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Nº Páginas: 198
Sinopse:
Como nasceu o país do terror! Desde os terríveis eventos de 11 de Setembro, muita coisa mudou secretamente nas organizações jihadistas. Explorando os passos em falso que o Ocidente deu nas guerras do Afeganistão, Iraque, Líbia e os seus erros de avaliação relativamente à posição da Síria e às revoltas da Primavera Árabe, as organizações jihadistas crescem de um modo inimaginável e expandem rapidamente a sua influência de dia para dia. Na altura não tinham território e faziam atentados pontuais. Hoje controlam uma área maior que a Grã-Bretanha. Depois de conquistar Mosul, em junho de 2014, o líder do EIIL foi declarado líder de um novo califado que exige obediência a todos os muçulmanos. A política secular foi sepultada e regressou a Jihad. Enquanto o Estado Islâmico proclamado pelo EIIL enfrenta os inimigos, existe a promessa de o Ocidente voltar a ser o alvo principal de todos os ataques terroristas. E citando uma fonte direta de Cockburn, "sem exceção, todos os rebeldes expressaram entusiasmo pelos ataques de 11 de Setembro e esperam voltar a fazer o mesmo na Europa e nos Estados Unidos." Os seus planos são recuperar todo o território que em tempos pertenceu ao mundo islâmico. Portugal e Espanha incluídos… Descubra neste livro o desenrolar de um dos maiores desastres diplomáticos do Ocidente e saiba tudo sobre a ascensão dos novos jihadistas até à criação de um novo Estado.
Nº Páginas: 328
Sinopse:
No tempo em que os Portugueses imperavam sobre o arquipélago de Cabo Verde, aconteceu num domingo de Páscoa, na minúscula freguesia do Lém, estar a morrer a mulher mais beata que a ilha de Santiago conhecera. Interpelando-a as netas sobre a sua última vontade, não quis ela, como seria de esperar, chamar o padre, respondendo em vez disso que gostaria de ser fotografada. Porém, assim que o flash disparou, um mistério inexplicável varreu a ilha de lés a lés; e, quando, ao fim de muitas peripécias, a fotografia foi finalmente revelada, a surpresa foi tão impossível que não houve, no mundo inteiro, uma só alma que conseguisse manter a boca fechada. A ilha quase ia ao fundo com a confusão... Se o Antigo Testamento anuncia a vinda do Messias e o Novo Testamento narra a vida, a morte e a ressurreição de Jesus, este "Novíssimo Testamento" é uma autêntica revolução: pois dá testemunho da reencarnação de Jesus no corpo de uma mulher - ilhéu e africana - que parece ter vindo inaugurar a Terceira Idade do Mundo, mas não está livre de enfrentar os preconceitos sociais, religiosos e políticos do seu tempo.
Nº Páginas: 56
Sinopse:
Logo no início deste livro, em jeito de epígrafe ao poema que lhe oferece o título, Jorge Sousa Braga lança o mote: "Para acabar de vez com os direitos humanos / e restaurar os direitos divinos". E ainda assim, recorrendo a um notável discurso poético e a uma ironia mordaz, o poeta transporta-nos do Universo para o particular e da dimensão divina para a dimensão humana que também é, afinal, divina. Constatamos assim que o desfecho de uma grandiosa cosmogonia é a formação de um "ramo de rosas" e que na conclusão de um salmo afirme que "Não foi por mim que tu morreste / embora eu seja capaz de morrer por ti". Um livro surpreendente, este O Novíssimo Testamento e outros poemas, de Jorge Sousa Braga.
