruas, Marcelo Rebelo de Sousa, Pedro Santana Lopes e Luís Marques Mendes, entre outros), esta obra apresenta-se como uma análise inédita da história política e institucional contemporânea de Portugal, abrindo novas perspetivas sobre o futuro da governação do país. Aceda aqui aos materiais complementares referidos na obra: Anexo_1_Reforma Administrativa de março de 2004 Anexo_2_Resolução do Conselho de Ministros n.º 40-2011 Anexo_3_Lei n.º 55-2011 Anexo_4_Número de Municípios que perderam População - Censos 2011 Anexo_5_População Residente - Censos 2011 Anexo_6_Despacho conjunto PAEL Prog II Anexo_7_Lei n.º 22-2012 Anexo_8_Número de Municípios na Europa Anexo_9_Lei n.º 11-A-2013
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Edição: Mar 2012
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Libby tem uma vida perfeita com um marido maravilhoso e uma casa enorme em frente à praia. Mas, aos poucos, começa a duvidar do amor de Jack e não acredita que ele tenha realmente superado a morte da primeira mulher, Eve. Quando o destino interfere na relação de ambos, Libby sente necessidade de conhecer melhor o homem com quem se casou e a aparentemente perfeita Eve. A jovem esposa descobre algumas verdades assustadoras sobre aquela família. Com receio das consequências, Libby começa a desconfiar que também ela terá o destino da primeira mulher que Jack amou... Pode um novo amor apagar uma grande paixão?
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Libby tem uma vida perfeita com um marido maravilhoso e uma casa enorme em frente à praia. Mas, aos poucos, começa a duvidar do amor de Jack e não acredita que ele tenha realmente superado a morte da primeira mulher, Eve. Quando o destino interfere na relação de ambos, Libby sente necessidade de conhecer melhor o homem com quem se casou e a aparentemente perfeita Eve. A jovem esposa descobre algumas verdades assustadoras sobre aquela família. Com receio das consequências, Libby começa a desconfiar que também ela terá o destino da primeira mulher que Jack amou... Pode um novo amor apagar uma grande paixão?
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Quando os revolucionários entram no enorme palácio em ruínas encontram o corpo do ditador em decomposição numa emaranhada anarquia onde se misturam o passado e o presente. Um presente já perdido e desfeito, um passado de uma riqueza inimaginável num palácio pejado de ministros, guarda-costas e criados que mantinham o ditador precariamente equilibrado no poder, e também uma imensidão de mulheres e crianças e um sósia cuja perfeição provocava graves crises de identidade em ambos. A atmosfera é de sonho, mesmo de pesadelo, real, vibrante e sensualmente exacta, ao mesmo tempo vaga e inacreditável. Um romance extraordinário, uma escrita densa, rica e brilhante por um dos mais originais e dotados escritores do nosso tempo.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Quando os revolucionários entram no enorme palácio em ruínas encontram o corpo do ditador em decomposição numa emaranhada anarquia onde se misturam o passado e o presente. Um presente já perdido e desfeito, um passado de uma riqueza inimaginável num palácio pejado de ministros, guarda-costas e criados que mantinham o ditador precariamente equilibrado no poder, e também uma imensidão de mulheres e crianças e um sósia cuja perfeição provocava graves crises de identidade em ambos. A atmosfera é de sonho, mesmo de pesadelo, real, vibrante e sensualmente exacta, ao mesmo tempo vaga e inacreditável. Um romance extraordinário, uma escrita densa, rica e brilhante por um dos mais originais e dotados escritores do nosso tempo.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Na luta para defender a segurança do império, todos os homens são necessários. Depois da vitória na Germânia, Marcus Valerius Aquila e os soldados da coorte dos Tungros são enviados para Dácia, junto à fronteira nordeste do Império Romano, com a missão de proteger uma das principais fontes de poder imperial: as minas de Alburnus Major. Com ouro suficiente para pavimentar a estrada até Roma, as minas são uma magnífica recompensa para os Sarmatae, uma tribo de saqueadores que ameaça a segurança da província. Cercados pelos guerreiros Sarmatae, e ameaçados subtilmente por homens que deveriam ser seus companheiros, os legionários de Marcus Aquila têm igualmente de lidar com um novo e inesperado inimigo. Mais uma vez, terão de lutar até à morte para salvar a honra do império… e as suas próprias vidas.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Na luta para defender a segurança do império, todos os homens são necessários. Depois da vitória na Germânia, Marcus Valerius Aquila e os soldados da coorte dos Tungros são enviados para Dácia, junto à fronteira nordeste do Império Romano, com a missão de proteger uma das principais fontes de poder imperial: as minas de Alburnus Major. Com ouro suficiente para pavimentar a estrada até Roma, as minas são uma magnífica recompensa para os Sarmatae, uma tribo de saqueadores que ameaça a segurança da província. Cercados pelos guerreiros Sarmatae, e ameaçados subtilmente por homens que deveriam ser seus companheiros, os legionários de Marcus Aquila têm igualmente de lidar com um novo e inesperado inimigo. Mais uma vez, terão de lutar até à morte para salvar a honra do império… e as suas próprias vidas.