Nº Páginas: 312
Sinopse:
Wormold vende aspiradores em Havana, uma cidade que vive com permanentes cortes de energia. A filha adolescente gasta-lhe o dinheiro com uma habilidade que o espanta, por isso, quando um misterioso inglês, agente do MI6, lhe oferece uma fonte de rendimento extra, ele sente-se tentado. Em troca, tem apenas de fazer um pouco de espionagem e enviar alguns relatórios. Porém, quando os seus falsos relatórios começam a tornar-se realidade, de repente tudo fica mais complicado e Havana torna-se um lugar ameaçador
Nº Páginas: 112
Sinopse:
"O Nome das Coisas" foi publicado pela primeira vez em 1977, pela Moraes Editores. A edição que agora se apresenta mantém a antiga ortografia e obedece à fixação de texto levada a cabo por Carlos Mendes de Sousa e Maria Andresen Sousa Tavares. "O Nome das Coisas", diz-nos Fernando Cabral Martins no prefácio que preparou para esta edição, "[…] parece procurar uma geografia portuguesa e europeia, mas que logo se torna aérea, um espaço misturado de ideias, transmutado em alguma coisa de mais transparente. Desenha uma realidade que serve a uma habitação religiosa do mundo. Num primeiro momento, parece suspender a representação, construindo um mundo à parte. Logo, no entanto, a pregnância da história cria como que pequenas fissuras, e a presença de certas coisas exteriores passageiras e concretas impõe a opacidade e a impureza." SOROR MARIANA — BEJA Cortaram os trigos. Agora A minha solidão vê-se melhor
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Uma abadia medieval isolada. Uma comunidade de monges devastada por uma série de crimes. Um frade franciscano que investiga os mistérios de uma biblioteca inacessível. Numa edição com desenhos e apontamentos preparatórios do autor, o romance que revelou o génio narrativo de Umberto Eco: traduzido em 60 países com mais de 50 milhões de exemplares vendidos, O Nome da Rosa ganhou o prémio Strega em 1981 e inspirou um filme e uma série de televisão com grande êxito internacional. "Os desenhos e as anotações manuscritas do futuro autor de O Nome da Rosa testemunham o trabalho preparatório minucioso antes da redacção do romance. São a confirmação efectiva do afirmado por Eco em Porquê ‘O Nome da Rosa’? (1983): "para contar uma história há que começar por construir um mundo, tanto quanto possível recheado até aos últimos pormenores". E o que nos conta, ou melhor, nos antecipa deste mundo o material aqui reproduzido? Em primeiro lugar a identidade, a fisionomia dos principais protagonistas, com o típico traço veloz e arguto do autor, que justificará a sua invenção ‘para saber que palavras colocar na sua boca’. Depois, alçados e plantas de abadias, castelos, labirintos, emanados da mente de um soit disant ‘medievalista em hibernação’, que entretanto se ocupou também de outras coisas." "Mario Andreose"
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Quando María Gainza escreve nestas páginas sobre as vidas incríveis de El Greco, Courbet, Fujjita ou Toulouse-Lautrec, sobre o banquete que Picasso ofereceu em honra de Henri Rousseau entre a admiração e a troça ou sobre as misteriosas razões por que Rothko se recusou a entregar ao luxuoso Four Seasons uma encomenda milionária, a sua narradora está também a falar do hospital em que o marido fez quimioterapia e onde uma prostituta andava de quarto em quarto, da decadência da sua própria família em Buenos Aires, do desaparecimento precoce de uma amiga, do desconforto da gravidez ou até do pânico de voar. Como num museu - lugar que, aliás, frequenta muitas vezes à maneira de uma sala de primeiros-socorros -,a sua vida tem obviamente obras-primas, mas também pequenos quadros escondidos em corredores escuros e estreitos. E, no entanto, todos eles importam. O Nervo Ótico é um livro de olhares: olhares dirigidos a pinturas e a quem as contempla. Singular e inclassificável, celebra o detalhe e inaugura um género literário no qual confluem, de forma absolutamente perfeita, a história da arte e a crónica íntima, num tom que oscila entre a comédia social e a ironia trágica. Traduzido por grandes editoras em todo o mundo, esta obra de estreia, tão depressa ousada como subtil, apresenta-nos uma grande escritora contemporânea.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este é um livro sobre a medicina privada em Portugal, mas falar sobre saúde privada é falar também, e incontornavelmente, sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS). Portugal já tinha medicina privada antes de ter SNS - uma medicina privada muito diferente da dos dias que correm. A que temos hoje é moldada por e está dependente do SNS. Os grandes grupos económicos que dominam o sector da saúde são alimentados pelas falhas do sistema público e pelas rendas do Estado. Este livro analisa o SNS, o sector privado e a complexa relação entre ambos a partir de dados de acesso público, produzidos por instituições oficiais. Percorre a história e os resultados dos grupos José de Mello Saúde e Luz Saúde, com desvios ilustrativos acerca dos grupos Lusíadas e Champalimaud e a Associação Nacional de Farmácias.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Um livro escrito pela ex-directora do jornal "Público" que é publicado nos 20 anos da consulta popular que mudou os destinos daquele território. Contém documentos secretos agora desclassificados. Prefácio de António Guterres e posfácio de Jorge Sampaio. "Estou certo de que suscitará o maior interesse junto de políticos, diplomatas, académicos, jornalistas e do público em geral." "António Guterres in Prefácio" "Encontrei na leitura deste diálogo um manancial de informações interessantíssimas sobre os processos de mediação de conflitos, matéria que pessoalmente sempre me interessou, por ser uma área de confluência do direito, neste caso internacional, da política (e de intersecção entre interesses de política externa e interna), da história, da advocacia e até da psicologia." "Jorge Sampaio, no posfácio"
Nº Páginas: 80
Sinopse:
"Livro de horas à sua maneira, esta colectânea é menos uma autobiografia em pedaços, uma meditação convulsiva sobre fotografias empalidecidas do que um encantamento dinâmico e pacificador do passado. Esta contradição é um enigma fascinante, em oito quadros, e nem o mais subtil discurso exegético poderá jamais explicar o secreto segredo da sua beleza."
Nº Páginas: 352
Sinopse:
No jardim Zoológico de Berlim, dentro de um expositor de vidro, estão exibidos todos os objectos encontrados no interior do estômago de Roland, a Morsa (que morreu em 1961). É com este catálogo insólito que Dubravka Ugrešic inicia o seu livro: também ele um mosaico de fragmentos narrativos, recordações e reflexões, descritos pela protagonista, uma quinquagenária croata exilada em Berlim. Fala-se de fotografias antigas, de cartas de tarot, de histórias de família, de amor (com passagem por Lisboa), de guerra e de exílio; pedaços de um puzzle que comporá, numa única imagem final, o retrato da cultura e identidade europeias. "O Museu da Rendição Incondicional" foi recebido pela crítica internacional como uma obra universal e um dos mais importantes romances contemporâneos europeus das últimas décadas.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A obra de culto de Nicolas Bouvier, autor nunca antes publicado em Portugal, é o novo título da Colecção de Literatura de Viagens, dirigida por Carlos Vaz Marques. Suíça - Jugoslávia - Turquia - Irão - Paquistão - Afeganistão 48 desenhos de Thierry Vernet Sem saber o que o esperava, e com o único objectivo de responder a um desejo incontrolável de ter mais mundo, o jovem Nicolas Bouvier, com apenas 24 anos, decidiu pegar no seu Fiat 500 "Topolino", pôr o amigo-artista Thierry Vernet no lugar do pendura e partir de Genebra rumo a Cabul com muito pouco dinheiro no bolso. Corria o mês de Junho de 1953, num contexto internacional de Guerra Fria, quando se lançou, de espírito e olhos bem abertos, numa aventura verdadeiramente iniciática que viria a revolucionar tanto a sua vida como todo um género literário: neste percurso, que só atingiu o seu destino em Dezembro de 1954, Bouvier apresentou ao mundo uma forma de viajar que é, sobretudo, um convite ao descentramento e à absoluta disponibilidade para os outros e para as realidades que desconhecemos. Pelo caminho, construiu uma obra de culto que nos fala de destinos inesquecíveis, mas também dos obstáculos e surpresas do caminho, de amizade e até de mecânica automóvel.
Nº Páginas: 792
Sinopse:
Começa no episódio dos espiões de Moisés, citado na Bíblia, e acaba na véspera da Primeira Guerra Mundial. Oferece um relato fascinante de espiões, segredos e operações de espionagem através dos séculos e traça a sua evolução no mundo antigo, desde a arte da adivinhação até à efetiva recolha de informações na condução de operações militares. Regista o subsequente desenvolvimento dos serviços secretos na condução da política dos Estados em períodos tão diversos como a Veneza renascentista, a Inglaterra de Isabel I, a França do Ancien Régime, a América revolucionária e a Rússia czarista.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Este livro conta a história da espionagem durante o século XX, desde a Primeira Guerra Mundial até ao presente mundo da desinformação, passando pela Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e a WikiLeaks. Escrito pelo mais reputado especialista da actualidade na história dos serviços secretos, este segundo volume conclui a obra que reúne 3000 anos de operações secretas. Um livro que já se tornou um clássico.