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Edição: Set 2014
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Ainda antes do princípio, ao vazio chegou um órgão. E, com ele, o vazio encheu-se de música, chamando a atenção do Criador, que resolve tocar o extraordinário instrumento. A música passa a ser invenção e revelação, e a cada sopro do órgão aparecem o cosmos, o tempo, os primeiros seres vivos, o homem e a mulher.Uma prodigiosa fábula sobre a criação do Universo e a relação dos homens com Deus, pela mão de uma escritora que dispensa apresentações.
Nº Páginas: 48
Sinopse:
Ainda antes do princípio, ao vazio chegou um órgão. E, com ele, o vazio encheu-se de música, chamando a atenção do Criador, que resolve tocar o extraordinário instrumento. A música passa a ser invenção e revelação, e a cada sopro do órgão aparecem o cosmos, o tempo, os primeiros seres vivos, o homem e a mulher.Uma prodigiosa fábula sobre a criação do Universo e a relação dos homens com Deus, pela mão de uma escritora que dispensa apresentações.
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Edição: Mar 2010
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O que procura Hans Mahrenholz, um oficial alemão que se faz passar por empresário e jornalista inglês, nas ruas da Lourenço Marques de 1919, ainda no rescaldo da Grande Guerra? E por que não assume a sua verdadeira identidade? E por que procura desesperadamente um mulato com nome grego e uma longa cicatriz? E como o pode ajudar um dos mais famosos jornalistas dessa cidade, um mestiço assimilado e carismático? Hans Mahrenholz (ou Henry Miller) chega ao norte de Moçambique num zepelim e é largado de pára-quedas, sozinho, em plena selva, com a missão de se juntar ao contingente do general Lettow. Consegue-o. Mas todo o resto da campanha militar é assombrada pela estação das chuvas, a floresta virgem, a malária e os confrontos com os exércitos inglês e português. Quando chega a Lourenço Marques, Hans já não é o herói ingénuo e corajoso que se juntou a Lettow. É uma personagem misteriosa com uma missão misteriosa…
Nº Páginas: 448
Sinopse:
O que procura Hans Mahrenholz, um oficial alemão que se faz passar por empresário e jornalista inglês, nas ruas da Lourenço Marques de 1919, ainda no rescaldo da Grande Guerra? E por que não assume a sua verdadeira identidade? E por que procura desesperadamente um mulato com nome grego e uma longa cicatriz? E como o pode ajudar um dos mais famosos jornalistas dessa cidade, um mestiço assimilado e carismático? Hans Mahrenholz (ou Henry Miller) chega ao norte de Moçambique num zepelim e é largado de pára-quedas, sozinho, em plena selva, com a missão de se juntar ao contingente do general Lettow. Consegue-o. Mas todo o resto da campanha militar é assombrada pela estação das chuvas, a floresta virgem, a malária e os confrontos com os exércitos inglês e português. Quando chega a Lourenço Marques, Hans já não é o herói ingénuo e corajoso que se juntou a Lettow. É uma personagem misteriosa com uma missão misteriosa…
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo - a família, a reputação e a vida. Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão - o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro… Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?
Nº Páginas: 456
Sinopse:
Somme, 1916. Sophie vive numa vila ocupada pelo Exército alemão, tentando sobreviver às privações e brutalidade impostas pelo invasor, enquanto aguarda notícias do marido, Édouard Lefèvre, um pintor impressionista, que se encontra a lutar na Frente. Quando o comandante alemão vê o retrato de Sophie pintado por Édouard, nasce uma perigosa obsessão que leva Sophie a arriscar tudo - a família, a reputação e a vida. Quase um século depois, o retrato de Sophie encontra-se pendurado numa parede da casa de Liv Halston, em Londres. Entretanto, Liv conhece o homem que a faz recuperar a vontade de viver, após anos de profundo luto pela morte prematura do marido. Mas não tardará que Liv sofra uma nova desilusão - o quadro que possui é agora reclamado pelos herdeiros e Paul, o homem por quem se apaixonou, está encarregado de investigar o seu paradeiro… Até onde estará disposta Liv a ir para salvar este quadro? Será o retrato de Sophie assim tão importante que justifique perder tudo de novo?