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Paris, 1940. A vida elegante do produtor de cinema Jean Casson é ameaçada pela ocupação alemã de Paris, mas Casson descobre que, com bastante dinheiro, compromissos e ligações, não precisa de abdicar dos prazeres da vida parisiense. Algures dentro de Casson, porém, há uma veia romântica. Quando lhe oferecem a oportunidade de participar numa operação do serviço secreto britânico, esse idealismo dá-lhe a coragem de a aceitar. Uma missão simples, mas que corre mal, e Casson percebe que deve arriscar tudo - a sua carreira, a mulher que ama, a própria vida. Uma brilhante recriação de França - o seu espírito no momento da derrota, o seu valor no momento do renascimento.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
O que é a vida, de onde vem? Como funciona o Universo? Por que razão há qualquer coisa em vez de nada? De matemáticos a filósofos gregos, de Einstein à teoria dos quanta, passando por Newton e Darwin, já lá vão três mil anos desde que os homens começaram a tentar responder a estas perguntas. A História evoluiu mais rapidamente nos últimos três, quatro séculos. Entrámos na era da modernidade e pós-modernidade. A ciência, a técnica, os números conquistaram o planeta. A razão levou a melhor, tomámos o lugar dos deuses à cabeça dos destinos do mundo. Onde estamos hoje? Deus deve ser relegado para o museu das glórias bizarras e das grandes potências vencidas? A vida tem um sentido ou é apenas um parêntese entre dois grandes nadas? Ser-nos-á permitido esperar encontrar o que quer que seja para lá da morte? Com palavras tão simples quanto luminosas, com rigor e entusiasmo contagiante, Jean d’Ormesson, uma das mais conceituadas vozes da Academia Francesa, aborda de forma desassombrada todas estas questões e oferece-nos o maior romance de todos os tempos: conta-nos a fabulosa história do Universo e dos homens.
Nº Páginas: 528
Sinopse:
"O Mundo de Ontem", livro de memórias de Stefan Zweig, é o retrato nostálgico de um mundo desaparecido - o da Viena, o da Europa anterior a 1914 -, a que se contrapõe o período conturbado de duas guerras mundiais, intercaladas por uma curta época de paz e de esperança no renascimento da Europa. Trata-se, pois, de uma obra que permite ao leitor inteirar-se das principais mudanças ocorridas na sociedade europeia, desde finais do século XIX até aos anos quarenta do século XX. É no exílio que Stefan Zweig escreve estas suas memórias, aqui se entrecruzando a paixão da escrita e da leitura, a generosidade filantrópica, a perda e o reencontro, o risível e o trágico. Numa escrita esmerada, rica de contrastes, por vezes redundante e rebuscada, o autor dá voz ao seu empenhamento em prol da liberdade espiritual e ao crescente desencanto face ao esboroar do ideal de confraternização europeia, que incansavelmente acarinhou, e que a ascensão do nacional-socialismo veio abalar. Stefan Zweig nasceu em Viena, em Novembro de 1881, viveu em Salzburgo, daí emigrando para Inglaterra, em 1934, e depois para o Brasil, onde acabaria por se suicidar, em Fevereiro de 1942. Filho de um rico industrial judeu, pacifista convicto, amante das letras e do teatro, da Filosofia e da História, Stefan Zweig manteve um intenso contacto com as mais diversas personalidades da vida cultural europeia - Freud, Valéry, Rilke, Verhaeren. Da sua extensa obra — em que cabem também as muitas traduções de textos de Verlaine, de Baudelaire e, sobretudo, de Verhaeren - destacam-se o ensaio, a novela e a biografia.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: As conversas resultantes do programa Mil Vezes Camões emitido pela RTP3 e ainda possível de ser visualizado na RTP Play. Os convidados falam de Camões nas suas mais variadas vertentes, em conversas extremamente informativas e surpreendentes.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 168
Sinopse: Em As Raízes da Língua, Marco Neves mergulha-nos na história da língua portuguesa através das aventuras de 50 palavras comuns. Se imaginarmos o léxico do português como uma árvore, a raiz mais forte passa pelo latim desenvolvido na faixa ocidental da Península Ibérica, latim esse que já vem do proto-indo-europeu, falado na zona do Mar Negro há 6500 anos. A essa raiz juntam-se raízes mais estreitas ligadas às línguas que já se falavam no território onde é hoje Portugal. Há ainda as outras raízes da língua ligadas ao árabe, ao persa, a línguas africanas, a línguas da América do Sul, a línguas germânicas, ao grego, ao inglês, ao francês, entre outras. A variedade de percursos e de histórias dessas raízes é impressionante. É uma viagem desordenada, aventurosa, às vezes perigosa. Há até palavras que saíram do português, deram uma volta por outras línguas e regressaram à nossa muito mudadas. Este não é um dicionário etimológico. É um livro de viagens, um livro de histórias, um livro de crónicas (quase de mistério) sobre etimologia.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 192
Sinopse: As conversas resultantes do programa Mil Vezes Camilo emitido pela RTP3 e ainda possível de ser visualizado na RTP Play. Os convidados falam de Camilo Castelo Branco nas suas mais variadas vertentes, em conversas extremamente informativas e surpreendentes.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 312
Sinopse: Se pudesses voltar atrás, o que farias de forma diferente? Alice ainda não está preparada para entrar nos quarenta anos. Pensava que teria mais tempo para perceber o que queria fazer e para estar com o pai Leonard está doente, numa cama de hospital, e Alice não sabe se alguma vez irá voltar a ouvir a sua voz. Como é que, de repente, toda a sua vida passou a correr? Quando adormece à porta da sua antiga casa, na noite anterior ao seu quadragésimo aniversário, é surpreendida de manhã por um Leonard muito mais novo e, sem saber como, regressou a 1996 e tem novamente dezasseis anos. Está a viajar no tempo para corrigir algum erro passado? Para se voltar a conectar com o pai? E se, afinal, Alice puder saltar no tempo sempre que lhe apetecer? Com todas estas novas perspetivas da sua própria vida, os acontecimentos da sua infância ganham um novo significado e Alice terá de perceber as consequências das suas decisões para não perder aquilo que mais importa. Emma Straub, com um sentido de humor brilhante, sensibilidade e perspicácia, oferece-nos uma nova versão da tradicional viagem no tempo, mostrando-nos os contornos de uma história de amor diferente: o amor entre pai e filha.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 296
Sinopse: Os mais importantes documentos produzidos antes e depois do 25 de Abril de 1974, agentes decisivos da REVOLUÇÃO. Desde o fundador Programa do Movimento das Forças Armadas Portuguesas até à Constituição da República aprovada a 2 de abril de 1976, este livro vai à origem das origens: percorre comunicados, manifestos, telegramas, abaixo-assinados e muitos outros documentos, mostrando como cada um deles teve uma contribuição, muitas vezes decisiva, para a Revolução e para o tempo que se lhe seguiu. Passando pelo «Documento dos Nove», pelo Documento do COPCON, pela Lei da Descolonização, a renúncia de Spínola e discursos de Vasco Gonçalves no I Congresso da Intersindical, Memórias de Abril é um verdadeiro roteiro para retirar do esquecimento e valorizar os documentos que também fizeram o 25 de Abril, discuti-los, contextualizá-los, recordá-los como consequência e memória dos vibrantes anos em que a liberdade foi o caminho escolhido e acabou por triunfar.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 272
Sinopse: Lajos von Lázár vem ao mundo com o romper do século XX, na propriedade rural de verão da família, rodeada por uma floresta sombria. É um rapaz com pele translúcida e olhos azul-claros que em nada se parece com o resto dos Lázár. Sándor, o imponente patriarca, tem vergonha da invulgaridade do seu filho. Ilona acha o seu irmão bastante feio. Mária está aterrorizada com a possibilidade de que a semelhança assustadora do seu filho com o criado que morreu semanas antes pressagie um desastre. Enquanto Imre, irmão de Sándor, cuja clarividência é não raras vezes confundida com loucura, é assombrado por visões de uma grande catástrofe. O nascimento de Lajos simboliza os muitos segredos, casos amorosos e acontecimentos incríveis que assolam os Lázár. Com o passar das décadas, a família continuará a ser vítima dos seus desejos, entre vidas grandiosas e tragédias ainda maiores, à medida que é arrastada pelas marés da guerra e da revolução que assolam o seu país - os Lázár governam as suas terras húngaras há gerações. Contudo, uma e outra vez, nos anos mais felizes, o amor e a esperança irrompem com um poder indomável. Saga familiar escrita com mão de mestre e profundamente cativante, Os Lázár é um romance magistral que nos apresenta a história de uma nação através da vida de uma família extraordinária, numa leitura que ressoa com tremenda intensidade.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 504