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Edição: Mai 2014
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Será o Poder um escravo de si mesmo? A morada do Poder acabará sempre por ser a perversão? E a festa do Poder, uma festa de devassidão?Em "O Ocaso dos Pirilampos", romance angolano de todas as interrogações, ouve-se uma voz que se confessa. É a voz do protagonista, senhor de um poder absoluto sobre a vida e morte dos seus súbditos: "A vontade de possuir o outro é rectangular como o íman, o desejo e a cola. A vontade de agredir é quadrada como o martelo…"
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Será o Poder um escravo de si mesmo? A morada do Poder acabará sempre por ser a perversão? E a festa do Poder, uma festa de devassidão?Em "O Ocaso dos Pirilampos", romance angolano de todas as interrogações, ouve-se uma voz que se confessa. É a voz do protagonista, senhor de um poder absoluto sobre a vida e morte dos seus súbditos: "A vontade de possuir o outro é rectangular como o íman, o desejo e a cola. A vontade de agredir é quadrada como o martelo…"
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Edição: Mai 2019
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Foi em 1975 que Sophia publicou o seu magistral ensaio sobre a arte e o corpo na antiga Grécia, "O Nu na Antiguidade Clássica", a que acrescentaria em edição posterior um capítulo dedicado aos bronzes de Riace, entretanto encontrados. Há muito esgotado, a Assírio & Alvim volta a publicá-lo agora, no ano do centenário do nascimento da autora, em conjunto com uma antologia significativa de poemas dedicados à antiguidade clássica, selecionados por Maria Andresen de Sousa Tavares. "O texto que agora se reedita não é uma história da arte grega, nem a isso se propõe; não é igualmente um texto de académica erudição, procurando inserir-se e porventura dilatar o largo caudal da tradição universitária. Embora nobre, tal não constitui a sua intencionalidade primordial. "O Nu na Antiguidade Clássica" ergue-se a partir de intuições nucleares, ardentes fachos concedidos pelos deuses, intuições cerzidas e estendidas em abissais vivências, em que o épico resplendor do Sol se mistura com o abissal e trágico canto da Esfinge." [do prefácio de José Pedro Serra] Dionysos Entre as árvores escuras e caladas O céu vermelho arde, E nascido da secreta cor da tarde Dionysos passa na poeira das estradas. A abundância dos frutos de Setembro Habita a sua face e cada membro Tem essa perfeição vermelha e plena, Essa glória ardente e serena Que distinguia os deuses dos mortais.
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Foi em 1975 que Sophia publicou o seu magistral ensaio sobre a arte e o corpo na antiga Grécia, "O Nu na Antiguidade Clássica", a que acrescentaria em edição posterior um capítulo dedicado aos bronzes de Riace, entretanto encontrados. Há muito esgotado, a Assírio & Alvim volta a publicá-lo agora, no ano do centenário do nascimento da autora, em conjunto com uma antologia significativa de poemas dedicados à antiguidade clássica, selecionados por Maria Andresen de Sousa Tavares. "O texto que agora se reedita não é uma história da arte grega, nem a isso se propõe; não é igualmente um texto de académica erudição, procurando inserir-se e porventura dilatar o largo caudal da tradição universitária. Embora nobre, tal não constitui a sua intencionalidade primordial. "O Nu na Antiguidade Clássica" ergue-se a partir de intuições nucleares, ardentes fachos concedidos pelos deuses, intuições cerzidas e estendidas em abissais vivências, em que o épico resplendor do Sol se mistura com o abissal e trágico canto da Esfinge." [do prefácio de José Pedro Serra] Dionysos Entre as árvores escuras e caladas O céu vermelho arde, E nascido da secreta cor da tarde Dionysos passa na poeira das estradas. A abundância dos frutos de Setembro Habita a sua face e cada membro Tem essa perfeição vermelha e plena, Essa glória ardente e serena Que distinguia os deuses dos mortais.
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