Sinopse: Nilo, Danúbio, Níger, Mississípi, Ganges, Yangtzé e Tamisa: estes sete rios contam uma história mundial comum e conflituosa. Funcionaram como bases de poder para impérios e motivaram guerras na sua qualidade de fronteiras. As suas bacias hidrográficas aqueles grandes sistemas de afluentes e lençóis freáticos que fluem em direção ao rio principal foram pilhadas pelo seu ouro, madeira, sal, petróleo, borracha e pessoas. Vastas redes se forjaram entre uns e outros, como a mortífera «passagem do meio» do comércio esclavagista que ligava a bacia do Níger à do Mississípi. No cerne da história estão os construtores de impérios das dinastias chinesas, romanos e hindus e os seus deuses fluviais, os Habsburgos e os otomanos, os imperadores mogóis, o povo do Níger desde a era dourada do Mali até aos dias de hoje, as lutas de vida ou morte no Mississípi e a perda do poder dos britânicos sobre os rios dos seus súbditos imperiais rebeldes. «A história no seu melhor. Um livro original e brilhantemente concebido que irá encantar e entusiasmar. Que magnífica proeza de imaginação e pesquisa contar a história humana através da beleza da água! Estas sete correntes do tempo brilham com erudição. Com os rios mundiais em crise, este livro deve ser leitura obrigatória para os decisores políticos.» Nicholas Crane, ex-presidente da Royal Geographical Society «Uma investigação profunda do modo como sete rios moldaram as sociedades humanas em todo o mundo. Os entusiastas de história vão adorar.» Publishers Weekly
Edição: Fev 2023
Nº Páginas: 272
Sinopse: A última coisa que Gwen queria era ter mais preocupações. Já tinha dois gatos, um emprego miserável e o coração partido. Foi então que a veterinária dos seus gatos lhe telefonou a partilhar a história de um gatinho cego abandonado com apenas três semanas de vida. Gwen não conseguiu evitar comover-se com o relato e tomou a decisão imediata de acolher o novo gatinho.
Edição: Nov 2022
Nº Páginas: 136
Sinopse: O Método Montessori é uma das tendências mais importantes da educação atual, ajudando a desenvolver crianças autónomas, independentes, responsáveis e capazes de pensar por si mesmas. Maria Montessori foi médica, educadora e pedagoga. Criou um método de ensino que procura respeitar os ritmos de aprendizagem de cada criança e que defende o desenvolvimento integral do ser humano desde o nascimento. O foco está naquilo que se é, e não naquilo que se tem. O objetivo é, portanto, permitir que cada criança se torne a melhor pessoa que pode ser.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 216
Sinopse: Esta é a história de um serviço muito especial, que faz chegar misteriosas encomendas enviadas por alguém que já partiu, mudando para sempre a vida de quem as recebe. Essas entregas improváveis trazem com elas a possibilidade de reconciliação, esperança e uma nova compreensão do passado.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 368
Sinopse: Crónica ficcionada de um derradeiro safári em África, Verdade ao Amanhecer foi o último texto inédito de Ernest Hemingway a ser revelado, em 1999, por altura do centenário do nascimento do autor, com edição do seu filho Patrick, que o acompanhou na viagem. Numa caçada ao leão com a sua mulher, Mary, Ernest acaba por se encantar com uma jovem africana e com toda a comunidade local e vê-se então dividido entre duas mulheres, duas culturas, num conflito que é também o do homem em relação ao mundo natural. Ao mesmo tempo que descreve os anseios humanos com um humor mordaz, Hemingway capta a excitação da caça e a beleza inigualável da paisagem um trabalho final de tirar o fôlego de um dos escritores mais acarinhados da literatura americana.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 180
Sinopse: No final da Guerra Civil Espanhola, um grupo de prisioneiros nacionalistas é executado perto da fronteira com França. Entre eles encontrava-se Rafael Sánchez Mazas, um dos fundadores e ideólogos da Falange, futuro ministro de Franco e poeta, que conseguiu escapar e refugiar-se no bosque. Até que um soldado republicano o descobre, aponta-lhe uma arma e, olhando-o nos olhos, poupa-lhe a vida. Sessenta anos mais tarde, um romancista em crise desenterra este episódio e propõe-se a investigar as circunstâncias daquele gesto de misericórdia. Quem era realmente Rafael Sánchez Mazas? Qual foi a sua verdadeira história de guerra? Quem foi o soldado que o deixou escapar? E porque o fez? Baseado num episódio verídico, Soldados de Salamina explora a complexa relação entre a memória histórica e a ficção literária.
Edição: Mar 2026
Nº Páginas: 424
Sinopse: Ao ritmo de um slow é a história de dois adolescentes que se apaixonaram antes de saberem o que é o amor. De dois amigos que se afastaram. De dois adultos que se sentem perdidos. É a história de Shiloh e Cary, que tentam encontrar o caminho de volta um para o outro.
